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5 motivos para migrar sua construtora para a nuvem hoje mesmo.

A transformação digital não é mais uma tendência; é uma necessidade, especialmente no setor da construção civil. Migrar sua construtora para a nuvem pode parecer um passo grande, mas os benefícios são imediatos e estratégicos. Confira 5 motivos para fazer essa mudança agora:

  1. Segurança de Dados Garantida

Projetos, contratos e históricos de clientes são o coração da sua empresa. Armazenar tudo na nuvem protege essas informações contra perdas por falhas de hardware, ataques cibernéticos ou desastres naturais. Além disso, sistemas em nuvem oferecem criptografia e backups automáticos, garantindo a continuidade do seu negócio.

  1. Acesso Remoto e Mobilidade

Com a nuvem, equipes de obra e escritório podem acessar arquivos, projetos e relatórios de qualquer lugar, a qualquer hora. Isso aumenta a produtividade e facilita a comunicação entre setores, sem depender de servidores físicos ou drives locais.

  1. Redução de Custos Operacionais

Manter servidores on-premises exige investimento em infraestrutura, energia, manutenção e equipe especializada. Ao migrar para a nuvem, sua construtora reduz esses custos, pagando apenas pelo que realmente utiliza, com escalabilidade conforme o crescimento da empresa.

  1. Eficiência e Integração de Sistemas

A nuvem permite integrar sistemas de gestão, como ERP Siecon ou softwares de planejamento de obras, agilizando processos e eliminando retrabalho. Isso resulta em tomadas de decisão mais rápidas e precisas, aumentando a competitividade da sua construtora.

  1. Planejamento para o Futuro com Disaster Recovery

Ter um plano de recuperação de desastres (DRP) é essencial. A nuvem possibilita restaurar rapidamente dados críticos, garantindo que interrupções temporárias não comprometam projetos ou clientes, protegendo a reputação e o faturamento da empresa.

Conclusão

Migrar sua construtora para a nuvem não é apenas uma questão tecnológica, mas estratégica. Mais segurança, eficiência, mobilidade e redução de custos são apenas alguns dos benefícios que sua empresa pode conquistar. Quanto antes você fizer essa mudança, mais preparado estará para os desafios do mercado da construção civil.

Como a Prandix aumentou a rentabilidade usando ERP para construção civil

Quando uma construtora chega ao ponto de operar mais de 10 obras em paralelo e manter centenas de pessoas em campo, a pergunta inevitável aparece:
“Quanto disso tudo está realmente virando lucro?”

Foi exatamente esse ponto de virada que a Prandix, empresa com quase 50 anos de atuação em obras de varejo e ambientes corporativos, enfrentou – e que a levou a adotar um ERP especializado em construção civil: o SIECON.

Crescer é bom. Crescer sem controle, não.

Por muitos anos, a Prandix seguiu a trajetória típica de construtoras bem-sucedidas:
mais clientes, mais contratos, mais lojas, mais equipes, mais obras acontecendo ao mesmo tempo.

Em determinado momento, o cenário era de:

  • 9 a 11 obras simultâneas
  • 110 funcionários diretos
  • Atuação intensa em lojas, farmácias, espaços de bem-estar, escritórios e galpões

Por fora, o quadro era de pleno crescimento.
Por dentro, porém, uma constatação incômoda surgia nos relatórios:

O volume aumentava, mas o controle e a rentabilidade não acompanhavam.

A conta não fechava como deveria. Faltava visibilidade clara de:

  • Quanto custava, de fato, cada obra
  • Onde a margem se perdia
  • Quais centros de custo consumiam mais recursos
  • Como padronizar orçamentos em meio a clientes com planilhas, unidades e linguagens diferentes

Foi o gatilho para uma decisão estratégica: crescer não podia ser apenas fazer mais obras, e sim fazer obras com mais controle.


O limite dos sistemas genéricos

Antes de mudar, a Prandix já utilizava um software de gestão.
O problema é que ele era um sistema genérico, sem foco em construção civil.

Na prática, isso significava:

  • Pouco ou nenhum apoio à gestão de obras
  • Dificuldade para trabalhar com centros de custo por escopo (drywall, pintura, elétrica, etc.)
  • Falta de um banco de dados de obras que ajudasse a montar orçamentos com base em histórico real
  • Relatórios que não traduziam a complexidade de uma operação de engenharia

A empresa evoluía em número de projetos, mas continuava sem uma visão consolidada de custo, margem e desempenho por obra.

Era hora de trocar a planilha e o sistema genérico por algo que falasse a língua do canteiro.


A escolha por um ERP desenhado para a obra

A busca da Prandix foi objetiva: encontrar um ERP para construção civil que resolvesse a necessidade de controle sem virar um peso morto na rotina.

Depois de conversar com players do setor, comparar soluções e olhar para o que o mercado especializado oferecia, a empresa chegou ao SIECON.

Software de gestão de obras para construtoras
Software de gestão de obras para construtoras

O que pesou na decisão?

  • Ser um ERP desenvolvido especificamente para construção civil
  • Atender construtoras, incorporadoras e empresas de engenharia que precisam ir além do financeiro e controlar a obra em detalhe
  • Oferecer um sistema de gestão de obras com foco em orçamento, centros de custo, compras, contratos e financeiro integrados
  • Permitir a construção de um banco de dados de obras – uma memória técnica e econômica de cada projeto

Em outras palavras: um software que não “se adaptou” à construção, mas que nasceu dentro dela.


Centos de custo, dados e a tal da “linguagem própria”

Depois da implantação, o SIECON começou a mudar a forma como a Prandix enxergava seus números.

O primeiro passo: colocar cada custo no seu devido lugar

Drywall, alvenaria, pintura, elétrica, revestimentos, infraestrutura.
Cada escopo passou a ter centros de custo bem definidos dentro do ERP.

Compras, notas e lançamentos deixaram de ser “custos gerais” e passaram a ser registrados já atrelados ao centro de custo correto.
Na prática, isso permitiu à Prandix:

  • Saber com precisão quanto custava cada etapa da obra
  • Comparar desempenhos entre obras parecidas
  • Identificar onde a margem apertava mais

O segundo passo: transformar obras em banco de dados

Com a rotina consolidada dentro do SIECON, cada obra deixou de ser um acontecimento isolado e passou a alimentar um banco de dados interno.

Em vez de montar orçamentos apenas na experiência ou em planilhas soltas, a empresa passou a:

  • Consultar números reais de obras anteriores
  • Calibrar preços e composições
  • Ganhar velocidade sem abrir mão de precisão

O terceiro passo: da planilha do cliente à “linguagem Prandix”

Um ponto sensível em empresas que atendem diversos clientes é a multiplicidade de formatos:

  • Um cliente orça por metro quadrado
  • Outro por metro cúbico
  • Outro por item unitário
  • Cada um com sua própria planilha, descrição e unidade de medida

Antes, a Prandix corria atrás da linguagem de cada cliente.
Com o SIECON, a lógica se inverteu:

  1. A empresa passou a ter uma tabela de custos e serviços própria, padronizada dentro do ERP – a “linguagem Prandix”.
  2. Só depois traduz essa linguagem interna para o formato de cada cliente.

