Shin Takamatsu: Radicalismo, Tecnologia e Expressividade na Arquitetura Japonesa

0
Shin Takamatsu é um dos arquitetos japoneses mais notórios do final do século XX, conhecido por suas composições radicais, formas escultóricas e abordagem quase expressionista à arquitetura. Em contraste com a tradição minimalista frequentemente associada à arquitetura japonesa, Takamatsu criou uma linguagem provocativa que mistura tecnologia, simbolismo e a crítica à sociedade contemporânea. Vamos apresentar aqui um breve histórico de sua carreira e analisar algumas de suas obras mais representativas. Shin Takamatsu (高松伸), nascido em 1948 em Nagi, na província de Okayama, Japão, formouse em arquitetura pela Universidade de Kyoto em 1971, onde também realizou seu doutorado. Inicialmente vinculado à academia, Takamatsu ganhou projeção internacional nos anos 1980 por meio de projetos diferenciados, muitos dos quais de pequena escala, como boutiques e escritórios. Sua obra combina influências do high-tech britânico, do expressionismo alemão, da estética cyberpunk e do pós-modernismo. Suas edificações se destacam pelo uso intenso de metáforas visuais, tecnologia exposta e formas impactantes.
SYNTAX | Project | Shin Takamatsu Architect and Associates
Edifício Syntax. Kyoto, 1983 Fonte: takamatsu.co.jp
Uma das primeiras obras de destaque de Takamatsu, o edifício Syntax, construído em Kyoto (1983), é um escritório que já apresentava muitos dos traços marcantes do arquiteto: volumes agressivos, uso expressivo do aço e elementos simbólicos. Com uma fachada que lembra uma máquina ou armamento futurista, o edifício desafiava os limites da arquitetura comercial japonesa.
Kirin Plaza Osaka | Project | Shin Takamatsu Architect and Associates
Kirin Plaza. Osaka, 1987 Fonte: takamatsu.co.jp
Talvez sua obra mais conhecida internacionalmente, o Kirin Plaza mistura brutalismo e surrealismo em uma composição monumental. O edifício possui quatro torres de vidro e ornamentação high tech e abrigava espaços para exposições e eventos culturais. A construção foi demolida em 2008, mas permanece como uma das obras mais icônicas do Japão dos anos 1980.
ARK | Project | Shin Takamatsu Architect and Associates
Edifício Ark. Kyoto, 1987 Fonte: takamatsu.co.jp
Uma obra muito instigante de Shin Takamarsu é o Edifício Ark (Kyoto, 1987). Esse edifício comercial destaca-se por sua fachada metálica robusta e componentes que lembram um motor. A obra representa a obsessão de Takamatsu por imagens de poder, tecnologia e transcendência.
Gunma Insect World - Wikipedia
Gunma Insect World. Kiryū, 1996 Fonte: wikipedia.org
Por fim, um exemplo que mostra a versatilidade de Shin, o Gunma Insect World (Kiryū, 1996). O museu, dedicado aos insetos, é uma das obras mais poéticas de Takamatsu. A forma do edifício lembra um exoesqueleto, evocando tanto a estética da biologia quanto a da robótica. A estrutura dialoga com a paisagem natural ao mesmo tempo que reafirma sua artificialidade. Shin Takamatsu possui uma obra singular na arquitetura japonesa, afastando-se das tradições zen e minimalistas, em favor de uma abordagem maximalista, simbólica e tecnológica. Suas obras desafiam tanto o observador quanto os limites da função arquitetônica. Embora algumas de suas construções já tenham sido demolidas, seu legado permanece como uma crítica visual e filosófica ao ambiente construído e à sociedade pós-industrial.   Texto de autoria do Prof. Arquiteto Luiz Helberth Pacheco Lima, da Faculdade de Engenharia e Arquitetura (FEA) da Universidade FUMEC. Publicado na edição de julho de 2025 do Informe da Construção, periódico mensal do Centro de Economia e Estatística Aplicada (CEEA), FEA/FUMEC.

Comissão de Meio Ambiente debate proposta que define novas regras para o licenciamento ambiental

A Comissão de Meio Ambiente (CMA) do Senado Federal retoma nesta terça-feira (13), a análise do projeto que estabelece um novo marco legal para o licenciamento ambiental no Brasil. A proposta, que tramita sob o número PL 2.159/2021, pretende consolidar diretrizes gerais e modernizar as normas aplicadas pelos órgãos que integram o Sistema Nacional do Meio Ambiente (Sisnama). O texto em discussão é de autoria do senador Confúcio Moura (MDB-RO), que apresentou seu parecer na reunião anterior da CMA. A versão do relatório é idêntica à que foi encaminhada anteriormente à Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA), sob a relatoria da senadora Tereza Cristina (PP-MS). Ambos os parlamentares coordenaram um esforço de articulação política para chegar a um consenso sobre o conteúdo da proposta, que já acumula mais de 90 emendas apresentadas por senadores. A votação nas duas comissões está prevista para os dias 20 ou 21 de maio.

