sábado, março 7, 2026
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FEICON 2025: O Maior Evento da Construção Civil e Arquitetura da América Latina

A 29ª edição da FEICON, principal feira de construção civil e arquitetura da América Latina, ocorrerá de 8 a 11 de abril de 2025 no São Paulo Expo, em São Paulo. Este evento marca o início do calendário da construção civil no Brasil, reunindo os principais players do setor e apresentando as mais recentes inovações e tendências.

Destaques da FEICON 2025:

  • Exposição Abrangente: Mais de 1.000 marcas expositoras dos segmentos de acabamentos, estruturas, instalações e áreas externas estarão presentes, oferecendo uma visão completa do mercado.

  • Público Diversificado: A feira espera receber cerca de 100 mil visitantes de 70 países, incluindo varejistas, distribuidores, engenheiros, construtores, arquitetos e outros profissionais do setor.

  • Feiconference: Paralelamente à feira, ocorrerá a primeira edição da Feiconference, uma conferência internacional de construção e arquitetura com mais de 50 palestras e painéis divididos em dois palcos. O evento abordará temas como práticas sustentáveis, transformação digital, liderança estratégica e novos modelos de negócios.

  • Experiências e Conteúdos: Os participantes terão acesso a mais de 200 horas de conteúdo, incluindo palestras, workshops e outras atividades que abordarão tendências, inovações e tecnologias essenciais para profissionais da construção e arquitetura se atualizarem no mercado.

Credenciamento:

O credenciamento para visitantes é rápido, fácil e gratuito. Basta acessar a área de credenciamento no site oficial da FEICON, preencher os dados solicitados e imprimir a credencial do evento, evitando filas na entrada e otimizando o tempo para explorar as diversas ofertas e oportunidades disponíveis.

Localização:

O evento será realizado no São Paulo Expo, localizado na Rodovia dos Imigrantes, em São Paulo/SP. O local oferece infraestrutura moderna e de fácil acesso para os participantes.

Para mais informações e atualizações sobre a FEICON 2025, visite o site oficial aqui.

A FEICON 2025 promete ser um marco no setor da construção civil e arquitetura, oferecendo uma plataforma única para negócios, networking e atualização profissional.

Centro-Oeste: com investimento em logística, região pode triplicar capacidade produtiva, diz Caiado

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Um modelo de contratação pautado em menos burocracia e garantia de eficiência no uso dos recursos públicos, baseado no Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (OSC). A nova modalidade de contratação de obras públicas que vem sendo usada pelo estado de Goiás é um exemplo bem sucedido para destravar as intervenções e ser colocado como modelo a ser seguido em todo o país.

O formato foi defendido pelo governador de Goiás, Ronaldo Caiado, durante participação no CNN Talks, evento que teve como tema “Os desafios para o avanço da Infraestrutura no Brasil”, realizado pela emissora de TV em Brasília, esta semana.

Logística: chave para a expansão regional

Por estarem localizados no centro do país e com grandes distâncias até os portos de escoamento da produção, os estados da região Centro-Oeste têm sua competitividade comprometida em relação a outras regiões, afirmou o governador de Goiás durante a conversa.

Caiado defendeu que a logística é o ponto-chave para que a capacidade de produção da região seja aumentada.

“O Centro-Oeste hoje tem uma capacidade que pode ser triplicada no momento que nós tivermos esse avanço da parte de logística de rodovias e de ferrovias. Goiás é o estado central e, como tal, hoje tem uma posição extremamente importante por estar equidistante de todos os pontos do país”, declarou o governador.

Quem concordou com o discurso do líder goiano foi o governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, que ainda acrescentou que a burocracia e o baixo investimento em infraestrutura prejudicam o avanço e o crescimento do país.

“Um país que investe apenas 2% em infraestrutura ficará preso a gargalos logísticos, prejudicando a produtividade e a eficiência e comprometendo a competitividade econômica”, destacou Mendes.