Resultado:
mais organização, menos retrabalho e uma base muito mais sólida para negociar e comparar resultados.


Menos obras, mais resultado

O reflexo dessa reestruturação apareceu nos indicadores.

Ao optar por reduzir o número de obras simultâneas e qualificar a gestão com o SIECON, a Prandix chegou a um cenário surpreendente para quem sempre acreditou que “crescer é fazer mais obras”:

  • Com 5 a 7 obras em paralelo, a empresa passou a ter mais controle de custos
  • rentabilidade melhorou, com margens mais claras e riscos reduzidos
  • Em alguns momentos, o resultado obtido com 5–6 obras superou o que antes se conseguia com 10

A lição é direta:
não é o volume que garante lucro; é o controle.

E, no caso da Prandix, esse controle passa por um ERP que enxerga a obra em profundidade.


Tecnologia: custo ou questão de sobrevivência?

No setor de construção civil, ainda é comum ver tecnologia classificada como custo.
O case da Prandix aponta na direção oposta.

Com prazos cada vez mais curtos, margens pressionadas e clientes mais exigentes, não ter dados organizados se tornou o verdadeiro risco.
ERP, sistema de gestão de obras, plataforma em nuvem: tudo isso deixou de ser luxo e passou a ser ferramenta de sobrevivência e competitividade.

Para quem está na mesma encruzilhada

Se a sua construtora, incorporadora ou empresa de engenharia toca várias obras em paralelo, depende de planilhas e controles dispersos, trabalha com um sistema genérico que não entrega a visão de obra que você precisa e vive lutando para enxergar com clareza custos, margens e desempenho por projeto, o caminho percorrido pela Prandix com o SIECON deixa de ser apenas um relato interessante e passa a funcionar como um espelho bastante fiel da sua própria realidade.

O SIECON é um ERP desenvolvido especificamente para a construção civil. Reúne, em uma única plataforma, a gestão de obras, orçamentos, compras, contratos e financeiro, organiza centros de custo por escopo de obra, transforma cada projeto executado em banco de dados para apoiar novos orçamentos e opera em nuvem, pensado para a rotina de construtoras, incorporadoras e empresas de engenharia civil que precisam de acesso rápido e informação confiável.

No fim das contas, a questão que se impõe já não é se vale a pena investir em tecnologia de gestão, mas por quanto tempo ainda é viável continuar sem ela. Em um mercado de canteiros cheios, prazos curtos e margens cada vez mais pressionadas, seguir o movimento que a Prandix fez ao adotar o SIECON talvez não seja apenas uma boa escolha estratégica: pode muito bem ser o próximo passo natural na evolução da sua empresa.

 

Lançar empreendimentos já não basta na construção civil, apontam especialistas

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Governança sólida, decisões estratégicas e gestão de riscos são principais pontos para longevidade das construtoras

Durante décadas, a força de uma construtora foi medida pelo volume de lançamentos, pela velocidade das vendas e pelo tamanho dos empreendimentos entregues. Mas, em um mercado pressionado por custos crescentes, escassez de mão de obra, maior rigor regulatório e exposição pública constante, a sobrevivência das empresas passou a depender de algo menos visível: a capacidade de tomar decisões consistentes ao longo do tempo.

Hoje, governança corporativa, gestão de riscos e reputação deixaram de ocupar apenas o discurso institucional e passaram a integrar diretamente a estratégia de permanência das empresas no mercado. O cenário ajuda a explicar essa mudança.

Dados da Fundação Getúlio Vargas (FGV) mostram que cerca de 70% das empresas da construção civil enfrentam escassez de profissionais qualificados, enquanto 82% relatam dificuldade para contratar mão de obra especializada. Além dos impactos operacionais, o contexto pressiona custos, aumenta riscos e exige estruturas mais preparadas para lidar com crises, tomada de decisão e retenção de talentos.

Governança começa antes do organograma
Um dos equívocos mais comuns entre gestores, segundo o CEO e Engenheiro de Decisões da Groundzero, Marcos Brandão, é tratar a governança apenas como um conjunto de normas ou mecanismos burocráticos. “A governança é uma arquitetura de como as empresas tomam as suas decisões. Sejam decisões de estratégia, de cultura, do que for”, afirma.

Nas empresas familiares, maioria esmagadora dentro da construção civil brasileira, o desafio costuma começar na falta de clareza estratégica. Para Brandão, muitos empresários ainda enxergam a governança como algo distante da realidade operacional. “Quando você conversa com o empresário, ele fala: ‘Eu cheguei até aqui’. Mas 60% das empresas não completam cinco anos. Ele ainda tem uma postura de que chegou até aqui sem governança, sem essa burocracia toda”, observa. Este modelo, segundo o especialista, gera perdas silenciosas que comprometem o crescimento das empresas, desde desperdícios financeiros até dificuldade de retenção de talentos e perda de capacidade de inovação.

O diretor jurídico da Emccamp e VP de Políticas Trabalhistas do Sinduscon-MG, Felipe Boaventura, reforça que governança também depende da preservação dos espaços corretos de decisão dentro das organizações. “Não adianta você ter uma fazenda com câmeras e sensores na grade e deixar o muro caído a dez metros de distância. Quando a gente não respeita os foros adequados para as discussões estratégicas, táticas e operacionais, a gente acaba perdendo a capacidade de avaliar e decidir bem cada uma delas”, pontua.

Compliance como ativo, não como despesa
Outro ponto que vem ganhando força dentro das construtoras é a mudança de percepção sobre o compliance. Se antes o tema era associado apenas a controle ou obrigação regulatória, agora ele passa a ser tratado como ferramenta de fortalecimento institucional.

O VP de Relações Institucionais e Sustentabilidade da MRV, Raphael Lafetá, afirma que a principal transformação começa quando as empresas deixam de enxergar compliance como despesa. “Não é custo, é investimento. Investimento na sua marca, no seu produto, em todos os seus stakeholders que estão ali de olho em você”, afirma.

Lafetá também relaciona diretamente a governança à postura das lideranças. “Uma boa governança tem que ter um bom exemplo e parte da cabeça das empresas”, pontua. A consolidação de uma cultura de integridade depende do comportamento de quem ocupa posições estratégicas e da coerência entre discurso e prática, de acordo com o VP.

No mercado financeiro, os impactos da governança já são percebidos de forma concreta. Boaventura destaca que empresas com estruturas mais sólidas conseguem acessar melhores condições de captação de recursos e ampliar a confiança de investidores. “A partir do momento que você cumpre os requisitos da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) de categoria A, você tem acesso a todo um universo restrito de investidores, que te permitem um ganho competitivo tremendo na captação de recursos”, explica.

