Mercado imobiliário se recupera e vendas de imóveis aumentam no início de 2018

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Após passar por momentos difíceis por conta da crise econômica que assolou o país, o mercado imobiliário entra no ano de 2018 com fortes expectativas. O setor vem se recuperando com a pretensão de tornar mais sólida a tendência da alta apresentada nos últimos meses de 2017.

Os dados foram divulgados pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), os quais foram calculados pela Fipe, da Universidade de São Paulo, que apontam que o número de residências vendidas entre janeiro de 2017 e janeiro de 2018 teve alta de 22,2% e 12%, respectivamente.

De acordo com as pesquisas, 82.902 residências foram lançadas ao mercado brasileiro no mesmo período. Na comparação, as vendas totalizaram 105.297 novos imóveis. O presidente da Abrainc afirma ser positiva a expectativa para a recuperação das vendas neste ano de 2018.

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic) mostra dados em relatório do ano de 2017, em que 23 regiões brasileiras encerraram o ano em plena recuperação, se comparado a 2016. O lançamento de novas moradias obteve um aumento de 5,2%, enquanto as vendas tiveram um crescimento de 9,4% relativo ao ano anterior.

Indicadores imobiliários mostram o crescimento no mercado de vendas de imóveis residenciais

Segundo a Cbic, o aumento das vendas no mercado imobiliário no primeiro trimestre desse ano se deu por conta da melhora da economia no país, taxas de juros mais baixas, inflação e uma leve recuperação do PIB (Produto Interno Bruto).

O presidente da Abrainc disse que, no mês de janeiro, foram lançadas 3.414 residências, onde 22,1% delas são de alto e médio padrão e 76,8%, do programa Minha Casa, Minha Vida. O mês teve 8.412 imóveis vendidos, número acima da média mensal do primeiro trimestre de 2017, com 7.616 imóveis.

Ele confirma que o índice de vendas poderia ser melhor, se não fossem as devoluções dos imóveis. Dessa forma, muitas dessas empresas fecharam as portas devido aos desacordos. Nos últimos 12 meses, foram contabilizados 34,1 mil distratos, o equivalente a 30,7% das vendas de novos lançamentos no mesmo período.

Outro dado significativo para o mercado foi o aumento do financiamento imobiliário dos recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), com R$ 3,84 bilhões em janeiro. Relacionando com o mês anterior, o aumento foi de 4,4%. Comparados a janeiro de 2017, o aumento foi de 23,7%.

Caixa pretende investir em novos financiamentos habitacionais

Para 2018, a Caixa possui um orçamento de R$ 82,1 bilhões para investimentos habitacionais no país. Ela pretende fazer o financiamento de 650 mil moradias para os próximos anos, tendo como meta principal o projeto Minha Casa, Minha Vida, quando R$ 58,8 bilhões sairão do Fundo de garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e R$ 12,7 bilhões do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE).

A Construtora Planeta é uma empresa que está no mercado há 20 anos, e sua solidificação e estabelecimento se justifica pelo fato de sempre cumprir com tudo o que promete aos seus clientes, sendo especializada em empreendimentos imobiliários. Clientes que precisam contar com uma construtora em Sorocaba e, também com um condomínio horizontal, encontram tudo o que precisam na Construtora Planeta, sempre com alta qualidade e total transparência.

Construtora Coenza moderniza estratégia de Gestão com capacitação em ERP específico do setor

Sobre a Construtora

Fotos do Residencial Santorini

Referência em qualidade na região do Mato Grosso, a Construtora Coenza é oriunda da empresa Endres Engenharia, fundada no Rio Grande do Sul em 1994, e neste quase 25 anos de história a Coenza atua no ramo da Construção Civil Industrial e de Incorporações imobiliárias, atuando no estado do Mato Grosso desde 2004.

De seu acervo técnico, constam cerca de 260.000 m² de área construída nas mais diversas áreas da Construção Civil. Em sua trajetória a Coenza tem projetado instalações e executado obras para projetos arquitetônicos de incorporações de Prédios Residenciais, Hospitais, Complexos Industriais, Centros Empresariais, Agencias Bancarias, Postos de Combustíveis, além de Obras de Terra como Barragens e estações de tratamento de Efluentes.

