sábado, março 7, 2026
spot_imgspot_imgspot_imgspot_img
Home Blog Página 14

Covid-19: Países adotam medidas em defesa do setor da construção

0

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) fez um levantamento sobre algumas medidas que os Estados Unidos, Londres, Canadá (Quebec), Portugal e França estão adotando para atenuar os efeitos sociais e econômicos da pandemia do coronavírus (Covid-19) às empresas da construção civil de seus países.

Nos Estados Unidos, o governo federal não determinou o fechamento de obras, mas no dia 17 de março as autoridades de Boston promoveram a primeira grande paralisação do setor nos EUA, fechando todas as construções da cidade devido às preocupações crescentes com a propagação do vírus. Empreiteiros e construtores locais foram obrigados a encerrar todo o trabalho nos canteiros de obras, deixando, em alguns casos, equipes para proteger materiais e monitorar as obras.

A National Association of Home Builders (NAHB) atua junto à administração para explorar um pacote de estímulo à habitação. Discussão sobre o tema está prevista para o dia 23/3 entre as entidades interessadas e a Casa Branca.

Em Londres, especialistas alertam que uma possível paralisação será um desastre para o setor e poderá colocar empresas de pequeno e grande portes fora do mercado. A indicação é para que as empresas façam planos de contingência para a perspectiva de fechamento das redes de transporte e viagens para a cidade. O trabalho em muitos canteiros de obras pode parar se Londres for confinada.

Em Quebec/Canadá, duas das principais federações de sindicatos da construção pediram ao governo o fechamento dos canteiros de obras para evitar a disseminação do Covid-19. Segundo elas, muitos locais carecem de água e sabão para lavar as mãos e banheiros com água corrente e seus trabalhadores costumam ficar em locais fechados, movendo-se frequentemente e compartilhando suas ferramentas.

Em Portugal, estão sendo sugeridas medidas emergenciais como:

  • acesso rápido e fácil ao financiamento de emergência, por meio de linhas de crédito dedicadas e ao regime de lay‐off;
  • suspensão temporária de todas as obrigações tributárias e de contribuições sociais;
  • moratória em grande escala dos pagamentos de dívidas;
  • pagamento imediato de faturas e créditos de compras públicas, independentemente dos termos contratuais estabelecidos, e
  • pagamento antecipado da totalidade das obras não realizadas, de acordo com o plano de obras aprovado, resultante da suspensão de obras públicas, devido à crise atual e à possibilidade de acessar um instrumento de factoring, para contratos adjudicados, ainda não executados.

Na França, é provável que a epidemia também tenha repercussão significativa na atividade das empresas de obras públicas e, em particular, nas condições de execução dos contratos de obras (atrasos no fornecimento, medidas de contenção aplicáveis ao seu pessoal, de seus fornecedores, cocontratados ou subcontratados).

Diante da possibilidade das empresas se tornarem incapazes de concluir o seu trabalho dentro dos prazos previstos no contrato, de acordo com a Fédération Nationale des Travaux Publics (FNTP), as precauções a serem tomadas se referem essencialmente a:

  • adiamento do início dos trabalhos
  • pedidos de prorrogação do período de execução vinculados a uma interrupção ou ritmo mais lento.
Para contratos públicos, o início do trabalho é adiado ou o tempo de execução é estendido no caso de:
  • paralisação do trabalho resultante de dificuldades imprevistas (funcionários não podem se deslocar, suprimentos e equipamentos são bloqueados por uma medida de restrição ou qualquer outro evento após a epidemia)
  • atraso na execução de trabalhos preliminares que foram objeto de outro contrato (atraso nos trabalhos do Estado que intervêm a montante).
Extensão ou prorrogação de prazos

Se uma empresa encontrar dificuldades imprevistas no canteiro de obras tem o direito de obter uma extensão do tempo de execução de toda a obra ou de uma ou mais seções da obra, ou um adiamento do início da obra.

A duração da extensão ou adiamento é proposta pelo gerente de projeto após consulta à empresa e decidida pelo proprietário do projeto que informa a empresa.

Força maior

Força maior é um caso de isenção de responsabilidade corporativa com base em três condições cumulativas para contratos públicos. A empresa deve enfrentar uma dificuldade material imprevisível, que não é culpa sua e está fora de seu controle e que é de magnitude ou natureza que impossibilite provisória ou definitivamente a execução de suas obrigações contratuais.

Em caso de força maior, o período de execução é estendido pela duração dos impedimentos.

Para contratos privados e contratos que não se referem a um padrão

A prorrogação do prazo de execução pode ser solicitada invocando o artigo 1231-1 do código civil, que prevê que não há necessidade de aplicação de danos quando a execução tiver sido impedida por força maior.

