sexta-feira, março 6, 2026
spot_imgspot_imgspot_imgspot_img
Home Blog Página 4

Bases de insumos: Como transformar os insumos do SINAPI em orçamentos precisos

0

No mundo da construção civil, cada centavo conta. Cada insumo que entra no canteiro de obras — do cimento ao tijolo, da mão de obra especializada ao equipamento necessário — pode impactar diretamente o sucesso de um projeto. É aí que muitas construtoras se deparam com um desafio quase invisível: como transformar tabelas e referências públicas em orçamentos confiáveis e realmente úteis?

Entre essas referências, o SINAPI (Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção) se destaca. Criado pelo governo federal, ele oferece uma tabela de custos de materiais, mão de obra e serviços que serve de parâmetro para obras públicas. Mas mesmo quem não atua no setor público pode se beneficiar dessa base. Afinal, ter referências de preços confiáveis ajuda a reduzir desperdício, evita erros de planejamento e oferece uma base sólida para negociação com fornecedores.

Mas aqui está o ponto crítico: muitas empresas ainda usam o SINAPI de forma isolada, em planilhas ou PDFs, sem integração com o restante do processo de gestão. Isso gera retrabalho e aumenta o risco de imprecisão. Para transformar dados em decisões acertadas, é preciso mais do que copiar valores — é necessário criar uma base própria de composições, acompanhar a obra de perto e atualizar os números constantemente.

A prática mostra que o SINAPI funciona como ponto de partida, não como solução completa. Alguns insumos não aparecem na tabela, custos indiretos podem variar de região para região, e serviços específicos muitas vezes precisam ser detalhados de acordo com a realidade de cada obra. É por isso que construtoras inteligentes combinam referências públicas com informações reais do canteiro.

O primeiro passo é simples: baixar a tabela oficial e estudar seus componentes. Depois, é hora de transformar os dados em algo vivo: comparar preços com fornecedores locais, analisar composições de serviços e materiais, e manter um banco de dados atualizado, ajustando números à medida que a obra avança. A rotina de acompanhamento é fundamental. Decisões baseadas em dados reais tornam orçamentos mais assertivos e reduzem surpresas no final do projeto.

E, claro, não podemos ignorar a tecnologia. Sistemas de gestão voltados para a construção civil permitem centralizar essas informações, integrar preços, insumos e composições, e gerar orçamentos de forma mais rápida e confiável. A transformação digital do processo não é apenas um diferencial: é uma necessidade para quem deseja produtividade, precisão e controle.

O resultado? Com o SINAPI como referência, comparações bem-feitas e ferramentas adequadas, o gestor consegue: identificar os insumos certos, negociar preços com confiança e aumentar a eficiência do orçamento. É um ciclo virtuoso: informação de qualidade gera decisões acertadas, que reduzem desperdício e melhoram resultados.

No fim das contas, quem aprende a transformar tabelas em inteligência prática não só orça melhor, mas também ganha vantagem competitiva no mercado. E no contexto atual, onde cada decisão de custo impacta diretamente o resultado final, essa vantagem pode ser a diferença entre uma obra que entrega valor e uma que se perde em números.

O coração da construção civil

Enquanto a construção civil evolui para um cenário cada vez mais digital, as bases de insumos deixam de ser meros catálogos de preços para se tornarem verdadeiros corações digitais da obra. Não se trata apenas de armazenar informações sobre materiais e serviços, mas de transformar esses dados em decisões estratégicas: prever consumo, planejar equipes, otimizar compras e controlar custos em tempo real. É aqui que sistemas ERP especializados, como o ERP SIECON, entram em cena. Ao centralizar a base de insumos, esses sistemas permitem que cada departamento trabalhe com as mesmas referências, automatizando orçamentos, integrando planejamento e suprimentos, e fornecendo relatórios precisos que refletem a realidade da obra. Em outras palavras, o ERP não só guarda os dados, mas os transforma em inteligência prática, garantindo que cada metro quadrado construído seja fruto de decisões calculadas, produtivas e economicamente seguras. No contexto da construção digital, quem domina suas bases de insumos não está apenas controlando custos — está construindo vantagem competitiva.

Pesquisadores aproveitam alga para fazer matéria-prima de construção civil

0

Pesquisadores brasileiros desenvolveram uma argila cerâmica mais leve que a normalmente utilizada na construção civil graças à adição de algas do gênero Sargassum no processo de fabricação.

Comuns na região central do oceano Atlântico, essas algas marrons — também conhecidas como sargaço — têm se deslocado em grandes quantidades para praias do Caribe, dos Estados Unidos e da região Norte brasileira, onde se tornaram um problema. Seu acúmulo nas praias pode trazer efeitos nocivos à saúde humana por causa dos gases emitidos durante a decomposição, além de prejudicar o turismo, a pesca e a biodiversidade local.

