Um novo chamado para startups da construção civil

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A construção civil ainda é considerada um setor que caminha a passos lentos para implementar a inovação em seus processos produtivos no Brasil. Porém, muitas empresas da área já voltam os seus olhos para um mercado que tem muito espaço para expandir e, além de melhorar os processos do setor, gerar muitas oportunidades de negócios. Com foco nisso, a Vedacit, empresa do segmento de impermeabalização, escolheu a capital pernambucana para lançar o seu programa de aceleração de startups. O Vedacit Labs vai abrir o processo de seleção agora em setembro, selecionar cinco iniciativas em dezembro para começar o ciclo de aceleração em março do próximo ano. Cada startup vai receber um aporte de R$ 100 mil. A primeira experiência da Vedacit com a aceleração de startups aconteceu no ano passado, quando duas iniciativas receberam o aporte da empresa juntamente com outras marcas do setor. Foi quando surgiu a ideia de a marca de impermeabilização ter o seu próprio programa de aceleração. O lançamento do Vedacit Labs aconteceu durante o evento Construtalk Recife, realizado na semana passada com o objetivo de fomentar a inovação na construção civil. “Escolhemos Pernambuco por ser um mercado importante para nós e também porque o Recife tem um celeiro tecnológico grande, com o Porto Digital e o Cesar, inclusive oferecendo condições de oferecer boas soluções. Inclusive, esperamos que tenha um selecionado daqui”, afirma Luis Fernando Guggenberger, gerente de Inovação e Sustentabilidade da Vedacit. O Vedacit Labs faz parte da aposta da empresa na inovação e o objetivo é abrir uma chamada por ano. Além disso, a estimativa é que o braço de inovação cresça e entre 2019 e 2020 tenha o seu próprio fundo de investimentos. “Somos uma empresa 100% brasileira e temos que apostar na inovação nacional. Somos um povo criativo e precisamos canalizar os esforços para ter um modelo de negócios. Tudo isso é poderoso para a transformação do país”, conta o gerente. As expectativas são positivas. “Vamos ouvir as dores das construtoras e levar as soluções através das startups. Nós ajudamos o setor e geramos negócios. Vamos ganhar um percentual, mas se a iniciativa levar meu produto também ganha”. Além do aporte financeiro, o programa de aceleração vai oferecer seis meses de residência no WeWork em São Paulo, local onde já está a área de inovação da Vedacit e cinco meses de aceleração em parceria com a Liga Ventures. O chamado será voltado para duas áreas. Uma será a digital, que vai desde sensores até plataforma de capacitação de pedreiros, faça você mesmo e indicação de profissionais, por exemplo. A segunda tem foco mais voltado para a área de atuação da Vedacit, a impermeabilização, como sistemas de reuso de água, serviços para impermeabilizar habitações na baixa renda e para a melhoria dos processos construtivos nesta etapa. Oportunidades de negócios com a inovação para quem deseja empreender Estimativas dão conta que existem cerca de 250 startups no Brasil voltadas para diversos segmentos da construção civil. E as Construtalks, que são eventos itinerantes e realizados em vários estados brasileiros, servem para fomentar a inovação no setor. No Recife, o evento reuniu desde empreendedores até jovens que buscam uma oportunidade para empreender. A iniciativa serve tanto para o lado das construtoras, que podem melhorar os seus processos construtivos e reduzir custos, como para quem deseja ter um produto inovador e ganhar seu dinheiro. Um ponto positivo foi a presença de jovens que desejam empreender. “O setor é carente de muita coisa ainda, como a baixa produtividade, e é uma área que sofre com essa maneira antiga de produzir, ainda que tenha melhorado nos últimos 10 anos. Se por um lado tem as dificuldades do setor, por outro existe um campo muito grande para inovar e ganhar dinheiro”, explica Thiago Melo, vice-presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Pernambuco (Ademi-PE). Para ele, o evento foi importante neste aspecto porque mostrou várias possibilidades de geração de negócio. “O maior problema de 70% das startups que morreram é que o fundador delas desenvolveu algo com base na intuição dele. Quando lançou a iniciativa, o mercado não achou aquilo uma grande ideia porque não estava resolvendo o problema do setor. Portanto esses eventos como o Construtalk servem para quem deseja empreender saber se sua ideia vai resolver as dores do setor. E foi possível ouvir as tendências”, acrescenta. Outro lado que também se beneficiou foi o das construtoras, já que elas tiveram espaço para ver novidades para implementar em suas obras. “Os debates foram muito bons. Conversamos sobre o Bim, que está no Brasil há 10 anos, mas agora o setor está conseguindo despertar para ele. Foram mostradas propostas de incentivo do governo do estado para as startups. O Porto Digital explicou em que pode apoiar as iniciativas”, resume. Além disso, teve a apresentação do programa Plataforma Integrada de Geração de Startups (PIGS), do Sebrae junto com o Cesar, que também vai selecionar startups para ajudar a resolver problemas do setor.

