ERP para Construção Civil: como os sistemas de gestão aumentam a eficiência e a competitividade das construtoras

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A construção civil está passando por uma profunda transformação digital. Em um cenário cada vez mais exigente, marcado por prazos apertados, orçamentos rigorosos e necessidade de produtividade elevada, a adoção de tecnologias como os ERPs (Enterprise Resource Planning) deixou de ser diferencial para se tornar requisito básico para a sobrevivência e o crescimento sustentável das construtoras no Brasil.

Explore, a seguir, os principais tópicos deste conteúdo:

  • O que é um ERP para construção civil;

  • Quais os principais benefícios do ERP para empresas do setor;

  • Por que a maturidade organizacional influencia o sucesso da implantação;

  • Quais os fatores críticos para a adoção eficaz de um ERP em construtoras;

  • Resultados de um estudo que compara empresas com e sem ERP.


O que é um ERP na construção civil?

Um ERP (Enterprise Resource Planning) é um sistema de gestão integrado que centraliza, organiza e padroniza os processos de uma empresa. Em vez de cada setor operar isoladamente com planilhas ou softwares próprios, o ERP conecta todas as áreas — como engenharia, suprimentos, financeiro, contábil, RH, TI e comercial — numa única plataforma digital.

Para o setor da construção civil, que tradicionalmente operava de forma descentralizada, o ERP representa uma revolução. Ele permite o controle total de obras, orçamentos, compras, contratos, estoque, equipe, fluxo de caixa e até indicadores estratégicos em tempo real.


Por que usar ERP em construtoras é essencial?

Segundo um estudo da UTFPR, empresas da construção civil que adotam ERPs demonstram:

✅ Maior domínio tecnológico;
✅ Processos padronizados e automatizados;
✅ Indicadores claros de desempenho;
✅ Melhor capacidade de análise e decisão;
✅ Integração entre áreas com redução de retrabalho e desperdício;
✅ Crescimento sustentável e competitividade no mercado.

Além disso, o uso do ERP está diretamente ligado ao amadurecimento organizacional. Isso significa que construtoras que se organizam para adotar essa tecnologia tendem a melhorar não apenas seus processos operacionais, mas também a cultura, a visão estratégica e a governança corporativa.


Benefícios comprovados do ERP na construção civil

De acordo com autores como Sallaberry (2009) e Vieira (2006), os ERPs oferecem benefícios concretos para construtoras de todos os portes:

  • Integração de processos internos: todos os setores trabalham com a mesma base de dados;

  • Aumento da produtividade: tarefas automatizadas, fluxos otimizados, menos erros e retrabalho;

  • Redução de custos operacionais: por meio do controle de insumos, gestão de contratos e rastreabilidade;

  • Acesso em tempo real a dados gerenciais: maior assertividade nas decisões;

  • Controle completo das obras em qualquer fase: do orçamento à entrega do empreendimento;

  • Unificação da operação de diferentes obras ou filiais: gestão centralizada com padronização de processos.

Fluxograma do sistema ERP SIECON mostrando a integração entre os setores da construção civil como engenharia, suprimentos, financeiro e comercial
Fluxograma do sistema ERP SIECON mostrando a integração entre os setores da construção civil como engenharia, suprimentos, financeiro e comercial

Fatores críticos de sucesso na implantação de ERPs

Implementar um ERP não é apenas um processo técnico. É uma mudança organizacional profunda. Segundo o estudo da UTFPR e diversas referências acadêmicas (Rodrigues, 2002; Gonçalves et al., 2003), os principais fatores que influenciam no sucesso da implantação em empresas de construção civil são:

  • Maturidade tecnológica da empresa;

  • Capacitação e treinamento das equipes;

  • Alinhamento da liderança com o projeto;

  • Comunicação interna eficaz;

  • Visão compartilhada e sistêmica entre todos os setores;

  • Planejamento de reengenharia de processos;

  • Apoio da alta gestão e liderança ativa.

Sem esses elementos, a implantação corre o risco de fracassar, gerar resistência interna ou não entregar os benefícios esperados.