Desafios na Gestão

O grande desafio da Coenza era conseguir otimizar todos os processos internos da Construtora com uma ferramenta única de Gestão de Pessoas, Obras e Departamentos. Integrando todas as informações através de um sistema moderno e seguro.

“Penso que inicialmente, pela eventual facilidade de utilização de ferramentas paralelas de lançamento e controle de dados, seja tentador utilizar ferramentas genéricas. Porém quando começamos a utilizar uma ferramenta mais complexa de base de dados como o sistema SIECON, notamos que sua utilização passou a ser de domínio de toda a empresa, de forma fácil. Com isso conseguimos integração imediata de todos os setores, minimizamos o tempo de trabalho, resultando em informações e dados muito mais confiáveis”, relata Adolfo Endres, Diretor da Construtora Coenza.

A solução foi aderir a uma ferramenta única que auxiliasse em todos processos diários da Construtora. “Quanto mais funcionalidades do sistema SIECON colocamos em nossas rotinas diárias, mais verificamos o quão integradas estão entre si, e, se num primeiro momento exige atenção no lançamento dos dados, por outro lado confere extrema segurança nos relatórios e banco de dados”, comenta Adolfo.

Segundo Endres, “Quanto utilizávamos ferramentas paralelas, em algum momento precisávamos do cruzamento das informações, e ai, sem um sistema que realizasse o cruzamento destes dados, perdia-se totalmente a confiabilidade no controle, pois isso só poderia ser feito manualmente”.

Hoje o sistema SIECON é uma ferramenta imprescindível no gerenciamento de processos na Construtora COENZA, “A Solução integra todos os setores da empresa (Engenharia, Compras, Financeiro, RH e Incorporação), com respostas ágeis, muito confiáveis sendo, por isso, determinante em nossa gestão”, ressalta Endres.

ERP como um diferencial competitivo no Mercado

Reduzir custos, ganhar tempo e melhorar a produtividade são algumas das vantagens que as Empresas percebem ao implementar e utilizar um ERP (Enterprise Resource Planning, na sigla em inglês) que, traduzido ao pé da letra, significa Planejamento dos Recursos da Empresa. E no caso da indústria da Contrução Civil, que demanda cada vez mais necessidades específicas do setor, é fundamental que o sistema ERP tenha aderência ao segmento.

“É extremamente importante aderir a um ERP específico para Construtoras, tentando ser prático te diria sem medo de errar que é um diferencial para nós no Mercado, utilizar o SIECON. Analisando o aspecto econômico (objetivo principal para se manter no mercado competitivo de hoje), é uma ferramenta muito rápida para processamento dos dados da COENZA, permitindo agir com confiança nos orçamentos e promoção de eventual correção de rumos de forma rápida e precisa, imprescindível nos dias de hoje.”

“Trabalhando em um nível mais profundo no Sistema, ele permite a criação de um banco de dados, especificamente nos custos unitários de serviços privativos da empresa, criando uma fonte particular de custos que reflete exatamente a atuação da empresa. O que possibilita orçar empreendimentos num nível quase crítico de preços, de forma muito confiável.”

“Existem diversos ângulos de análise para se atestar os diferenciais de um Software de gestão, porém o pilar da economia que o ERP proporciona é com certeza um dos mais importantes.”

Capacitação na Ferramenta

Tão importante quanto um bom sistema para a gestão da empresa, é a definição dos processos e a correta capacitação de todos os usuários na ferramenta. “Quando resolvemos encarar um treinamento geral, em todos os setores da empresa, tivemos um suporte presencial que considero um marco e divisor de águas em nosso gerenciamento e na utilização das ferramentas do sistema como um todo. A presença de um profissional extremamente qualificado, preparado e com habilidade para transmitir conhecimentos, associada a um diagnóstico preliminar de como vínhamos sub utilizando o sistema, foi a base da mudança de todos os setores da empresa no que tange ao bom uso do sistema.” complementa Adolfo Endres, Diretor da Construtora Coenza.