“Normalmente, o sargaço é coletado e descartado em aterros sanitários sem qualquer uso prático. Por isso, decidimos pesquisar uma forma de aproveitar essa grande quantidade de biomassa nas praias”, conta João Adriano Rossignolo, professor do Departamento de Engenharia de Biossistemas da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos da Universidade de São Paulo (FZEA-USP), que coordenou o estudo.

Em parceria com pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), o grupo da USP testou o uso da alga na fabricação de argilas cerâmicas, utilizadas na construção civil para diminuir o peso do concreto, em lajes para melhorar o conforto térmico e na jardinagem. A investigação contou com apoio da Fapesp.

O sargaço foi incorporado às amostras nas proporções de 20% e 40% — e também 0%, para comparação. Em seguida, as amostras foram moldadas e sinterizadas (processo que compacta a argila por calor, tornando-a sólida) a temperaturas de 800 °C, 900 °C e 1.000 °C em fornos convencionais e de micro-ondas.

Com os materiais prontos, foram realizados diversos ensaios para avaliar fatores como absorção de água, porosidade e resistência à compressão. Além disso, foi feita uma comparação entre o ciclo de vida (metodologia que avalia os impactos ambientais de um produto desde a extração da matéria-prima até o descarte final) da argila expandida convencional e das diferentes formulações acrescidas de sargaço.

Os resultados, publicados no Journal of Materials in Civil Engineering, indicam que a adição de sargaço levou a uma redução na densidade aparente dos agregados de argila cerâmica leve, especialmente na concentração de 40%. No entanto, apenas os materiais sinterizados em forno de micro-ondas atenderam aos requisitos de resistência para todas as temperaturas. Quanto ao ciclo de vida, as versões com sargaço apresentaram melhor desempenho ambiental em comparação à argila expandida comum.

Isso levou os pesquisadores a concluir que os agregados de argila cerâmica leve com sargaço sinterizado em forno micro-ondas são uma alternativa viável para mitigar os prejuízos provocados pela grande quantidade da alga no litoral, com consumo reduzido de recursos naturais e maior eficiência energética.

Além desse trabalho, a equipe avaliou a viabilidade de usar a alga na produção de painéis particulados, destinados à indústria de móveis e à construção civil, e em telhas de fibrocimento, colocando as cinzas de sargaço como substitutas do calcário. “Os resultados foram surpreendentes, pois conseguimos usar 30% de sargaço nos painéis e substituir 100% do calcário com as suas cinzas, com resultados que atendem plenamente às normas vigentes para esses produtos e melhoram a durabilidade e as propriedades mecânicas dos materiais”, diz Rossignolo.

Impactos do tarifaço ao PIB preocupam setor de construção civil

0

O setor da construção civil vê com preocupação os potenciais impactos das tarifas de 50% do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre o Brasil no Produto Interno Bruto (PIB) doméstico, disse o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), Renato Correia, nesta segunda-feira (28).

“Preocupa bastante o impacto disso na economia como um todo”, afirmou Correia após apresentação do desempenho do setor no segundo trimestre.

“Para a construção civil, que usa muito pouco a exportação, é muito mais o reflexo disso na nossa economia, na geração de emprego e na geração de PIB. Nós temos um crescimento muito atrelado ao PIB.”

Segundo o presidente, o receio do setor é em relação ao quanto as tarifas norte-americanas, previstas para entrarem em vigor a partir de sexta-feira (1º), podem afetar negativamente o PIB. “Vamos ter que acompanhar os desdobramentos disso”, acrescentou.

A indústria da construção civil tem experimentado um bom momento, com o setor alcançando em maio o maior número de trabalhadores formais em mais de 10 anos, segundo análise da Cbic com base em dados do Caged, mas a entidade tem apontado incertezas à frente, diante de juros elevados, custos acima da inflação e outros fatores que citou como desafios para 2025.

A Cbic manteve projeção de crescimento de 2,3% para o setor em 2025, desaceleração em relação à expansão de 3,4% em 2024.

Para a economista-chefe da entidade, Ieda Vasconcelos, a estimativa carrega um “leve otimismo”, sustentado pela inércia de lançamentos anteriores, que ainda geram atividade e emprego. Mas, segundo a Cbic, as expectativas para novos empreendimentos e serviços caíram para o segundo menor patamar do ano.

“Estamos vivenciando o reflexo do que foi lançado nos últimos dois anos. Se o atual ambiente de juros elevados persistir, há risco de desaceleração mais acentuada a partir de 2026”, disse Ieda em comunicado que acompanha a apresentação.

A entidade também chamou atenção para uma redução de 62,9% na quantidade de unidades financiadas com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) nos primeiros cinco meses do ano em comparação com o mesmo período do ano passado, ressaltando o custo de crédito elevado com a Selic a 15% ao ano.

Confiança da construção recua 1,3 ponto em julho, a 92,7 pontos, afirma FGV

0

O Índice de Confiança da Construção (ICST) recuou 1,3 ponto em julho, a 92,7 pontos, após avançar 0,7 ponto em junho, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta segunda-feira (28).