Estudo: empresas com ERP x empresas sem ERP na construção civil

A pesquisa da UTFPR, baseada em métodos estatísticos robustos como o bootstrap não paramétrico e testes de hipótese T e F, avaliou 14 empresas do setor da construção civil.

O estudo concluiu que as empresas que utilizam sistemas ERP têm desempenho significativamente superior em indicadores como:

  • Nível de organização interna;

  • Agilidade e segurança nos processos;

  • Clareza na definição de metas e indicadores;

  • Tomada de decisão mais estratégica;

  • Aumento da produtividade e da competitividade.


ERP é para grandes empresas?

Esse é um mito. Hoje, existem ERPs para construtoras de todos os portes, desde startups de engenharia até grandes incorporadoras. As soluções podem ser modulares, com implantação em etapas e escalabilidade conforme o crescimento da empresa. Além disso, com a popularização dos ERPs em nuvem, o custo de aquisição, suporte e infraestrutura foi drasticamente reduzido, viabilizando o acesso para pequenas e médias construtoras.


Conclusão: sua construtora está pronta para dar o próximo passo?

O ERP é mais do que um software: é uma mudança estratégica na forma como sua empresa enxerga e executa a gestão. Ao adotar um sistema de gestão integrado, sua construtora deixa de operar no improviso e passa a caminhar com clareza, controle e confiança.

🔍 Quer saber qual ERP é ideal para sua empresa? Avalie seu nível de maturidade organizacional, sua estrutura interna e procure soluções especializadas no setor da construção civil.

A transformação começa com um clique. O mercado não vai esperar.

Os ERPs no mercado da construção civil: como escolher a melhor solução?

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Quais são os melhores ERPs para construção civil?

O setor da construção civil tem visto uma crescente adoção de sistemas ERP (Enterprise Resource Planning) para integrar processos, otimizar recursos e garantir maior controle das obras. Com tantas opções no mercado, fica a dúvida: como identificar o ERP ideal para sua empresa?

Muitos sistemas são genéricos e atendem a vários setores, exigindo adaptações que podem consumir tempo e recursos. Outros são desenvolvidos especificamente para construção civil, oferecendo funcionalidades direcionadas para as particularidades da área, como controle de estoque de insumos, planejamento de obras, gestão financeira e fluxo de aprovação.

É fundamental avaliar soluções que tenham módulos integrados, garantindo que áreas como engenharia, suprimentos, financeiro e comercial trabalhem de forma sincronizada, evitando retrabalhos e falhas na comunicação.

Outro ponto importante é a flexibilidade na implantação: opções em nuvem, servidores locais e aplicativos móveis tornam o acesso e a operação do sistema mais práticos e adaptados às rotinas de campo e escritório.

Além disso, o suporte especializado, consultoria gratuita na implantação e garantias reais de retorno do investimento fazem toda a diferença para o sucesso do projeto e para que a empresa possa extrair o máximo benefício da ferramenta.

Estávamos usando um ERP voltado para a construção civil, mas que apresentava muitas falhas na parte de suporte. Quando migramos para o Siecon, percebemos que eles realmente atuam no segmento da construção civil há anos, oferecendo a qualidade que esperávamos — um suporte altamente técnico e qualificado, que realmente entende nossas necessidades.

Por que um ERP especializado faz toda a diferença na construção civil?

No universo das soluções para gestão da construção civil, é fundamental que o ERP apresente alta aderência às especificidades do setor, evitando adaptações extensas que podem comprometer prazos e aumentar custos. Sistemas que oferecem modularidade e integração nativa entre seus módulos garantem maior fluidez e consistência nos processos, eliminando redundâncias e desconexões entre áreas essenciais como engenharia, suprimentos, financeiro e comercial.

A flexibilidade na infraestrutura tecnológica também se mostra essencial: a possibilidade de implantação via nuvem, servidores locais e aplicativos móveis garante o acesso e o controle das operações em diferentes contextos e dispositivos, alinhando-se à realidade dinâmica das obras modernas.

