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PlanMetal aposta em industrialização e tecnologia para enfrentar novos desafios da construção civil

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Com mais de três décadas de atuação no mercado de estruturas metálicas, a PlanMetal desenvolve projetos que envolvem detalhamento técnico, fabricação e montagem para diferentes segmentos da construção civil. A empresa atende áreas como saúde, educação, obras institucionais, residências de alto padrão e projetos especiais.

À frente da empresa está Paulo Ehrenberger Machado, engenheiro formado pela Escola Politécnica e professor licenciado. Sua trajetória começou ainda na década de 1980, quando deixou uma experiência profissional na Universidade de São Paulo para trabalhar em uma metalúrgica da família. A partir dali, iniciou um processo de crescimento que levou à criação e expansão da PlanMetal.

“Eu queria inovar, criar, fazer”, afirma Paulo ao recordar o início da carreira.

Atualmente, a empresa possui fábrica em Campo Limpo Paulista e escritório em São Paulo. Segundo o fundador, a PlanMetal atua em projetos de alto nível de exigência e vem ampliando sua presença tanto no mercado privado quanto em obras públicas.

A construção civil diante da falta de mão de obra

Na avaliação de Paulo, um dos principais desafios atuais do setor é a dificuldade de encontrar e formar novos profissionais para atividades como alvenaria, instalação e montagem.

Para ele, o trabalho pesado, realizado muitas vezes sob sol, poeira e ruído, tem afastado parte dos trabalhadores mais jovens. Esse cenário exige uma mudança na forma de construir, com maior uso de processos industrializados, estruturas metálicas e soluções pré-fabricadas.

“A saída para a gente é industrializar o processo, e a metálica vai ter um grande papel nisso tudo”, afirma.

O fundador também observa que essa transformação não depende apenas de equipamentos. Ela envolve uma mudança cultural em um país historicamente acostumado à construção convencional baseada em concreto e alvenaria.

Tecnologia como apoio à gestão

A digitalização aparece como outro eixo importante da estratégia da PlanMetal. A empresa utiliza ferramentas de modelagem, softwares de cálculo e detalhamento, além de sistemas de gestão empresarial para acompanhar custos, suprimentos, orçamentos e resultados das obras.

Na entrevista, Paulo destaca o uso do SIECON como uma ferramenta de apoio à tomada de decisões. Para ele, o sistema permite transformar dados operacionais e financeiros em informações mais claras para a gestão.

“A gente só melhora o que conhece. Então tem que usar cada vez mais.”

O fundador reconhece, no entanto, que a tecnologia só produz resultados quando as equipes são treinadas e conseguem utilizar adequadamente os recursos disponíveis. Por isso, considera essencial investir em capacitação, padronização e registro dos processos internos.

A PlanMetal mantém manuais e procedimentos para atividades técnicas e operacionais, desde práticas de soldagem e montagem até orientações comportamentais. Essa organização, segundo Paulo, ajuda a preservar o conhecimento e reduzir os impactos da rotatividade de funcionários.

Controle para crescer com segurança

A entrada em concorrências e obras públicas também aumentou a necessidade de controle sobre custos, margens e execução. Em projetos com pouca margem para erros, um orçamento impreciso ou um desvio durante a obra pode comprometer o resultado.

“Qualquer desvio pode ser fatal, então você precisa estar bem controladinho”, resume Paulo.

Para o empresário, a combinação entre experiência, processos bem definidos e tecnologia é o que permite à PlanMetal assumir projetos mais complexos sem perder o controle da operação.

Ao olhar para o futuro da construção civil, Paulo defende uma aproximação cada vez maior entre engenharia, industrialização e tecnologia. Sua visão é que empresas capazes de organizar seus processos, capacitar as equipes e interpretar corretamente seus próprios dados estarão mais preparadas para enfrentar um mercado marcado por custos elevados, escassez de mão de obra e maior exigência dos clientes.

A entrevista mostra que, para a PlanMetal, inovar não significa apenas adotar novas ferramentas, mas transformar a maneira de planejar, executar e controlar cada etapa da construção.

SIECON lança aplicativo de Frotas e Equipamentos e leva mobilidade ao ERP

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A Poliview Tecnologia, empresa por trás do SIECON, ERP desenvolvido exclusivamente para os segmentos de construção civil, engenharia e incorporação, anuncia o lançamento de seu novo aplicativo de Frotas e Equipamentos. A novidade leva para o celular funções que antes ficavam restritas ao ambiente do sistema de gestão, trazendo mais agilidade para o dia a dia de quem administra veículos, máquinas e equipamentos em obra.

O módulo de Gestão de Frotas e Equipamentos do SIECON já é reconhecido no mercado por sua completude, reunindo desde o controle de manutenção preventiva e corretiva por horímetro, hodômetro ou consumo de combustível, até a gestão de alocação de veículos e máquinas com apropriação de custos e receitas por empreendimento, controle de pneu a fogo, movimentação de equipamentos entre obras e até registro de infrações de trânsito por condutor Gestão de Frotas e Equipamentos. É justamente essa expertise acumulada em TI aplicada à gestão de frotas que a Poliview leva agora para um novo formato: o aplicativo mobile.

Do ERP para o bolso do usuário

A proposta do novo aplicativo não é substituir o módulo completo do ERP, mas sim colocar na palma da mão as funções mais operacionais e recorrentes do dia a dia de campo, aquelas que exigem resposta rápida e que, até então, dependiam de acesso ao sistema em um computador ou de anotações manuais que só eram lançadas depois, muitas vezes com atraso e risco de erro.