Você indicaria o SIECON para outras Construtoras?

“Seguramente sim, eu teria antes o cuidado de preparar a equipe para ser treinada, aboliria ferramentas paralelas de controle (que considero uma armadilha que nós preparamos para nós mesmos). Feito isso, não tenho temor em dizer que dificilmente encontraria uma ferramenta com tamanha quantidade de recursos, integração verdadeira entre todos os departamentos da empresa, com um nível de relatórios muito amplo e que permite muita agilidade e confiança, como o SIECON”, indica Endres.

Venda de imóveis cresce 10% nos primeiros meses de 2018, aponta pesquisa

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O número de venda de imóveis aumentou 10% nos dois primeiros meses do ano em 2018, segundo uma pesquisa feita pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e do Senai Nacional.

Donos de imobiliárias de Itapetininga (SP) e região já comemoram o crescimento e afirmam que a expectativa é de que as vendas continuem aumentando durante ano.

Segundo o proprietário de uma imobiliária na cidade, João Rodrigues Duarte, esse crescimento ocorreu porque foram criadas modalidades de financiamentos.

João ressalta que uma das facilidades é devido ao ‘Minha Casa, Minha Vida’, que oferece condições de pagamento e taxas de juros de acordo com a renda da família.

“Antes quando alguém procurava um imóvel para comprar tinha que ter no mínimo 50% do preço do imóvel. Agora não. Com 20% do valor já é possivel fazer um financiamento”, explica.

Facilidade de financiamento ajudou no aumento de vendas de imóveis em Itapetininga, afirmam empresários (Foto: Reprodução/TV TEM)

Facilidade de financiamento ajudou no aumento de vendas de imóveis em Itapetininga, afirmam empresários (Foto: Reprodução/TV TEM)

Perfil

O corretor Sandro Claudio explica que a maioria dos compradores é de classe média e que busca um imóvel padrão. Com isso, cresceu a procura por apartamentos.

“Eles buscam imóveis com dois dormitórios, sala, cozinha e banheiro, mas que principalmente caiba em sua renda. Muitas vezes eles veem em buscam de uma casa, mas em geral acabam comprando apartamentos devido às facilidades de pagamento da entrada, já que as construtoras acabam parcelando o pagamento”, afirma.

Sonho realizado

A gerente comercial Daniela Aparecia Braga, por exemplo, conta que não esperava que realizar o sonho da casa própria seria tão fácil.

“Dei uma entrada de aproximadamente R$ 13 mil, pois tinha de FGTS e também já tinha um valor razoável para pagar a documentação da casa. Então, eu até fiquei assustada com a facilidade, porque acreditei que seria um bicho de sete cabeças. Quando tudo deu certo, foi um alívio”, conta.

Após perder espaço, Caixa diz que vai priorizar financiamento habitacional

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O novo presidente da Caixa, Nelson Antônio de Souza, disse nesta segunda-feira (2) que existe um grande espaço para a expansão do crédito habitacional, uma vez que a carteira total não chega ao equivalente a 10% do produto interno bruto(PIB) brasileiro. Ele informou que a instituição tem este ano 82 bilhões de reais para financiar imóveis, o mesmo montante do ano passado. Mas, em 2017, a concessão de crédito precisou ser suplementada e chegou a 86 bilhões de reais.

“O crédito habitacional é o grande gerador de emprego e renda”, disse ele, ao destacar ser essa a prioridade da Caixa. “Tenho o dever de dar continuidade ao trabalho de Gilberto Occhi e saber que a economia, para ter um desenvolvimento contínuo, tem de gerar emprego e renda.”

Ele disse ainda que o plano é seguir com a atuação nos programas de governo e expandir o crédito “de maneira responsável”.

Nelson Souza tomou posse como presidente da Caixa em substituição a Gilberto Occhi, que assumiu o posto de ministro da Saúde. Até então, Souza era vice-presidente de habitação do banco.

O novo presidente chega com a missão de recuperar o mercado perdido pelo banco para outras instituições. Hoje, a Caixa tem 65% dos financiamentos imobiliários do país, mas os desembolsos mensais têm sido superados pelos concorrentes. Em janeiro, último dado disponível pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), o Santander liderou o ranking de financiamento para a aquisição de imóveis com recursos da poupança, seguido, por Itaú Unibanco, Bradesco, Caixa e Banco do Brasil.