Retomada da construção civil fica para 2019

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Além da recuperação muito lenta da economia, a incerteza crescente quanto aos rumos da sucessão presidencial é outro fator decisivo para reduzir as possibilidades de retomada clara do segmento de construção civil em 2018. É longo o prazo de maturação do investimento no setor, o que afeta o investimento privado, ao mesmo tempo que o setor público dispõe de poucos recursos para aplicar em infraestrutura. As perspectivas para o semestre em curso são de estagnação, não se afastando o risco de que o PIB da construção civil recue pelo quinto ano consecutivo. No primeiro semestre, segundo a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), que reúne 20 empresas de grande porte, foram vendidas 41.202 unidades, mais 28,5% em relação a igual período de 2017. Mas, em junho, as vendas de imóveis novos avançaram apenas 3,3% em relação a junho de 2017, lideradas por imóveis enquadrados no Programa Minha Casa, Minha Vida, que registrou elevação de vendas de 25%. Nas mesmas bases de comparação, houve recuo de 16% na comercialização de imóveis de médio e alto padrão.
A Sondagem da Construção da Fundação Getúlio Vargas e do Instituto Brasileiro de Economia (FGV/Ibre) mostrou que a confiança das empresas do setor caiu 1,6 ponto entre julho e agosto, em contraste com a alta de 1,7 ponto registrada entre junho e julho. O indicador de expectativas retrocedeu para os níveis de agosto de 2017, resultado que “sugere uma piora mais definitiva do cenário de retomada vislumbrado anteriormente pelas empresas de construção”, segundo a economista Ana Maria Castelo, coordenadora de Projetos da Construção do FGV/Ibre.
As empresas estão mais preocupadas com os negócios de curto prazo, pois falta demanda e as tendências são negativas. As contas nacionais calculadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostraram que a construção civil caiu 2,1% em 2014, recuou 9% em 2015, perdeu 5,6% em 2016 e cedeu 5% em 2017. Está prevista nova queda em 2018, embora em porcentual menor. A retomada muito fraca se reflete no emprego, que caiu 2,5% entre os segundos trimestres de 2017 e de 2018. A abertura de 10 mil postos formais no setor em julho, indicada pelo Ministério do Trabalho, foi apenas um alívio, sem que se alterem as perspectivas.

Engenheiros desenvolvem a liga metálica mais resistente do mundo

Metais são materiais considerados fortes, mas muitos deles se desgastam, deformam-se ou são corroídos pelo contato constante com outros metais. A equipe de ciência de materiais do Sandia National Laboratories, pertencente à multinacional Honeywell, no entanto, anunciou ter desenvolvido uma liga metálica que acredita ser a mais resistente do mundo. A combinação, com platina e ouro, seria 100 vezes mais durável do que o aço de alta resistência. Além disso, a invenção teria se tornado a primeira liga a entrar para a mesma classe do diamante e da safira — os materiais mais resistentes ao desgaste da natureza. O revestimento ultradurável poderia gerar uma economia de mais de US$ 100 milhões por ano para a indústria eletrônica somente em materiais, segundo o cientista Nic Argibay, um dos envolvidos no projeto. Com isso, os eletrônicos de todos os tamanhos e de diversos setores poderiam se tornar mais econômicos, duradouros e confiáveis e beneficiar desde sistemas aeroespaciais e turbinas eólicas até microeletrônicos para telefones celulares e sistemas de radar. A combinação de 90% de platina com 10% de ouro não é nova, mas a mudança veio com a engenharia dela. A equipe do Sandia National Laboratories testou uma nova teoria, segundo a qual o desgaste estaria relacionado à maneira como os metais reagem ao calor e não à dureza. Dessa forma, eles escolheram metais, proporções e um processo de fabricação que pudesse provar a teoria. Durante o processo, os profissionais perceberam que a liga de platina e ouro obteve uma “estabilidade mecânica e térmica excelente” e “não observaram muitas alterações na estrutura durante períodos de tensão imensamente longos durante o deslizamento”, segundo um comunicado.