Com o resultado, a média móvel trimestral do índice recuou 0,3 ponto, sétima queda consecutiva.

“O segundo semestre começou com deterioração das expectativas em relação aos próximos meses: a percepção generalizada das empresas dos diversos segmentos setoriais é de que os negócios e a demanda ficarão piores”, observou, em nota, a coordenadora de Projetos da Construção do Ibre/FGV, Ana Maria Castelo.

Ela pondera que os empresários também atentam para a atividade ainda aquecida, mantendo a pressão sobre o mercado de trabalho, e que os próximos meses mostrarão se esse foi um movimento pontual ou se, de fato, pode-se esperar uma desaceleração mais intensa do ciclo de negócios.

Houve, nesta leitura, avanço de 0,5 ponto do Índice de Situação Atual (ISA-CST), a 92,5 pontos. Já o Índice de Expectativas (IE-ICST) recuou 3,3 pontos, a 93 pontos, menor nível desde maio de 2021 (89,1 pontos).

O Nível de Utilização da Capacidade (Nuci) da Construção cedeu 1,1 ponto porcentual, para 78,2%. O Nuci de Mão de Obra caiu 1,1 ponto, para 79,2%, e o de Máquinas e Equipamentos recuou 1,7 ponto, para 72,2%.

Dia Nacional da Habitação: CAIXA celebra impacto da política habitacional no Brasil

0

Hoje é o Dia Nacional da Habitação, e a CAIXA celebra o impacto da política habitacional no Brasil. Só de janeiro a julho deste ano, já foram contratados mais de R$ 126 bilhões de reais em crédito para habitação. Isso significa mais de um milhão e trezentas mil pessoas beneficiadas e mais de um milhão e duzentos mil empregos gerados.

Para a vice-presidente da Caixa, Inês da Silva Magalhães, enquanto muitos países enfrentam crises habitacionais, o Brasil avança com políticas públicas voltadas para o setor.

“Hoje, podemos dizer que a gente enfrenta o tema da habitação como uma estratégia de desenvolvimento, porque ela é uma política pública que ao mesmo tempo garante o direito à moradia e também contribui para o desenvolvimento do país, gerando emprego, nossos números mostram isso e acho que a gente tem um grande ano pela frente.”

Entre os beneficiados, do crédito habitacional da CAIXA mais de cento e vinte e sete mil contratos são de famílias com renda de até R$ 2.850, o que reforça o compromisso da CAIXA com a população de baixa renda.

Marco Legal do Saneamento Básico completa cinco anos com avanços limitados

0

O Marco Legal do Saneamento Básico completa cinco anos desde a entrada em vigor. Embora a lei tenha sido implementada para incentivar investimentos no setor e ampliar o acesso aos serviços básicos até 2033, 16,9% da população brasileira ainda vive sem acesso à água potável, e 44,8% não possuem coleta de esgoto.

O levantamento compõe a quarta edição do estudo Avanços do Marco Legal do Saneamento Básico no Brasil de 2025, divulgado nesta terça-feira (19) pelo Instituto Trata Brasil. O material analisa o progresso na aplicação da Lei nº 14.026/2020.

Contudo, a pesquisa reforça que os dados abrangem apenas o período de três anos após a promulgação, o que pode ser considerado insuficiente para observar efeitos significativos nos indicadores.

Como os avanços dependem de processos que demandam tempo, como projetos, licenciamentos e obras de infraestrutura, o estudo afirma que “é provável que a melhoria nos indicadores ocorra no médio e no longo prazo”.

Evoluções

Atualmente, cerca de 34 milhões de brasileiros vivem sem acesso à rede de abastecimento de água, enquanto mais de 90 milhões não estão conectados às redes de esgotamento sanitário.

Em relação à oferta de serviços, o levantamento evidencia que, entre 2019 e 2023, o atendimento de água à população caiu de 83,6% para 83,1%, uma queda de 0,5 ponto percentual. Por outro lado, os serviços de coleta e tratamento de esgoto registraram avanços de 2 p.p. e 5,5 p.p., respectivamente. Apesar de o tratamento de esgoto ter apresentado a maior evolução no período, esse indicador permanece como o mais distante da meta de universalização.

Investimentos

A média de investimentos em saneamento básico nos últimos cinco anos foi de aproximadamente R$ 20,7 bilhões. No entanto, a pesquisa aponta que, para alcançar a meta de universalização prevista na legislação, será necessário mais do que dobrar esse valor. Para isso, o Brasil precisará investir R$ 45,1 bilhões por ano.

Segundo Luana Pretto, presidente executiva do Instituto Trata Brasil, “só haverá perspectiva de universalização caso haja um contrato estabelecido e um maior aporte de investimentos. Como ressaltamos no estudo, em 1.557 municípios já há contrato entre o ente público e o ente privado para alavancar esses investimentos”.

Pretto reforça que o avanço depende não apenas da ampliação dos investimentos, mas também do monitoramento das metas estabelecidas.