Um dos motivos para essa perda de liderança no desembolso mensal é que a Caixa é o único banco entre os cinco principais do país – Banco do Brasil, Bradesco, Caixa, Itaú e Santander — a manter taxa de financiamento acima de 10%.

A instituição garante que já estuda a diminuição da taxa de juros do financiamento imobiliário com recursos da poupança. A previsão é que o anúncio das novas taxas seja feito nas próximas semanas pelo banco.

O volume de crédito destinado ao financiamento de imóveis com dinheiro da poupança caiu pela metade no último ano, na comparação com 2014, antes da crise econômica e quando esses recursos atingiram patamar recorde.

Este é um bom momento para realizar o sonho da casa própria

Este é o momento para comprar a casa própria? Sim. Para o professor da Fundação Getúlio Vargas, Alberto Ajzental, a economia a longo prazo está mais estável, com taxas de juros menores e inflação sob controle.

Outra vantagem está no valor dos imóveis, que não estão tão elevados. Os preços também não devem disparar nos próximos anos.

“As pessoas estão mais seguras com relação ao emprego e mais confiantes para investir. Claro, o mercado hoje é um 1/3 do que era há 5 anos. De 2011 a 2013 a política econômica favorecia o crédito farto, mesmo tentando contra as estatais e pressionando a inflação, uma situação que não se sustentava”, explica Ajzental.

Com o cenário mais equilibrado, embora as taxas de desemprego ainda sejam altas, o consumidor está mais seguro e confiante para investir. Mas antes de dar o primeiro passo é preciso avaliar as contas.

O primeiro passo para comprar a casa própria é olhar para si, verificar se existe estabilidade de emprego e de renda, afinal, o investimento é alto e os financiamentos todos são a longo prazo. “É importante observar que a pessoa comprometerá uma parcela de sua renda por pelo menos 25 anos de sua vida. Precisa saber se tem condições para isso.”

Telêmaco Genovesi Jr. consultor da Horus GGR, o ideal que não seja comprometido mais que 20% da renda com as prestações do financiamento. “No máximo, para não correr riscos, comprometa 25% do salário líquido nas parcelas”, diz. “Também vale observar o valor do aluguel e o valor das prestações, se forem muito próximos, a compra de um imóvel é um bom negócio. ”

Pagar um aluguel baixo e juntar dinheiro para comprar um imóvel é interessante?

Não, não é. Para o professor da FGV, a pessoa acaba se descapitalizando ao pagar o aluguel. “É muito mais interessante juntar um valor para a entrada e financiar o restante por 25 ou 30 anos com juros baixos.”

“Temos uma oferta grande de imóveis com boas oportunidades. Para o investimento pessoal, este é o momento para comprar”, observa Genovesi.

E para quem já tem um imóvel financiado o ideal é amortizar a dívida e, se possível, até quitar o financiamento.

Vale a pena investir em imóveis?

Com a Selic, a taxa básica de juros, baixa os investimentos em renda fixa ficam menos atraentes. “Hoje investir em imóvel para ter retorno do aluguel não é tão ruim se comparado a outros investimentos, mas é preciso ter consciência que o imóvel pode ficar vazio e o gasto com IPTU e condomínio fica por conta do proprietário”, pondera Ajzental.

Para quem precisa do dinheiro a curto prazo, o imóvel não é um bom investimento. “A liquidez é baixa, para vender é mais difícil em um momento de crise”, diz Daniela Casabona, Assessora de Investimentos da FB Wealth.

Outro aspecto é a influência da economia, muitos imóveis vazios, os preços dos alugueis caem, aí vale a lei da oferta e da procura.

Genovesi aposta nos fundos imobiliários, que oferecem uma boa diversificação de imóveis. “Há oferta de cotas de fundos que detêm edifício comerciais, shoppings entre outros empreendimentos. Não é preciso lidar diretamente com inquilinos, o administrador cuida disso.” O risco de vacância, de imóveis desocupados é menor. Só é preciso observar a taxa de administração, que é muito variável.