Empresas de engenharia do Rio pedem suspensão de licitações de obras públicas

0

A Associação das Empresas de Engenharia do Rio de Janeiro (AEERJ) pediu formalmente aos governos do Estado e municipais que cancelem os processos de licitação em vigor e não convoquem novas concorrências enquanto durar a pandemia do novo coronavírus.

Em nota, a AEERJ informa que “as empresas estão desmobilizando a força de trabalho” para seguir as medidas de isolamento social necessárias para conter a propagação da Covid-19. Por isso, não é possível “preparar orçamentos e propostas para participar de licitações ou pregões”.

“A AEERJ entende que o momento é de focar na prevenção da doença e na proteção das pessoas”, diz a nota divulgada pela entidade.

Vídeo acelerado mostra construção de hospital na China em 10 dias

0

Imagens em time-lapse mostram a construção do hospital Huoshenshan na cidade de Wuhan, para lidar com pacientes com coronavírus.

Localizado perto do Sanatório dos Trabalhadores de Wuhan, no distrito de Caidian, nos subúrbios ocidentais da cidade, o hospital foi projetado para ter 1.000 leitos para tratamento isolado e eficiente dos pacientes com pneumonia viral.

O hospital seguiu o modelo do Xiaotangshan, em Pequim. No auge do surto epidêmico de SARS em 2003, o Hospital Xiaotangshan foi construído em sete dias e admitiu um sétimo dos pacientes com SARS no país em dois meses, criando um milagre na história da medicina. O outro dos dois hospitais em construção na cidade é o Hospital Leishenshan.

Segundo as autoridades chinesas, a construção começou em 24 de janeiro, e o hospital foi inaugurado no dia 3 de fevereiro.

Covid-19 e o canteiro de Obras

0

O Serviço Social da Indústria da Construção do Estado de São Paulo (Seconci-SP), como parceiro das empresas da construção civil na promoção de saúde e qualidade de vida nos canteiros, reuniu as principais orientações para evitar o contágio do coronavírus (Covid-19). A ideia é que os empresários divulguem as informações aos seus trabalhadores e empreiteiros, garantindo que todo o canteiro esteja orientado.

A entidade reforça que a principal medida de proteção é a higiene. Para isso, orienta:

1 – Empresas a, obrigatoriamente, disponibilizarem água e sabão nos canteiros, para que os trabalhadores possam higienizar as mãos com frequência.

2 – Trabalhadores para que higienizem, periodicamente também seus Equipamentos de Proteção Individual (EPIs).

Recomenda ainda a distribuir álcool gel 70% em vários lugares na obra e a evitar ao máximo a concentração de trabalhadores, como por exemplo no refeitório, elevadores, e em ambiente de treinamento.

Principais sintomas do Covid-19:

  • Febre
  • Tosse
  • Coriza
  • Dor de garganta intensa
  • Dificuldade de respirar

Ao identificar um funcionário com esses sintomas, a recomendação é retirá-lo do convívio dos demais colegas e orientá-lo a procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) ou a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) mais próxima, tendo em vista que, por determinação do Ministério da Saúde, o coronavírus é uma doença de notificação compulsiva e os casos suspeitos têm de ser encaminhados para as unidades da rede pública de saúde.

Números da construção civil apontam recuperação do setor

0

Taxas de juros mais baixas, inflação sob controle e uma demanda represada por unidades habitacionais impulsionaram o reaquecimento do mercado imobiliário. Um balanço divulgado na última segunda-feira (2) pela CBIC (Câmara Brasileira da Indústria e Construção) e pelo Senai Nacional (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) aponta a recuperação do setor após um longo período de crise, que se estendeu de 2014 a 2017. Os Indicadores Imobiliários Nacionais referentes ao quarto trimestre de 2019 são animadores porque além da alta nas vendas, mostram um aumento dos lançamentos.

Números da construção civil apontam recuperação do setor

No quarto trimestre de 2018, foram registrados 9,7% a mais no número de imóveis residenciais vendidos na comparação com igual período do ano passado. Já os lançamentos cresceram 8,4% no quarto trimestre de 2019 ante o mesmo intervalo de 2018. As vendas saltaram de 34.202 para 37.513 unidades e os lançamentos, de 40.904 para 44.332.

Quando se compara os resultados ano a ano, os dados revelam um crescimento constante desde 2016, quando o estudo da CBIC começou a ser elaborado. Naquele ano, foram 91.868 unidades comercializadas. Em 2019, 130.434 imóveis vendidos, uma alta de 41,97% em um intervalo de quatro anos.