Segundo a própria Poliview, o aplicativo de Frotas já nasce com duas funcionalidades centrais disponíveis:

  • Controle de Abastecimento, permitindo o registro do reabastecimento de veículos, máquinas e equipamentos diretamente pelo celular, no momento em que ele acontece, eliminando a defasagem entre o abastecimento físico e o lançamento no sistema.
  • Controle de Entrega e Devolução de Equipamentos, possibilitando registrar de forma remota a movimentação de máquinas e ferramentas entre obras, equipes ou responsáveis, dando mais rastreabilidade a um processo que tradicionalmente é um dos pontos cegos da gestão de frotas na construção civil.

Como acessar a novidade se você já é cliente SIECON

Para quem já faz parte da base de clientes SIECON, a boa notícia é que essa novidade chega de forma integrada ao ecossistema que você já utiliza no dia a dia. Clientes que operam no SIECON Cloud já podem verificar a disponibilidade do novo aplicativo de Frotas e Equipamentos diretamente com o time de suporte SIECON, através dos canais oficiais de atendimento.

Como o aplicativo foi desenvolvido para funcionar de forma integrada ao módulo de frotas já existente no ERP, a ativação tende a ser simples para quem já possui a funcionalidade contratada no sistema. Em caso de dúvidas sobre disponibilidade, requisitos de instalação ou configuração para a sua operação, o suporte SIECON é o canal indicado para orientar cada etapa desse processo, seguindo o mesmo padrão de atendimento humanizado que já é uma das marcas registradas da empresa.

O que fica dessa novidade

Com o aplicativo de Frotas e Equipamentos, a Poliview reforça sua posição de pioneira no desenvolvimento de tecnologia dedicada exclusivamente à construção civil, mostrando que a expertise acumulada ao longo de décadas em gestão de frotas dentro do ERP não fica estática, ela evolui e se adapta ao formato que o mercado já espera: mobilidade, agilidade e integração total com o sistema de gestão da construtora. Para a base de clientes que já confia no SIECON Cloud, essa é mais uma entrega que confirma o compromisso da empresa em evoluir junto com quem já está dentro do ecossistema, e não apenas em conquistar novos mercados.

Sistema para construtora: o pacote tecnológico completo que toda empresa de construção civil precisa em 2026

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A construção civil brasileira ainda arrasta um atraso digital em relação a outros setores da economia. Enquanto canteiros seguem sendo geridos por planilhas soltas e mensagens de WhatsApp, o mercado já oferece soluções maduras para cada etapa do empreendimento. Reunimos as sete categorias de ferramentas que formam o pacote tecnológico ideal para uma construtora, do projeto à análise de resultados.

1. Projeto

Ferramenta: AutoCAD

  • Referência para elaboração de plantas, cortes e detalhamentos técnicos
  • Linguagem universal entre engenheiros e arquitetos
  • Base para reduzir erros que se multiplicam nas etapas seguintes
  • Necessário mesmo em construtoras que já trabalham com BIM

2. BIM (Modelagem e compatibilização)

Ferramenta: Revit

  • Modelagem 3D integrando todas as disciplinas do projeto (estrutural, hidráulica, elétrica)
  • Identifica conflitos entre projetos antes do início da obra
  • Reduz retrabalho, um dos maiores vilões de custo em canteiros
  • Evita descobrir incompatibilidades apenas na execução

3. Planejamento e obra

Ferramentas: Microsoft Project + ERP especializado

  • Microsoft Project: cronogramas, caminho crítico e alocação de recursos
  • ERP para construção civil: conecta o cronograma ao orçamento, compras e financeiro

4. Gestão e decisão

Ferramentas: ERP + Power BI

  • ERP centraliza dados operacionais e financeiros da obra
  • Power BI transforma esses dados em painéis visuais e indicadores em tempo real
  • Permite acompanhar margem de lucro por obra, desvios de orçamento e produtividade

Diferenciais da SIECON nesta frente:

5. Tecnologias de campo

Ferramentas: Drones, fotogrametria, laser scanner, nuvem de pontos

  • Drones: acompanhamento visual do andamento da obra e medição de grandes áreas
  • Fotogrametria: geração de modelos 3D do terreno e das estruturas
  • Laser scanner e nuvem de pontos: comparação precisa entre “as built” e projeto original
  • Identificação antecipada de desvios que só seriam percebidos meses depois

Ferramentas: Tablets + aplicativos de inspeção

  • Tablets substituem pranchetas e cadernos de obra no dia a dia da equipe de campo
  • Aplicativos da SIECON para inspeção e qualidade: registro de não conformidades e checklists direto do canteiro
  • Integração direta com o ERP, fechando o ciclo entre campo e gestão

Resumo do pacote tecnológico ideal

Etapa Ferramenta
Projetar AutoCAD
Compatibilizar Revit (BIM)
Planejar Microsoft Project
Orçar e gerenciar ERP SIECON
Analisar Power BI
Executar (campo) Drones, fotogrametria, laser scanner
Controlar qualidade Tablets + apps SIECON

Soluções para construtoras: como o SIECON ERP pode apoiar a gestão de obras

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A construção civil exige controle rigoroso de custos, prazos, contratos, compras e medições. Quando essas informações ficam espalhadas em planilhas e sistemas diferentes, aumentam as chances de retrabalho, falhas de comunicação e decisões atrasadas.

Nesse cenário, um ERP para construtoras pode ajudar a centralizar os dados e tornar a gestão mais organizada. Entre as soluções disponíveis está o SIECON ERP, voltado para empresas que buscam maior controle sobre suas operações na construção civil.

Por que investir em um ERP para construtoras?