Modelo a ser seguido

O novo modelo de contratação de obras adotado pelo estado de Goiás tem como objetivo superar os entraves das licitações convencionais e agilizar os processos. A nova metodologia reduz de cerca de 10 meses para apenas um mês o processo seletivo para credenciar empresas qualificadas — mudança que consegue acelerar a entrega de obras, reduzir a burocracia e evitar prejuízos ao estado.

Cerca de 740 quilômetros de pavimentação de rodovias goianas serão feitos por meio do novo modelo de contratação, que vai ser usado na execução de 18 obras rodoviárias — um investimento de cerca de R$ 1,5 bilhão. Entre as rodovias que receberão as melhorias, estão as GO-206, GO-050, GO-411, GO-180, GO-139, GO-439, GO-461, GO-470, GO-220, entre outras, beneficiando todas as regiões de Goiás.

Informatização na Construção Civil: A transformação que gera valor e agilidade em empresas do ramo

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A digitalização na construção civil não é mais uma tendência distante, mas uma realidade acessível para toda construtora ou empresa do ramo civil. Embora as grandes empresas do setor já estejam fazendo uso de tecnologias avançadas, pequenas e médias construtoras também podem se beneficiar da transformação digital, especialmente quando se trata de otimizar a gestão de obras e melhorar a tomada de decisões no dia a dia

1. Agilidade na Gestão de Obras

A gestão de obras, comumente feita de forma manual ou em planilhas, pode ser demorada e propensa a erros. A digitalização de processos, como o controle de materiais, cronograma de obras e orçamentos, traz mais agilidade e segurança. Utilizar ferramentas simples e acessíveis para monitorar o andamento da obra e controlar os custos, por exemplo, pode reduzir significativamente o retrabalho e os imprevistos, além de evitar a perda de tempo com processos burocráticos.

2. Melhoria na Comunicação entre as Equipes

Em muitas construtoras a comunicação entre os diversos departamentos e equipes de campo nem sempre é fluida. Ferramentas digitais permitem que engenheiros, mestres de obra, e equipes administrativas compartilhem informações em tempo real, seja sobre o andamento da obra ou sobre a necessidade de materiais e recursos. Isso reduz a possibilidade de erros de comunicação e garante que todos estejam alinhados com os objetivos e prazos da obra.

3. Controle Financeiro Eficiente

O controle financeiro nas construtoras de pequeno e médio porte costuma ser um dos maiores desafios. Com o uso de ferramentas digitais, é possível ter um controle mais preciso dos custos de obra, das compras realizadas e das previsões de gastos. A automação desses processos ajuda a evitar erros de cálculo e facilita a gestão do fluxo de caixa, o que é crucial para a saúde financeira da empresa.

4. Planejamento e Previsão

A informatização também ajuda a melhorar o planejamento e a previsão de custos e prazos. Ferramentas simples de gestão de projetos, que podem ser acessadas por smartphones ou computadores, ajudam a identificar possíveis gargalos ou atrasos na obra antes que se tornem um problema maior. Com isso, a construtora consegue tomar decisões mais rápidas e assertivas, evitando custos inesperados e garantindo que o projeto siga dentro do orçamento.

5. Acessibilidade e Custos Reduzidos

Uma das grandes vantagens da digitalização é que ela já não é exclusiva das grandes empresas, e muitas soluções já estão acessíveis e com custo-benefício adequado para as construtoras menores. Ferramentas digitais, como sistemas ERP, que centralizam todas as informações da obra, permitem que pequenas empresas melhorem sua organização sem a necessidade de grandes investimentos iniciais. Isso oferece um retorno rápido, especialmente ao evitar desperdícios e melhorar a eficiência operacional.

Adotar a digitalização não significa transformar completamente os processos de uma hora para outra, mas sim encontrar ferramentas que atendam às necessidades reais do seu negócio e que possam ser implementadas gradualmente. Para as construtoras menores, a informatização oferece um caminho claro para maior competitividade e sustentabilidade no mercado.