Outro ponto decisivo está no suporte durante a implementação. Consultorias técnicas especializadas, especialmente quando oferecidas como parte do serviço, reduzem riscos e asseguram que o ERP esteja verdadeiramente alinhado aos processos internos da construtora, potencializando os resultados.

Além disso, práticas inovadoras de customização coletiva — em que melhorias feitas para um cliente são incorporadas para toda a base — promovem uma evolução contínua da plataforma e o compartilhamento de melhores práticas no setor.

Um dos sistemas que exemplifica essa abordagem é o SIECON, desenvolvido pela POLIVIEW TECNOLOGIA S.A, uma boutique de software que atua junto a construtoras engajadas em resultados eficientes e que compreendem o verdadeiro papel de um ERP. Mais do que informatizar processos, o SIECON impulsiona uma mudança cultural essencial para o crescimento sustentável das organizações.

Reconhecido pelo mercado como uma referência consolidada em soluções ERP para a construção civil, o SIECON é frequentemente citado em trabalhos científicos que abordam a gestão tecnológica no setor. Desde sua fundação em 1986, conta com uma carteira sólida de clientes, composta por construtoras que acompanham sua evolução e recomendam sua aplicação por sua aderência e qualidade.

Qual o melho ERP para a construção civil? O SIECON é O ERP DA CONSTRUÇÃO CIVIL

Transformação Digital na Construção Civil: Como a Nuvem Está Mudando os Canteiros de Obra

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Durante muito tempo, a construção civil foi considerada um dos setores mais resistentes à inovação. Mas nos últimos anos — especialmente após a pandemia — esse cenário começou a mudar rapidamente.

A digitalização se tornou prioridade. Ferramentas como BIM, drones, sensores IoT, e principalmente sistemas de gestão em nuvem, deixaram de ser tendência para virar necessidade no canteiro de obras. Hoje, a obra conectada em tempo real é o novo normal.

E a pergunta que fica é: sua empresa já entrou nessa nova era?

A nuvem chegou para ficar

Com a adoção de soluções baseadas em nuvem, como o SIECON CLOUD, engenheiros, gestores e diretores conseguem:

  • Acessar informações da obra de qualquer lugar e dispositivo;

  • Acompanhar aprovações, requisições e relatórios financeiros em tempo real;

  • Reduzir retrabalho e aumentar a produtividade com dados atualizados e centralizados;

  • Tomar decisões mais rápidas e assertivas com base em dashboards e KPIs.

Além disso, aplicativos móveis ampliam ainda mais esse controle, permitindo que cada ponta da operação (inclusive quem está no campo) participe do processo de forma integrada.

O futuro da obra já começou

Empresas que adotaram esse modelo digital relatam maior controle, redução de erros, economia de tempo e aumento na transparência entre os setores.

Na prática, a digitalização está transformando a construção civil em um setor mais eficiente, competitivo e conectado com as demandas do mundo moderno.


Se você atua na engenharia, arquitetura, administração de obras ou incorporação, e quer entender melhor como a tecnologia pode alavancar seus resultados, o momento de agir é agora.

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Da tecnologia à cultura: o ERP como pilar de profissionalização no canteiro e no escritório

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Um estudo da UTFPR analisou o impacto da implantação de ERPs em empresas do setor da construção civil e trouxe insights valiosos para engenheiros e gestores do ramo.

Principais conclusões:

  • A implementação do ERP é, antes de tudo, uma transformação organizacional, que exige adaptação da cultura, dos processos e das pessoas.

  • Construtoras que adotam ERP apresentam maior maturidade organizacional — isto é, desenvolvem visão estratégica, integração entre áreas, melhores práticas de gestão de recursos humanos, finanças e TI.

  • Quanto ao impacto nos processos, os ganhos são visíveis principalmente na integração operacional — com fluxo mais rápido, menos retrabalho e foco no que realmente importa .

Por que isso importa para engenheiros civis?

  • O ERP deixa de ser apenas um software e se torna parte da estratégia de gestão, apoiando obras desde o planejamento até a entrega.

  • A maturidade organizacional está diretamente ligada à capacidade de implementar o sistema com sucesso — gerenciar pessoas, treinar equipes e consolidar processos.