“Ainda existe um ‘gap’ nesse investimento, advindo tanto dos municípios que ainda não se mobilizaram quanto daqueles que não possuem contrato. E mesmo nos que já possuem contrato, é necessário acompanhar o cumprimento das metas intermediárias previstas”, afirma.

Segundo o estudo, sem esses elementos, o país corre o risco de manter o ritmo lento de progresso.

Marco Legal do Saneamento Básico

O objetivo central da legislação é universalizar o saneamento básico no país. Para isso, foi estabelecido que todas as localidades brasileiras devem atender 99% da população com abastecimento de água e 90% com esgotamento sanitário até 31 de dezembro de 2033.

Os pilares fundamentais podem ser resumidos em cinco pontos:

  1. Definição de metas para universalização dos serviços;
  2. Aumento da concorrência pelo mercado com vedação a novos Contratos de Programa (instrumento pelo qual um ente federativo transfere a outro a execução de serviços);
  3. Maior segurança jurídica para processos de desestatização de companhias estatais;
  4. Estímulo à prestação regionalizada dos serviços; e
  5. Criação de um papel de destaque para a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) na regulação dos serviços.

Sete das dez melhores cidades para morar em 2025 estão em SP, aponta IPS Brasil

0

O relatório do Índice de Progresso Social do Brasil (IPS Brasil) 2025 realizado pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), listou as 20 cidades com a melhor e a pior qualidade de vida no Brasil  em 2025. O documento mostra que sete, das dez melhores cidades para morar no Brasil, estão localizadas no estado de São Paulo.

O IPS mede o desempenho social e ambiental de territórios e esta foi a segunda edição da publicação. Os dados coletados abrangem todos os 5.570 municípios brasileiros.

O estudo mostra que, em 2025, havia uma desigualdade significativa na distribuição do progresso social entre os municípios brasileiros. O cenário retrata um relevante contraste entre a Região Norte, especialmente na Amazônia Legal, onde se concentra a maioria dos municípios críticos, e o Sudeste do Brasil – onde estão os municípios com maiores notas do IPS.

O levantamento mostra que a Amazônia Legal teve a pior nota do componente Qualidade do Meio Ambiente. Segundo o estudo, o resultado é influenciado pelo desmatamento e pela concentração de emissões associadas de Gases de Efeito Estufa (GEE) na região.

Em relação ao cenário nacional, o estudo revela que a dimensão de oportunidades apresentou o pior resultado (46,07), com resultados baixos relacionados aos Direitos Individuais (32,41), Acesso à Educação Superior (47,39) e Inclusão Social (47,21).

Para calcular o IPS Brasil 2025, foram utilizados 57 indicadores, oriundos de fontes públicas oficiais. As notas variam de 0 a 100 e os são divididos em três dimensões, sendo oportunidades, que inclui direitos individuais e acesso à educação superior, entre outros; necessidades humanas básicas, que abarca nutrição e cuidados médicos básicos, água e saneamento, moradia, entre outros e, por fim, fundamentos do bem-estar, que abrange desde acesso à informação e comunicação à saúde saúde e bem-estar.

Inclusive, na dimensão de necessidades humanas básicas, o país alcançou a melhor pontuação geral média (74,79).

Melhores cidades brasileiras para morar

Pela segunda vez seguida, Gavião Peixoto (SP) liderou o ranking com a melhor pontuação no IPS 2025. O município fica localizado no interior do estado de São Paulo.

Entre as dez cidades com melhor qualidade de vida no país, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Minas Gerais também aparecem com um município cada.

Confira o ranking das 10 melhores cidades para morar no Brasil:

  • Gavião Peixoto (SP)
  • Gabriel Monteiro (SP)
  • Jundiaí (SP)
  • Águas de São Pedro (SP)
  • Cândido Rodrigues (SP)
  • Presidente Lucena (RS)
  • Luzerna (SC)
  • Pompéia (SP)
  • Nova Lima (MG)
  • Itupeva (SP)

Apesar do resultado expressivo de municípios paulistas, nas regiões mais ricas do Brasil como Sul e Sudeste, o IPS aponta que o componente Saúde e Bem-estar demonstrou fragilidade. De acordo com o estudo, o resultado é influenciado pelas taxas elevadas de obesidade, suicídio e mortalidade por Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) – como diabetes e doenças respiratórias.

10 piores cidades para morar no Brasil

O município que registrou o pior índice do IPS em 2025 é, mais uma vez, o município de Uiramutã (RR), que obteve 37,59 no índice.

Entre as dez cidades com pior qualidade de vida no país, sete estão localizadas no Pará e três em Roraima. Entre as 20 cidades listadas no ranking, também estão Japorã (MS), Marajá do Sena (MA) e Peritoró (MA) e outras três cidades do Acre: Santa Rosa do Purus e Feijó.