Leilão levanta R$ 800 milhões para ferrovia Transnordestina

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O leilão das cotas escriturais do Fundo de Investimento do Nordeste (Finor) ocorreu na última sexta-feira (21), na Bolsa de Valores do Brasil (B3), e angariou R$ 800 milhões que serão investidos nas obras da ferrovia Transnordestina, por meio do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE). O Finor, administrado pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), está em processo de encerramento de suas atividades. De acordo com o Banco do Nordeste, foram negociadas 939 bilhões de cotas do Finor.

O secretário Nacional de Fundos e Instrumentos Financeiros, Eduardo Tavares, destacou a importância de direcionar os recursos do leilão para projetos vinculados ao Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC). “Graças a um trabalho conjunto do Governo Federal e Congresso Nacional, estamos garantindo R$ 800 milhões com impactos positivos para todo o país”, ressaltou.

O programa tem atuado fortemente na implementação, retomada e conclusão de obras em diversas frentes. São investimentos em infraestrutura hídrica, mobilidade urbana sustentável, moradia, urbanização, prevenção de desastres, educação básica e superior, cultura, esportes, geração de energia e saúde.

Transnordestina

A ferrovia Transnordestina está sendo projetada para ligar o Porto de Pecém, no Ceará, e o Porto de Suape, em Pernambuco, até o cerrado do Piauí, no município de Eliseu Martins, com extensão total de 1.753 km. Futuramente ela poderá se conectar com a ferrovia Norte-Sul, em Porto Franco (MA). A fase 1 das obras, que vai do PI até o porto do Pecém, está com 72% de avanço físico.

Em janeiro deste ano, o MIDR, em articulação com a Casa Civil, aprovou, por meio da Diretoria Colegiada da Sudene, a liberação de R$ 400 milhões em recursos do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE) para o financiamento das obras.

Considerada a maior obra logística do Nordeste e um dos principais projetos de infraestrutura do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), a ferrovia servirá para o transporte de grãos, minérios, combustíveis e fertilizantes, e impulsionará atividades econômicas de diversos arranjos produtivos da região.

Fonte: MIDR

Tecon Santos 10: projeto de terminal de contêineres prevê acesso rodoviário amplo e expande capacidade do porto em 50%

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O projeto que trata do arrendamento do Terminal de Contêineres Santos 10 (Tecon Santos 10) deve garantir acesso rodoviário ao porto, sem comprometer a logística do local. A informação foi dada pelo superintendente de Projetos Portuários e Aquaviários na Infra S.A, Fernando Corrêa dos Santos, durante audiência pública realizada pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), nesta terça-feira (18).

Na ocasião, ele afirmou que a ideia é que haja a conexão de uma segunda entrada da margem direita de Santos. O projeto deve ser executado pela Ecovias até 2026. Além disso, a proposta prevê um novo viaduto que liga o bairro Alemoa à Via Anchieta.

“Primeiramente falando sobre a questão da acessibilidade rodoviária aos terminais, é importante destacar que o arrendatário pode realizar investimentos fora da área do arrendamento. No caso, foi identificado que haveria uma sobreposição e que esses investimentos já estão devidamente alocados, e serão realizados por meio da Ecovias, dentro de um convênio que já foi firmado junto com a autoridade portuária de Santos”, pontua.

A audiência pública também contou com a presença do secretário Nacional de Portos, Alex Sandro Ávila. Segundo ele, o debate sobre o tema é relevante, tendo em vista a importância do empreendimento e do impacto positivo proporcionado ao setor e à economia do país.

“Com o aumento de capacidade de forma significativa no porto, e obviamente que a gente também leva em consideração o período. Sobre o modelo, já havia um estudo em andamento, com os passos, os grandes elementos relativos ao modelo, tendo sido feito lá em 2022. Entendemos por bem, até por conta dos momentos – porque passamos por um momento diferente hoje – tanto de diretriz de política pública, quanto de um momento da nossa logística nacional, de promovermos esse amplo debate com toda a comunidade portuária”, considera.