  • Integrar áreas (obra, suprimentos, financeiro, TI) significa ter dados consistentes, confiáveis e acessíveis para tomada de decisões em tempo real.

🔧 Dicas práticas para o sucesso na implantação:

  1. Avalie a maturidade da organização antes de iniciar o projeto.

  2. Envolva equipes multidisciplinares — projeto, obras, administração e TI.

  3. Planeje etapas claras: implantação, treinamento e integração por módulo.

  4. Use relatórios e indicadores para medir evolução e identificar gargalos.


Com base nesses insights, convidamos todos os engenheiros civis a refletirem: sua gestão está preparada para tirar o máximo proveito de um ERP? Está alinhada com as melhores práticas de organização e integração?

INFRAESTRUTURA: 72% do investimento vem da iniciativa privada, aponta estudo

Os investimentos privados devem representar 72,2% do total previsto para infraestrutura no Brasil até o fim de 2025, somando R$ 277,9 bilhões. Os setores de energia, transportes e saneamento concentram os maiores aportes, segundo estudo inédito da Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgado nesta sexta-feira (13), com dados da consultoria Inter.B.

No ano passado, o capital privado foi responsável por 70,5% dos R$ 266,8 bilhões investidos no setor. Desde 2019, a participação privada se mantém acima de 70%. Os dados evidenciam um padrão histórico de baixos investimentos em infraestrutura no país — cerca de 2% do PIB ao ano. “Em algumas atividades, o país investe menos do que o necessário para suprir a própria depreciação desses ativos”, afirma Ramon Cunha, especialista em infraestrutura da CNI.

“Isso reflete, na prática, em estradas com conservação inadequada, instabilidade em termos de fornecimento de energia e serviços de telecomunicação e ainda precariedades no abastecimento de água e tratamento de esgoto”, explica Cunha.

Setores com maior investimento

O setor elétrico liderou os investimentos em 2024, com R$ 112,8 bilhões. Em seguida vieram transportes (R$ 84,6 bilhões), saneamento (R$ 41,1 bilhões) e telecomunicações (R$ 28,3 bilhões). Ao todo, os aportes representaram 2,27% do PIB em 2024 — avanço de 0,24 ponto percentual em relação ao início do período 2021–2024. Para este ano, a projeção é de 2,21% do PIB. Cunha ressalta que “dispor de condições adequadas de infraestrutura é fundamental para a melhoria do bem-estar das famílias e para a redução dos custos no processo produtivo, consequentemente, para um crescimento e desenvolvimento econômico sustentável.”

Investimentos públicos x privados

Segundo o especialista, desde a década de 1990, os investimentos privados têm crescido de forma contínua, consolidando sua predominância. “O que a gente pode perceber é que isso tende a continuar em patamares elevados, sobretudo porque tivemos a consolidação de marcos regulatórios importantes — em termos de aprovação e regulamentação — e cada vez mais a gente percebe um comprometimento dos recursos públicos em despesas discricionárias”, avalia Cunha. Para o economista e pesquisador da Unicamp, Sillas Sousa, investimentos públicos e privados têm naturezas distintas. “Enquanto uma empresa quer explorar uma determinada riqueza, ela vai criar a situação que permita tão somente essa exploração, o setor público, ao fazer o mesmo investimento, ele tem um outro compromisso, que é o compromisso do desenvolvimento social.” Segundo Sousa, o poder público pode ampliar o impacto social ao financiar diretamente empreendimentos privados, garantindo que o retorno do investimento alcance um número maior de pessoas.