AEAARP completa 70 anos com novos projetos

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futuro é a pauta do aniversário de 70 anos da Associação de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Ribeirão Preto (AEAARP), fundada em 8 de abril de 1948. A entidade atua em duas frentes: a valorização profissional e a promoção da qualidade de vida da comunidade, ressaltando o quanto engenheiros, arquitetos e agrônomos são essenciais para a segurança e o desenvolvimento econômico e social da cidade e da região.

“Desta forma, mostramos para a sociedade a importância das profissões que representamos”, afirma o engenheiro Carlos Alencastre, presidente da AEAARP. Em sua visão, o que no passado foi um pretexto para reunir pessoas com os mesmos interesses, hoje é o ambiente para desenvolver habilidades e relacionamentos profissionais. “As histórias de todos os que trabalharam e ainda trabalham pela entidade são inspiradoras para as novas gerações, e os jovens profissionais têm o frescor, a inquietude e a energia que a sociedade precisa para seguir em frente”, fala Alencastre.

Há mais de um ano a AEAARP desenvolve o Projeto Legado, criado para dar novo significado ao associativismo na área técnica. O estudo detalhado das necessidades do mercado e do papel da entidade de classe resultou em uma agenda de eventos, sociais e técnicos, que oferecem oportunidades de atualização.

Acompanhe no Portal AEAARP a agenda de eventos e cursos de 2018.

História

Em sete décadas de atividade, a AEAARP participou e estimulou debates sobre o desenvolvimento da cidade como instrumento de promoção da qualidade de vida, da inclusão e do caminho à sustentabilidade, dando forma ao seu papel social.

Representantes da AEAARP participaram das discussões do primeiro Código de Obras do município nos anos de 1940, das primeiras discussões acerca do Plano Diretor na década de 1970, da revisão do Plano no início dos anos 2000, de legislações para o setor, como a chamada Lei do Puxadinho, dentre outros.

Nos últimos anos, a entidade promoveu palestras, debates e recebeu eventos sobre temas relevantes para a comunidade, dentre eles a internacionalização do aeroporto Leite Lopes, trânsito, transporte, destinação dos resíduos domésticos e da construção civil, sustentabilidade, infraestrutura e abastecimento de água no município.

 (Foto: Alberto Gonzaga) (Foto: Alberto Gonzaga)

(Foto: Alberto Gonzaga)

A AEAARP tem representantes em conselhos municipais, como o Conselho Municipal de Urbanismo (COMUR), o Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente (CONDEMA) e o Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico e Cultural do Município de Ribeirão Preto (CONPPAC-RP). O COMUR foi criado na AEAARP, nos anos de 1970, e hoje tem sede e realiza encontros e reuniões na própria entidade. A Associação tem representantes também em comitês e fóruns da cidade, como o Fórum das Entidades de Ribeirão Preto (FERP), criado pela AEAARP em parceria com a Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto (ACIRP), a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e o Comitê da Bacia Hidrográfica do Pardo. Além disso, é parceira de ações que promovem a sustentabilidade, a qualidade de vida, o desenvolvimento econômico e o aperfeiçoamento profissional.

 (Foto: Alberto Gonzaga) (Foto: Alberto Gonzaga)

(Foto: Alberto Gonzaga)

Nos anos de 1970, iniciativas adotadas pela AEAARP resultaram na instalação da Inspetoria do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA) na cidade. Atualmente, a AEAARP tem dois representantes no CREA, cujo escritório regional está instalado na sede da Associação.

Desenvolvimento regional e qualidade de vida são pautas constantes na entidade, que sediou audiências públicas para a criação da Região Metropolitana de Ribeirão Preto (RM-RP) e constantemente promove palestras sobre empreendedorismo, economia regional, gestão pública e sustentabilidade. A AEAARP integra o Conselho da RM-RP.

