Por que o ERP é o primeiro passo para digitalizar sua construtora e ganhar eficiência nas obras

0
262

Durante muito tempo, o setor da construção civil operou com base em processos descentralizados. Cada área – engenharia, financeiro, suprimentos, comercial – seguia seu próprio fluxo, com controles feitos em planilhas manuais, anotações soltas, softwares isolados e muita dependência da memória e experiência da equipe. O resultado? Retrabalho, orçamentos furados e decisões tomadas no escuro.

Segundo estudo da McKinsey, o setor da construção civil está entre os menos digitalizados do mundo, e ainda hoje, muitas construtoras pequenas e médias enfrentam atrasos e prejuízos por falta de integração. Um levantamento da KPMG mostra que 69% das empresas do setor já enfrentaram estouros de orçamento em obras nos últimos anos.

É nesse contexto que entra a palavra que tanto falamos no dia a dia: ERP.

Mas afinal, o que ela realmente significa?

ERP vem de Enterprise Resource Planning, ou em português, Planejamento dos Recursos Empresariais. Mais do que um sistema, trata-se de uma filosofia de gestão integrada. Um bom ERP conecta todas as áreas da empresa em um mesmo ambiente digital, com dados que se conversam em tempo real. É isso que permite previsibilidade, controle e decisões mais inteligentes.

E como tudo isso chegou à construção civil no Brasil?

Nos anos 90, a indústria da construção ainda engatinhava em digitalização. Os primeiros ERPs eram importados, caros, genéricos e pouco preparados para a complexidade de uma obra. Foi nesse cenário que nasceu uma solução genuinamente brasileira, criada por especialistas que viviam as dores do canteiro de obras: o SIECON, desenvolvido pela Poliview.

De lá para cá, o SIECON foi evoluindo junto com o setor – da programação em COBOL, passando por Delphi até chegar à tecnologia Java atual, com versões 100% web, mobile, cloud, e com foco exclusivo em construtoras, incorporadoras e empresas da engenharia.

Qual o papel do SIECON?

A transformação digital da construção está apenas começando. O uso de dados, automação, compliance fiscal já são realidade em grandes operações – e cada vez mais serão exigidos das empresas menores também.

Enquanto isso, outros ERPs do mercado mudaram de direção ou viraram uma colcha de retalhos, misturando módulos de origens diferentes, criados por equipes que sequer se falam.

Já o SIECON continua firme em sua essência: desenvolvido, mantido e atualizado por uma única empresa, a Poliview, que segue com o mesmo DNA desde o início – comprometida com a construção civil e com seus clientes.

Agende uma demonstração gratuita com um de nossos consultores. Sem compromisso. Estamos aqui para te ajudar a seguir no caminho da integração e da inovação – sem sustos, sem remendos.

siecon