Medidas para destravar a infraestrutura

Apesar do aumento nos aportes, o setor de infraestrutura enfrenta desafios que comprometem sua expansão. Entraves regulatórios, lentidão no licenciamento ambiental e custo elevado do crédito seguem dificultando o avanço dos projetos. A CNI apresentou oito propostas para modernizar a infraestrutura brasileira. Entre as medidas, estão: ampliar a governança dos investimentos, garantir segurança jurídica, fortalecer a atuação das agências reguladoras e ampliar o papel do BNDES no financiamento de projetos sustentáveis. A meta é elevar os investimentos no setor para o equivalente a 4% do PIB. O economista Sillas Sousa destaca que o investimento público precisa crescer para garantir que os esforços sociais do governo tenham continuidade. “O setor público precisa aumentar esse investimento, para que todo o investimento social que o governo alega fazer — e defende como pauta principal do mandato — não se perca no tempo, se você não tiver uma infraestrutura que assegure a continuidade disso para as próximas gerações.” Para ele, “essa segurança se faz com investimento em infraestrutura.”

Por que o ERP é o primeiro passo para digitalizar sua construtora e ganhar eficiência nas obras

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Durante muito tempo, o setor da construção civil operou com base em processos descentralizados. Cada área – engenharia, financeiro, suprimentos, comercial – seguia seu próprio fluxo, com controles feitos em planilhas manuais, anotações soltas, softwares isolados e muita dependência da memória e experiência da equipe. O resultado? Retrabalho, orçamentos furados e decisões tomadas no escuro.

Segundo estudo da McKinsey, o setor da construção civil está entre os menos digitalizados do mundo, e ainda hoje, muitas construtoras pequenas e médias enfrentam atrasos e prejuízos por falta de integração. Um levantamento da KPMG mostra que 69% das empresas do setor já enfrentaram estouros de orçamento em obras nos últimos anos.

É nesse contexto que entra a palavra que tanto falamos no dia a dia: ERP.

Mas afinal, o que ela realmente significa?

ERP vem de Enterprise Resource Planning, ou em português, Planejamento dos Recursos Empresariais. Mais do que um sistema, trata-se de uma filosofia de gestão integrada. Um bom ERP conecta todas as áreas da empresa em um mesmo ambiente digital, com dados que se conversam em tempo real. É isso que permite previsibilidade, controle e decisões mais inteligentes.

E como tudo isso chegou à construção civil no Brasil?

Nos anos 90, a indústria da construção ainda engatinhava em digitalização. Os primeiros ERPs eram importados, caros, genéricos e pouco preparados para a complexidade de uma obra. Foi nesse cenário que nasceu uma solução genuinamente brasileira, criada por especialistas que viviam as dores do canteiro de obras: o SIECON, desenvolvido pela Poliview.

De lá para cá, o SIECON foi evoluindo junto com o setor – da programação em COBOL, passando por Delphi até chegar à tecnologia Java atual, com versões 100% web, mobile, cloud, e com foco exclusivo em construtoras, incorporadoras e empresas da engenharia.

Qual o papel do SIECON?

A transformação digital da construção está apenas começando. O uso de dados, automação, compliance fiscal já são realidade em grandes operações – e cada vez mais serão exigidos das empresas menores também.

Enquanto isso, outros ERPs do mercado mudaram de direção ou viraram uma colcha de retalhos, misturando módulos de origens diferentes, criados por equipes que sequer se falam.

Já o SIECON continua firme em sua essência: desenvolvido, mantido e atualizado por uma única empresa, a Poliview, que segue com o mesmo DNA desde o início – comprometida com a construção civil e com seus clientes.

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Controle Total do Combustível da Sua Frota com SIECON + CTA Smart – Gestão Automatizada e em Tempo Real!