Governo arrecada R$ 92,4 milhões com venda de imóveis

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O governo federal arrecadou R$ 92,4 milhões com a venda de 16 imóveis neste ano. O resultado parcial, pois os dados são até agosto, representa quase o dobro do valor levantado no ano passado com a alienação de 26 estruturas, registrado na casa de R$ 47,1 milhões. As informações são do Ministério do Planejamento. O aumento entre 2018 e 2017 foi de 96%. Em 2016, foram repassados 17 imóveis, com valor arrecadado de R$ 17,4 milhões. Entre 2016 e 2018, o aumento foi de mais de 500%. Ontem (29), três imóveis foram alienados em Brasília, em operação que rendeu R$ 67 milhões. Alugueis O Executivo ocupa atualmente 8,500 imóveis em todo o país. E aluga 2,900 como forma de alocar secretarias, órgãos e outras estruturas que não encontram espaço nas estruturas existentes. Se o montante obtido no ano passado foi de R$ 47,1 milhões com a venda de imóveis, os gastos com aluguel, em 2017, chegaram a R$ 1,4 bilhão, quase 30 vezes mais. Economia O recurso da venda de imóveis é direcionado ao caixa geral do Executivo, contribuindo, direta ou indiretamente, para o pagamento dos alugueis. Segundo o Ministério do Planejamento, exisatem outras medidas para diminuir as despesas com a locação dessas estruturas. Entre 2017 e 2016, a economia foi de R$ 150 milhões, informou à Agência Brasil o secretário de Patrimônio da União, Sidrack Correia. A meta é chegar a uma economia de 30% a 40% neste ano. O ministério também começou a realizar permutas. O governo anuncia a demanda por uma estrutura para alocar um órgão ou um determinado quantitativo de equipes. Em troca, oferta terrenos ou prédios. Ao receber as propostas, a Caixa Econômica Federal avalia os bens em questão. Com base nisso, o governo pode, ou não, fechar um acordo com o proponente. Até o momento, foi realizada uma permuta, no centro de Brasília. Um terreno pertencente ao Executivo foi repassado ao Banco do Brasil, que incluiu no negócio um prédio na mesma região e estruturas no Rio de Janeiro, Porto Alegre e Campo Grande. Segundo Sidrack Correia, a permuta foi uma alternativa frente à falta de recursos do governo federal para a construção de estruturas em seus terrenos ou reforma daqueles sem condições de uso atualmente. Além do BB, foram alocadas equipes de outros órgãos, como a Polícia Rodoviária Federal, Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços e Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Como vai mais de um órgão, tem redução da manutenção, da vigilância, de energia, de o sistema condominial. “Reduz a parte de custeio”, disse o secretário à Agência Brasil.

Quais serão os grandes desafios da engenharia na próxima década?

Nos dias 6 e 7 de agosto, o Strategic Workshop on Engineering Grand Challenges, na Escola Politécnica (Poli) da USP, reuniu palestrantes internacionais de várias áreas do saber que debateram os grandes desafios da engenharia nas próximas décadas. Tais desafios apresentam como ponto em comum serem de alcance global e multidisciplinares, o que torna necessária a associação de cientistas e engenheiros dos mais diversos campos do conhecimento, que devem trabalhar de forma coordenada e sistematizada. Os professores falaram ainda de desafios um pouco mais internos mas relevantes, como citado por Shimon Y. Nof, professor da Purdue University, em Indiana, Estados Unidos: “Na Purdue University, estamos começando a trabalhar com crianças (…) quando elas crescerem e se tornarem estudantes de engenharia, já terão a expectativa de como as coisas devem funcionar. Assim, os trabalhadores do futuro serão preparados, mas é um grande desafio para nós”.

Qual Engenharia mais combina com você?

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Escolher qual carreira seguir é uma das principais dúvidas para quem está prestes a ingressar na vida universitária. Em meio a uma infinidade de áreas conhecimento, muitos identificam suas afinidades e assim, buscam a realização profissional.

Para quem se interessa por Ciências Exatas e Tecnológicas, por exemplo, cursar Engenharia é uma boa opção, porém, diante de uma área tão ampla a ser explorada, com mais de 30 engenharias, qual delas escolher?

Laboratório do curso de Engenharia Ambiental da Unifor.  (Foto: Ares Soares/Unifor)

Laboratório do curso de Engenharia Ambiental da Unifor. (Foto: Ares Soares/Unifor)

Na Universidade de Fortaleza (Unifor), o Centro de Ciências Tecnológicas (CCT) abriga nove cursos de Engenharia na graduação. Conheça as principais diferenças entre eles:

Engenharia Civil

Para quem é? Clássica entre as engenharias, a Civil é para quem deseja criar, planejar e construir as mais diversas obras de infraestrutura e saneamento.