A estimativa do Ministério de Portos e Aeroportos (MPOR) é de que o investimento no projeto seja de R$ 5,6 bilhões. O empreendimento entrou em consulta pública para o projeto de concessão no último dia 20 de fevereiro, sob a expectativa de ser o maior leilão da história portuária no Brasil. O critério da licitação será o maior valor de outorga, cuja quantia mínima deverá ser de R$ 1,2 bilhão.

Vale destacar que a realização das contribuições deve ocorrer até o dia 24 de março. O procedimento deve ser feito por meio e na forma do formulário eletrônico disponível no site da ANTAQ. Não serão aceitas contribuições enviadas por qualquer outro meio.

Capacidade

O empreendimento será construído do zero, com capacidade para movimentar 3,5 milhões de contêineres por ano, em quatro berços de atracação. Informações disponibilizadas pelo MPOR revelam, ainda, que o Tecon Santos 10 contribuirá para um crescimento de 50% na capacidade do porto para a movimentação de contêineres.

O ministério acredita que o projeto dará condições para a cidade paulista se tornar um hub port para a América Latina, ou seja, um megaterminal com capacidade para receber consideráveis volumes de carga que, posteriormente, serão despachados para portos menores espalhados pelo continente.

Posição do Brasil no mundo

Atualmente, o Brasil ocupa a 46ª posição mundial quanto à oferta de capacidade para movimentação de contêineres. A partir do Tecon Santos 10, o país assumirá a 15ª colocação. Se os asiáticos não forem levados em conta, o Brasil ficará em 3º no ranking.

Para se ter uma ideia do patamar brasileiro no setor, a movimentação portuária atingiu, em 2024, o recorde de 1,32 bilhão de toneladas. O resultado foi registrado a partir de uma elevação de 1,18% na comparação com 2023.

Confira o cronograma:

  • 31/01/2025 – aprovação dos estudos técnicos e modelagem pela Secretaria Nacional de Portos e envio à ANTAQ
  • Até 20/02/2025 – início do processo de audiência pública, pela ANTAQ, com abertura da consulta pública
  • 18/03/2025 – realização da audiência pública presencial para colheita de contribuições
  • 25/03/2025 – encerramento do processo de audiência pública
  • Até 24/04/2025 – consolidação das contribuições da audiência pública, apresentação dos elementos acolhidos e justificativa dos não acolhidos. Aprovação pela ANTAQ e envio à Secretaria Nacional de Portos.
  • 25/04/2025 – envio do processo ao TCU.
  • 25/08/2025 – aprovação pelo TCU. Considerando prazo estimado de 120 dias, sendo 90 com área técnica + 30 com ministro relator.
  • Até 10/09/2025 – ajustes técnicos após análise do TCU e publicação do edital de leilão.
  • 10/12/2025 – abertura de leilão.
  • Até 30/06/2026 – Assinatura do contrato.

SIECON: O ERP Especializado para Transformar a Gestão da Construção Civil

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Gerenciar uma construtora exige mais do que eficiência – requer controle absoluto e o uso de tecnologias avançadas. O SIECON é o ERP desenvolvido exclusivamente para o setor da construção civil, proporcionando a solução perfeita para otimizar processos, reduzir desperdícios e maximizar a rentabilidade. Com mais de 800 construtoras e 15.000 usuários ativos em todo o Brasil, o SIECON oferece uma plataforma integrada que abrange todos os processos essenciais: da engenharia ao suprimento, comercial e financeiro.

Esse sistema robusto e intuitivo não apenas melhora a gestão de obras, mas também garante a redução de custos, o aumento da eficiência e o aprimoramento da tomada de decisões em tempo real. Ao contar com tecnologia em nuvem, o SIECON permite que a equipe de gestão tenha acesso remoto a qualquer momento e de qualquer lugar, proporcionando flexibilidade e controle total sobre as operações.