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A gestão de combustível acaba de ganhar ainda mais eficiência e tecnologia! O SIECON desenvolveu uma nova integração via API com sistemas especializados em medição e abastecimento de tanques e comboios, como o CTA Smart. Essa integração permite importar automaticamente todos os registros de abastecimento, seja em postos, tanques internos ou comboios, centralizando as informações diretamente no módulo de Frotas do SIECON. Com isso, sua empresa passa a ter:
  • Controle em tempo real dos volumes de combustível nos tanques, garantindo maior precisão no planejamento operacional.
  • Antecipação de compras, evitando paradas inesperadas ou desperdícios de combustível.
  • Alertas automáticos sobre níveis mínimos de estoque, enviados diretamente por e-mail para as pessoas responsáveis.
  • Acompanhamento centralizado de todos os abastecimentos realizados, com dados confiáveis, seguros e integrados ao restante da gestão de frotas.
A integração via API possibilita ao SIECON acessar e consolidar automaticamente essas informações, permitindo o monitoramento em tempo real das operações de abastecimento, além de garantir uma gestão unificada e transparente, totalmente alinhada aos demais controles do módulo de Frotas. Com isso, sua empresa alcança mais precisão no controle de consumo, o que facilita a gestão de custos e contribui diretamente para uma operação mais eficiente, sustentável e inteligente. Nossa missão é oferecer soluções cada vez mais eficientes e inovadoras, que permitam aos nossos clientes conquistar ganhos reais de produtividade, segurança e sustentabilidade em todas as áreas da operação. Se sua empresa já utiliza o módulo de Frotas do SIECON, esta é a oportunidade de levar a gestão para o próximo nível, com mais automação e inteligência.

Reforma tributária: projeto pode mudar cálculo do ITBI e elevar imposto sobre venda de imóveis

Está em análise na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado o Projeto de Lei Complementar da Câmara (PLP 108/2024), que permite a cobrança do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) com base em estimativa da prefeitura sobre o valor do imóvel. A medida seria aplicada em vez de considerar o valor da compra informado pelo contribuinte. Em audiência pública do colegiado, diversos especialistas criticaram o projeto. A proposta dá continuidade à reforma tributária e é relatada pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM). Pelo projeto, a prefeitura deverá considerar critérios como a análise de preços praticados no mercado imobiliário e informações prestadas pelos cartórios para chegar ao valor venal — ou seja, o valor pelo qual o imóvel seria negociado à vista, em condições normais de mercado. Na avaliação dos especialistas presentes ao debate no Senado, o dispositivo pode elevar a carga tributária e aumentar a judicialização.

Consequências: alta do ITBI e da judicialização

O especialista em direito tributário e presidente do Comitê de Transação Tributária da Associação Brasileira da Advocacia Tributária (ABAT), Eduardo Natal, ouvido pelo Brasil 61, explica que a medida contraria decisões do Superior Tribunal de Justiça (STJ) no Tema 1.113. O tribunal reconheceu que a base de cálculo do ITBI deve ser o valor declarado na transação, salvo em casos de fraude, subfaturamento ou simulação. Na avaliação dele, permitir que os municípios adotem valores estimados para os imóveis rompe com a orientação do STJ. Além disso, o especialista afirma que a proposta “representa um retrocesso jurídico relevante” e cria um ambiente propício à “elevação artificial da base de cálculo”. Do ponto de vista econômico, Natal afirma que, caso os municípios passem a adotar valores superiores aos praticados no mercado, é possível que o ITBI suba substancialmente. “O que nós temos é que, além do possível aumento de base de cálculo, que é um aumento direto de carga tributária, nós vamos ter também um aumento indireto, porque o contribuinte que não concordar com a base de cálculo, o valor venal que vai ser unilateralmente fixado pela prefeitura, e quiser contestar esse valor, ele vai ter que contratar um perito, submeter um laudo à análise dentro de um processo administrativo”, pontua Eduardo Natal.
“Se esse processo administrativo não trouxer um resultado favorável ao contribuinte, ele pode acabar judicializando. Enfim, isso realmente vai ter um custo alto em relação à carga tributária”, completa.
Eduardo Natal destaca que é bastante provável o aumento no número de pessoas recorrendo ao Judiciário para contestar os valores estipulados pelos municípios. Segundo o especialista, a experiência com tributos como ISS, IPTU e ICMS-ST já demonstrou que adotar valores arbitrados apenas por uma das partes — neste caso, o Estado — gera um elevado número de contestações. Natal pontua que a discussão do tema já passou pelo STF e STJ e, agora, segue no Congresso. “A nova legislação proposta nos termos em que está não resolverá o problema. Isso, com certeza, só vai aumentar o contencioso em relação a esse tributo”, diz.