Um sistema integrado permite acompanhar diferentes áreas da empresa em um único ambiente. Dependendo dos módulos contratados e da configuração adotada, o ERP pode apoiar processos como:

  • Controle de custos e orçamentos;
  • Gestão de contratos;
  • Acompanhamento de medições;
  • Controle de compras e suprimentos;
  • Gestão financeira;
  • Organização de informações por obra;
  • Emissão de relatórios para tomada de decisão.

Com os dados mais organizados, gestores e equipes conseguem acompanhar o desempenho dos projetos com maior clareza.

SIECON ERP: mais controle para a rotina da construção

SIECON ERP pode ser uma alternativa para construtoras e empresas de engenharia que precisam estruturar melhor seus processos administrativos e operacionais.

Ao reunir informações relacionadas às obras, contratos, custos e medições, o sistema ajuda a reduzir a dependência de controles manuais e facilita o acesso aos dados importantes da operação.

Essa integração é especialmente relevante para empresas que administram várias obras ou trabalham com diferentes fornecedores, contratos e etapas de execução.

Tecnologia aliada à gestão de obras

Além do ERP, outras soluções também contribuem para aumentar a eficiência das construtoras. O BIM, por exemplo, ajuda na integração dos projetos e na identificação de possíveis interferências. Já ferramentas de gestão Lean auxiliam na redução de desperdícios e na melhoria dos processos do canteiro.

O melhor resultado acontece quando tecnologia, planejamento e equipes trabalham de forma integrada. Nesse conjunto, o SIECON ERP pode funcionar como uma base para organizar informações e apoiar o acompanhamento da empresa.

Como escolher um sistema para sua construtora?

Antes de contratar um ERP, é importante avaliar:

  • O porte e a estrutura da empresa;
  • A quantidade e o tipo de obras administradas;
  • Os processos que precisam ser automatizados;
  • A necessidade de controle de contratos e medições;
  • A possibilidade de integração com outras ferramentas;
  • O suporte e as condições de implantação;
  • A facilidade de uso pelas equipes.

Também é importante verificar quais recursos fazem parte da solução contratada, já que as funcionalidades podem variar conforme os módulos e o projeto de implantação.

Conclusão

A adoção de soluções de gestão é um passo importante para construtoras que desejam melhorar o controle da operação, reduzir falhas e tomar decisões com base em informações mais confiáveis.

SIECON ERP apoia esse processo ao centralizar dados e organizar rotinas relacionadas à gestão de obras, custos, contratos e medições. Para escolher a melhor solução, a empresa deve analisar suas necessidades e buscar uma ferramenta alinhada à sua realidade.

Conheça o SIECON ERP

 

Soluções para Construtoras: 7 Caminhos para Competitividade no Setor

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A construção civil enfrenta desafios relacionados ao aumento de custos, à necessidade de cumprir prazos, à escassez de mão de obra qualificada e à busca por processos mais sustentáveis. Nesse cenário, investir em soluções para construtoras tornou-se uma estratégia importante para melhorar a produtividade e aumentar a competitividade.

Tecnologias como BIM, sistemas ERP, drones e sensores, além de práticas de gestão Lean, industrialização e controle financeiro, ajudam as empresas a tomar decisões mais precisas e reduzir desperdícios ao longo da obra.

1.Tecnologia para melhorar a gestão da construtora

BIM: integração entre projetos e obra

A adoção do BIM deixou de ser tendência e passou a ser requisito — especialmente após o Decreto Federal 10.306/2020, que incentiva seu uso em obras públicas. Construtoras que implementaram BIM reportam:

  • Redução de 20% a 40% em retrabalho por detecção antecipada de interferências
  • Compatibilização automática entre projetos estrutural, hidráulico e elétrico
  • Orçamentação mais precisa com extração automática de quantitativos

Case prático: uma incorporadora de médio porte em Curitiba reduziu o tempo de aprovação de projetos na prefeitura de 90 para 35 dias ao submeter modelos BIM já compatibilizados.

ERP para construtoras

Sistemas como SIECON, Sienge, UAU e SAP Construction oferecem módulos integrados de:

  • Controle orçamentário (com atualização automática pelo CUB e INCC)
  • Gestão de suprimentos e almoxarifado
  • Cronograma físico-financeiro vinculado a medições
  • BI (Business Intelligence) para dashboards de indicadores

2. Industrialização e construção modular

A construção off-site (fora do canteiro) é a resposta mais eficaz para escassez de mão de obra qualificada e prazos comprimidos:

Solução Redução de prazo Economia estimada
Painéis pré-moldados 30–50% 15–25% no custo total
Construção modular (volumétrica) 40–60% 20–30%
Steel frame/drywall 50–70% (prazo) 10–15%

O segmento Minha Casa Minha Vida já absorve 38% das soluções industrializadas no Brasil, segundo dados da CBIC (2025). Para construtoras de médio porte, a modularização permite escalar sem ampliar equipes de obra de forma proporcional.


3. Gestão Lean para reduzir desperdícios

A filosofia Lean Construction, adaptada do setor automotivo, foca em eliminar desperdício — que no setor chega a representar 30% do custo total de uma obra. Práticas-chave:

  • Last Planner System: planejamento colaborativo com compromissos semanais entre equipes
  • 5S no canteiro: organização que reduz tempo de busca por materiais em até 40%
  • Ciclo PDCA: melhoria contínua aplicada a cada etapa (planejar → executar → checar → ajustar)

💡 Dica prática: implemente medições semanais com checklists digitais via app. O registro fotográfico geolocalizado elimina disputas e acelera a liberação de etapas.