Segurança jurídica

O objetivo central da iniciativa é promover um equilíbrio entre desenvolvimento econômico e proteção ambiental, contribuindo para o avanço de uma agenda de sustentabilidade no país. Além de padronizar os procedimentos em âmbito nacional, o projeto busca desburocratizar a emissão de licenças para empreendimentos de baixo impacto ambiental. Segundo o presidente da CMA, senador Fabiano Contarato (PT-ES), a proposta está em discussão há mais de 20 anos — tendo sido apresentada originalmente na Câmara dos Deputados em 2004 — e a versão atual do relatório já passou por diversas atualizações. VEJA MAIS SOBRE SUSTENTABILIDADE NA CONSTRUÇÃO CIVIL AQUI.

Infraestrutura verde ganha força na Amazônia com projetos sustentáveis e financiamento público

0
Lançada em 2025, a nova Política de Sustentabilidade do Governo Federal busca transformar terminais portuários e aeroviários com foco em inclusão social, transparência e práticas que reduzam os impactos ambientais. No setor público, foi criada uma agenda anual com projetos e ajustes regulatórios. Já no setor privado, as mudanças nos terminais serão conduzidas por meio do Pacto pela Sustentabilidade, lançado recentemente pelo Ministério de Portos e Aeroportos. Nesse contexto, o Banco da Amazônia atua com a oferta de um financiamento que pode ajudar no cumprimento das medidas estabelecidas. É a linha FNO – Amazônia Infraestrutura Verde, voltada para projetos que conectam infraestrutura à sustentabilidade. A linha contempla os portos e aeroportos. O gerente executivo de Pessoa Jurídica e Relacionamento com Bancos da instituição, Luiz Lourenço de Souza Neto, explica que esse tipo de financiamento tem o propósito de promover o desenvolvimento econômico da região, com o apoio de outras empresas, inclusive internacionais. “Existem outras instituições financeiras, outros mecanismos que apoiam também esses projetos, dada a importância e o tamanho deles para onde são implantados. Então, falando a respeito apenas do banco, se a gente for olhar o que a gente tem de expectativa para os próximos quatro anos, a gente com certeza deve superar a casa de R$ 10 bilhões aplicados em infraestrutura na Amazônia”, pontua. Entre as companhias contempladas com essa iniciativa está a VINCI Airports  – concessionária responsável por sete aeroportos na Região Norte. Nesse caso específico, o financiamento do Banco da Amazônia foi de R$ 750 milhões. Os recursos serão investidos pela empresa em um projeto de infraestrutura aeroportuária que visa promover melhorias para os usuários, ao passo que também incorpora práticas sustentáveis. De maneira geral, a companhia trabalha com a meta de reduzir pela metade a emissão de gases de efeito estufa até 2030. Até 2050, a empresa pretende zerar essa emissão. Atualmente, a VINCI Airports atua junto aos terminais de Rio Branco e Cruzeiro do Sul, no Acre; Boa Vista, em Roraima; Porto Velho, em Rondônia; além de Manaus, Tabatinga e Tefé, no Amazonas.

Outras áreas apoiadas

Entre as áreas apoiadas, também se destaca a infraestrutura para água e esgoto; geração de energia elétrica de fontes renováveis; sistema de telefonia fixa ou móvel e banda larga em comunidades, além das seguintes: Outro  projeto que contou com o apoio dessa linha foi desenvolvido na Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA) – campus Capitão Poço (PA). Trata-se de uma fossa ecológica denominada Bacia de Evapotranspiração (BET). O sistema é uma alternativa eficiente para tratamento do esgoto, que funciona de forma independente da rede pública. Dentro do tanque, ocorre um processo de decomposição, chamado de fermentação, realizado pelas bactérias. Esse processo é a quebra ou a degradação do esgoto, essencial para o funcionamento do sistema e para que o esgoto chegue nas camadas superiores de forma mais limpa. Segundo a professora Thaisa Pegoraro, coordenadora do projeto, essa parceria com a instituição financeira foi essencial para a elaboração dessa iniciativa. “O recurso que vem para a universidade, infelizmente, não é suficiente para atender a infraestrutura destinada a projetos de pesquisa e extensão. Então, é por este motivo que a parceria com o banco é realmente essencial e nós também somos muito gratos a isso”, afirma. Uma das estruturas foi instalada na escola Humberto Fernandes, no município de Garrafão do Norte (PA), para atender cerca de 60 alunos. Até então, a unidade escolar contava com uma fossa rudimentar.