Durante a coletiva para divulgação do balanço, o presidente da CBIC, José Carlos Martins, disse que os números confirmam as previsões feitas no início de 2019 e que os resultados são reflexo do “equilíbrio no mercado”.

A taxa Selic a 4,5% e a inflação estável facilitam a decisão de compra e a expectativa da CBIC para o mercado imobiliário é de crescimento de 10% em 2020. “Mesmo com a redução do FGTS, que deve ser compensada com outras formas de financiamento e aquecimento de outras regiões do Brasil”, disse Martins.

Presidente do Grupo A.Yoshii, Leonardo Yoshii confirma um “reaquecimento bastante expressivo” do setor, que pode ser mensurado pelo número de empreendimentos lançados, somados aos projetos da A.Yoshii e da Yticon. Entre 2018 e 2019, foram 25% a mais de lançamentos e para 2020 a expectativa é crescer 80% a mais ante o ano passado em função da expansão das atividades para outras praças. As vendas cresceram 30% no período. “A Yticon, que trabalha no segmento econômico, teve diversos lançamentos (em 2019) e todos performaram muito bem”, avaliou. O grupo londrinense atua também em Curitiba, Maringá (Noroeste) e Campinas (SP).

Yoshii atribui os resultados animadores a uma demanda reprimida gerada durante os anos de recessão e a um ambiente macroeconômico favorável. “Hoje a gente está com juros real praticamente zero e inflação baixa. A gente já teve juros assim, mas com inflação alta. A gente vive uma inflação única no mercado. Não me lembro de um momento tão positivo”, disse. “Historicamente, depois de uma crise profunda, o mercado sempre reagiu e superou os patamares anteriores à crise.”    

Além dos números que comprovam o reaquecimento do mercado, a movimentação dos clientes nas centrais de vendas é um bom termômetro da recuperação do setor, afirma o gerente regional da construtora Plaenge em Londrina, Rodolfo Sugeta. “No início de 2019 teve um pouquinho de euforia, depois o mercado deu uma estabilizada e, do terceiro trimestre para a frente já teve esse crescimento contínuo que continua neste primeiro trimestre de 2020.”

Sugeta é cauteloso ao falar sobre a possibilidade de um novo boom imobiliário, como aconteceu no início da década passada, e afirma que o ideal é que haja um crescimento saudável do mercado ao invés de picos, bons ou ruins. “O mercado diminuiu, mas a gente ajustou processos internos para que na hora da retomada a gente estivesse bem preparado para aproveitar as oportunidades.”

O grupo Plaenge mantém negócios em Londrina, Maringá, Curitiba, Campo Grande (MS), Cuiabá (MT), Campinas (SP), Joinville (SC) e, no segundo semestre de 2020, inicia suas operações em Porto Alegre (RS). A construtora também atua no Chile, que representa entre 15% e 20% do volume total de negócios. No ano passado, o grupo aumentou em 32% os lançamentos e a expectativa para este ano é de alta de mais 30%. Em vendas, o crescimento em 2019 chegou a 31% e em 2020 deve subir 15%.

Vendas na Região Sul crescem 48%

No recorte por regiões, o balanço da CBIC coloca a Região Sul do País em destaque em vendas de unidades residenciais. No quarto trimestre de 2019 houve alta de 48,83% ante o mesmo período de 2018, saltando de 3.049 unidades vendidas para 4.538. Em seguida está a Região Centro-Oeste, com uma variação positiva de 25,94%. No acumulado de 2019, as vendas na Região Sul cresceram 16,39% ante o ano anterior. Foram 16.360 unidades residenciais vendidas no ano passado contra 14.056 em 2018.

Londrina não entrou no levantamento, mas o presidente do Sinduscon (Sindicato da Indústria da Construção Civil) Paraná Norte, Sandro Paulo Marques de Nóbrega, ressalta que a cidade demora cerca de seis meses para começar a acompanhar os movimentos do mercado observados nas regiões metropolitanas do País. “Não é uma tradição, é um efeito econômico. Por isso os nossos lançamentos estão previstos para o segundo semestre. Mas tem muitos projetos na prancha, sendo desenvolvidos”, analisou. “O mercado imobiliário precisa de previsibilidade econômica de longo prazo para ter lançamento e temos previsão de 30 empreendimentos a serem lançados no segundo semestre em Londrina.”