Riscos subestimados no setor
Além das ameaças jurídicas e operacionais tradicionais, os especialistas alertam para riscos que ainda são subestimados no setor, principalmente aqueles ligados à cultura organizacional e à capacidade de retenção de talentos. Boaventura chama atenção para empresas que ainda operam sem uma estratégia clara de geração de valor e sem capacidade de atrair profissionais qualificados em um cenário de escassez de mão de obra.

Eventos climáticos extremos também aparecem como uma das principais fronteiras de risco para a construção civil. A resiliência climática deixou de ser apenas uma pauta ambiental e passou a impactar diretamente operação, planejamento e sustentabilidade financeira das empresas. Lafetá afirma que a gestão de riscos depende da preparação institucional para responder rapidamente quando os problemas acontecem. “Aconteceu um acidente na obra, é um risco que você sabia que poderia ter. Então você tem que ter no seu sistema de governança como tratar esse acidente. O que eu tenho que fazer? Para quem reportar? Como falar isso para a sociedade? E qual lição aprender para que jamais se repita?”, questiona.

Reputação se tornou ativo de longo prazo
Em um ambiente de alta exposição digital e circulação acelerada de informações, confiança e credibilidade passaram a influenciar diretamente valor de marca, capacidade de expansão e percepção do mercado. Na visão de Brandão, o maior erro é implementar estruturas de governança apenas para atender exigências formais ou construir uma imagem institucional. “Os funcionários percebem, os clientes percebem, os órgãos regulatórios percebem que não tem governança nenhuma, que está só no papel. Se você decidiu fazer um sistema de governança, faça e siga. Senão, o tiro sai pela culatra”, afirma.

Boaventura resume a relação entre governança e reputação como uma cadeia contínua de confiança. “Governança para mim é uma questão de reputação. Governança é uma questão de confiança”, conclui.

O tema foi debatido no podcast Morar em Pauta, da Emccamp Residencial, que reuniu o diretor jurídico da Emccamp e vice-presidente de Políticas Trabalhistas do Sinduscon-MG, Felipe Boaventura; o vice-presidente de Relações Institucionais e Sustentabilidade da MRV, Raphael Lafetá; e o CEO e engenheiro de decisões da Groundzero, Marcos Brandão.

O episódio já está disponível nas plataformas Spotify e Youtube.

ERP, nuvem e sistemas especializados da TOTVS apoiam segurança de dados e otimização de recursos da Cory, indústria referência no ramo de candies e biscoitos

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A Cory, indústria referência no ramo de candies e biscoitos, tendo como as principais marcas: Icekiss, Lilith, Chita, Azedinha, Hipopó, Dimel, Show Gol, Cory Cobertos, e Quero Quero, avançou em sua jornada de digitalização e aprimorou sua eficiência operacional por meio de uma parceria de longa data com a TOTVS, a maior empresa de tecnologia do Brasil. Ao adotar em sua operação diferentes sistemas e nuvem da TOTVS, a companhia integrou diferentes processos e pôde otimizar os recursos de sua produção. Com resultados tão positivos, a Cory agora expande sua parceria com a TOTVS e contrata solução SaaS para gestão de armazenagem.

“Somos uma empresa com mais de 55 anos de mercado. Nossa história com a TOTVS teve início em 1999, quando realizamos a contratação do TOTVS Backoffice – Linha Datasul. Ao longo do tempo, fomos adquirindo outras diversas soluções da companhia para nos auxiliar em nossos desafios de negócio, nas mais diferentes áreas. Como resultado, obtivemos grandes ganhos em toda nossa operação, seja em uma melhor integração de nossos departamentos, na garantia da segurança da informação e até mesmo na otimização de recursos, reduzindo nossos custos”, afirma João Carlos Teodoro, coordenador de TI da Cory.

O ERP TOTVS Backoffice – Linha Datasul transformou os processos operacionais da Cory, já que o sistema de gestão é muito aderente para as demandas do setor de manufatura. Além da automatização de rotinas administrativas, o software possibilita melhor visualização e controle dos processos de produção no chão de fábrica. No caso da Cory, o sistema facilitou a integração entre as diferentes áreas da empresa, além de permitir a centralização de dados, o que contribui para a segurança da informação e também tomada de decisão mais estratégica, visando o crescimento do negócio.

A Cory também utiliza outras soluções da TOTVS que trazem inúmeros benefícios para o dia a dia da empresa. Ainda para gestão do backoffice, a companhia utiliza o TOTVS Processos Fiscais, que assegura a transmissão e o armazenamento de documentos fiscais emitidos e recebidos pelas empresas. Para a gestão de pessoas, a empresa escolheu o TOTVS RH Clock-in, um sistema de controle de ponto completo, que oferece tecnologia móvel e recursos de reconhecimento facial por Inteligência Artificial.

Já no chão de fábrica, o TOTVS Manutenção de Ativos – Linha Datasul, que também oferece a versão mobile (app), permite que a companhia realize a gestão completa de atividades de manutenção de equipamentos e instalações, possibilitando uma comunicação eficiente entre as equipes, além do aumento da vida útil dos ativos, ganho de agilidade nas manutenções e garantia de uma operação mais estável e confiável.

E para garantir ainda mais segurança ao seu ecossistema de softwares, a Cory também utiliza o serviço TOTVS Cloud nas modalidades PaaS (plataforma como serviço) e IaaS (infraestrutura como serviço), administrando assim todos os seus sistemas na nuvem da TOTVS. Além de ter reduzido os investimentos em infraestrutura, a hospedagem em nuvem também contribuiu para a otimização no tempo de atualização dos sistemas, proporcionando também maior confiabilidade nos dados.

“A TOTVS tem sido uma grande parceira e estamos muito contentes com os resultados obtidos até agora. Para nós, investir em tecnologia se tornou também um compromisso com nosso crescimento e a sustentabilidade no longo prazo, contribuindo para a cultura de inovação dentro de nossa companhia, assim como para nos adaptarmos às novidades do mercado. Neste contexto, seguimos expandindo nosso ecossistema de produtos da TOTVS. Acabamos de contratar o TOTVS WMS SaaS visando uma melhor gestão de nosso estoque e ganho de agilidade na nossa logística”, finaliza Teodoro.

O TOTVS WMS SaaS irá apoiar a Cory em diversos processos envolvendo a cadeia de suprimentos da companhia. A solução é uma plataforma de gestão de armazenagem moderna e altamente adaptável, que proporciona uma melhoria significativa na eficiência operacional, na redução de perdas e no aprimoramento do controle de estoque. Além disso, o sistema proporciona um planejamento mais eficaz das operações de armazenagem, oferecendo ferramentas que otimizam a utilização da mão de obra e auxiliam na previsão das demandas operacionais em áreas como expedição e picking.