4. Controle financeiro e gestão de custos

Monitoramento de Indicadores

Construtoras que atualizam orçamentos automaticamente pelo INCC e CUB evitam surpresas de reajuste. A integração via API desses indicadores ao ERP permite:

  • Reajuste automático de contratos com fornecedores
  • Simulação de cenários com diferentes taxas Selic/IPCA
  • Alertas de estouro de orçamento por etapa da obra

Alternativas de Financiamento

Além do crédito bancário tradicional (SBPE), crescem:

  • Fundos de Investimento Imobiliário (FII) para obras de incorporação
  • Crowdfunding imobiliário para projetos de menor porte
  • Green bonds para empreendimentos com certificação sustentável (LEED, AQUA)

5. Sustentabilidade na construção civil

A sustentabilidade deixou de ser custo e passou a ser diferencial de venda e redução operacional:

  • Certificação LEED ou AQUA: empreendimentos certificados alcançam valorização de 10% a 20% no preço de venda e redução de 25% a 40% em custos operacionais (energia + água)
  • Gestão de resíduos: a Política Nacional de Resíduos Sólidos exige plano de gerenciamento. Construtoras que implementam triagem e reciclagem no canteiro reduzem custos de descarte em até 60%
  • Materiais de baixo carbono: concretos com adição de escória ou cinza volante reduzem a pegada de CO₂ em até 30%

6. Drones, IoT e automação no canteiro

Tecnologia Aplicação prática Retorno sobre investimento
Drones Topografia, acompanhamento de obra, inspeção de fachadas 3–6 meses
Sensores IoT Monitoramento de concreto (temperatura/cura), segurança 6–12 meses
Robôs de assentamento Alvenaria estrutural em larga escala 12–24 meses
Realidade aumentada Visualização de projetos BIM no canteiro 6–9 meses

Uma construtora de obras industriais em Campinas reportou que o uso de drone para levantamento topográfico reduziu de 5 dias para 4 horas o tempo de medição, com precisão centimétrica.


7. Gestão de pessoas e segurança do trabalho

Soluções digitais para RH:

  • Plataformas de treinamento online para NRs (Normas Regulamentadoras) — reduzem custos de deslocamento e permitem reciclagem contínua
  • Apps de registro de ponto e produtividade — vinculam presença a etapas executadas
  • EPIs inteligentes — capacetes com sensores de impacto e localização (LoRaWAN) reduzem acidentes em até 22%

Cultura de segurança:

A implementação de DDS digital (Diálogo Diário de Segurança) com registro em app e checklist de conformidade eleva o índice de adesão a normas de 65% para 89%, segundo estudo da FGV (2024).


📊 Como escolher as melhores soluções para sua construtora?

Porte da empresa Prioridade recomendada Justificativa
Pequena (até 5 obras/ano) ERP básico + gestão Lean + treinamento digital Maior impacto com menor investimento
Média (5–30 obras/ano) BIM + industrialização parcial + drones Escalabilidade e redução de prazo
Grande (30+ obras/ano) Plataforma integrada (BIM + ERP + BI) + construção modular + IoT Otimização de portfólio e inteligência de dados

O Caminho Integrado

Nenhuma solução funciona isoladamente. O maior ganho está na integração entre tecnologia, processos e pessoas. Uma construtora que conecta o modelo BIM ao ERP, que por sua vez alimenta dashboards de indicadores atualizados pelo INCC e CUB, e que treina equipes via plataforma digital, transforma informação em vantagem competitiva mensurável.

O futuro da construção civil brasileira pertence a quem souber combinar dados, industrialização e gestão enxuta — não apenas para construir mais rápido e mais barato, mas para construir com inteligência.

Sistema para construção civil: 5 pontos para avaliar antes de contratar

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Sistema para construção civil: 5 pontos para avaliar antes de contratar

Construção civil | Gestão | Tecnologia

Escolher um sistema para construção civil não é apenas comparar mensalidades. Para construtoras e incorporadoras, a ferramenta precisa ajudar a controlar custos, integrar processos e dar mais visibilidade à operação.

O tema ganha relevância em um cenário de custos ainda pressionados. Segundo o IBGE, o custo nacional da construção chegou a R$ 1.976,37 por m² em junho de 2026, com alta de 7,26% em 12 meses. A mão de obra acumulou alta de 9,59% no período.

Nesse contexto, antes de escolher um software para construção civil, vale olhar para cinco pontos.

1. O sistema entende a construção civil?

Uma construtora possui processos específicos que vão muito além do financeiro e administrativo.

Orçamento, engenharia, custos, suprimentos, estoque, contratos e acompanhamento das obras precisam funcionar de forma integrada.

Por isso, um dos primeiros critérios deve ser a aderência da solução aos processos da construção.

Solução em destaque: SIECON
ERP desenvolvido especificamente para Construção Civil, Engenharia e Incorporação. A Poliview atua nesse mercado desde 1986 e informa mais de 15 mil usuários do SIECON em todo o Brasil.

2. É possível acompanhar os custos da obra?

Não basta saber quanto uma empresa gastou. O gestor precisa entender onde o dinheiro está sendo utilizado e se o realizado está seguindo o orçamento.

Entre os recursos importantes estão:

  • orçamento x realizado;
  • controle de custos por obra;
  • acompanhamento de serviços;
  • controle de insumos;
  • identificação de desvios.

O próprio SINAPI, do IBGE, produz informações de custos destinadas, entre outras finalidades, à programação de investimentos e à execução e análise de orçamentos.

3. Engenharia, Suprimentos e Financeiro estão integrados?

Imagine uma sequência simples:

Requisição → compra → estoque → pagamento → custo da obra.

Se cada etapa estiver em uma ferramenta diferente, a empresa pode precisar duplicar informações, conferir dados e manter planilhas paralelas.