Retomada da construção civil é tema de evento em Londrina

O reaquecimento da construção civil e as oportunidades do setor são tema de evento que acontece nesta quarta-feira (4) em Londrina. O encontro, gratuito e exclusivo para convidados, irá reunir empresários do mercado imobiliário e moveleiro, engenheiros e arquitetos. “A ideia é trazer, além de números da construção civil, as tendências do mercado para que os profissionais possam se adequar ao que está vindo”, disse o consultor do Sebrae em Londrina, Rubens Negrão.

Organizado pelo Sebrae em parceria com a High Design, ARQ+ e DW!, o evento acontece das 8h30 às 10h30, no Hub de Inovação do Turismo do Boulevard Londrina Shopping, na avenida Theodoro Victorelli, 150.

Mercado de engenharia tem alta demanda de profissionais especializados

0

De acordo com o levantamento do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) para o próximo ano, a demanda por profissionais do setor de Engenharia pode alcançar entre 600 mil e 1,15 milhões de postos de trabalho. A estimativa foi realizada com base na análise do período de 2011 a 2020.

A partir das projeções favoráveis, nota-se uma alta demanda por engenheiros no mercado de trabalho nas mais diversas especialidades da área. No entanto, as empresas estão em busca de profissionais com experiência, qualificação e competências técnicas.

Na região sul fluminense, com forte presença de indústrias do setor metal mecânico e automobilístico, o engenheiro mecânico é um profissional indispensável. Afinal, esta é uma área de atuação ampla que compreende a elaboração de projetos, análises, operação e manutenção de sistemas mecânicos, bem como planejar e produzir motores, veículos, equipamentos e sistemas termodinâmicos para diferentes áreas da indústria.

Porém, para uma atuação de excelência que atenda às demandas do setor, é necessário que os profissionais possuam conhecimentos específicos. Uma alternativa para questão é o ingresso na pós-graduação, no UBM – Centro Universitário de Barra Mansa – é ofertado o curso de Pós-Graduação em Engenharia de Projetos Mecânicos.

O programa tem como público alvo profissionais que atuam em empresas da região, em especial no segmento metal mecânico. Durante as aulas, os estudantes poderão desenvolver competências técnicas, éticas e comportamentais por intermédio da aplicação de boas práticas e tecnologias do mercado.

Ao ingressar na Pós-Graduação em Engenharia de Projetos Mecânicos, os alunos poderão adquirir habilidades e competências para trabalhar no setor de equipamentos mecânicos, promovendo a melhoria dos projetos e das condições operacionais, orientados por uma visão global das dimensões de qualidade.

Além disso, é importante destacar que, a partir do curso de especialização, os profissionais podem ampliar o seu campo atividades para além dos empreendimentos tradicionais, pois indústrias em expansão, como as petroquímicas e as produtoras de álcool e gás, também necessitam de engenheiros mecânicos especializados.

Area Realty adota solução em Cloud e informatiza o canteiro de Obras

Capital Financial Center – Empreedimento da Area Realty

A Area Realty é uma empresa consolidada na região de Brasília no ramo da Construção Civil, com mais de 10 anos de atuação e mais de 10 empreendimentos construídos neste período. Uma empresa sólida, altamente profissional e flexível. Busca oportunidades de negócios, maximizando o valor da empresa em seus projetos e é focada no desenvolvimento de produtos diferenciados e com grande qualidade.


INFORMATIZAÇÃO NO CANTEIRO DE OBRAS

Desde março do último ano, a Area Realty deu início ao processo de informatização em suas obras, através da implantação do sistema SIECON, um ERP desenvolvido exclusivamente ao segmento da Engenharia Civil, Construção e Incorporação. “Hoje estamos com 2 obras em andamento e estamos usando o SIECON desde março de 2019. Essas obras estão completamente inseridas no sistema desde seu início”, comenta Rafael Cavalcante, responsável por Recebíveis e Contratos na Area Realty.

Segundo Rafael a empresa já sente a curto prazo os benefícios de uma solução pensada para a indústria da Construção: “A ferramenta, como qualquer outra criada para sua área, deve facilitar a administração da empresa, controlando e otimizando seus custos para consequentemente gerar lucro. E o SIECON faz isso.”

ERP ÚNICO E INTEGRADO

“O SIECON, diferente do sistema usado anteriormente, é totalmente integrado, tendo a contabilidade como o coração do sistema, pois uma contabilidade bem administrada, evita inúmeros prejuízos a uma empresa, seja no demonstrativo dos gastos ou na apuração dos seus impostos. E hoje, temos uma contabilização fiel e integrada com a obra e com o financeiro, o que nos trouxe mais segurança economia na apuração dos impostos”, relata Cavalcante.