Para Angela Gheller, diretora de produtos para Logística e Manufatura da TOTVS, “a indústria brasileira vem passando por um grande processo de digitalização nos últimos anos, contudo ainda existem muitos desafios a serem superados para que as empresas alcancem, de fato, a maturidade tecnológica. E, para isso, contar com um bom parceiro de tecnologia é fundamental. Para nós, é maravilhoso colher resultados tão positivos durante estes anos de trabalho conjunto com a Cory. Ficamos felizes de saber que uma empresa referência em seu setor de atuação confia e continua confiando em nossas soluções, para que seu negócio alcance novos patamares no mercado, com crescimento e produtividade”.

Rocketseat Class promove conversa com a TOTVS sobre dados para profissionais da Tecnologia

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Palestra e bate-papo será no dia 10 de abril às 19h com a Coordenadora de Cultura de Dados e IA na TOTVS, Isla Marques

São Paulo, abril de 2025. A Rocketseat, ecossistema de educação voltado aos profissionais de tecnologia, traz uma oportunidade para desenvolvedores se aprofundarem no universo dos dados e entenderem como essa ferramenta pode transformar sua atuação profissional. Partindo do tema “O poder dos dados para Devs”, a Rocketseat propõe discutir como os dados podem ser utilizados de maneira eficaz no dia a dia dos desenvolvedores, ajudando a tomar decisões mais assertivas, otimizando processos e criando soluções mais alinhadas com as necessidades reais do mercado e dos usuários.

“A coleta de dados já é uma mentalidade forte dentro de muitos negócios, mas a aplicação desses dados de forma estratégica ainda precisa ser desenvolvida”, ressalta a CEO da Rocketseat, Isabela Castilho. Segundo levantamento do Google, 90% dos profissionais de marketing afirmaram que os dados primários são importantes para sua estratégia digital, mas apenas 1 em cada 3 confirmou que os utiliza de forma eficaz. “Para profissionais de tecnologia, a análise e uso de dados também é algo que ainda precisa ser desenvolvido estrategicamente”, argumenta Isabela.

Partindo dessa perspectiva, o evento Rocketseat Class será um espaço único para aprender com quem entende do assunto e explorar como desenvolvedores podem se tornar mais estratégicos e assertivos em sua carreira. A iniciativa será inédita e ao vivo, no dia 10 de abril às 19h. Interessados podem se inscrever gratuitamente pelo link.

A quem se direciona: pessoas que já atuam na área de tecnologia e desejam se tornar profissionais mais estratégicos.

Convidada especial: Isla Marques, Coordenadora de Cultura de Dados e IA na TOTVS. Isla tem foco em capacitar líderes e equipes a adotar uma mentalidade data-driven, transformando dados em decisões estratégicas e desenvolvendo tanto habilidades técnicas quanto soft skills essenciais.

Sobre a Rocketseat
Fundada no Brasil em 2017 por três programadores, a Rocketseat é uma escola de programação especializada que oferece cursos, pós-graduação e eventos voltados à comunidade de devs no mercado de tecnologia brasileiro com um ecossistema completo que atende não só profissionais, mas também empresas e times inteiros de tecnologia de grandes empresas como Mercado Livre, Ifood, Unimed, Banco do Brasil, entre outros. A empresa faz parte do grupo Digital House e ao todo, a Rocketseat já transformou a vida de mais de um milhão de pessoas por meio da educação. Isabela Castilho é a CEO da Rocketseat – à frente das operações.

Assessoria de Imprensa Rocketseat – Grupo Fala
Bruna Zanin 11 98757-0520
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Grazieli Binkowski 51 98116-4278
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Hicaro Ros 11 9 8530-3156
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TOTVS e ACISA promovem Palestra Gratuita Sobre Reforma Tributária

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A ACISA – Associação Comercial e Industrial de Santo André, em parceria com a TOTVS, realizará um encontro exclusivo e gratuito para empresários e gestores sobre a Reforma Tributária.

Na ocasião, além de compreender os principais impactos da reforma no ambiente empresarial, os participantes terão acesso a conteúdos práticos sobre gestão fiscal e soluções tecnológicas que podem auxiliar no dia a dia das empresas, bem como informações essenciais para preparar os negócios diante das mudanças que estão por vir.

O evento será realizado na terça-feira (16 de setembro), das 13h30 às 18h, no Auditório Zualdo Zanetti, localizado no Edifício Centro Empresarial Pereira Barreto (Av. Pereira Barreto, 1395 – Paraíso, Santo André). As inscrições são gratuitas e devem ser feitas antecipadamente pelo link: bit.ly/totvsrt. Os participantes receberão certificado.

Cronograma
• 13h30 – 13h55: Café de boas-vindas
• 13h55 – 14h00: Abertura oficial
• 14h00 – 15h20: Conceitos da Reforma Tributária
• 15h20 – 15h50: Intervalo e networking
• 15h50 – 16h50: Reforma Tributária aplicada ao ERP TOTVS
• 16h50 – 17h20: Apresentação IRKO (consultoria contábil e tributária)
• 17h20 – 17h50: Conteúdo TOTVS
• 17h50 – 18h00: Encerramento

Sobre a ACISA: possui mais de 4 mil associados e diretoria é formada por empresários que dedicam parte de seu tempo ao trabalho voluntário em prol do associativismo, contribuindo para o fortalecimento da classe empresarial e para a sustentabilidade da entidade.

Mais informações sobre serviços, cursos e ações da ACISA: bit.ly/ACISA-Canal-WhatsApp / Instagram: @acisa.oficial / Facebook: facebook.com/acisa.oficial
LinkedIn: linkedin.com/company/acisa-oficial / YouTube: YouTube.com/@ACISA-OFICIAL

Informações à imprensa:
MP & Rossi Comunicações
[email protected]
Marli Popolin
(11) 93099-1964
http://www.mprossi.com.br
04/09/2025

PRANDIX: 50 anos construindo varejo com prazo, padrão e presença nacional

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Fundada em 1973 como uma empresa de instalações hidráulicas residenciais, a PRANDIX percorreu um caminho de cinco décadas se consolidando como construtora especializada em obras comerciais e de varejo, com atuação em todo o Brasil.

O movimento que mudou a história da empresa veio quando, ainda atuando como instaladora hidráulica, surgiu a oportunidade de assumir uma obra que outra construtora não conseguiu entregar. A execução deu certo, a equipe respondeu bem, e dali nasceu uma nova fase: a PRANDIX passou a atuar como construtora de fato, focada em lojas e espaços comerciais.

Desde então, a empresa se desenvolveu acompanhando o próprio crescimento do varejo físico brasileiro, acumulando experiência em obras rápidas, de alta complexidade logística e forte exposição ao consumidor final.


Especialização em varejo e obras de performance

A Prandix atua na área da construção civil, com foco em obras comerciais voltadas ao varejo. Ao longo da sua trajetória, a empresa se especializou em lojas e espaços comerciais de diferentes perfis, sempre em projetos de alta exigência de prazo e qualidade de execução, trabalhando em parceria com marcas e fabricantes líderes de mercado para viabilizar e executar esses projetos.