A integração reduz esse tipo de fragmentação e facilita a visão do gestor.

  • Solução em destaque: SIECON
    O ERP integra processos de Engenharia, Suprimentos e Financeiro, permitindo que informações da operação estejam conectadas dentro da mesma estrutura de gestão.

4. Quanto custa realmente a ferramenta?

O preço da mensalidade não conta toda a história.

Na comparação entre sistemas para construtoras, considere também:

implantação + treinamento + usuários + módulos + integrações + suporte + ferramentas complementares.

Uma solução aparentemente barata pode gerar custos adicionais se a empresa continuar dependendo de diferentes sistemas e controles manuais.

5. O sistema acompanha o crescimento da empresa?

Uma construtora pode aumentar o número de obras, usuários, empresas e processos ao longo do tempo.

Por isso, o sistema precisa ser capaz de acompanhar essa evolução.

Também vale verificar se a solução oferece:

  • estrutura modular;
  • acesso em nuvem;
  • aplicativos;
  • integrações;
  • escalabilidade.

Checklist rápido para escolher um sistema para construtora

Avalie Pergunta
Especialização O sistema foi desenvolvido para construção?
Custos Consigo acompanhar orçamento x realizado?
Integração Engenharia, Suprimentos e Financeiro estão conectados?
Investimento Qual é o custo total da solução?
Escalabilidade O sistema acompanha o crescimento da empresa?

Afinal, qual sistema escolher?

O melhor sistema para construção civil não é necessariamente o mais barato.

A decisão deve considerar o equilíbrio entre custo, aderência, integração e capacidade de gestão.

O SIECON reúne processos de Engenharia, Suprimentos, Financeiro, Comercial, Fiscal e Business Intelligence em uma plataforma especializada na indústria da construção. A Poliview informa atuação no segmento desde 1986 e mais de 15 mil usuários do ERP em todo o Brasil.

Está avaliando um novo sistema para sua construtora?

Conheça o SIECON

Sistema para construção civil: como avaliar custos, recursos e retorno antes de escolher um ERP

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Em um setor em que orçamento, suprimentos, contratos, mão de obra e cronogramas precisam ser acompanhados de perto, escolher um sistema para construção civil deixou de ser apenas uma decisão de tecnologia. Para construtoras e incorporadoras, o software utilizado pela empresa pode interferir diretamente na forma como os custos são acompanhados e como as informações chegam aos gestores.

O tema ganha ainda mais importância em um cenário de pressão sobre os custos da construção. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o SINAPI acumulou alta de 7,26% em 12 meses até junho de 2026. No mesmo período, a parcela da mão de obra acumulou alta de 9,59%, enquanto os materiais avançaram 5,54%.

Nesse contexto, a pergunta para muitas empresas não é apenas quanto custa contratar um software, mas quanto custa manter processos descentralizados, informações duplicadas e controles paralelos em planilhas.

O preço de um sistema para construtoras não está apenas na mensalidade

Ao pesquisar um sistema para construtoras, é comum que o primeiro critério seja o preço da licença ou da mensalidade.

Esse número, porém, representa apenas uma parte do investimento.

Uma avaliação mais completa deve considerar pelo menos cinco componentes:

  • licença ou assinatura;
  • implantação;
  • treinamento das equipes;
  • infraestrutura e manutenção;
  • recursos necessários para manter ou integrar outros sistemas.

Também é importante avaliar o custo operacional gerado pelo próprio sistema.

Uma solução aparentemente mais barata pode exigir controles paralelos, exportações para planilhas, lançamentos duplicados ou utilização de diferentes ferramentas para processos que poderiam estar integrados.

Por outro lado, uma solução mais completa pode representar um investimento maior inicialmente, mas reduzir retrabalho e melhorar o controle das informações.

Por isso, comparar sistemas apenas pelo preço da licença pode levar a uma decisão equivocada.

Por que o cenário econômico aumenta a importância dessa decisão?

A construção civil trabalha com uma estrutura de custos particularmente sensível a variações de materiais, mão de obra, crédito e condições de mercado.

O SINAPI, indicador produzido pelo IBGE em parceria com a Caixa, é utilizado para acompanhar custos e índices da construção civil e fornece informações utilizadas na elaboração e avaliação de orçamentos.

Em junho de 2026, o custo nacional da construção chegou a R$ 1.976,37 por metro quadrado, segundo o IBGE. O indicador registrou alta mensal de 1,19% e acumulava 4,48% no ano.

Ao mesmo tempo, a CBIC apontou que a construção civil cresceu 0,5% em 2025, mas destacou que os juros elevados limitaram o potencial de expansão do setor.

Para uma construtora, isso reforça a necessidade de acompanhar não apenas o custo final da obra, mas também onde, quando e por que os recursos estão sendo consumidos.

É nesse ponto que um sistema de gestão especializado pode assumir um papel estratégico.

Sistema genérico ou sistema especializado em construção civil?

Uma das principais decisões está relacionada à aderência do software à realidade da empresa.

Um ERP genérico pode atender áreas administrativas como financeiro, fiscal, contas a pagar e receber. Entretanto, uma construtora possui necessidades adicionais relacionadas à própria operação das obras.

Entre elas estão:

  • orçamento e acompanhamento do realizado;
  • controle de custos por obra;
  • requisições e compras;
  • estoque e insumos;
  • contratos;
  • medições;
  • acompanhamento financeiro;
  • gestão de equipamentos;
  • informações de engenharia;
  • controle de empreendimentos;
  • indicadores gerenciais.