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Taxação do alumínio e aço afeta relação comercial histórica entre Brasil e EUA, afirma presidente da CNI

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A taxação de 25% imposta pelos Estados Unidos sobre o aço e alumínio exportados pelo Brasil tem causado preocupação para o setor industrial brasileiro. De acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a medida, que entrou em vigor no dia 12 de março, afeta a competitividade do setor produtivo.

Entre as principais consequências, a entidade aponta impactos negativos quanto à “complementariedade e parceria consolidadas entre as indústrias brasileira e norte-americana.”

O presidente da CNI, Ricardo Alban, lembra que, historicamente, a relação entre os dois países tem valorizado as vantagens competitivas de cada nação. Na avaliação dele, a taxação revela que há uma falta de percepção da complementariedade construída ao longo dos anos.

“O reposicionamento global dos Estados Unidos nos preocupa. Não temos dúvida de que há um equívoco quanto à relação com o Brasil, principalmente no que tange ao aço e ao alumínio”, destaca.

De acordo com a CNI, o país norte-americano é o principal parceiro do Brasil nas exportações da indústria de transformação, sobretudo em negociações de produtos com maior intensidade tecnológica, comércio de serviços e investimentos bilaterais.

No ano passado, a indústria de transformação nacional exportou US$ 31,6 bilhões em produtos para os Estados Unidos. Além disso, 54% das exportações brasileiras de ferro e aço são para aquele país.

Em relação ao alumínio, os Estados Unidos são considerados um importante parceiro comercial, uma vez que as exportações brasileiras do metal correspondem a 16,8%, com movimentação de US$ 267 milhões. Quanto ao volume, os Estados Unidos foram o destino de 13,5% das exportações brasileiras de produtos de alumínio.

Cimento: setor projeta vendas de 65,5 milhões t em 2025

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Segundo dados do Sindicato Nacional da Indústria de Cimento (SNIC), as vendas internas de cimento somaram 5,2 milhões de toneladas em janeiro de 2025, um crescimento de 5,3% em relação ao mesmo mês de 2024 e uma alta de 10% frente a dezembro último. Por dia útil, que considera o número de dias trabalhados e tem forte influência no consumo, a comercialização de cimento foi de 215,6 mil toneladas em janeiro e representa uma evolução de 5,4%, comparado ao mesmo mês do ano anterior e queda de 1,1% em relação a dezembro de 2024.

O resultado é atribuído ao aquecimento constante do mercado de trabalho e renda da população, com a massa salarial em alta, desemprego em nível baixo e recorde em carteiras assinadas. Além disso, o mercado imobiliário, importante indutor no consumo de cimento, registrou crescimento no financiamento em 2024. No entanto, apesar da demanda aquecida da construção civil, o setor começa a sentir os impactos da pressão inflacionária, do custo de mão-de-obra, da continuidade do aumento da taxa de juros (13,25%) e do endividamento e inadimplência elevados, que exercem pressão na situação financeira e no consumo das famílias, contribuindo, inclusive, para a queda na confiança do consumidor no mês de janeiro. Na construção e indústria, a confiança também piorou. O ambiente econômico com a Selic em elevação (com probabilidade de atingir 15% até dezembro) e câmbio desvalorizado já representa um desafio para as empresas.

As incertezas fiscais somadas à trajetória de alta de Selic anunciada pelo Banco Central criaram perspectivas do setor para o ano mais conservadoras. Ainda assim, a indústria do cimento segue otimista com a possibilidade de elevar a presença do cimento e do pavimento de concreto como opção nas licitações de ruas, estradas e rodovias. Fatores como esses levam a uma projeção de crescimento de consumo do produto estimada em 1% para este ano, o que representa um acréscimo de 650 mil toneladas de cimento, atingindo um total anual de 65,5 milhões. Na perspectiva da sustentabilidade, o ano de 2025 traz desafios importantes para o setor produtivo como a regulamentação do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões – Mercado de Carbono, bem como a definição de metas de descarbonização setoriais no âmbito do Plano Clima, quando se avizinha a COP30.