No dia a dia, isso significa lidar com obras de curto prazo, com cronogramas apertados e grande pressão por entrega dentro de datas estratégicas do varejo. Para cumprir esses compromissos, a Prandix estrutura cada contrato com planejamento detalhado, logística bem definida e coordenação rigorosa de todas as etapas da obra.

Outro ponto destacado por Wadi, Diretor e Gerente da Prandix, é o cuidado com o acabamento. A empresa trata o refinamento final como um diferencial: o foco está nos detalhes que o cliente enxerga na loja pronta e que influenciam diretamente a percepção da marca que ocupa aquele espaço.


Da primeira para a segunda geração: profissionalização contínua

A PRANDIX é uma empresa familiar que conseguiu atravessar a transição de gerações mantendo sua identidade e fortalecendo a estrutura de gestão.

A partir de 2015, com a segunda geração assumindo um papel mais direto na área de engenharia e na gestão da empresa, houve um movimento consistente de reorganização interna. Esse processo levou à:

  • estruturação clara da diretoria;
  • definição de departamentos específicos (engenharia, administrativo, financeiro, orçamentos, compras, marketing e jurídico terceirizado);
  • criação de um departamento dedicado à segurança do trabalho;
  • formalização de processos, documentos técnicos e rotinas de obra.

A experiência da primeira geração permaneceu como base e referência, enquanto a nova geração trouxe mais foco em processos, planejamento e uso de metodologias de gestão. Essa combinação permitiu que a PRANDIX ganhasse controle, agilidade e capacidade de atuar em obras de maior complexidade, sem perder o contato próximo com o cliente que sempre marcou a história da empresa.

Menos obras em paralelo, mais controle e rentabilidade

Em determinado momento, a PRANDIX chegou a operar com mais de 110 colaboradores diretos e até 11 obras simultâneas. O volume era grande, mas o diagnóstico posterior mostrou que nem sempre quantidade significa resultado.

Como o próprio Wadi Pranti Filho resume:

“Nós chegamos a bater 110 funcionários diretos aqui. Mas a gente tinha um volume de obras muito grande, fazia 9, 10, até 11 obras em paralelo. Só que a gente percebeu que o controle e a rentabilidade não estavam saudáveis, só tinha volume, não tinha controle. Hoje eu tenho muito mais controle, muito mais rentabilidade, inclusive, com 5, 6 obras, do que eu tinha com 10. Eu só fazia volume.”

Com o amadurecimento da gestão, a empresa optou por reduzir o número de obras em paralelo, focando em eficiência e margem, não apenas em faturamento.

Hoje, a PRANDIX mantém em torno de 70 colaboradores diretos e cerca de 200 a 250 parceiros indiretos, operando normalmente de 7 obras ao mesmo tempo. O resultado é uma operação mais controlada, com:

  • Paredes da Prandix com certificados emoldurados de destaque e premiações de segurança do trabalho e desempenho em obras comerciais.
    Certificados na sede da Prandix reforçam o reconhecimento conquistado em performance em obras, resultado da combinação entre experiência de campo e gestão estruturada.

    maior fiscalização técnica na ponta;

  • redução de desperdícios de materiais;
  • melhor aderência entre o que foi orçado e o que é efetivamente executado;
  • aumento de rentabilidade mesmo com menos contratos simultâneos.

Na prática, essa experiência ajuda a derrubar um paradigma ainda comum na construção civil: a ideia de que crescer significa apenas abrir o máximo de obras possível, sem, necessariamente, ter uma estrutura de gestão preparada para isso.


Segurança do trabalho como selo de reputação

Um dos capítulos recentes mais importantes da PRANDIX é a consolidação da cultura de segurança do trabalho.

Em um primeiro momento, como em grande parte do mercado, o tema era visto mais como obrigação do que como valor. Com o tempo, a empresa percebeu que, especialmente em obras de alta velocidade, a ausência de foco em segurança aumentava riscos de acidentes e de paralisações.

Profissional da construção civil utilizando EPI completo em obra comercial da Prandix, destacando a cultura de segurança do trabalho da empresa.
Segurança em primeiro lugar: na Prandix, obras de alta performance caminham junto com fiscalização constante e cultura sólida de segurança do trabalho

A postura mudou em três etapas:

  1. Atuação via visitas pontuais de técnicos.
  2. Percepção de que esse modelo não era suficiente.
  3. Criação de um departamento interno de segurança do trabalho, alinhado diretamente à cultura e às exigências da construtora.

Com essa estrutura, a PRANDIX conseguiu:

  • atuar de forma mais próxima e constante nos canteiros;
  • padronizar procedimentos de segurança em obras de alta performance;
  • ser reconhecida por gerenciadoras do setor, que passaram a premiar a empresa pela sua cultura de segurança do trabalho.

Hoje, a segurança deixou de ser vista apenas como custo e passou a funcionar como um verdadeiro selo de qualidade da PRANDIX no mercado de varejo.


 

A trajetória da Prandix mostra como uma empresa de origem familiar pode se fortalecer ao longo do tempo combinando experiência de obra, especialização em varejo, rigor com prazos e investimento em gestão.

Ao organizar melhor seus processos, estruturar departamentos, cuidar de segurança do trabalho e usar tecnologia de apoio à decisão, a construtora conseguiu ganhar controle e rentabilidade sem abrir mão da proximidade com o cliente e do cuidado com o acabamento.

Histórias como essa ajudam a enxergar, na prática, como a construção civil está evoluindo: quem alia técnica, gestão e inovação tende a estar mais preparado para competir em um mercado cada vez mais exigente – especialmente em obras comerciais de alta performance, como as que a Prandix entrega.

FEICON supera expectativas de público e geração de negócios nos primeiros dias

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Os primeiros dias da FEICON 2026 contaram com forte movimentação e resultados acima das expectativas entre expositores. Com mais de 1.200 marcas participantes, a feira registrou fluxo intenso de visitantes, alto nível de qualificação do público e avanço das prospecções, se apresentando como um hub de negócios para a construção civil.

A dinâmica observada nos pavilhões reforçou o papel do evento como ponto de encontro estratégico da cadeia produtiva. “A feira está muito bem visitada, os estandes estão cheios e com equipes trabalhando intensamente. Já temos expositores sinalizando que atingiram suas metas de vendas nestes primeiros dias”, afirma Ivan Romão, diretor da FEICON.

Qualificação impulsiona negócios

Um dos principais diferenciais desta edição apontados pelas marcas é a qualificação dos visitantes. A presença de varejistas, compradores, distribuidores e profissionais técnicos tem contribuído para acelerar negociações e gerar oportunidades com maior potencial de conversão.

Para Eduardo Muniz, diretor de marketing da Astra e Japi, o perfil do público tem impacto direto nos resultados. “Tivemos uma qualificação muito boa, sobretudo nos primeiros dias. Isso eleva o nível das conversas, estreita relacionamento e já cria condições para que essas interações se convertam em negócios nas próximas semanas”, afirma.