Por isso, antes de escolher um software para construção civil, é importante avaliar se ele foi desenvolvido para lidar com a estrutura operacional do setor ou se será necessário adaptar processos da empresa ao sistema.

O que avaliar antes de contratar um ERP para construtora?

1. Aderência aos processos da empresa

O primeiro ponto é verificar se o sistema contempla os processos realmente utilizados pela construtora.

Quanto maior a necessidade de adaptar a operação, criar controles externos ou manter planilhas paralelas, maior tende a ser a complexidade da implantação.

2. Controle de orçamento x realizado

Para uma empresa de construção, não basta saber quanto foi gasto.

É necessário comparar o valor realizado com aquilo que havia sido planejado.

Esse acompanhamento permite identificar desvios e tomar decisões antes que um problema de custo se transforme em impacto significativo no resultado da obra.

3. Integração entre engenharia, suprimentos e financeiro

Uma informação de compra pode ter impacto no estoque, no custo da obra e no financeiro.

Quando esses processos ficam isolados, aumenta a necessidade de conferências e lançamentos manuais.

Um ERP para construção deve permitir que as diferentes áreas trabalhem a partir de uma mesma estrutura de informações.

4. Modelo de contratação

O custo também depende do modelo comercial.

Existem soluções comercializadas por licença, assinatura, SaaS, implantação remota ou presencial e modelos modulares.

Por isso, a comparação deve considerar o custo total de utilização, e não somente o valor apresentado na proposta comercial.

5. Implantação e treinamento

Um software pode ter muitos recursos e ainda assim gerar pouco resultado se a equipe não souber utilizá-lo corretamente.

Por isso, devem entrar na análise:

  • metodologia de implantação;
  • prazo;
  • treinamento;
  • suporte;
  • atualização;
  • documentação;
  • capacitação dos usuários.

6. Capacidade de crescimento

A solução também precisa acompanhar a evolução da empresa.

Uma construtora que hoje possui poucas obras pode aumentar o número de empreendimentos, empresas, usuários, contratos e operações.

O sistema escolhido deve conseguir acompanhar esse crescimento sem obrigar a empresa a reconstruir toda a estrutura tecnológica posteriormente.

Quanto custa um software para construção civil?

Não existe um preço único para um ERP de construção civil.

O investimento pode variar de acordo com:

  • quantidade de usuários;
  • módulos contratados;
  • número de empresas;
  • número de obras;
  • modelo de contratação;
  • implantação;
  • integrações;
  • treinamento;
  • infraestrutura;
  • nível de suporte.

Por isso, comparar somente preços publicados na internet pode não representar o custo real de uma solução para determinada construtora.

O ideal é solicitar uma proposta considerando o cenário operacional da empresa e comparar custo total, funcionalidades e aderência.

Quando um sistema mais barato pode sair mais caro?

Imagine uma construtora que utiliza um sistema financeiro, uma ferramenta para engenharia, outra para suprimentos e diversas planilhas para consolidar os dados.

Individualmente, cada solução pode parecer econômica.

Mas existe um custo menos evidente: o tempo gasto para transportar informações entre ferramentas, conferir dados, corrigir inconsistências e produzir relatórios gerenciais.

Esse é o chamado custo operacional da fragmentação.

Na construção civil, onde uma mesma informação pode impactar orçamento, compras, estoque, contratos e financeiro, a integração pode ter importância tão grande quanto o preço da ferramenta.

O que muda quando o ERP é desenvolvido para a construção civil?

A especialização pode reduzir a necessidade de adaptar processos específicos do setor a estruturas originalmente desenvolvidas para outros segmentos.

O SIECON, por exemplo, é um ERP desenvolvido pela Poliview Tecnologia especificamente para os segmentos de Construção Civil, Engenharia e Incorporação.

A empresa informa ter iniciado suas atividades em 1986 e atualmente atender clientes em todas as regiões do Brasil, com mais de 15 mil usuários do ERP SIECON.

A plataforma reúne módulos como Engenharia, Suprimentos, Financeiro, Comercial, Contábil Fiscal, CRM, Gestão de Frotas e Equipamentos, Qualidade, Recursos Humanos, Viabilidade e Business Intelligence.

A empresa também oferece diferentes modelos de contratação, incluindo SaaS/locação, uma versão Fast com implantação remota e uma modalidade Full com implantação presencial.

Isso significa que a análise de uma solução deve considerar não apenas “quanto custa o sistema”, mas qual estrutura de gestão a empresa consegue obter com o investimento.

Como comparar sistemas para construção civil?

Uma forma prática é criar uma matriz de decisão.

Critério Pergunta que a construtora deve fazer
Custo Qual é o investimento total?
Implantação O que está incluído?
Treinamento Como os usuários serão capacitados?
Engenharia O sistema atende aos processos da obra?
Suprimentos Compras, estoque e requisições estão integrados?
Financeiro Os dados financeiros estão ligados às obras?
Custos É possível acompanhar orçamento x realizado?
Integração Existem APIs e integrações disponíveis?
Escalabilidade A solução acompanha o crescimento da empresa?
Suporte Como funciona o atendimento após a implantação?

Essa comparação ajuda a evitar que a decisão seja tomada exclusivamente pelo menor preço apresentado.

Mais barato ou mais aderente?

Para uma construtora, a pergunta mais importante talvez não seja:

“Qual sistema custa menos?”

Mas sim:

“Qual sistema entrega o melhor equilíbrio entre custo, aderência, integração e controle para a realidade da minha empresa?”

Em um setor no qual os custos de materiais e mão de obra continuam exigindo acompanhamento constante, ter informações estruturadas pode ajudar gestores a tomar decisões com maior velocidade e segurança.