“A expectativa para 2025 é positiva, o mercado imobiliário ainda seguirá como importante indutor do consumo do cimento, impulsionado pelo programa Minha Casa, Minha Vida. Na agenda da infraestrutura é esperado um melhor desempenho do PAC e o crescente uso do pavimento de concreto para a recuperação das vias, que possibilitará o adequado e eficiente escoamento da safra recorde no País. No radar do setor também estão as concessões de saneamento que devem ser efetivadas em 2025 e gerarão demanda no médio prazo, dois ou três anos do início dos contratos, quando as construções de estações de tratamento de água e esgoto, de fato, começam”, disse Paulo Camillo Penna, presidente do SNIC.

Fossa ecológica: projeto financiado pelo BASA é alternativa para tratamento de esgoto de forma sustentável

Já imaginou um tratamento sanitário feito com a ajuda de plantas? É justamente essa ideia que orienta um projeto desempenhado na Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA) – campus Capitão Poço (PA). Trata-se de uma fossa ecológica denominada Bacia de Evapotranspiração (BET). Segundo a coordenadora do projeto, professora Thaisa Pegoraro, o sistema é uma alternativa eficiente para tratamento do esgoto, que funciona de forma independente da rede pública.

“Nós precisamos construir um tanque totalmente impermeabilizado, feito de ferrocimento ou de alvenaria. Sobre esse tanque nós colocamos uma camada de pneus horizontais, por onde o esgoto do banheiro vai ser conectado. Acima desses pneus, nós dispomos camadas de materiais de construção civil, os entulhos, o seixo, a areia e depois o solo. Esses diferentes materiais vão funcionar como filtros. Na superfície do sistema nós inserimos plantas de folha larga, que são as bananeiras, os tajás, os mamoeiros, com grande capacidade de retirar água do sistema e devolver essa água para a atmosfera”, explica.

Vale destacar que, dentro do tanque, também ocorre um processo de decomposição, chamado de fermentação, realizado pelas bactérias. Esse processo é a quebra ou a degradação do esgoto, essencial para o funcionamento do sistema e para que o esgoto chegue nas camadas superiores de forma mais limpa.

Em um ano e meio de projeto, cerca de oito fossas ecológicas já foram instaladas pelo grupo coordenado por Thaisa, sobretudo em escolas da região. A estimativa é que outras cinco unidades sejam instaladas em 2025.

Uma das estruturas foi instalada na escola Humberto Fernandes, no município de Garrafão do Norte (PA), para atender cerca de 60 alunos. Até então, a unidade escolar contava com uma fossa rudimentar. O sistema também foi implantado na escola Dionísio Hage, em Capitão Poço (PA), com cerca de 170 alunos beneficiados. Nesse último caso, a fossa antiga não atendia mais as necessidades e precisava ser substituída.

“Como ambos os sistemas anteriores apresentavam alto risco de contaminação, principalmente no solo bastante arenoso da região, acreditamos que as Bacias de Evapotranspiração irão trazer melhoria da qualidade ambiental, impactando na saúde da população atendida”, considera.

Até o momento, essas estruturas devem ter tratado cerca de 1,2 milhão de litros de efluentes, levando em consideração a literatura que estabelece uma geração de águas escuras de 30 litros por dia em residência, e 15 litros por dia em escola. “Porém, destaco que várias dessas Bacias de Evapotranspiração foram recém-instaladas, entregues no final do ano passado. Até o final de 2025, estimamos um volume de 3 a 3,5 milhões de litros de esgoto oriundos dos vasos sanitários que passaram pelos nossos sistemas”, afirma a coordenadora.