Reflexos para compradores de imóveis em áreas urbanas

De acordo com o especialista em direito tributário, a medida pode gerar efeitos financeiros e jurídicos negativos para compradores em áreas urbanas, principalmente dos grandes centros. Entre as dificuldades enfrentadas pelos compradores está o aumento do valor do ITBI, que poderá ser calculado com base em estimativas inflacionadas. “Porque a base de cálculo provavelmente nos grandes municípios deverá, como de praxe já é, ser bastante super avaliada, o que vai causar, então, uma grande discussão, vai gerar um contencioso por parte dos contribuintes que não eventualmente concordarem com essa majoração”, frisa Natal. Além disso, os interessados em adquirir um imóvel poderão enfrentar dificuldades para lavrar a escritura se o valor arbitrado pela prefeitura for contestado. “Se ficar pendente o recolhimento do ITBI em função de alguma discussão sobre a base de cálculo e o momento da cobrança do tributo, não se lavra a escritura.” Outro efeito será a necessidade de gastos adicionais com laudos e processos administrativos ou judiciais – caso sejam necessários. Eduardo Natal avalia, ainda, que a proposta não deveria integrar dispositivos da reforma tributária. “É realmente inadequado esse projeto nessa parte, realmente não há uma adequação, não deveria ser objeto dessa reforma, que é uma reforma do consumo, em que se inseriu inadvertidamente um tributo sobre o patrimônio.” O texto segue em análise na CCJ.

Projetos de energia renovável no Nordeste impulsionam desenvolvimento com apoio do FDNE

O compromisso do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) em mobilizar investimentos para infraestrutura energética sustentável contribui para que o país reduza a emissão de gases de efeito estufa e contenha os impactos das mudanças climáticas. Em regiões historicamente vulneráveis, as fontes de energia renovável também desempenham um papel importante no crescimento econômico e social.

Nesse contexto, dois empreendimentos financiados pelo Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE) demonstram como as contrapartidas sociais exigidas pelo Governo Federal têm garantido que os benefícios da transição energética cheguem diretamente às comunidades. São eles: a Central Geradora Eólica Seridó, nos estados do Rio Grande do Norte e da Paraíba, e o Complexo Solar Monte Verde, no Rio Grande do Norte. Juntos, os projetos receberam mais de R$ 580 milhões em aportes públicos.

Além da geração de energia limpa, a Coordenadora da Coordenação do FDNE na Sudene, Anita de Cássia, ressalta que o impacto desses empreendimentos também possibilita a autonomia de municípios pequenos e mais afastados das áreas metropolitanas. “Ajudam a descentralizar a produção de energia. Em vez de depender só das grandes usinas, conseguimos distribuir melhor essa geração, o que dá mais segurança para o sistema e favorece o crescimento de arranjos produtivos locais”, explica.

O secretário nacional de Fundos e Instrumentos Financeiros do MIDR, Eduardo Tavares, revela que o FDNE terá, em breve, mais fontes de recursos para investir em projetos com grande potencial para promoção da cidadania. “No Nordeste, o FDNE é o principal fundo operado pelo Banco do Nordeste, com R$ 47 bilhões previstos para este ano. Dentro da programação, a gente tem R$ 9,5 bilhões para infraestrutura. No âmbito da secretaria, estamos trabalhando em uma estratégia para captar U$ 300 milhões do Banco Mundial para os Fundos de Desenvolvimento, com prioridade de investimento, inclusive, para projetos de saneamento no Nordeste”, afirmou Tavares.

Central Eólica do Seridó

Localizadas nos municípios de Parelhas (RN) e Santa Luzia (PB), as unidades III e VI da Central Geradora Eólica Seridó receberam apoio de R$ 173 milhões do FDNE. Com dez novos aerogeradores em operação desde janeiro de 2024, as unidades somam 45 MW de potência instalada.

Durante a fase de construção, a obra gerou 1.360 empregos diretos e indiretos. Agora, na etapa operacional, o sistema exige apenas três técnicos em campo, o que ressalta a importância das ações sociais implementadas como contrapartida. Os projetos movimentam a economia regional por meio do aumento da demanda por serviços locais, como transporte, alimentação e materiais de construção. “Pequenos e médios negócios da região passam a fornecer para os canteiros de obras e para os profissionais que chegam com os projetos. Depois disso, e de forma mais duradoura, há impacto sobre a infraestrutura local”, completa a coordenadora.