A tecnologia, nesse cenário, deixa de ser apenas uma despesa administrativa e passa a fazer parte da estrutura de gestão da obra.

FAQ: Sistema para construção civil

O que é um sistema para construção civil?

É uma solução de gestão desenvolvida para atender processos específicos de empresas de construção, engenharia e incorporação, podendo integrar áreas como engenharia, suprimentos, financeiro, comercial, contratos, custos e indicadores.

Quanto custa um sistema para construtora?

O preço varia conforme usuários, módulos, obras, empresas, modelo de contratação, implantação, treinamento e integrações. Por isso, o custo total deve ser analisado antes da contratação.

Qual a diferença entre ERP e software para construção civil?

ERP é um sistema integrado de gestão empresarial. Um ERP especializado em construção civil combina essa integração com processos específicos do setor, como controle por obra, orçamento x realizado, suprimentos, contratos e medições.

Vale a pena trocar um sistema de gestão?

A troca pode fazer sentido quando o sistema atual não acompanha a operação, gera controles paralelos, dificulta a integração das áreas ou apresenta custo total incompatível com as necessidades da empresa. A decisão deve considerar o custo da mudança e os ganhos esperados.

Um ERP para construção civil pode funcionar em nuvem?

Sim. Existem soluções em nuvem que permitem acesso aos módulos por navegador, reduzindo a necessidade de infraestrutura local. O SIECON, por exemplo, possui opção de ERP em Cloud.

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Seconci-DF: Agosto Lilás promove conscientização nos canteiros de obras

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O Serviço Social da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Seconci-DF) iniciou, na segunda-feira, 3 de agosto, a campanha Agosto Lilás, que promove ações de conscientização e prevenção à violência doméstica e familiar nos canteiros de obras do Distrito Federal. Coordenada pelo Serviço Psicossocial da instituição, a iniciativa deverá percorrer 31 canteiros de obras, sensibilizando mais de 3 mil trabalhadores ao longo do mês de agosto.

Realizada pelo segundo ano consecutivo, a campanha conta com o apoio da Secretaria de Estado de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF), da Secretaria de Estado da Mulher (SecMulher/DF) e da Divisão Integrada de Atendimento à Mulher da Polícia Civil do Distrito Federal (DIAM/PCDF). A proposta é ampliar o diálogo sobre a prevenção da violência, fortalecer a rede de proteção às mulheres e estimular os trabalhadores da construção civil a refletirem sobre seu papel na construção de relações baseadas no respeito e na igualdade.

Para a assistente social do Seconci-DF, Roseane dos Santos, levar essa discussão aos canteiros de obras representa uma oportunidade de promover mudanças culturais e fortalecer o compromisso coletivo com o enfrentamento da violência. “É muito importante reforçar o papel de cada um dentro desse ciclo de violência ao qual as mulheres estão expostas. Quando reunimos tantos parceiros e trazemos esse assunto para um ambiente majoritariamente masculino, estamos quebrando tabus e contribuindo para uma sociedade mais segura e respeitosa para as mulheres“, destaca.

Durante a abertura da campanha, a coordenadora do Núcleo Integrado de Atendimento à Mulher (NUIAM/PCDF) da 6ª Delegacia de Polícia do Paranoá, Juliana Salvador, ressaltou a importância de trabalhar a prevenção diretamente com o público masculino. “Quando orientamos uma mulher a sair de um relacionamento abusivo, muitas vezes ela já foi vítima de algum tipo de violência. Ao dialogarmos com os homens, atuamos antes que a violência aconteça. Estamos trabalhando diretamente na prevenção e impedindo que novos casos ocorram. Foi uma experiência muito positiva e pude perceber o interesse e a atenção dos trabalhadores durante toda a palestra“, comentou.

Ao longo da campanha, representantes das instituições parceiras participarão das atividades, levando informações sobre prevenção, acolhimento, canais de denúncia e a atuação dos órgãos que compõem a rede de proteção às mulheres. O objetivo é sensibilizar os trabalhadores para que reconheçam sua responsabilidade na construção de uma sociedade mais segura, respeitosa e livre da violência.

Conscientização que transforma

Além das palestras, um dos momentos mais marcantes da campanha é o espaço destinado ao diálogo com os trabalhadores. Muitos compartilham experiências pessoais e relatam situações vividas por familiares ou pessoas próximas, evidenciando como a informação e a conscientização podem contribuir para romper ciclos de violência.

O encarregado de obras José Ribamar da Rocha destacou que os exemplos recebidos dentro de casa foram fundamentais para a formação de seus valores. “Eu nunca vi meu pai agredir ou ofender minha mãe, nem minha mãe desrespeitar meu pai. Eles fizeram questão de nos ensinar a tratar as mulheres da nossa vida da mesma forma que gostaríamos que tratassem nossa mãe e nossas irmãs“, contou Ribamar.

Para o servente Marcelino Moreira, a campanha reforça a importância do diálogo e do respeito dentro dos relacionamentos. “Tenho 40 anos de casado e sei que a convivência exige diálogo e respeito. A palestra mostrou o papel de cada um na prevenção da violência e trouxe orientações importantes para todos nós“, disse Marcelino.

A campanha Agosto Lilás seguirá durante todo o mês de agosto, levando informação, conscientização e orientação aos trabalhadores da construção civil do Distrito Federal. A iniciativa reforça o compromisso do Seconci-DF com a promoção da saúde, da cidadania e da responsabilidade social, contribuindo para a construção de ambientes de trabalho mais conscientes e de uma sociedade cada vez mais comprometida com a proteção e o respeito às mulheres.