A percepção é compartilhada por Cleiton Hoss, gerente de marketing da Zagonel. “O público veio em busca de solução para o negócio, não apenas de produto. Conseguimos atender essas demandas com mais precisão, e isso se reflete em resultados acima do esperado”, diz. Segundo ele, a empresa já superou as expectativas traçadas para a feira.

Negociações em andamento

A intensidade de pessoas circulando nos corredores da FEICON tem sido outro destaque desta edição. Expositores relatam alto volume de visitas, demonstrações técnicas com grande adesão e agendas comerciais já estruturadas para o pós-evento.

Na avaliação de Jussara Salles, gerente de marketing da Makita, o movimento se traduz em oportunidades concretas. “Estamos com um estande bastante movimentado, com captação de leads altamente qualificados e negociações em andamento, além de uma agenda relevante de desdobramentos comerciais”, afirma.

Pedro Morelli, gerente comercial e de marketing da Sil Cabos Elétricos, também destaca o desempenho acima das expectativas. “O fluxo intenso de visitantes e o interesse técnico demonstrado nas interações reforçam um perfil cada vez mais preparado, o que abre novas frentes comerciais e boas perspectivas para os próximos meses”, diz.

Vitrine de inovação 

Além da geração direta de negócios, a FEICON atua como uma vitrine de tecnologia, lançamentos e tendências. As empresas utilizam o evento como principal momento do ano para apresentar soluções ao mercado, enquanto visitantes buscam atualização técnica e referências para a tomada de decisão.

“A FEICON é onde o setor se encontra para conhecer as inovações que vão moldar o futuro da construção. É uma vitrine que conecta demanda e oferta, tecnologia e aplicação prática”, afirma Romão.

Com participação de empresas e profissionais de mais de 85 países, a feira amplia também seu alcance internacional, fortalecendo o ambiente de networking e troca de experiências.

Sobre a FEICON

A Feicon é o principal evento voltado para os mercados de construção civil e arquitetura na América Latina, reconhecido como o ambiente perfeito para atualização, visão estratégica, inovação e contato direto com os principais players da construção civil e arquitetura. A edição de 2026 conta com o patrocínio da BB consórcio. 

ERP para construção civil: o que é, como escolher e quais são os principais sistemas no Brasil em 2026

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A construção civil é um dos setores mais desafiadores do Brasil, e em 2026 isso fica ainda mais evidente. Margens apertadas, prazos curtos, forte pressão por produtividade e um volume enorme de informações técnicas, financeiras, fiscais e contratuais tornam praticamente inviável gerenciar obras sem um bom ERP para construção civil  ou sistemas devidamente integrados.

É nesse contexto que o ERP para construção civil deixa de ser um “plus” e passa a ser um pilar de gestão para construtoras, incorporadoras e empresas de engenharia que querem crescer com segurança.

Neste artigo você vai ver:

  • O que é um ERP específico para construção civil
  • Por que a gestão de obras em 2026 exige um sistema integrado
  • Quais são as funcionalidades essenciais em um ERP de obras
  • Principais ERPs de construção civil usados no Brasil

O que é um ERP para construção civil?

ERP (Enterprise Resource Planning) é um sistema integrado de gestão que centraliza processos e dados da empresa em uma única plataforma. Em vez de cada setor usar ferramentas isoladas, o ERP conecta todas as áreas:

  • Engenharia e obras
  • Suprimentos e estoque
  • Financeiro, bancos e fluxo de caixa
  • Comercial e incorporação imobiliária
  • Contábil e fiscal
  • Recursos humanos e folha de pagamento
  • CRM, SAC e pós-obra
  • Frotas, equipamentos e qualidade

No caso da construção civil, o ERP não pode ser apenas um sistema “genérico” adaptado. Ele precisa entender o idioma da obra:

  • Orçamentos por WBS/EAP e composições de custo
  • Cronograma físico-financeiro integrado ao orçamento
  • Controle de medições de empreiteiros e contratos por PU ou global
  • Gestão de insumos com requisição, cotação, pedidos e contratos
  • Integração entre canteiro e escritório
  • Apoio à incorporação, venda de unidades, repasses e crédito associativo

Quanto mais especializado o ERP, menor a necessidade de gambiarra, customizações pesadas e retrabalho. É justamente isso que diferencia um ERP para construção civil de soluções genéricas.


Por que um ERP para construção civil é essencial para construtoras brasileiras?

Até alguns anos atrás, muitas construtoras conseguiam “se virar” com planilhas bem montadas e um sistema financeiro simples. Em 2026, essa realidade mudou:

  • A competitividade aumentou: mais players, mais pressão por preço e prazo.
  • A complexidade fiscal e regulatória está maior.
  • A gestão de múltiplas obras simultâneas exige controle fino por centro de custo.
  • Clientes e bancos exigem transparência e informações confiáveis.

Problemas comuns de construtoras que ainda não usam um ERP para construção civil especializado:

  • Estouro de orçamento no meio da obra
  • Falta de visibilidade sobre o custo real por obra
  • Compras desorganizadas, estoque sem controle e perda de poder de negociação
  • Dificuldade para conciliar dados de obra, financeiro, contabilidade e vendas
  • Dependência de planilhas que só uma ou duas pessoas sabem usar

Um ERP para construção civil 2026 ataca diretamente esses pontos, oferecendo:

  • Centralização de dados e processos
  • Automação de rotinas operacionais (lançamentos, integrações, cálculos)
  • Integração entre obra, financeiro, contabilidade e comercial
  • Relatórios e BI em tempo quase real para a diretoria
  • Mobilidade, permitindo registro e aprovação diretamente no canteiro

Funcionalidades essenciais de um ERP para construção civil em 2026

Antes de comparar sistemas, é importante saber o que um ERP para construção civil 2026 precisa oferecer para realmente trazer resultado.

1. Engenharia: orçamento, planejamento e controle de custos

Um bom ERP de obras deve permitir:

  • Orçamentos detalhados com serviços, insumos e composições
  • Uso de WBS/EAP para estruturar etapas e subetapas da obra
  • Comparação de bases de custos, análise ABC de insumos e serviços
  • Planejamento da obra e geração de cronograma físico-financeiro
  • Integração com ferramentas de planejamento (como MS Project) e, idealmente, com BIM
  • Acompanhamento de previsto x realizado, tanto físico quanto financeiro

Sem esse tripé (Orçamento + Planejamento + Controle de Custo), qualquer controle financeiro será superficial.

2. Suprimentos, compras e estoque

A gestão de insumos é decisiva para a rentabilidade da obra:

  • Requisições originadas no canteiro, com apropriação de custo
  • Cotações comparativas, considerando última compra e orçamento
  • Geração automática de pedidos e contratos de fornecimento ou empreitada
  • Controle de estoque em obras e em depósitos centrais
  • Alertas quando requisições ou compras excedem o orçamento previsto

A combinação de controle de estoque + cotação estruturada costuma gerar economias concretas entre 15% e 30% em materiais, dependendo da maturidade prévia da empresa.