Condições

Quanto à linha FNO – Amazônia Infraestrutura Verde, é levada em conta a taxa de juros dos fundos constitucionais (TFC), diferenciada por setor, porte e finalidade. O prazo definido é de até 34 anos, com carência de até 08 anos. Esse modelo de financiamento é disponibilizado para empresas de todos os portes, com exceção de microempreendedor individual (MEI).

Alta dos Juros Acende Alerta para Engenheiros e Construtores: Impactos Diretos no Setor Imobiliário

Juros em Alta: O Que Isso Significa para a Construção Civil

A elevação da taxa Selic para 15% ao ano — a maior desde 2006 — traz um cenário desafiador para o mercado imobiliário e para toda a cadeia da construção civil. Essa sétima alta consecutiva dos juros impacta diretamente o acesso ao crédito, o custo dos financiamentos e o ritmo dos investimentos em obras.

Preocupação das Incorporadoras com o Cenário Econômico

A Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (ABRAINC) divulgou nota oficial expressando preocupação com a atual conjuntura econômica. Com o Brasil apresentando a segunda maior taxa de juros real do mundo, o crédito para empresas e famílias fica mais caro e restrito, dificultando o financiamento de projetos e a compra da casa própria.

Consequências para Obras e Investimentos

Para o setor da construção, isso significa aumento dos custos de capital e maior cautela nas decisões de investimento, refletindo em possíveis atrasos e redução do volume de obras. Além disso, a pressão sobre o caixa das empresas eleva os riscos financeiros, como demonstrado pelo número recorde de pedidos de recuperação judicial nos últimos meses.

Necessidade de Juros Baixos e Estáveis

Apesar de entender a necessidade do Banco Central em controlar a inflação por meio da política monetária, a ABRAINC reforça a importância de um ambiente econômico com juros mais baixos e estáveis. Isso garantiria mais segurança para o planejamento e execução dos projetos, além de estimular o crescimento do setor e viabilizar o sonho da casa própria para mais brasileiros.

Desafios para Engenheiros e Construtores: Gestão e Eficiência

Para engenheiros e construtores, o momento exige atenção redobrada à gestão financeira dos projetos, otimização dos custos e busca por eficiência operacional para mitigar os impactos da alta dos juros.

XCMG Brasil apresentou inovações para o mercado de mineração na Brasmin 2025

0

A XCMG Brasil, líder no setor de máquinas pesadas na China e uma das principais do segmento no mundo, apresentou inovadores equipamentos na Brasmin 2025, importante feira para a indústria de mineração no País, que aconteceu de 24 a 26 de junho, no Centro de Convenções PUC – Pontifícia Universidade Católica de Goiás, em Goiânia/GO.

Entre os destaques apresentados pela empresa, estavam:

A carregadeira LW700KV possui grande porte e é projetada para desempenho robusto e eficiente em operações pesadas em mineração. Com peso operacional de 24.000 kg, motor com potência de 303 hp a 2.100 rpm, a carregadeira tem capacidade de caçamba de 4,2 m³, sendo ideal para movimentação de grandes volumes de material. A tração 4×4 confere excelente controle e manobrabilidade para os mais diversos tipos de terrenos.

A escavadeira XE380DK é uma máquina robusta e confiável, de 38,2 toneladas de peso operacional, motor de 287 hp de potência e caçamba com capacidade de 2.1 m³. Além de mineração, essa escavadeira é projetada para atuar em diversas operações, como obras de construção civil e projetos de energia, portuários e marítimos, entre outros.

A mini escavadeira XE27U apresenta peso operacional de 2.780 kg, motor com potência de 20,6 hp e caçamba com capacidade de 0,06 m³. Por conter um design compacto com raio de giro menor, libera a parte traseira de impactos ao operar em espaços estreitos. O dispositivo de trabalho pode ser direcionado para a esquerda e direita em 75 e 55 graus, respectivamente, fazendo operações de giro compostas com estrutura superior, permitindo que a máquina escave o solo paralelamente à parede.

 

Novidade: Caminhão pipa 100% elétrico rodoviário

A grande novidade da XCMG na Brasmin 2025 foi o caminhão pipa 100% elétrico, primeiro a ser lançado no mercado nacional para atender os mais altos padrões técnicos com eficiência e segurança da operação. A empresa levou o caminhão pipa rodoviário E7-29R com capacidade volumétrica de 25.000, destinado ao transporte de água, controle de poeira, compactação, umectação de solo e controle de incêndio, atendendo, além do setor de mineração, os segmentos agro, sucroalcooleiro, construção civil, florestal e saneamento.

Os principais diferenciais técnicos do caminhão pipa 100% elétricos são bomba centrífuga com vazão de 1.000 litros por minuto; caminhão com alcance de até 50 metros controlados por joystick; sistema de controle eletrônico desenvolvido para realizar o acionamento eletropneumático dos espargidores; quebra-ondas transversais e longitudinais para maior estabilidade; espargidor traseiro e laterais para umectação de solo e controle de poeira e chamas.