Especialidades: pode atuar nas áreas de construção civil, projeto estrutural e de instalações, recursos hídricos, saneamento urbano/meio ambiente, geotecnia e transportes, entre outras.

Engenharia Ambiental e Sanitária

Para quem é? A área de Ambiental é para quem está disposto a projetar, construir e gerenciar a operação de sistemas de obtenção e distribuição de água, de coleta e tratamento de esgoto e do descarte ou reciclagem de resíduos sólidos.

Especialidades: trabalhar a promoção do desenvolvimento sustentável com preservação dos recursos naturais e proteção da saúde por meio da redução dos impactos causados ao meio ambiente pelas atividades humanas.

Engenharia Eletrônica

Para quem é? Eletrônica é a profissão ideal para os que querem projetar e desenvolver componentes, equipamentos e sistemas eletroeletrônicos.

Especialidades: pode atuar nas áreas de telecomunicações, sensores e atuadores industriais, instrumentação, engenharia de computadores (hardware/software), bioeletrônica e rede de computadores, entre outras.

Engenharia Elétrica

Para quem é? Para quem almeja em trabalhar com a geração, distribuição, tratamento e armazenamento da energia elétrica.

Especialidades: realizar automação industrial e predial, sistemas de medição e controle elétrico e eletrônico, manutenção elétrica industrial e funções em diversos tipos de empresa que usam a energia nos seus processos de trabalho.

Engenharia Mecânica

Para quem é? Mecânica é a carreira para quem quer desenvolver, projetar e supervisionar a produção de máquinas, equipamentos, veículos, sistemas de aquecimento e de refrigeração e ferramentas específicas da indústria mecânica.

Especialidades: trabalhar nas áreas de materiais, processos de fabricação, projeto mecânico, sistemas fluido-térmicos e produção.

Engenharia da Computação

Para quem é? Ideal para quem deseja criar soluções de hardware e software que envolvem as áreas de eletrônica, computação, telecomunicações e automação.

Especialidades: desenvolvimento de sistemas de computação e sistemas embarcados e em projetos e execuções de manutenção de equipamentos e dispositivos de computação e comunicação de dados.

Engenharia de Controle e Automação

Para quem é? Para quem almeja projetar, operar e fazer a manutenção de equipamentos utilizados nos processos automatizados de indústrias em geral.

Especialidades: atuação em setores industriais, comerciais e de serviços e trabalhar com gerenciamento de projetos de automação, programação de máquinas e adaptação de softwares aos processos industriais

Engenharia de Produção

Para quem é? Para aqueles que querem projetar, implantar, melhorar e manter os sistemas produtivos com abordagem sistêmica que o capacita a lidar com sistemas integrados de homens, equipamentos e materiais

Especialidades: gerenciar os recursos humanos, financeiros e materiais de uma empresa a fim de elevar sua produtividade e rentabilidade

Engenharia de Telecomunicações

Para quem é? Para quem quer supervisão de sistemas de telecomunicações, entre eles redes de transmissão de dados, redes celulares, redes de fibra óptica e cabeadas, satélite e TV.

Especialidades: projetar, desenvolver, implantar, operar e manter produtos, serviços ou processos, com foco em Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), novo escopo que possibilita sua atuação em pequenas, médias e grandes corporações do setor.

Infinity Coast e a tecnologia do prédio mais alto do Brasil

Marco na engenharia brasileira, Balneário Camboriú entra para a história do país ao ser a cidade onde foi feita a primeira concretagem de uma laje a 201 metros de altura. O trabalho no edifício Infinity Coast, projeto da FG Empreendimentos, corresponde ao 66º andar daquele que será o maior residencial do Brasil. Todo o projeto conta com elementos inovadores da engenharia mundial. Com assinatura do engenheiro civil Gustavo A. Simas, o Infinity Coast terá 70 lajes. “Todo o projeto é muito detalhado, requer uma equipe especializada para cuidar dos diferenciais, afinal, este é o maior prédio do país, tudo é novo neste contexto da altura projetada”, ressalta Simas. Os elevadores, por exemplo, são da Thyssenkrupp e terão tecnologia active roller guide, uma espécie de suspensão ativa do elevador que reduz as oscilações dentro da cabine, proporcionando maior conforto ao passageiro durante a viagem. A tecnologia foi totalmente desenvolvida por especialistas brasileiros e seu alto desempenho pode ser conferido em grandes empreendimentos pelo mundo. Além do active roller guide, os elevadores do Infinity contarão com outros atrativos tecnológicos. Entre eles o quadro de comando TAC32T, tecnologia responsável pelo controle total do equipamento e disponível em alguns dos arranha-céus mais altos do mundo. Entre as inovações do TAC32T destaca-se a função de reduzir a velocidade ou até desligar o elevador em condições severas de vento. Um diferencial importante para elevadores de grande percurso que contam com um sensor que mede a velocidade do vento, o anemômetro, no qual o TAC32T é ligado para atuar se for necessário. A FG A construtora catarinense entregou 42 empreendimentos em seu tempo de atuação no mercado, incluindo os mais arrojados projetos que ganharam visibilidade internacional. São mais de duas mil unidades de moradia.  Importante ressaltar que a empresa possui um extenso Land Bank com potencial construtivo de mais de R$ 10 bilhões em Valor Geral de Vendas e ofertas diversificadas de produtos para atender a todos os públicos, disponibilizando imóveis a partir de R$ 400 mil até patamares superiores a R$ 20 milhões.