 (Foto: Alberto Gonzaga) (Foto: Alberto Gonzaga)

(Foto: Alberto Gonzaga)

Associação é também propulsora das carreiras de seus associados. Mantém ativo um banco de currículos, atuando como ponte entre os profissionais e as oportunidades de mercado. Tem parceria com o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo (SEBRAE-SP), promovendo palestras sobre planejamento, gestão, além de realizar rodadas de negócios e orientações para estudantes das áreas técnicas.

A entidade investe em programação própria de cursos e também firmaparcerias com instituições com o propósito de incrementar a formação dos profissionais associados.

 (Foto: Alberto Gonzaga) (Foto: Alberto Gonzaga)

(Foto: Alberto Gonzaga)

Atualmente, acontecem na AEAARP cursos de pós-graduação e especialização promovidos pelo Instituto de Pós-Graduação (IPOG) e pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). Os cursos são oferecidos em condições diferenciadas para os associados.

Nos últimos 10 anos, a AEAARP realiza periodicamente eventos técnicos sobre tecnologia da construção, arquitetura, engenharia, meio ambiente e agronomia. No último ano, mais de duas mil pessoas, entre estudantes e profissionais, participaram dos eventos. Os eventos da AEAARP têm ingressos sociais. Para inscrever-se, os participantes doam alimentos não perecíveis: foram mais de duas toneladas, em 2017, encaminhadas às entidades assistenciais da cidade.

 (Foto: Alberto Gonzaga) (Foto: Alberto Gonzaga)

(Foto: Alberto Gonzaga)

Periodicamente, a Associação promove visitas técnicas a empresas e projetos que desenvolvem atividades ligadas ao setor tecnológico e incrementam o conhecimento sobre as atividades desenvolvidas por profissionais e empresas.

A AEAARP está inserida na sociedade também com o Coral Som Geométrico, mantido desde 1994. Participam dele profissionais associados da AEAARP e outros interessados, apresentando-se em eventos da entidade, em encontros de corais e eventos festivos no município.

 (Foto: Alberto Gonzaga) (Foto: Alberto Gonzaga)

(Foto: Alberto Gonzaga)

Datas comemorativas na AEAARP são oportunidades também de reunir associados e aprofundar laços de amizade, criando o ambiente propício para o fortalecimento da atuação profissional, realização de negócios e inserção no mercado. O Almoço dos Agrônomos é realizado anualmente há quase quatro décadas e periodicamente são promovidos encontros sociais para os quais todos os associados são convidados.

Há 39 anos a AEAARP reverencia profissionais que fazem a diferença em suas carreiras, pela inovação, qualidade técnica, inserção social e econômica. Desde 1979, quando foi criado o Prêmio Profissionais do Ano AEAARP, a entidade homenageou mais de 70 nomes.

A Associação tem sede própria, com cerca de três mil metros quadrados de área construída, dotada de área social, espaços para reuniões, eventos corporativos e técnicos, com estacionamento privativo, adequada às normas de segurança e acessibilidade.

 (Foto: Alberto Gonzaga) (Foto: Alberto Gonzaga)

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A AEAARP publica mensalmente a revista Painel, que relata todas as realizações da entidade e explora temas técnicos, compartilhando oportunidades e experiências.

A engenharia e a gestão industrial na indústria 4.0

Participei, recentemente, num seminário organizado pelo Núcleo de Estudantes de Engenharia e Gestão Industrial do Instituto Superior Técnico, no Taguspark, sobre as perspectivas de futuro da engenharia e gestão industrial.

As reflexões que considero mais relevantes para essa análise contemplam a avaliação das potencialidades deste universo de conhecimentos na sua inter-relação com as alterações tecnológicas que advirão com a indústria 4.0.

A engenharia e gestão industrial apresenta, neste âmbito de análise, desde logo, uma vantagem clara: integra as componentes de engenharia com as de gestão. Pela engenharia, seremos capazes de compreender e atuar nos domínios da física e da química, interiorizar as tecnologias associadas e utilizar a base matemática adquirida na utilização de algoritmos complexos.

No âmbito da gestão aprendemos a conviver com processos de decisão suportados em bases de dados cada vez mais complexas e sofisticadas e adotar os algoritmos de tomada de decisão mais adequados.