 

Sobre a XCMG:

Presente no Brasil desde 2014, a XCMG Brasil é uma das cinco maiores fabricantes de máquinas pesadas do mercado nacional. A empresa produz equipamentos voltados para construção civil, mineração e agronegócios em sua unidade brasileira, oferecendo linhas completas e competitivas, incluindo guindastes, máquinas de terraplenagem, equipamentos para pavimentação, perfuratrizes e soluções para elevação e concretagem.

Com uma fábrica estrategicamente localizada em Pouso Alegre, Minas Gerais, a XCMG estreitou laços com o mercado nacional, caracterizado pela alta demanda por qualidade, tecnologia e inovação. Por meio de uma ampla rede de distribuidores, a empresa atende a clientes em todo o território brasileiro.

Para mais informações sobre a empresa e produtos acesse: www.xcmg-america.com

Veja outras novidades teológicas, clique aqui.

Votorantim Cimentos destaca avanços em descarbonização durante o 9º Congresso Brasileiro de Cimento e Expocimento

0

A Votorantim Cimentos, empresa de materiais de construção e soluções sustentáveis, participa do 9º Congresso Brasileiro de Cimento e Expocimento, eventos que acontecem simultaneamente no Golden Hall WTC em São Paulo (SP), de 30 de junho a 2 de julho. Para essa edição, a empresa apresenta as principais iniciativas que compõem sua jornada de descarbonização.

A Votorantim Cimentos encerrou 2024 com o resultado global de emissões de 550 kg de CO2 por tonelada de cimentício produzido. A meta de descarbonização da companhia para 2030, aprovada pelo Science Based Target initiative (SBTi), é de 475 kg de CO2 por tonelada de cimentício. Para atingir esse objetivo, a empresa tem uma estratégia pautada em quatro grandes pilares: o coprocessamento, que é a substituição do combustível fóssil nos fornos de produção do cimento por outros materiais, especialmente biomassas e resíduos; o uso de cimentícios, substituindo o clínquer – o principal componente do cimento e responsável pela maior fonte de emissão de CO2 no processo produtivo – por subprodutos vindos de outras indústrias; a eficiência energética e uso de fontes renováveis de energia, com hidrelétricas próprias e investimentos em energia solar e eólica; e o desenvolvimento de tecnologias, uso de processos inovadores, novos materiais, captura de carbono, ganho de eficiência na cadeia de valor do uso de cimento e concreto para otimizar recursos e seguir reduzindo a intensidade de carbono.

“O Congresso Brasileiro de Cimento é um importante espaço para a troca de experiências e para fortalecer a colaboração entre os diferentes agentes do setor. Acreditamos que o avanço para uma economia de baixo carbono depende do trabalho conjunto, da inovação e do compromisso coletivo com soluções que mobilizem toda a cadeia produtiva. Esperamos poder contribuir com nossas experiências e conquistas”, diz Álvaro Lorenz, diretor global de Sustentabilidade, Relações Institucionais, Desenvolvimento de Produto, Engenharia e Energia da Votorantim Cimentos.

Para compartilhar essas iniciativas, executivos da Votorantim Cimentos participam de palestras sobre os principais temas da companhia.

Terça-feira – 01/07

09h45 às 10h30 – Arena Principal Congresso Brasileiro de Cimento

Mesa-redonda: Iniciativas de Descarbonização da Indústria do Cimento Brasileira

Participação de Álvaro Lorenz, diretor Global de Sustentabilidade, Relações Institucionais, Desenvolvimento de Produto, Engenharia e Energia da Votorantim Cimentos

12h00 às 12h30 – Arena Principal Congresso Brasileiro de Cimento

Palestra: Jornada de descarbonização da Votorantim Cimentos – Álvaro Lorenz, diretor Global de Sustentabilidade, Relações Institucionais, Desenvolvimento de Produto, Engenharia e Energia da Votorantim Cimentos

16h00 às 17h10 – Arena Principal Congresso Brasileiro de Cimento

Mesa-redonda: Coprocessamento como Solução Sustentável na Gestão de Resíduos Urbanos

Moderação de Eduardo Porciúncula, gerente geral da Verdera, unidade de negócios de gestão e destinação sustentável de resíduos da Votorantim Cimentos

16h00 às 16h20 – Arena 1 Expocimento

Palestra: A importância do coprocessamento para a indústria do cimento – Larissa Velho, gerente técnica da Verdera, unidade de negócios de gestão e destinação sustentável de resíduos da Votorantim Cimentos


Quarta-feira – 02/07

11h40 às 12h00 – Arena 2 Expocimento

Palestra: O papel dos EPDS na sustentabilidade da Construção Civil – Fabio Cirilo, gerente de Ecoeficiência e Energia da Votorantim Cimentos