Confira o ranking das 10 piores cidades para morar no Brasil:

  • Uiramutã (RR)
  • Jacareacanga (PA)
  • Amajari (RR)
  • Bannach (PA)
  • Alto Alegre (RR)
  • Trairão (PA)
  • Pacajá (PA)
  • Portel (PA)
  • São Félix do Xingu (PA)
  • Anapu (PA)

Cenário nas capitais brasileiras

Segundo o IPS 2025, Curitiba (PR) é a capital com melhor qualidade de vida no Brasil, seguida por Campo Grande (MS) e Brasília (DF). Na quarta posição aparece São Paulo (SP) e no 5° lugar, Belo Horizonte (BH). Além disso, Palmas (TO) é a melhor capital da região Norte, enquanto João Pessoa (PB) lidera o ranking de progresso social no Nordeste.

Entre as capitais, Porto Velho (RO) ficou em último lugar, com Macapá (AP) logo atrás.

13º Barômetro da Infraestrutura Brasileira aponta que municípios não aproveitam potencial de crescimento

0

O 13º Barômetro da Infraestrutura Brasileira, divulgado neste semestre, indica que a esfera municipal foi a única a apresentar uma piora efetiva na percepção de aproveitamento do potencial para investimentos em infraestrutura. A pesquisa ouviu 329 empresários e especialistas do setor entre os dias 13 de maio e 3 de junho de 2025.

Realizado semestralmente pela Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (ABDIB), em parceria com a consultoria estratégica EY-Parthenon, o levantamento revela que 58,9% dos entrevistados avaliam como “muito baixo” o nível de aproveitamento das oportunidades de crescimento pelos municípios — incluindo instrumentos como parcerias público-privadas (PPPs). Além disso, 17,6% afirmam que os municípios não estão aproveitando esse potencial de forma alguma. Esse percentual é significativamente superior ao verificado para União e estados, ambos com apenas 2,6%.

As expectativas em relação às administrações municipais também se deterioraram nesta edição da pesquisa, tanto em comparação com os resultados anteriores quanto em relação às demais esferas federativas.

No levantamento anterior, referente ao segundo semestre de 2024, 22,4% dos respondentes afirmavam que os municípios estavam aproveitando parcialmente o potencial para concessões e PPPs. Agora, esse índice caiu para 19,7%. Já a percepção de que o aproveitamento é “muito pouco” subiu de 56,1% para os atuais 58,9%.

Em contrapartida, os estados apresentaram melhora na avaliação. O percentual de entrevistados que enxergam um aproveitamento total do potencial para a realização de PPPs pelos governos estaduais subiu de 4,3% para 5,9%. Já aqueles que consideram o aproveitamento como parcial aumentaram de 49,0% para 54,2%.

Municípios: sem recursos e pessoal qualificado

Cesar Bergo, economista e sociólogo, professor de mercado financeiro da Universidade de Brasília (UnB) e sócio diretor da OpenInvest, acredita que parte do problema de os municípios não investirem em infraestrutura é devido à falta de pessoal qualificado para a elaboração dos projetos.

“Quando você fala de municípios, aí realmente é uma dificuldade muito grande, porque você tem alguns municípios que não têm uma boa articulação, que não têm um bom quadro para poder fazer um bom planejamento e acabam muitas vezes perdendo as oportunidades”, explicou o professor.

Falta de recursos trava avanço do saneamento básico em municípios de pequeno porte

Bergo destaca que uma das dificuldades de se investir em infraestrutura é a falta de recursos.

“Um dos problemas maiores da infraestrutura é a falta de recursos, sobretudo não só privados, que têm um risco em função da taxa de juros elevada, tem a questão do Fundo de Garantia que está sendo utilizado para outros fins. Você não tem recursos para trabalhar essa parte de infraestrutura, o saneamento básico, por exemplo. Tem um problema de planejamento. Durante o governo passado, nós tivemos a junção de vários ministérios em um só que foi o Ministério da Economia. Praticamente aniquilou o Ministério do Planejamento. Agora, o Ministério do Planejamento volta tímido. Ele é fundamental para esse tipo de projetos, envolvendo a infraestrutura, porque se o Ministério da Fazenda cuida da arrecadação, o Planejamento cuida dos gastos”, avaliou.

De acordo com o 13º Barômetro, o setor de rodovias será o que vai receber mais investimentos em infraestrutura nos próximos três anos, ultrapassando o segmento de saneamento básico.

Reforma Tributária deve remodelar contratos e eficiência no setor de construção civil

0

A reforma tributária promete mudar a forma como a construção civil lida com impostos e contratos de longo prazo. Para o secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernardo Appy, a introdução do modelo não cumulativo deve tornar o setor mais eficiente em todas as etapas da obra, enquanto líderes políticos como Arthur Lira ressaltam que simplificar o sistema é condição essencial para destravar investimentos e reduzir a burocracia que hoje consome tempo e recursos das empresas.