Atualmente a construtora utiliza através do ERP, os módulos de Custos, Orçamento, Suprimentos, Controle Bancário, Contas a Receber e a Pagar, Contabilidade e Empreendimentos, para integrar todo fluxo de informações em apenas uma plataforma. “A integração do módulo Suprimentos com o Financeiro nos dá maior transparência e facilidade no planejamento futuro” destaca Rafael.

SOLUÇÃO EM CLOUD

A organização das rotinas diárias de obras também foi extremamente facilitada pelo uso do SIECON, principalmente pelo seu acesso em Cloud: “As rotinas são mais eficientes com o uso do sistema. Tendo como principal facilitador a sua hospedagem em nuvem, onde o usuário tem a facilidade de acessar o sistema de qualquer lugar. Não ficando mais restrito a um local fixo”, completa Rafael.

A Area Realty já enxerga como um diferencial competitivo de mercado, a implementação de tecnologia da informação em obras e áreas de sua empresa. Desde a facilidade do suporte online à dúvidas da ferramenta, até a excelência no segmento e experiência dos profissionais envolvidos no projeto: “Desde a sua apresentação, a empresa mostrou muita seriedade a bastante conhecimento na área em que atua, e esse conhecimento foi repassado pelos seus consultores aos usuários do sistema, que somados, tornou a forma de trabalhar e ver a Construção Civil muito mais atraente e fácil”, finaliza Cavalcante.

Pedir demonstração gratu

Sulzer: vagas para engenheiro, gerente, técnico e mecânico

Sulzer é líder global em engenharia de fluidos, está com vagas de emprego para técnico, mecânico, engenheiro e mais para as cidades de Cotia e Jundiaí, no Estado de São Paulo e para a Serra, no estado do Espírito Santo. Especializada em tecnologias de bombeamento, agitação, mistura, separação e aplicação para fluidos de todos os tipos, a empresa possui 50 instalações de fabricação de classe mundial e 100 centros de serviços em todo o mundo. A Sulzer está sediada em Winterthur, na Suíça, desde 1834. Em 2018, seus 15.000 funcionários entregaram uma receita de CHF 3,4 bilhões.

Confira a seguir as vagas de emprego da Sulzer.

Técnico de Processos (Plásticos) – Cotia, SP

  • Obrigatória: Técnico em Plástico ou Similar
  • Desejável: Ensino Superior em Engenharia da Manufatura
  • Processo Transformação de Plástico
  • SAP / BPF / ISO 9001
  • Inglês avançado
  • Sistemática de Autocontrole
  • Gestão de Pessoas.

Engenheiro de Vendas – Turbomáquinas e Compressores – Jundiaí, SP

  • Formação em Engenharia Mecânica, Produção Mecânica e afins
  • Vasta experiência em Equipamentos Rotativos como: Compressores Centrífugos Radiais e Axiais, Turbinas a Vapor e a Gás.
  • Vivência e conhecimento da aplicação de equipamentos acima listados em instalações de clientes como refinarias, plataformas de petróleo, pipelines, plantas siderúrgicas, termoelétricas, plantas de papel e celulose.
  • Inglês Avançado/ Fluente
  • Perspicácia comercial
  • Perfil “hands-on”
  • Conhecimento em: Microsoft Office
  • Disponibilidade para viagens no território nacional

Mecânico de Manutenção – Serra, Espírito Santo

  • Ensino médio com Técnico em Mecânica de Manutenção
  • Disponibilidade para trabalhar em Serra/ES
  • Desejável conhecimento em bombas ou equipamentos rotativos
  • Experiência na área

Gerente Administrativo Financeiro – Cotia, SP

  • Superior Completo em Ciências Contábeis, ou área correlata (Financeiro)
  • Desejável Especialização em Controladoria
  • Inglês Avançado/Fluente
  • Conhecimento e Experiência com SAP (Reportes Gerenciais)
  • Experiência na função

Inscrições

Para se inscreverem nas vagas para engenheiro, técnico, mecânico e as demais, basta clicar no link presente na posição desejada. Boa sorte!

Queda de juros e uso de novas tecnologias impulsionam mercado da construção civil

0

Para 2020, as expectativas para o setor da construção civil são aumentar o número de lançamentos utilizando tecnologias que ofereçam agilidade e economia

2020 será o ano da retomada da construção civil. Com a baixa dos juros e a facilidade em abrir créditos bancários, aliado ao crescimento do PIB brasileiro, o setor imobiliário vem aquecendo e as expectativas de novos lançamentos já são evidentes nas incorporadoras. A taxa Selic, taxa básica de juros no Brasil, está no patamar de 4,5% ao ano, o menor percentual desde 1999.