Financiamento pelo BASA

Além da colaboração das comunidades com a disponibilidade de alguns materiais, assim como a participação direta dos alunos da UFRA Capitão Poço, o projeto da Bacia de Evapotranspiração conta com um financiamento do Banco da Amazônia (BASA). Segundo a professora Thaisa Pegoraro, essa parceria com a instituição financeira é essencial para a elaboração dessa iniciativa.

“O recurso que vem para a universidade, infelizmente não é suficiente para atender a infraestrutura destinada a projetos de pesquisa e extensão. Então, é por este motivo que a parceria com o BASA é realmente essencial e nós também somos muito gratos a isso”, afirma.

Amazônia Infraestrutura Verde

O BASA, juntamente com outras instituições, disponibiliza uma linha de crédito específica para projetos como o da fossa ecológica. Por meio desta linha de crédito, os recursos financeiros serão destinados, por exemplo, a projetos em áreas como infraestrutura para água e esgoto, com soluções que garantam o acesso à água potável e saneamento básico, e geração de energia elétrica de fontes renováveis, com incentivo à produção de energia limpa e sustentável, entre outros. Essa linha faz parte da linha Amazônia Infraestrutura Verde.

De acordo com o BASA, esse tipo de financiamento pode ser contratado por empresas de todos os portes, com exceção dos microempreendedores individuais. A linha leva em conta a Taxa de Juros dos Fundos Constitucionais (TFC) – ajustada de acordo com cada setor, porte ou finalidade do projeto. Em relação aos prazos, há algumas diferenças:

  • Prazo Total: até 34 anos, com carência de até 08 anos.
  • Para Capital de Giro: até 36 meses, incluída a carência.
  • Garantias: As usuais do Banco da Amazônia.

Áreas apoiadas

As informações divulgadas pelo banco mostram que, nesse tipo de financiamento específico, as áreas beneficiadas são infraestrutura para água e esgoto, geração de energia elétrica de fontes renováveis, usinas de compostagem ou aterro sanitário sustentável e armazenamento de energia de fonte renovável.

Além dessas, a linhas apoiam projetos de portos e aeroportos sustentáveis, transmissão e distribuição de energia, sistema de telefonia fixa ou móvel e banda larga em comunidades e demais obras estruturantes e sustentáveis.

Proner: programa quer abrir 10 mil quilômetros de estradas rurais por ano

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O Programa Nacional de Estradas Rurais (Proner), anunciado pelo governo no último dia 26, tem como um dos objetivos abrir 10 mil quilômetros de estradas rurais por ano. Outra meta é alcançar uma média nacional do Índice de Condição da Malha do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) de 60%, até 2030.

A iniciativa foi apresentada com a intenção de promover a expansão e recuperação de estradas vicinais, fundamentais para o escoamento da produção agropecuária. A portaria que trata da medida foi assinada pelo ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, e publicada no Diário Oficial da União (DOU).

A ideia do projeto é conectar regiões produtoras aos centros consumidores e aos aparelhos logísticos de exportação, como destaca Fávaro, ao afirmar que o projeto vai contribuir para o processo de produção e fornecimento de alimentos para a população.

“Por isso, o Mapa investe na recuperação de estradas que permitem, não apenas que os alimentos cheguem com qualidade e com melhor preço à mesa das pessoas, mas contribuam substancialmente para a melhoria da qualidade de vida da população rural, melhorando acesso às escolas, unidades de saúde e ao comércio”, afirmou.

A execução do programa será coordenada pela Subsecretaria de Orçamento, Planejamento e Administração, vinculada à Secretaria-Executiva do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Vale destacar que a Subsecretaria ficará responsável por editar instruções normativas para definir critérios de priorização no uso de créditos orçamentários.

A implementação do projeto deve ocorrer em parceria com organizações públicas, privadas e internacionais. Diante disso, serão aplicados recursos públicos e avaliações periódicas dos resultados e impactos gerados.

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