A importância das várias áreas de gestão nas empresas, modernas e globalmente competitivas, tem evoluído ao longo do tempo. A supremacia da função financeira, vigente em meados do século XX foi substituída pela função marketing no final desse século.

No início do atual século XXI, assistimos à preponderância da função sistemas de informação e, no momento atual, à atenção prioritária atribuída à inovação e ao desenvolvimento tecnológico.

A indústria 4.0, que trata dos sistemas ciberfísicos, suportados em “big data”, a internet das coisas, o “cloud computing”, sensores inteligentes, inteligência artificial e a digitalização de processos, vem criar um novo ecossistema de funcionamento das organizações.

Vimos assistindo, neste movimento disruptivo, a uma evolução da prevalência da inovação nos produtos para uma inovação nos processos e no posicionamento, situação em que a conjugação dos conhecimentos de engenharia e de gestão se tornam uma mais-valia clara para as empresas.

Verificamos, ainda, uma maior atenção e importância estratégica à função logística e de operações e ao desenvolvimento de parcerias e redes empresariais, de partilha de conhecimento, nos domínios da inovação, das tecnologias e dos novos mercados. A envolvente das organizações, nesta nova realidade, também se alterou, com a análise estratégica aplicada a meios envolventes mais alargados – cidades e regiões, inteligentes e sustentáveis, em termos econômicos, sociais e ambientais.

Os novos paradigmas, nas áreas da energia, saúde e mobilidade, apresentarão, também, novos desafios que exigirão conhecimentos integrados de engenharia, tecnologia e gestão. Como afirmei, ao núcleo de alunos do Técnico que me convidaram para participar neste encontro, este seria o curso que eu escolheria se entrasse agora para a universidade.

Porque o futuro, com os conhecimentos que aí adquiriria, seria um desafio aliciante, para viver e vencer.

Empresa de Elon Musk cria blocos para construção civil similares ao LEGO

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Elon Musk está criando uma nova tecnologia de infraestrutura para a construção civil. Ele anunciou pelo Twitter o desenvolvimento de um novo projeto de construção que utilizará tijolos como “blocos em escala humana parecidos com LEGO” para fazer esculturas e edificações.

Musk ainda descreve o produto como capaz de aguentar abalos sísmicos como os da Califórnia, com forte sustentação. Contudo, vazado no meio, o bloco tende a ser leve. “Como a sustentação de uma asa de avião”, caracteriza.

Os primeiros Boring Bricks, assim chamados, serão temáticos com construções egípcias como pirâmides e a Esfinge.

Um usuário no Twitter chegou a perguntar a Musk se os blocos poderiam ser usados em moradias temporárias mais baratas, como em locais de perfuração. Musk respondeu: “Sim, os tijolos são intercalados com acabamento inicial correto, de forma que duas pessoas poderiam construir as paredes externas de uma casa pequena em um dia ou pouco mais”, explicou.

Por fim, ele respondeu perguntas sobre a sustentabilidade e impacto no meio-ambiente. “É literalmente feito de pedra”, rebateu. Até o momento, não há informações oficiais sobre custo e data de lançamento do produto no mercado, sendo que Musk apenas afirmou que chegam “em breve”.

A The Boring Company foi criada em 2016 para produção de infraestrutura e construção de túneis. Contudo, no começo deste ano, a empresa também passou a vender lança-chamas “para animar qualquer festa”, como diz o site oficial do produto. Ao todo, foram vendidos 20 mil equipamentos destes, ao preço de 500 dólares cada.

Video: Como reinventar a construção de prédios?

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Em 1967, Moshe Safdie reimaginou o prédio monolítico, criando “Habitat ’67”, que deu a cada unidade um senso de abertura sem precedentes na Construção e Arquitetura. Veja sua palestra abaixo:

Quase 50 anos depois, ele acredita que a necessidade desse tipo de construção é maior do que nunca. Nesta breve palestra, Safdie analisa uma série de projetos que eliminam os arranha-céus e deixam a luz penetrar em cidades densamente povoadas.