3. Financeiro integrado à obra

Não basta ter um financeiro “forte” e uma engenharia “forte” se os dois não conversam.

Funcionalidades indispensáveis:

  • Fluxo de caixa por empresa e por empreendimento
  • Contas a pagar e receber ligadas a contratos, pedidos, vendas e medições
  • Controle bancário com conciliação e análise de disponibilidades
  • Rateio de despesas administrativas entre obras, para apurar resultado real
  • Integração com contabilidade e livros fiscais

Isso permite avaliar, de fato, qual obra dá lucro, qual consome caixa e quais ajustes são necessários.

4. Comercial, incorporação e pós-vendas

Para incorporadoras e construtoras que vendem diretamente:

  • Gestão de tabela de vendas, propostas, contratos e quadro-resumo
  • Controle de repasses, resíduos, correções e índices
  • Integração com contas a receber, bancos e geração de DIMOB
  • Portal do cliente para 2ª via de boletos, ficha financeira e atendimento
  • SAC e assistência técnica para pós-obra, com ordens de serviço e custos rastreados

Um ERP de construção civil robusto acompanha o ciclo completo: do estudo de viabilidade ao pós-chaves.

5. Mobilidade, integrações e BI

Em 2026, um ERP competitivo precisa:

  • Disponibilizar acesso em nuvem, web e apps móveis
  • Oferecer APIs de integração com outras ferramentas (BIM, CRM, bancos, BI, assinatura digital)
  • Entregar dashboards de Business Intelligence com indicadores de custo, prazo, margem, estoque, produtividade etc.

É essa camada que transforma dados em decisão rápida, na prática, e diferencia um ERP para construção civil 2026 no dia a dia da gestão.


Principais ERPs para construção civil usados no Brasil

O mercado brasileiro de ERP para construção civil reúne desde grandes plataformas corporativas adaptadas à construção até sistemas 100% especializados em obras. Abaixo, uma visão geral de alguns dos sistemas mais citados entre construtoras e incorporadoras.

A ordem a seguir considera especialmente o nível de aderência ao segmento de construção civil, profundidade funcional e histórico de atuação no setor.

SIECON – ERP exclusivo para construção civil com alta aderência

SIECON, desenvolvido pela Poliview Tecnologia, é um dos ERPs mais especializados e maduros do mercado brasileiro para o segmento de construção civil, engenharia e incorporação.

Foco exclusivo em construção civil desde 1986

A Poliview Tecnologia está no mercado desde 1986, sendo pioneira em TI voltada exclusivamente para:

  • Engenharia civil
  • Construção
  • Incorporação imobiliária

Atualmente:

  • O SIECON é utilizado por mais de 800 clientes em todo o Brasil
  • São mais de 15 mil usuários ativos
  • O ERP oferece 96% de aderência aos processos típicos da construção civil

Isso significa que grande parte das rotinas de construtoras e incorporadoras já está nativamente prevista no sistema, reduzindo customizações e acelerando a implantação.

Solução modular, integrada e multi-empresa

O SIECON é totalmente modular e integrado, com:

  • Cadastro multi-empresa (holding, SPEs, incorporadoras, imobiliárias, prestadoras de serviço)
  • Cadastro ilimitado de obras e centros de custo
  • Opções em Cloud, Server e Apps (Aprovações, Requisições, Portal do Cliente)

Os módulos cobrem todo o ciclo do negócio:

  • Cadastros diversos (insumos, fornecedores, regiões, condições de fornecimento)
  • Engenharia: orçamento, planejamento, cronograma físico-financeiro, previsto x realizado
  • Suprimentos: requisições, cotações com leilão reverso, contratos (PU/global), pedidos, estoque
  • Financeiro: contas a pagar/receber, bancos, fluxo de caixa, cobrança bancária
  • Incorporação e Comercial: tabela de vendas, contratos, repasses, DIMOB, integração com CRMs de venda
  • Contábil e Fiscal: lançamentos automáticos, livros fiscais, SPED, patrimônio
  • CRM/SAC e Assistência Técnica: chamados, OS, portal e espaço do cliente
  • Gestão de Frotas e Equipamentos
  • Qualidade (SGiQ)
  • RH e Folha de Pagamento
  • Viabilidade econômico-financeira
  • Business Intelligence (BI) com visão estratégica para diretoria

Diferenciais competitivos do SIECON

Alguns pontos que posicionam o SIECON em destaque frente a ERPs genéricos e mesmo frente a algumas soluções horizontais:

  • Especialização total na indústria da construção, não é um ERP genérico adaptado
  • 96% de aderência ao segmento: menos customização, mais padrão e estabilidade
  • Consultoria especializada e gratuita na aquisição, feita por profissionais experientes no setor
  • Implantação fechada, que preserva o investimento inicial e reduz surpresas de custo
  • Customização coletiva: ajustes e melhorias demandados por clientes são incorporados à solução e disponibilizados para toda base, incrementando continuamente o produto
  • Suporte diferenciado, com equipe própria (sem terceirização) e abertura de chamados online 24/7
  • Foco em ROI em curto prazo, com ganhos concretos em controle de custos, produtividade e confiabilidade da informação
  • APIs de integração – SIECON Integra, conectando o ERP aos principais softwares e tecnologias utilizadas pela construção civil

Na prática, o SIECON se posiciona como uma das soluções mais completas e aderentes para empresas que querem um ERP para construção civil 2026 realmente pensado “de dentro” para o setor, cobrindo desde pequenas e médias construtoras até grupos com múltiplas empresas e empreendimentos.


Outros ERPs relevantes para construção civil em 2026

TOTVS Obras e Projetos

A TOTVS é uma das maiores empresas brasileiras de software de gestão e oferece uma linha específica para obras e projetos, bastante utilizada por construtoras e empresas de engenharia de médio e grande porte.

Principais características:

  • Forte em módulos de financeiro, contábil e suprimentos
  • Integração com outros produtos TOTVS e soluções corporativas
  • Adequado para empresas que já utilizam a plataforma TOTVS em outras áreas e desejam ampliar para construção

É uma opção sólida para grupos empresariais diversificados, embora, por natureza, seja um ERP mais horizontal, com camadas de adaptação para construção.

SAP S/4HANA (e verticais para construção)

O SAP S/4HANA é uma plataforma de ERP corporativo de classe mundial, adotada por grandes grupos de construção e infraestrutura.

Destaques:

  • Processamento em tempo real e capacidades avançadas de análise
  • Forte integração com cadeia de suprimentos, finanças, projetos e controladoria
  • Maior aderência para empresas de grande porte, com estrutura corporativa complexa

Requer projetos de implantação estruturados e costuma ser mais adequado a grupos já maduros em governança de TI.

Senior (Mega, Globaltec e soluções para construção)

A Senior, por meio de aquisições e desenvolvimento próprio, oferece ERPs orientados à construção e incorporação, com boa atuação entre médias e grandes construtoras.