Segundo dados dos Indicadores Imobiliários Nacionais, da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), no último trimestre de 2019 os lançamentos apresentaram um aumento de 4,1% em relação ao trimestre anterior do mesmo ano e 23,9% na comparação do mesmo período de 2019. Já as vendas, aumentaram em 15,4% e a oferta final apresentou uma queda de 2,6%, ambos em relação ao mesmo trimestre de 2018.

Existem diversos fatores que estão contribuindo para a retomada do mercado imobiliário. Na visão de Raphael Chelin, engenheiro civil e co-fundador da Celere – startup e consultoria de eficiência em construção civil, entre os principais fatores estão as reformas trabalhistas e da previdência, que aumentaram a confiança dos investidores, baixa dos juros e também o fim da crise que já vinha desde 2013, que fez com que as incorporadoras diminuíssem o número de lançamentos e vendessem apenas os estoques. “Durante este período de crise, tanto incorporadoras quanto investidores, seguraram novos lançamentos pela insegurança da demanda que, do ponto de vista do projeto, já eram viáveis”, explica.

E muitas incorporadoras já sentem os efeitos da retomada. A CRB Construtora é um exemplo. Para este ano, a previsão é lançar mais cinco empreendimentos de alto padrão nas cidades de Campinas e Sorocaba, no interior de São Paulo, onde a incorporadora atua. “Acreditamos que 2020 marca o início de um novo ciclo de prosperidade para o setor no país”, afirma Gerson Reche, diretor de engenharia da CRB Construtora. Além dos lançamentos, a CRB também irá aumentar as contratações neste ano. “Temos a convicção do crescimento e abertura de novas oportunidades de trabalho em praticamente todas as áreas da empresa”, comenta.

Procura por plataforma de tecnologia aumentou 100% no segundo semestre de 2019

Para atender a demanda dos lançamentos, a CRB Construtora apostou na plataforma Budget Analytcs, da Celere, que irá trazer mais agilidade e economia para acelerar as obras dos novos empreendimentos. “A plataforma nos interessou por apresentar dois quesitos importantes para o nosso segmento: agilidade no mapeamento das informações e praticidade no gerenciamento desses dados. Estamos sempre atentos às novidades disponíveis no mercado e que possam otimizar nossos resultados”, ressalta Gerson, da CRB.

Segundo Raphael Chelin, da Celere, desde o segundo semestre de 2019, as vendas da empresa aumentaram em 100% devido a procura pela plataforma. A startup desenvolveu a ferramenta com o objetivo de oferecer às incorporadoras uma análise mais detalhada, rápida e precisa de todas informações contidas nos projetos de empreendimentos, a partir do uso de tecnologias que fazem a estruturação e o tratamento de dados. A análise dos dados gerados pela plataforma tem contribuído com redução do custo de construção, em média, de até R$ 100 por m2. “Estamos com uma expectativa alta devido à combinação do aumento da demanda por nossas soluções e ao amadurecimento de nossa marca e produtos. Isso deve fazer com que nossa estrutura também aumente, para continuar atendendo os clientes com a mesma qualidade. Antes da crise, praticamente tudo tinha que ser feito ‘dentro de casa’. Nesse período, antigas funções deram lugar a novos profissionais, novas soluções e novas empresas”, diz.

“As empresas que tiverem capacidade e habilidade em se estruturar, não necessariamente com contratação de funcionários, mas através de uma rede de parceiros com diversas soluções inovadoras e mais produtivas em áreas específicas, terão enormes vantagens nessa retomada. Elas diminuirão o tempo de treinamento e de ajuste de processos”, complementa o co-fundador da Celere.

Campinas: Construção civil fecha 2019 com 1.940 vagas criadas

0

O setor da construção civil voltou a gerar vagas na RMC (Região Metropolitana de Campinas) após seis anos de demissões. Levantamento feito pela Habicamp (Associação das Empresas do Setor Imobiliário e da Habitação de Campinas e Região) aponta que o setor fechou 2019 com 1.940 vagas criadas interrompendo seis anos de quedas seguidas, iniciado em 2013.

No acumulado nos 12 meses do ano passado, somente Hortolândia (228), Paulínia (283) e Santo Antonio de Posse (15) fecharam no vermelho, com o número de demissões superando as contratações. Campinas foi a cidade que registrou o melhor saldo de janeiro a dezembro, com a abertura de 1.219 vagas.  

DEZEMBRO

O levantamento é feito tendo como base os números do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério da Economia, divulgados na última sexta-feira. Em dezembro do ano passado o setor da construção civil na região admitiu 1.154 pessoas e demitiu 1.868 trabalhadores, resultando no saldo negativo de 714 postos eliminados.  