Receita em queda pode levar à fusão de sindicatos na indústria da Construção

O fim da contribuição sindical obrigatória deve provocar uma onda de fusões e fechamento de entidades patronais nos próximos anos, na avaliação de representantes do setor. Com o orçamento mais apertado, os sindicatos terão de se reinventar para sobreviver – ou ficarão pelo meio do caminho.

“Será uma transição dolorosa em que vai prevalecer quem tiver mais competência e for mais comprometido”, diz José Carlos Martins, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), cujos associados são sindicatos espalhados pelo Brasil. Na avaliação dele, este será um ano de adequação da nova realidade – um momento para as entidades traçarem suas estratégias.

Segundo Martins, muitas das 5,4 mil entidades patronais que atuam no País – entre sindicatos, federações e confederações – têm funções sobrepostas e, portanto, poderiam se unir numa única entidade. Em Santa Catarina, por exemplo, há 24 sindicatos da indústria da construção civil (Sinduscon) enquanto que em São Paulo, um dos maiores mercados do País, existe apenas um.

Esse processo de consolidação tende a ser benéfico para o País uma vez que a tendência é criar um sistema mais forte e com lideranças mais responsáveis com os impactos macroeconômicos de suas decisões, afirma o economista Nelson Marconi, professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV). “Quando o sistema é muito pulverizado, eles não conseguem enxergar o impacto sobre toda a economia.”

Ajustes. Por enquanto, para se manterem atuantes, os sindicatos têm enxugado sua estrutura e apostado na prestação de serviços e no desenvolvimento de produtos diferenciados para as empresas.

O Sinduscon-SP começou a se preparar para as mudanças que viriam com a reforma trabalhista desde o primeiro semestre do ano passado, quando já se falava no fim da contribuição sindical. Uma das saídas do sindicato foi fazer uma campanha para que as empresas se tornassem associadas – ou seja, elas não recolheriam a contribuição sindical, mas pagariam uma mensalidade. “No fim de fevereiro, o número de associados tinha subido de 500 para 1.400. Até o fim do ano, queremos chegar a 2.500”, afirma o presidente do Sindicato, José Romeu Ferraz Neto.

Na outra ponta, a entidade cortou 40% dos custos fixos e reduziu de 90 para 50 o número de funcionários. Os dois andares que ficaram vagos com o corte da mão de obra serão usados para um novo projeto de inovação na construção. O sindicato vai ganhar com a locação do espaço e, se os projetos derem certo, também terá participação nos ganhos do negócio.

Diferencial. A produção de materiais exclusivos, como estudos, cursos de capacitação e seminários, é outra estratégia dos sindicatos para continuarem de pé. Foi com esse discurso que o Sindicato da Indústria de Especialidades Têxteis do Estado de São Paulo (Sietex) bateu à porta das empresas para convencê-las a continuar pagando a contribuição sindical, que representa 80% da receita da entidade.

O presidente da Sietex, Paulo Henrique Schoueri, disse que a empreitada pode ser considerada bem-sucedida, porque a arrecadação caiu 30% e não 90% como previa inicialmente. “Mostramos todos os benefícios, produtos e estudos para justificar o pagamento. Afinal ir para Brasília custa dinheiro.” A campanha da Sietex começou em setembro do ano passado.

O Sindiplast, da indústria de material plástico, que viu a receita cair 25%, também fez o mesmo. “Apresentamos nossos produtos e mostramos que, sem a contribuição, teríamos de desativar os serviços ou passar a cobrar pelos produtos”, afirmou o presidente do sindicato, José Ricardo Roriz Coelho.

Choque. Na opinião do presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), apenas quem enxerga valor e comprometimento nos sindicatos vai pagar a contribuição neste ano. “Foi um choque para o setor.” Na federação, o imposto representa 20% das receitas, que vêm minguando ano após ano por causa da crise no Rio. “Nossa arrecadação de hoje equivale à do fim de 2010”, diz o vice-presidente da federação, Ricardo Maia. Para se ajustar aos números, a solução é seguir a mesma receita dos demais: cortar gastos. “Adotamos, por exemplo, um atendimento móvel que elimina a necessidade de estrutura física.” São 90 contêineres com toda infraestrutura para atender filiados em áreas que não justificam filial. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.