Reforma tributária: governo adia para 2027 exigência de CNPJ para pessoas físicas e produtores rurais

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O Governo Federal publicou, no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira (22), o Decreto nº 13.075/2026, que altera o regulamento da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e adia para 1º de janeiro de 2027 a obrigatoriedade de inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) e de emissão de documentos fiscais eletrônicos por pessoas físicas contribuintes e produtores rurais pessoas físicas abrangidos pela norma. 

A medida atende à necessidade de conceder mais tempo para adaptação às novas exigências da reforma tributária e reforça o pleito de entidades do setor produtivo para que o Governo Federal e o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) também posterguem as obrigações relacionadas ao preenchimento dos campos da CBS e do IBS nos documentos fiscais eletrônicos. 

Atualmente, permanece um descompasso entre o cronograma previsto na regulamentação, que admite consequências pelo descumprimento a partir de 3 de agosto de 2026, e a orientação da Receita Federal de que esse período terá caráter predominantemente educativo, com possibilidade de autorregularização antes da aplicação de penalidades. 

O que muda 

O decreto estabelece que somente a partir de 1º de janeiro de 2027 produzirão efeitos as obrigações de inscrição no CNPJ e de emissão de documentos fiscais eletrônicos para pessoas físicas que atuem como contribuintes ou responsáveis tributários da CBS, bem como para os produtores rurais pessoas físicas enquadrados no regulamento. 

Inscrição no CNPJ 

O artigo 105 do regulamento determina que contribuintes e responsáveis tributários da CBS e do IBS mantenham cada estabelecimento registrado no CNPJ. 

Com a inclusão do § 4º-A, essa exigência passa a valer apenas a partir de 1º de janeiro de 2027 para as pessoas físicas e os produtores rurais pessoas físicas contemplados pela medida. 

Emissão de documentos fiscais 

O decreto também altera o artigo 115 do regulamento para adiar, até a mesma data, a obrigatoriedade de emissão de documentos fiscais eletrônicos por esses contribuintes. 

A obrigação decorre do artigo 112 do regulamento, que prevê a emissão de documento fiscal eletrônico nas operações com bens e serviços, inclusive nas exportações e importações, conforme cronograma definido em ato conjunto da Receita Federal e do Comitê Gestor do IBS. 

Contexto 

O adiamento já havia sido anunciado pela Receita Federal e pelo Comitê Gestor do IBS em comunicado conjunto divulgado em 26 de junho, que informou a prorrogação do prazo para a inscrição no CNPJ por pessoas físicas para fins de emissão de documentos fiscais no âmbito da CBS e do IBS. 

Segundo os órgãos, a medida busca garantir tempo suficiente para a adaptação dos contribuintes e para o desenvolvimento de um sistema simplificado de inscrição no CNPJ, inspirado no modelo do Microempreendedor Individual (MEI). A proposta é oferecer um processo digital, automatizado e integrado às plataformas de emissão de documentos fiscais eletrônicos. 

Até 1º de janeiro de 2027, continuará autorizada a utilização dos atuais mecanismos de identificação fiscal das pessoas físicas. Nesse período, a Receita Federal e o Comitê Gestor deverão disponibilizar gradualmente os novos sistemas, publicar normas complementares, divulgar manuais técnicos e promover ações de orientação aos contribuintes. 

O cronograma prevê ainda a disponibilização do sistema simplificado de inscrição no CNPJ em novembro de 2026, juntamente com um ambiente de testes (sandbox) para adaptação dos emissores de documentos fiscais. 

Embora o Decreto nº 13.075/2026 formalize o adiamento apenas no âmbito da CBS, o comunicado conjunto também contempla o IBS. Assim, permanece a expectativa de que o Comitê Gestor do IBS publique ato normativo para incorporar a prorrogação às regras do tributo compartilhado entre estados, Distrito Federal e municípios. 

Emprego na construção desacelera, mas setor segue entre os que mais contratam

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O ritmo de geração de empregos na construção vem desacelerando. De acordo com o Caged, o setor gerou 12 mil novos postos de trabalho com carteira assinada em maio, ante 16,6 mil criados no mesmo mês de 2025. No acumulado de 12 meses até maio, a construção criou 91 mil empregos, ante 98,7 mil gerados no mesmo período imediatamente anterior.

O nível de emprego no setor não cresceu em todos os estados em maio. São Paulo fechou 688 postos de trabalho com carteira assinada, repetindo em menor escala o que aconteceu no mesmo mês de 2025, quando encerrou 983. Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Espírito Santo, Roraima, Alagoas e Rio Grande do Norte também diminuíram o número de empregados na construção.

A variação também ocorre dentro dos Estados. Na cidade de São Paulo, por exemplo, o saldo entre admitidos e demitidos no setor foi de apenas 43 trabalhadores em maio, novamente repetindo o ocorrido no mesmo mês de 2025, quando este saldo registrou somente 57.

Os resultados refletem sobretudo a redução do ritmo da atividade da construção desde dezembro, segundo a maioria das construtoras ouvidas na Sondagem da Construção do FGV IBRE em junho. Além disso, o principal quesito que mais limitou o crescimento dos negócios continuou sendo a falta de mão de obra, mesmo a não qualificada, conforme assinalaram as empresas na enquete.

A Sondagem registrou que o setor permanece moderadamente pessimista, com recuo nos indicadores de Situação Atual dos Negócios, Carteira de Contratos e Demanda Prevista, e ligeira melhora em Tendência dos Negócios.

Mesmo com todas as dificuldades, a construção segue muito relevante para a economia. Em maio, foi o segundo setor que mais criou empregos: 16,5% dos 72,9 mil postos criados no país. Ao final daquele mês, a construção empregava 3,1 milhões de trabalhadores.