12h00 às 12h30 – Arena Principal Congresso Brasileiro de Cimento

Mesa-redonda: Neutralidade de Carbono e Coprocessamento: Caminhos Convergentes para o Setor Cimenteiro

Participação de Eduardo Porciúncula, gerente geral da Verdera, unidade de negócios de gestão e destinação sustentável de resíduos da Votorantim Cimentos

15h20 às 15h40 – Arena 1 Expocimento

Palestra: A redução das emissões de carbono por meio da utilização de adições minerais – Silvia Vieira, gerente geral de Pesquisa e Desenvolvimento da Votorantim Cimentos

17h00 às 17h45 – Arena Principal Congresso Brasileiro de Cimento

Mesa-redonda: Presidentes da indústria do cimento debaterão os principais temas do setor

Participação de Álvaro Lorenz, diretor Global de Sustentabilidade, Relações Institucionais, Desenvolvimento de Produto, Engenharia e Energia da Votorantim Cimentos

Serviço:

9º Congresso Brasileiro de Cimento e ExpoCimento

De 30 de junho a 2 de julho

Local: Golden Hall WTC – Av. das Nações Unidas, 12551 – Brooklin Novo, São Paulo (SP)

Sobre a Votorantim Cimentos 

A Votorantim Cimentos é uma empresa de materiais de construção e soluções sustentáveis com mais de 13 mil empregados. O portfólio de materiais de construção vai além de cimentos e inclui concretos, argamassas e agregados. A companhia também atua nas áreas de insumos agrícolas, gestão de resíduos e coprocessamento. As unidades da Votorantim Cimentos estão estrategicamente próximas aos mais importantes mercados consumidores em crescimento e presente em nove países, além do Brasil: Argentina, Bolívia, Canadá, Espanha, Estados Unidos, Luxemburgo, Marrocos, Turquia e Uruguai. Mais informações em www.votorantimcimentos.com.br

VEJA TAMBÉM: Engenharia sem barreiras: mulheres constroem carreira na Votorantim Cimentos

Energia solar deve crescer 25% no Brasil em 2025 com apoio de financiamentos sustentáveis

0
O Brasil deve avançar no setor de energia solar em 2025. Uma projeção da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) aponta que, este ano, o país deve adicionar 13,2 gigawatts de capacidade instalada. O volume corresponde a um salto de 25% em relação à atual marca de 51,5 gigawatts. Em 2024, foram adicionados 14,3 gigawatts à matriz energética Uma das companhias que têm contribuído para esse cenário é o Banco da Amazônia (BASA). Isso porque a instituição financeira também atua com financiamentos para energia renovável voltados tanto para empresas quanto para pessoas físicas. O banco explica que esse tipo de sistema pode gerar uma economia de 98% na conta de luz. Para se ter uma ideia, um financiamento de uma instalação com custo de R$ 33.245,55 pode promover uma economia média mensal de R$ 550.50, ou seja, cerca de 91%. Em uma das linhas – a FNO Energia Verdeo BASA atende pessoas físicas com até 100% do valor do projeto. Vale destacar que, nesse caso, o valor mínimo do financiamento é de R$ 10.000 e o máximo é de R$ 100.000. Já o prazo para pagamento é de até 8 anos, incluída a carência de até 6 meses. A gerente de Desenvolvimento Sustentável do Banco da Amazônia, Samara Farias, explica que se trata de uma linha de crédito pela qual são oferecidos prazos e taxas de juros mais atrativos a pessoas físicas e jurídicas quem têm interesse em adotar fontes de geração de energia limpa. “Essas iniciativas colaboram com a redução de custos de energia elétrica ao mesmo tempo que promovem o uso de fontes limpas e renováveis. Ao longo de 2024, o Banco já disponibilizou cerca de R$ 4,5 bilhões em recursos somente para o segmento empresarial e, em 2025, a expectativa é aumentar esse montante, reforçando o compromisso com o desenvolvimento sustentável da região”, destaca.

Sustentabilidade

Além de atender a projetos relacionados à instalação de energia solar, o Banco da Amazônia disponibiliza outros financiamentos voltados para questões sustentáveis. É o caso da linha FNO Amazônia Rural Verde. Esse formato tem como objetivo estimular o desenvolvimento sustentável, por meio da recuperação e conservação da biodiversidade, assim como mediante projetos agropecuários sustentáveis. Com um custeio de até 2 anos, esse modelo disponibiliza investimento com prazo de até 5 anos, com 8 anos de carência. Nesse caso, as taxas de juros são anuais, a partir de 4,18% ao ano, levando em conta o porte do produtor. Bioeconomia amazônica ganha impulso com parceria entre Banco da Amazônia e MMA Crédito verde e agricultura familiar: Banco da Amazônia amplia apoio com R$ 2,5 bilhões em 2025 De maneira geral, essa linha é destinada a produtores rurais, pessoas físicas ou jurídicas, populações tradicionais da Amazônia e pessoas jurídicas de direito privado do setor rural.