Appy destaca que, no modelo atual, as empresas acabam pressionadas a concentrar a agregação de valor apenas na fase final do processo construtivo, o que reduz a eficiência das cadeias produtivas. “Já o modelo não cumulativo estimula maior eficiência em todas as etapas da construção”, afirmou. A expectativa é que a mudança torne o ambiente de negócios mais dinâmico, permitindo ganhos de produtividade e maior competitividade.

Arthur Lira, por sua vez, reforça o peso da burocracia como um dos principais entraves à economia brasileira. “No Brasil, gastamos cerca de 1.500 horas por ano para cumprir obrigações tributárias, contra 300 na América Latina e 150 nos países da OCDE. Somos dez vezes mais onerosos”, disse o deputado, defendendo que a simplificação traga mais clareza e menos custos para o setor produtivo.

O presidente do Sindicato Nacional da Indústria da Construção Pesada, Cláudio Medeiros, acrescenta que a reforma pode representar um marco para a modernização da infraestrutura nacional. Para ele, maior previsibilidade tributária e contratos mais claros abrem espaço para novos modelos de negócio e atração de capital privado. “O Brasil tem a chance de modernizar sua infraestrutura com maior transparência, previsibilidade e capacidade de atrair capital privado”, afirmou.

Reforma avança no Congresso

A reforma tributária já começou a sair do papel. Em janeiro, foi sancionada a Lei Complementar 214/2025 (antigo PLP 68/24), que regulamenta a maior parte da tributação sobre consumo e institui três novos tributos: a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), de competência da União; o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), que será gerido por estados e municípios; e o Imposto Seletivo (IS), voltado a desestimular produtos nocivos à saúde e ao meio ambiente.

Agora, o Congresso concentra as atenções em projetos complementares, entre eles o PLP 108/24, que cria o Comitê Gestor do IBS. Esse órgão será responsável por administrar a arrecadação e a distribuição da receita do novo imposto entre estados e municípios — etapa considerada crucial para dar segurança e previsibilidade ao setor produtivo.

As discussões sobre o texto vêm acontecendo semanalmente no Comsefaz, com a participação de técnicos dos estados, municípios, governo federal, consultores do Senado e assessores do relator, senador Eduardo Braga (MDB-AM). A expectativa é que o relatório final seja divulgado em 17 de setembro, com votação prevista para o dia 24. Até lá, seguem em análise emendas apresentadas pelos estados, mantidas em sigilo até a apresentação oficial.

CNI: Juros altos lideram problemas da construção no 2º trimestre

0

As taxas de juros elevadas foram o principal desafio da indústria da construção no 2º trimestre de 2025. O entrave foi citado por 37,7% dos empresários do setor, contra 35,3% no 1º trimestre do ano, segundo Sondagem Indústria da Construção, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em parceria com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), nesta segunda (28).

De acordo com Isabella Bianchi, analista de Políticas e Indústria da CNI, as taxas de juros elevadas afetam o setor da construção por diferentes canais.

“Pelo lado da oferta, se o industrial da construção precisar tomar crédito para adquirir capital de giro e começar um novo projeto, por exemplo, ele vai ser impactado pela elevação do custo do crédito, reflete esse aumento na Selic. E de forma similar, ocorre do lado da demanda: para o consumidor adquirir um bem do setor da construção, ele precisa tomar crédito, o que também acaba sendo encarecido pela elevação das taxas de juros”, explica a analista.

Lembrada por 30,5% dos empresários, a alta carga tributária segue como o segundo principal problema da indústria da construção. No 1º trimestre, 27,8% dos empresários haviam mencionado a questão. A terceira posição do ranking é ocupada pela falta ou alto custo de trabalhador qualificado. No 2º trimestre, o problema foi reportado por 24,6% dos industriais, enquanto, no 1º, por 27,1%.

Há 10 anos no setor da construção, Mayara Serra, diretora de Desenvolvimento da Maso Engenharia e Consultoria, diz que as três primeiras posições do ranking juntas “pesam bastante”.

“Os juros altos são os que mais impactam no dia a dia. Com juros altos, tudo fica mais difícil. A carga tributária e a mão de obra qualificada também exigem atenção, só que, no final das contas, é um combo que complica tudo. Mas com planejamento e equipe certa, a gente consegue ir equilibrando”, explica a diretora.

Para Mayara, o cenário não é pior por causa da desaceleração nos preços de insumos e matérias-primas. O índice que mede a evolução do preço médio desses itens recuou 3,7 pontos, para 60,9 pontos, na passagem do 1º para o 2º trimestre.

“A desaceleração nos preços de insumos ajuda a garantir o planejamento da obra. Se a gente tiver uma alta muito grande desses insumos, acontece um desvio do planejamento, que faz com que a gente tenha que trabalhar para que cheguemos lá na frente sem prejuízos”, afirma.

Condições financeiras pioram

O índice de satisfação com a situação financeira caiu 1,4 ponto, fechando o 2º trimestre em 45 pontos. Abaixo da linha de 50 pontos, o indicador reflete maior insatisfação dos empresários com as finanças de seus negócios.