A Central Geradora Eólica Seridó promoveu uma série de iniciativas, entre elas:

  • Capacitação profissional de 70 trabalhadores da construção civil em parceria com o SENAI-RN, com foco na inclusão feminina;

  • Apoio ao turismo de base comunitária no Geoparque Seridó (UNESCO), com capacitação de 40 guias;

  • Instalação de sistema fotovoltaico no hospital municipal de Parelhas;

  • Campanha RN+Limpo, de educação ambiental e coleta de resíduos eletrônicos, envolvendo 12 mil estudantes em 12 municípios;

  • Obras de infraestrutura viária, com recapeamento das rodovias RN-086 e RN-085;

  • Instalação de parquinho infantil em escola de educação infantil;

  • Apoio à rede de catadores Recicla Seridó, com capacitação e entrega de equipamentos;

  • Compensação ambiental com o plantio de 125 mil mudas nativas em 50 hectares.

Complexo Solar Monte Verde

Com investimento de R$ 411 milhões do FDNE, o Complexo Solar Monte Verde está em funcionamento nos municípios de Lajes, Jandaíra e Pedro Avelino (RN) desde abril de 2024. Com suas quatro usinas fotovoltaicas (Monte Verde II, III, IV e V), o complexo atinge 212 MW de capacidade instalada. A fase de implantação gerou 200 empregos diretos e 100 indiretos; para a operação do complexo, foram ocupados 13 empregos diretos e 5 indiretos.

A empresa EDP Renováveis, responsável pelo projeto, também executa programas voltados ao desenvolvimento socioeconômico, como o EDP Renováveis Rural, que incentiva a agricultura familiar no semiárido, com práticas sustentáveis como uso racional da água, produção sem agrotóxicos e capacitações em marketing e comercialização; e o EDP nas Escolas, que promove cidadania e saúde em escolas públicas, em parceria com secretarias de ensino.

“As contrapartidas ajudam a fazer com que os empreendimentos de grande porte sejam instrumentos de transformação local. São um mecanismo essencial para garantir que o desenvolvimento venha acompanhado da inclusão social e geração de oportunidades, além de melhoria da qualidade de vida”, conclui Anita.

Vendas de cimento crescem 6,5% em maio

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As vendas de cimento no Brasil registraram uma alta de 6,5% em maio de 2025, em comparação com o mesmo mês do ano passado, segundo dados do Sindicato Nacional da Indústria de Cimento (SNIC). Foram comercializadas 5,7 milhões de toneladas no mês de maio. Nos cinco primeiros meses do ano, houve um crescimento de 4,6% nas vendas.

O relatório setorial aponta que o mercado de trabalho aquecido foi o principal indutor do crescimento nas vendas.

O documento ainda indica que a confiança do consumidor também subiu em maio. A confiança do setor da construção, por outro lado, recuou mais uma vez, atingindo o menor índice desde junho de 2021.

Nos quatro primeiros meses do ano, o volume de recursos da poupança direcionado pelos bancos para financiar a construção recuou 48,6% em relação ao mesmo período de 2024.

O setor aponta que a inflação alta, a taxa de juros em 14,75% ao ano, os sinais de desaceleração da economia e os cortes no orçamento do governo federal, geram incerteza para o setor produtivo.

“O financiamento imobiliário apresentou uma forte queda de 70,4% de unidades no acumulado até abril de 2025, já refletindo a alta da Selic. A majoração da taxa básica de juros amplia a concorrência dos ativos financeiros frente aos ativos imobiliários. Ou seja, o investidor que aplicaria recursos em imóveis passa a destiná-lo para outras frentes financeiras, o que é extremamente preocupante para o mercado da construção civil e vendas de cimento” diz Paulo Camillo Penna, presidente do SNIC.

FOTO MATÉRIA: Foto: Washington Alves/Reuters