FNO Empresarial Verde

Dentro do contexto da sustentabilidade, o Banco da Amazônia também atende projetos relacionados a outras áreas, como turismo, saúde e educação. Nesse caso, a linha é a FNO Amazônia Empresarial. O investimento conta com prazo de até 17 anos com até 4 anos de carência. Em relação à capital de giro, o prazo é de até 36 meses, com carência de até 12 meses. Confira a lista de projetos atendidos
  • turismo verde
  • saúde, cultura e educação
  • ciência, tecnologia e inovação
  • obras ecológicas
  • geração de energia
  • transportes verdes

Infraestrutura

Outra linha de crédito ofertada pelo BASA tem o propósito de fomentar projetos de infraestrutura que emitem menos gases de efeito estufa: a FNO Amazônia Infraestrutura. A ideia é financiar iniciativas que incorporem soluções baseadas na natureza. Os projetos enquadrados nesse modelo dizem respeito às seguintes áreas:
  • saneamento básico
  • geração e armazenamento de energia renovável
  • transmissão e distribuição de energia
  • usinas de compostagem e/ou aterros sanitários sustentáveis
  • portos e aeroportos sustentáveis
  • sistemas de telefonia fixa ou móvel e banda larga em comunidades

Condições

As condições desse tipo de financiamento incluem prazos de até 24 anos com 8 anos de carência. As taxas de juros levadas em conta são as dos Fundos Constitucionais, diferenciadas por setor, porte e finalidade. 🌱 Confira também: Cidades verdes do mundo — veja quais municípios brasileiros estão na lista da ONU

Nova hidrovia do Rio São Francisco: projeto busca retomar navegação comercial, inativa há 14 anos

0
A nova hidrovia do Rio São Francisco vai possibilitar a retomada da navegação comercial de Pirapora, em Minas Gerais, até Petrolina, em Pernambuco. A operação de cargas pela hidrovia não é realizado no rio desde 2012, devido ao assoreamento de alguns trechos. Ao todo, a via navegável contará com 1.371 quilômetros de extensão. As informações foram disponibilizadas pelo Ministério de Portos e Aeroportos (MPor). O Rio São Francisco dispõe de 2,8 mil quilômetros de extensão e banha 505 municípios brasileiros. As águas do Velho Chico – como é conhecido o canal – abastecem mais de 11 milhões de pessoas. A projeção é que a movimentação de cargas pelo rio alcance 5 milhões de toneladas no primeiro ano de retomada da navegação comercial. A gestão da hidrovia passará a ser de responsabilidade da Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba) – autoridade portuária vinculada à Pasta. A expectativa é de que os estudos técnicos sejam iniciados ainda em junho de 2025. A companhia também deve iniciar os projetos para a concessão da nova hidrovia, juntamente com a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). “Grandes grupos já manifestaram interesse em fazer essa operação hidroviária. Vamos trabalhar muito nos próximos meses para garantir a execução do projeto, que é fundamental para o fortalecimento da logística brasileira e para o desenvolvimento do país, sobretudo da Região Nordeste”, disse o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho. O diretor do Departamento de Navegação e Fomento da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação do MPor, Otto Luiz Burlier, reforça que um comboio de embarcação hidroviária pode substituir até 1,2 mil caminhões na estrada, o que, segundo ele, contribuiu para a redução da emissão de CO₂ e o desgaste das rodovias. “Um dos grandes benefícios da movimentação de cargas ou transporte por meio de hidrovias é que é muito mais sustentável do que, por exemplo, meio rodoviário. Cerca de 70% das cargas movimentadas no país são por meio rodoviário. Então, se a gente migrar para o hidroviário ou navegação de cabotagem, vamos reduzir a emissão de CO², além de aproveitarmos o potencial que temos no Brasil de vias navegáveis”, destaca.

Hidrovia do Rio São Francisco: Etapas do projeto

O projeto foi dividido em três etapas. Na primeira, as intervenções vão se concentrar em um trecho de 604 quilômetros navegáveis, entre Juazeiro e Petrolina, passando por Sobradinho (BA) e chegando a Ibotirama (BA). As cargas serão escoadas por rodovias até o Porto de Aratu-Candeias, na Baía de Todos-os-Santos (BA). A segunda fase inclui o trecho entre Ibotirama e os municípios baianos de Bom Jesus da Lapa e Cariacá, com 172 quilômetros navegáveis. Nessa área, haverá conexão, por meio da malha ferroviária, com os portos de Ilhéus (BA) e Aratu-Candeias. Já a terceira etapa prevê a ampliação da hidrovia em mais 670 quilômetros, em um trecho que ligará Bom Jesus da Lapa e Cariacá a Pirapora (MG).