Pontos fortes:

  • Integração entre engenharia, compras, financeiro, vendas e contabilidade
  • Foco em produtividade, BI e compliance
  • Presença relevante em grandes players do setor

É uma alternativa robusta para empresas que procuram uma estrutura empresarial integrada e com forte suporte.

Obra Prima

O Obra Prima ganhou espaço entre construtoras de pequeno e médio porte, com foco na simplicidade e no canteiro de obras.

Características:

  • Plataforma em nuvem
  • Aplicativos móveis para medições, diário de obra e solicitações
  • Orçamentos, planejamento, controle de custos e módulos básicos de compras e financeiro

É uma porta de entrada interessante para empresas em fase inicial de profissionalização.

Vobi

A Vobi é uma solução em nuvem voltada principalmente para pequenas e médias construtoras, com forte apelo tecnológico.

Destaques:

  • 100% em nuvem, com acesso remoto de qualquer dispositivo
  • Integração com BIM, permitindo usar informações do modelo para orçamentos e planejamento
  • Relatórios automatizados de produtividade e visualização amigável

É uma opção que democratiza o acesso a ferramentas modernas de gestão de obras.

Outras soluções relevantes

O mercado ainda conta com diversas alternativas que podem se encaixar em necessidades mais específicas:

  • Mais Controle ERP – foco em obras e empresas de pequeno/médio porte
  • Gestor Obras – voltado a construtoras menores, com foco em simplicidade
  • SIA ERP SystemPro – com forte ênfase em controladoria e contabilidade
  • Conta Azul – muito utilizado por pequenos escritórios de engenharia e empresas em estágio inicial, com foco financeiro
  • SIGO ERP, Eobra, VIGHA, Informakon – soluções 100% online, com funcionalidades específicas para obras, mobilidade e, em alguns casos, IA aplicada

Cada uma dessas plataformas tem posicionamento e público-alvo próprios – é fundamental analisar aderência, suporte e escalabilidade ao escolher seu ERP para construção civil.


Como escolher o melhor ERP para construção civil em 2026 para sua empresa

Na hora de montar a sua shortlist de ERPs, vale seguir alguns passos:

Mapear processos internos

Liste como sua empresa faz hoje: orçamento, planejamento, compras, medições, faturamento, fluxo de caixa, contratos, pós-obra etc. Isso ajuda a avaliar o quanto cada ERP para construção civil realmente cobre da sua rotina.

Definir prioridades por fase

Talvez no início o foco seja engenharia + financeiro + suprimentos. Em uma fase posterior, BI avançado, CRM e integração total com contabilidade e RH.

Avaliar aderência ao setor

Verifique quais rotinas são nativas no sistema e quais dependerão de customização. Quanto mais aderente o ERP for à construção civil, menor o custo de adaptação.

Analisar metodologia de implantação

Entenda como cada fornecedor implanta o ERP, se há consultoria setorial, se a implantação é fechada ou aberta e quais custos podem surgir depois.

Olhar para suporte e evolução do produto

Suporte próprio, tempo de mercado, base instalada e atualização contínua são sinais importantes de segurança de longo prazo. Um ERP para construção civil precisa acompanhar as mudanças fiscais, regulatórias e tecnológicas do setor.

Crea-MG lança clube de benefícios para profissionais registrados

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O Crea-MG lança, no dia 25 de março, o Crea-MG + Vantagens, um clube de benefícios que oferecerá vantagens e descontos exclusivos para profissionais registrados no Conselho.

A iniciativa, desenvolvida em parceria com a empresa Alloyal, integra a plataforma CreaLab MG, lançada no início de março. Pela primeira vez, o Conselho vai oferecer aos profissionais registrados acesso a um clube de benefícios com descontos e cashbacks em produtos e serviços diversos, como farmácias, supermercados, postos de gasolina.  O valor gerado poderá ser resgatado e utilizado, por exemplo, para o pagamento da anuidade e taxas do Crea-MG, ou ainda conforme a preferência do profissional.

Mais de 200 mil profissionais da engenharia, agronomia e geociências registrados no Crea-MG serão beneficiados e poderão acessar gratuitamente a plataforma e aproveitar ofertas em mais de 8 mil marcas e empresas parceiras.

Valorização profissional  

A iniciativa reforça as ações de valorização promovidas pelo Conselho e marca um novo avanço na entrega de benefícios concretos aos profissionais registrados.

Segundo o presidente do Crea-MG, engenheiro civil e de segurança do trabalho Marcos Torres Gervásio, o programa amplia o apoio à categoria.

“O Crea-MG + Vantagens entrega valor de forma prática ao profissional. Além de ampliar benefícios e gerar economia no dia a dia, o programa permite que o cashback resgatado seja utilizado no pagamento da anuidade e de taxas do Conselho, ou até mesmo sacado pelo profissional, para uso como preferir.  É uma iniciativa que traduz o nosso compromisso com a valorização profissional em Minas Gerais”, destaca.

Benefícios aos registrados  

O acesso ao clube será gratuito e exclusivo para profissionais registrados e em dia com o Conselho. As ofertas abrangem diferentes categorias, como:

  • educação e capacitação
  • tecnologia e eletrônicos
  • viagens e hospedagens
  • saúde e bem-estar
  • alimentação e serviços

Para utilizar os benefícios, o profissional deverá acessar a página do CreaLab MG, clicar na opção Crea-MG + Vantagens e seguir as orientações para acesso à plataforma.

Na sequência, será necessário se cadastrar para criar sua conta e acessar as ofertas disponíveis. Após escolher o benefício, basta seguir as instruções indicadas na própria plataforma para ativar o desconto ou resgatar o cupom junto aos parceiros.

O Crea-MG + Vantagens faz parte das iniciativas do CreaLab MG, plataforma criada pelo Conselho para estimular inovação, capacitação e novas oportunidades para os profissionais da engenharia, da agronomia e das geociências.

Como acessar o Crea-MG + Vantagens  

O acesso à plataforma é exclusivo para profissionais registrados e em dia com Crea-MG.

Acesso pelo site:

  1. Acesse o site do CreaLab MG: https://lab.crea-mg.org.br.
  2. Clique em Crea-MG + Vantagens.
  3. Acesse o site do Crea-MG + Vantagens.
  4. Crie sua conta.
  5. Cadastre seus dados: CPF, Registro Nacional Profissional (RNP), e-mail e telefone.
  6. Crie uma senha e confirme o cadastro.
  7. Busque pela loja ou marca desejada.
  8. Ative a promoção (cashback ou cupom) e finalize sua compra.

Acesso pelo aplicativo:

  1. Baixe o app Crea-MG + Vantagens.
  2. Crie sua conta.
  3. Cadastre seus dados: CPF, Registro Nacional Profissional (RNP), e-mail e telefone.
  4. Crie uma senha e confirme o cadastro.
  5. Ative notificações e permissões para melhor experiência.
  6. Busque pela loja ou marca desejada.
  7. Ative a promoção (cashback ou cupom) e finalize sua compra.