Os índices de satisfação com o lucro operacional e de facilidade de acesso ao crédito também caíram, de 42,8 para 42,5 pontos e de 37,4 para 35,5 pontos, respectivamente. Isso indica maior insatisfação com os lucros e dificuldades crescentes para obter crédito.

Atividade avança, mas emprego e UCO recuam

Em junho, o índice de evolução do nível de atividade da indústria da construção ficou em 48,8 pontos, após avançar frente a maio. O resultado foi inferior ao registrado no mesmo mês em 2024 e em 2023, quando o indicador marcou 49,9 pontos. Vale lembrar que, quanto menor o índice, pior o desempenho do setor.

Já o índice de evolução do número de empregados caiu de maio para junho. O indicador registra 48,3 pontos, abaixo do patamar visto no mesmo mês em 2024 e em 2023, quando registrou 48,8 pontos e 50 pontos, respectivamente.

Depois de sete meses consecutivos em 67%, a Utilização da Capacidade Operacional (UCO) da indústria da construção caiu 1 ponto percentual, para 66%. A UCO está dois pontos percentuais abaixo do nível visto em junho de 2024 (68%) e 1 ponto percentual abaixo de junho de 2023 (67%).

Confiança e intenção de investimento em queda

Em julho de 2025, o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) da Construção caiu 0,4 ponto, para 47,1 pontos. Ao se afastar da linha divisória de 50 pontos, o indicador revela que a falta de confiança se intensificou entre os industriais do setor.

O índice de intenção de investimento caiu 2,4 pontos de junho para julho. Agora, o indicador registra 40,4 pontos, 2,3 pontos percentuais acima da média histórica.

Segundo a analista de Políticas e Indústria da CNI, a confiança da construção recuou principalmente por uma pior avaliação das condições atuais por parte dos empresários do setor. “Essa avaliação de condições atuais piores do que a dos últimos seis meses é percebida tanto para as próprias empresas quanto para a economia brasileira”, expõe Isabella.

Expectativas oscilam, mas continuam positivas

Apesar do momento negativo, os empresários seguem otimistas para o segundo semestre de 2025. O índice de expectativa de número de empregados avançou 1,9 ponto frente a junho, chegando aos 52,9 pontos. O índice de expectativa de compras de insumos e matérias-primas subiu 1,1 ponto, para 52,2 pontos.

Por outro lado, o índice de expectativa de novos empreendimentos e serviços recuou 0,8 ponto, para 50,5 pontos, enquanto o de nível de atividade permaneceu em 53,1 pontos.

Todos os indicadores continuam acima dos 50 pontos, revelando que os industriais têm perspectivas positivas para os próximos seis meses.

A diretora Mayara confirma os dados. “Às vezes, me sinto insatisfeita com todo o cenário do mercado. Mas vejo melhora, principalmente por conta da queda dos preços do insumo. Isso faz a diferença no caixa de qualquer construtora e acaba ajudando a garantir que o orçamento não saia do planejado. Então, temos desafios. Mas essa desaceleração dos preços da matéria-prima permite que a gente organize melhor as contas. Isso dá mais fôlego e confiança. A gente consegue manter os projetos, pensar em novas vendas e novos projetos”, conclui.

Amostra

Para esta edição da Sondagem Indústria da Construção, foram consultadas 305 empresas: 118 pequenas, 123 médias e 64 grandes, entre 1º e 10 de julho de 2025.

Política de Privacidade

A sua privacidade é importante para nós. O Grupo Poliview sabe da importância de seus dados pessoais e, por isso, se compromete a protegê-los e processá-los em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Coleta e Processamento de Uso de Seus Dados Pessoais
Comprometemo-nos a observar a legislação que regulamenta a proteção de dados pessoais, assegurando que estes sejam coletados e processados de acordo com as disposições da Lei nº 13.709/18 – Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e normas locais aplicáveis, se houver.

Transparência
Nós não coletamos ou processamos dados pessoais sem razão legítima para tanto. Podemos coletar e processar seus dados pessoais para contatá-lo; se solicitado no preenchimento de formulário em nossos sites; para a execução de contrato do qual você é parte; ao cumprimento de obrigação legal que deva ser por nós cumprida; ou quando necessário.

Nas hipóteses em que a lei o exigir, o seu consentimento será por nós solicitado (por exemplo, antes de coletar quaisquer dados confidenciais pessoais).

Cookies:
Ao navegar no Website ou utilizar qualquer um de seus recursos ou ferramentas, um cookie poderá ser enviado para o seu computador. O cookie é um fragmento de dado que o identifica como um usuário único, reconhecendo, acompanhando e armazenando as suas informações de navegação. Nossos sites inserem cookies em seu browser contendo um identificador exclusivo com a finalidade de melhor compreender o uso desse Website e verificar quais áreas do Website são preferidas pelos usuários.