Hidrovia do Rio São Francisco: produtos transportados

De Petrolina (PE) a Pirapora (MG), devem ser transportados produtos como gesso, gipsita, drywal, calcário e gesso agrícola. Do município mineiro, esses itens serão levados para outros estados da região Sudeste. Esses produtos também terão como destino as divisas entre os estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, área conhecida como MATOPIBA. Exportação de grãos impulsiona portos do Norte: Santana cresce 35% e Porto Velho, 8% Porto do Rio de Janeiro cresce 27% e movimenta 5,4 milhões de toneladas até abril Em relação à mercadoria que sairá de Juazeiro e seguirá para Pirapora, o destaque é para açúcar e óleo. Já o sal, extraído no Rio Grande do Norte, será levado para Remanso (BA), onde, por meio da nova hidrovia, será destinado ao Sudeste. Quanto ao café, o trajeto deverá ser o contrário. As cargas sairão de Pirapora em direção a Juazeiro e Petrolina, para abastecer o Nordeste. Milho, soja, algodão, adubo e insumos agrícolas sairão via terrestre dos municípios baianos de Barreiras e Luís Eduardo Magalhães rumo à Ibotirama. Seguirá, pela hidrovia, até Juazeiro, e depois pode ser escoado para o Porto de Aratu, em Salvador, por rodovia ou ferrovia.

Hidrovia do Rio São Francisco: Instalações portuárias

O projeto também prevê a construção de 17 Instalações Portuárias Públicas de Pequeno Porte, os IP4. A ideia é que esses terminais sejam utilizados para o transporte de cargas e passageiros nos estados da Bahia, Pernambuco e Alagoas. Do total, seis estão em fase de projeto e 11 em planejamento. A previsão é de que os editais para os IP4 de Petrolina e Juazeiro sejam apresentados em setembro, com início das obras em janeiro de 2026. Veja outra matéria: Projetos de energia renovável no Nordeste impulsionam desenvolvimento com apoio do FDNE