Dos 20 municípios que compõem a RMC, 13 tiveram saldo negativo de empregos, com destaque para Campinas (197 demissões), Indaiatuba (- 187) e Sumaré (-109). Seis fecharam o mês com saldo positivo e um Artur Nogueira com saldo zero. (Veja quadro abaixo).  

EM DEZ ANOS  

Ao longo dos últimos dez anos, quando o Brasil enfrentou uma forte recessão, que paralisou obras públicas e privadas, somente em quatro anos o setor registrou saldo positivo entre contratações e demissões: 2010 (3.664), 2011 (4.107), 2012 (898) e 2019 (1.940).
Entre 2013 e 2018, em meio à paralisia de obras públicas e a falta de lançamentos imobiliários, o setor mais demitiu que contratou, gerando um saldo negativo de 14.842 vagas diretas eliminadas.  

Entre admissões e demissões no acumulado dos dez anos, o saldo foi de 4.233 postos de trabalhos fechados.  

BALANÇO

O presidente da Habicamp, Francisco de Oliveira Lima Filho, afirmou que o resultado é bastante positivo. “Assim como os outros setores, passamos por um longo período de recessão, resultando em paralisação do mercado, demissões em massa e queda na geração de renda e impostos”.  

“Em 2019, com a estabilidade de volta, queda das taxas de juros e a retomada do crédito para financiamento imobiliário, os empresários voltaram a investir, lançar empreendimentos e, consequentemente, a gerar empregos em um setor que é vital para a economia”, afirma o executivo. “A cada vaga direta, a construção gera outras 4,5 indiretas, injetando dinheiro no mercado e fazendo a economia de vários setores, como materiais, eletroeletrônicos, financeiro e a própria indústria automobilística a andar”.

Para ele, as condições do mercado permitem projeções animadoras para os próximos anos. “O mercado voltou a crescer de forma sustentada em 2019. Para 2020 nossa expectativa, realista, é de um aumento de 2% no setor, embora este número possa ser superado dependendo do que acontecer no primeiro semestre”.  

QUADRO POR CIDADES DEZEMBRO E ACUMULADO DE 2019
 
ACUMULADO DE 2019
 
Americana -> 66
Artur Nogueira-> 21
Campinas-> 1.219
Cosmópolis -> 166
Eng. Coelho-> 0 
Holambra-> 10
Hortolândia-> – 228
Indaiatuba-> 98
Itatiba-> 337
Jaguariúna-> 25
Monte Mor->72
Morungaba-> 28
Nova Odessa->92
Paulínia-> – 283
Pedreira-> 252
Santa Bárbara-> 24
Santo A. Posse-> – 15
Sumaré-> 39
Valinhos-> 26
Vinhedo -> 81
Saldo -> 1.940

Política de Privacidade

A sua privacidade é importante para nós. O Grupo Poliview sabe da importância de seus dados pessoais e, por isso, se compromete a protegê-los e processá-los em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Coleta e Processamento de Uso de Seus Dados Pessoais
Comprometemo-nos a observar a legislação que regulamenta a proteção de dados pessoais, assegurando que estes sejam coletados e processados de acordo com as disposições da Lei nº 13.709/18 – Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e normas locais aplicáveis, se houver.

Transparência
Nós não coletamos ou processamos dados pessoais sem razão legítima para tanto. Podemos coletar e processar seus dados pessoais para contatá-lo; se solicitado no preenchimento de formulário em nossos sites; para a execução de contrato do qual você é parte; ao cumprimento de obrigação legal que deva ser por nós cumprida; ou quando necessário.

Nas hipóteses em que a lei o exigir, o seu consentimento será por nós solicitado (por exemplo, antes de coletar quaisquer dados confidenciais pessoais).

Cookies:
Ao navegar no Website ou utilizar qualquer um de seus recursos ou ferramentas, um cookie poderá ser enviado para o seu computador. O cookie é um fragmento de dado que o identifica como um usuário único, reconhecendo, acompanhando e armazenando as suas informações de navegação. Nossos sites inserem cookies em seu browser contendo um identificador exclusivo com a finalidade de melhor compreender o uso desse Website e verificar quais áreas do Website são preferidas pelos usuários.

Os cookies são utilizados para proporcionar a você conteúdo personalizado, assim como para facilitar e agilizar o preenchimento de determinados campos. Caso você configure seu navegador para recusar cookies, o Website poderá não operar corretamente ou ocasionar demasiada demora em carregar os conteúdos.