Os cookies são utilizados para proporcionar a você conteúdo personalizado, assim como para facilitar e agilizar o preenchimento de determinados campos. Caso você configure seu navegador para recusar cookies, o Website poderá não operar corretamente ou ocasionar demasiada demora em carregar os conteúdos.

Para aprender mais sobre os cookies e como especificar os cookies de sua preferência, aconselhamos pesquisar "cookie" na parte de "Ajuda" de seu browser.

Protocolo de Internet:
O endereço IP (Protocolo da Internet) é um número automaticamente atribuído ao seu computador pelo seu provedor sempre que você se conecta à Internet. O Grupo Poliview poderá usar os endereços IP para coletar informações anônimas e agregadas sobre o número de visitantes e uso do site.

Como Usamos sua Informação
Algumas das informações acima mencionadas são armazenadas com o objetivo exclusivo de identificar as preferências pessoais para aprimorar e customizar a sua experiência no uso do Website; contatá-lo diretamente para comunicar alterações das ferramentas e funcionalidades do nosso Software, bem como sobre lançamento de novas ferramentas, funcionalidades ou produtos atrelados ao SIECON; classificar e agrupar informações de Usuários, assim como consolidar dados estatísticos a respeito desses últimos, inclusive para definir a composição da base de Usuários do Website e o volume de tráfego em nossos servidores.

A partir das informações coletadas no uso do Website, anúncios de publicidade e links relacionados poderão ser oferecidos a você.

Não vendemos ou comercializamos as informações coletadas nos nossos Websites. Entretanto, poderemos compartilhar tais dados com parceiros de negócios com a finalidade exclusiva de executar serviços a favor da Poliview. O uso das informações coletadas e/ou armazenadas exige o processamento de dados que poderá ser realizado por nós ou por parceiros contratados para esse fim, no Brasil ou no exterior, que também estarão sujeitos a esta Política de Privacidade. Você expressamente concorda com a transferência desses dados a quaisquer parceiros comerciais do Grupo Poliview, no Brasil ou no exterior.

Ao utilizar o Website, podemos nos comunicar com você por e-mail, SMS e/ou por ligações telefônicas. Você concorda em receber essas comunicações.

Segurança
Temos um compromisso com a segurança dos dados de identificação pessoal e tomamos precauções razoáveis para manter essa proteção. O Grupo Poliview adota os melhores esforços, no sentido de preservar a privacidade dos dados dos Usuários, tendo implementado e empregado sistemas de segurança usualmente adotados pelo mercado para proteger a transmissão e as informações armazenadas contra acessos desautorizados. Entretanto, advertimos que nenhum site é totalmente seguro e o Grupo Poliview não pode garantir integralmente que todas as informações que trafegam nos websites não sejam alvo de acessos não autorizados perpetrados por meio de métodos desenvolvidos para obter informações de forma indevida. Por esse motivo, nós incentivamos os Usuários a tomar as medidas apropriadas para se proteger.

Retenção de Dados de Identificação Pessoal
Uma vez fornecidos os dados de identificação pessoal ao Grupo Poliview, armazenamos e mantemos tais informações pelo tempo exigido por lei ou necessário à disponibilização dos produtos e/ou serviços do Website ou fora dele. Você poderá solicitar, expressamente, a exclusão dessas informações ao término da relação, desde que observados os requisitos legais.

Links de Terceiros
Recomendamos que você consulte as respectivas políticas de privacidade dos sites de terceiros que possam ser acessados por meio do Website para se informar adequadamente a respeito do uso de suas informações pessoais por referidos websites ou ferramentas.

Websites de Terceiros
Como um recurso para os nossos usuários, podemos fornecer links para outros sites na Internet. O Grupo Poliview não se responsabiliza por esses websites e conteúdos e, ainda, não compartilha, subscreve, monitora, valida ou aceita a forma como esses websites ou ferramentas de armazenamento de conteúdo coletam, processam e transferem suas informações pessoais e privadas. Recomendamos que você consulte as respectivas políticas de privacidade de tais websites para se informar adequadamente a respeito do uso de suas informações pessoais por outros websites ou outras ferramentas.

Podemos registrar o seu acesso aos websites de terceiros, para fins de medir a relevância desses aos nossos Usuários.

Alterações a esta Política de Privacidade
A presente Política de Privacidade poderá ser alterada a qualquer tempo, ficando dispensada a sua notificação prévia, sendo sua responsabilidade visitar essa página de tempos em tempos para permanecer informado a respeito do tratamento conferido aos seus dados pessoais e da política de privacidade como um todo. Sem prejuízo do disposto, caso as alterações sejam significativas, colocaremos um aviso com mais destaque em nosso website ou poderemos requerer seu novo consentimento, em determinados casos.

Entre em Contato Conosco
No caso de dúvidas sobre esta política ou sobre a coleta de informações, utilização e procedimentos de divulgação do Grupo Poliview , você pode entrar em contato conosco através do e-mail em [email protected]