Engenharia sem barreiras: mulheres constroem carreira na Votorantim Cimentos

0
São Paulo (SP), 18 de junho de 2025 – No Brasil, segundo levantamento do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), existem atualmente 1.173.550 profissionais com registro ativo na área de engenharia, dos quais apenas 20% são mulheres, totalizando 236.950 profissionais. Em 2014, a organização britânica Women’s Engineering Society (WES) instituiu o Dia Internacional das Mulheres na Engenharia, celebrado em 23 de junho. A data foi criada com o objetivo de dar visibilidade à atuação feminina em um setor ainda predominantemente masculino. A Votorantim Cimentos, empresa de materiais de construção e soluções sustentáveis, observa essa realidade com atenção e está comprometida em contribuir para uma transformação na trajetória de mulheres na engenharia. Atualmente, do total de profissionais registrados como engenheiros na Votorantim Cimentos no Brasil, 33% são mulheres que atuam em fábricas e escritórios corporativos. Nos últimos três anos (2022 a 2025), a empresa teve um aumento de seis pontos percentuais no número de mulheres engenheiras – em 2022, o índice era de 27%. Entre as diferentes especialidades da profissão, a Engenharia de Minas chama a atenção pelo número ainda reduzido de profissionais: são 6.338 engenheiros registrados no Brasil, sendo apenas 1.273 mulheres, segundo o Confea. A formação também é limitada – de acordo com o Ministério da Educação (MEC), o país conta hoje com apenas 12 instituições que oferecem o curso de bacharelado nessa área. Duas jovens profissionais engenheiras de minas da Votorantim Cimentos, que atuam em diferentes regiões, compartilham suas trajetórias na área. Beatriz Alexandra da Silva, 29 anos, é formada em Engenharia de Minas pela Universidade Federal de Alfenas (Unifal-MG) no campus de Poços de Caldas (MG) e atua como supervisora de mina na em Salto de Pirapora (SP), responsável pela mina de calcário da unidade. Natural de Pouso Alegre (MG), Beatriz foi incentivada desde cedo pelo pai a investir nos estudos e conquistar sua independência. Concluiu o ensino médio integral em informática e, devido à facilidade natural com números, além da influência da irmã, que cursava Engenharia Química na Unifal, escolheu a mesma universidade para cursar Engenharia de Minas. Ainda na graduação, iniciou a carreira como estagiária e, posteriormente, como trainee. Em agosto de 2024, ingressou na Votorantim Cimentos para liderar a operação da mina de calcário na unidade de Salto de Pirapora (SP).
Beatriz Alexandra da Silva, engenheira de minas e supervisora de mina na Votorantim Cimentos, liderando operação na unidade de Salto de Pirapora (SP). Exemplo de participação feminina na engenharia.
Beatriz Alexandra da Silva, engenheira de minas e supervisora de mina na Votorantim Cimentos, liderando operação na unidade de Salto de Pirapora (SP)
Beatriz continuou investindo em sua formação com cursos de Black Belt, Design Thinking e Gestão de Projetos na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da Universidade de São Paulo (Esalq-USP). Hoje, participa do programa Lidera VC, iniciativa voltada ao desenvolvimento de mulheres líderes. “O programa me ajuda a sair da rotina, refletir e trocar experiências com outras mulheres que vivem os mesmos desafios. Futuramente, vai me ajudar a refletir no que quero e como devo lidar com cada situação”, afirma. Ela também reforça que sua vivência profissional na empresa não é limitada por estereótipos de gênero: “As dificuldades que enfrento no dia a dia não têm relação com o fato de eu ser mulher, e sim com os desafios técnicos da profissão. Me sinto respeitada por toda a equipe. Saber se posicionar é o mais importante”, diz Beatriz A outra história de engenheira de minas está na fábrica de Primavera, no Pará. Helena Maria Alves Machado, 27 anos, teve sua primeira experiência na Votorantim Cimentos, em Sobral (CE), onde estagiou lidando com perfuração de rochas. Após o término da faculdade, em 2023, foi efetivada na empresa, assumindo o cargo de engenheira de minas pleno na fábrica de Primavera, no Pará. A facilidade com cálculos contribuiu para a sua escolha de carreira. Vivenciou um  ambiente majoritariamente masculino durante o curso de Engenharia de Minas na Universidade Federal do Ceará (UFC) em Crateús, sua cidade natal, mas acredita que mulheres precisam ocupar cada vez mais os espaços. “Quanto mais mulheres tiverem em cursos de engenharia ou outros ambientes masculinos, mais os homens vão se acostumar. Não podemos deixar de fazer um curso por conta de ser um ‘curso masculino’. Temos que enfrentar e seguir adiante”, afirma Helena. Jornada de inclusão – A jornada de Diversidade e Inclusão da Votorantim Cimentos é um exemplo da constante evolução da companhia, além de um dos princípios de sua cultura organizacional, representada pelo Nosso Jeito VC. A empresa tem a meta de atingir 25% das posições de liderança ocupadas por mulheres globalmente até 2030 e encerrou 2024 com o percentual de 24,8%. A evolução foi de mais de quatro pontos percentuais desde 2020, quando esse índice era de 20,1%. Entre as iniciativas da Votorantim Cimentos para acelerar a inclusão feminina e a inserção em posições de liderança está a Trilha de Capacitação Técnica de Mulheres, um programa de desenvolvimento para mulheres que atuam nas operações da companhia no Brasil desde posições iniciais, como aprendiz e estagiária, até o nível técnico e de liderança nas áreas de Manutenção, Mineração, Produção e Qualidade. Mais de 100 empregadas estão sendo capacitadas pela iniciativa no primeiro ciclo do programa, iniciado em 2024. Em 2024, a Votorantim Cimentos também iniciou uma trilha de conhecimento para Desenvolvimento para Mulheres Não Líderes chamado de Protagonismo e Autodesenvolvimento: mulheres construindo caminhos, que teve a participação de 860 mulheres ao longo do ano.   Já o Lidera VC é um programa para o desenvolvimento de mulheres líderes lançado em 2020. Mais de 250 mulheres já participaram do programa, que aborda diferentes temáticas a partir da perspectiva de gênero e inclusão, como estereótipos de gênero, negociação, liderança inclusiva, liderança estratégica e imagem profissional.   Os processos de recrutamento e seleção, principalmente de porta de entrada, também são exemplos de diversidade e inclusão. O Programa de Trainee 2025 da Votorantim Cimentos teve foco em áreas corporativas, como Recursos Humanos, Governança Corporativa, Logística, Marketing Estratégico, Suprimentos, Transformação Digital, Vendas & Marketing e Tecnologia da Informação (TI). Na nova turma iniciada em janeiro deste ano, dos sete participantes, seis são mulheres.

Sobre a Votorantim Cimentos 

A Votorantim Cimentos é uma empresa de materiais de construção e soluções sustentáveis com mais de 13 mil empregados. O portfólio de materiais de construção vai além de cimentos e inclui concretos, argamassas e agregados. A companhia também atua nas áreas de insumos agrícolas, gestão de resíduos e coprocessamento. As unidades da Votorantim Cimentos estão estrategicamente próximas aos mais importantes mercados consumidores em crescimento e presente em nove países, além do Brasil: Argentina, Bolívia, Canadá, Espanha, Estados Unidos, Luxemburgo, Marrocos, Turquia e Uruguai. Mais informações em www.votorantimcimentos.com.br