Para aprender mais sobre os cookies e como especificar os cookies de sua preferência, aconselhamos pesquisar "cookie" na parte de "Ajuda" de seu browser.

Protocolo de Internet:
O endereço IP (Protocolo da Internet) é um número automaticamente atribuído ao seu computador pelo seu provedor sempre que você se conecta à Internet. O Grupo Poliview poderá usar os endereços IP para coletar informações anônimas e agregadas sobre o número de visitantes e uso do site.

Como Usamos sua Informação
Algumas das informações acima mencionadas são armazenadas com o objetivo exclusivo de identificar as preferências pessoais para aprimorar e customizar a sua experiência no uso do Website; contatá-lo diretamente para comunicar alterações das ferramentas e funcionalidades do nosso Software, bem como sobre lançamento de novas ferramentas, funcionalidades ou produtos atrelados ao SIECON; classificar e agrupar informações de Usuários, assim como consolidar dados estatísticos a respeito desses últimos, inclusive para definir a composição da base de Usuários do Website e o volume de tráfego em nossos servidores.

A partir das informações coletadas no uso do Website, anúncios de publicidade e links relacionados poderão ser oferecidos a você.

Não vendemos ou comercializamos as informações coletadas nos nossos Websites. Entretanto, poderemos compartilhar tais dados com parceiros de negócios com a finalidade exclusiva de executar serviços a favor da Poliview. O uso das informações coletadas e/ou armazenadas exige o processamento de dados que poderá ser realizado por nós ou por parceiros contratados para esse fim, no Brasil ou no exterior, que também estarão sujeitos a esta Política de Privacidade. Você expressamente concorda com a transferência desses dados a quaisquer parceiros comerciais do Grupo Poliview, no Brasil ou no exterior.

Ao utilizar o Website, podemos nos comunicar com você por e-mail, SMS e/ou por ligações telefônicas. Você concorda em receber essas comunicações.

Segurança
Temos um compromisso com a segurança dos dados de identificação pessoal e tomamos precauções razoáveis para manter essa proteção. O Grupo Poliview adota os melhores esforços, no sentido de preservar a privacidade dos dados dos Usuários, tendo implementado e empregado sistemas de segurança usualmente adotados pelo mercado para proteger a transmissão e as informações armazenadas contra acessos desautorizados. Entretanto, advertimos que nenhum site é totalmente seguro e o Grupo Poliview não pode garantir integralmente que todas as informações que trafegam nos websites não sejam alvo de acessos não autorizados perpetrados por meio de métodos desenvolvidos para obter informações de forma indevida. Por esse motivo, nós incentivamos os Usuários a tomar as medidas apropriadas para se proteger.

Retenção de Dados de Identificação Pessoal
Uma vez fornecidos os dados de identificação pessoal ao Grupo Poliview, armazenamos e mantemos tais informações pelo tempo exigido por lei ou necessário à disponibilização dos produtos e/ou serviços do Website ou fora dele. Você poderá solicitar, expressamente, a exclusão dessas informações ao término da relação, desde que observados os requisitos legais.

Links de Terceiros
Recomendamos que você consulte as respectivas políticas de privacidade dos sites de terceiros que possam ser acessados por meio do Website para se informar adequadamente a respeito do uso de suas informações pessoais por referidos websites ou ferramentas.

Websites de Terceiros
Como um recurso para os nossos usuários, podemos fornecer links para outros sites na Internet. O Grupo Poliview não se responsabiliza por esses websites e conteúdos e, ainda, não compartilha, subscreve, monitora, valida ou aceita a forma como esses websites ou ferramentas de armazenamento de conteúdo coletam, processam e transferem suas informações pessoais e privadas. Recomendamos que você consulte as respectivas políticas de privacidade de tais websites para se informar adequadamente a respeito do uso de suas informações pessoais por outros websites ou outras ferramentas.

Podemos registrar o seu acesso aos websites de terceiros, para fins de medir a relevância desses aos nossos Usuários.

Alterações a esta Política de Privacidade
A presente Política de Privacidade poderá ser alterada a qualquer tempo, ficando dispensada a sua notificação prévia, sendo sua responsabilidade visitar essa página de tempos em tempos para permanecer informado a respeito do tratamento conferido aos seus dados pessoais e da política de privacidade como um todo. Sem prejuízo do disposto, caso as alterações sejam significativas, colocaremos um aviso com mais destaque em nosso website ou poderemos requerer seu novo consentimento, em determinados casos.

Entre em Contato Conosco
No caso de dúvidas sobre esta política ou sobre a coleta de informações, utilização e procedimentos de divulgação do Grupo Poliview , você pode entrar em contato conosco através do e-mail em [email protected]