Dois A Engenharia firma parceria com gigante nacional

Visando ampliar sua área de atuação e obter participação em um mercado promissor, a Dois A Engenharia firmou parceria estratégica de trabalho com a Andrade Gutierrez Engenharia. A Dois A é uma empresa genuinamente potiguar, fundada pelo engenheiro Flávio Azevedo, que se destaca nacionalmente pelos excelentes resultados obtidos nas operações e construções das infraestruturas para a implantação de parques eólicos em diversas localidades do Brasil. A parceria é de trabalho, não envolve participações societárias e visa agregar ainda mais valor aos projetos das duas companhias. O acordo consolida a participação da Dois A no Norte e Nordeste e abre espaço para atuação em projetos localizados em toda a América Latina. O anuncio será feito durante o Brazil WindPower, maior evento da América Latina no setor de energia eólica, que será realizado entre os dias 7 e 9 de agosto, no Centro de Convenções Sulamérica, no Rio de Janeiro. A parceria da AG com a Dois A é técnica e por demanda visando a criação e a apresentação de projetos, tanto na área de engenharia civil, quanto na área de engenharia elétrica, somando o amplo conhecimento que as companhias possuem em seus campos de atuação. Pelo desenho da estratégia, a Dois A vai compartilhar sua expertise na execução de obras que atendem a geração de energias renováveis e sustentáveis. A AG compartilhará experiência em projetos de infraestrutura eletromecânica, como redes de média tensão, linhas de transmissão e subestação. A Dois A foi criada há 50 anos com o propósito de desenvolver projetos inovadores e obras de infraestrutura. A empresa, formada por experientes profissionais, está modernizando o mercado de construções de torres eólicas. Ela se fortaleceu com investimentos em equipamento, tecnologia, valorização de capital humano, programas de qualidade, gestão, capacitação profissional e se destaca pela capacidade de produzir estudos para racionalização, orçamento, planejamento e execução, tornando os projetos bem mais competitivos. A Andrade Gutierrez, com seus 70 anos de atuação, possui larga experiência e conhecimento na construção de obras civis e montagem eletromecânica no Brasil e no mundo, e vem se destacando na construção de linhas de transmissão e subestação, contendo uma presença em áreas de grande potencial eólico e solar. Podendo assim agregar sua qualificação e capilaridade para a recente parceria. Juntas, a Dois A e AG visam a ofertar aos clientes produtos e serviços que atendam com qualidade e preço o mercado promissor de energias renováveis incluindo, mas não se limitando, a Eólica e Solar.

Construtoras precisam trabalhar de olho em tecnologias dinâmicas

Eduardo Fischer, 46 anos, e Alexandre Lafer Frankel, 40, tinham muito o que falar. CEOs de uma indústria que passou por maus bocados nos últimos anos, eles trocaram opiniões e compartilharam experiências por uma hora e trinta e seis minutos contados no mostrador do celular. Eduardo, presidente da MRV, chegou para a conversa às 11h em ponto. Alexandre, da Vitacon, atrasou dez minutos para chegar ao WeWork da Avenida Engenheiro Luiz Carlos Berrini, uma das mais importantes artérias de negócios da capital paulista. Foi prontamente perdoado pelo interlocutor. Eduardo ouviu o bombardeio de perguntas durante trinta minutos seguidos. Respondeu pacientemente uma a uma. Quando Alexandre já saciara sua curiosidade sobre a maior construtora do país, o CEO da MRV agarrou o timão da conversa, e quis entender mais sobre a jovem empresa que encontrou um novo nicho — o de apês supercompactos. Os dois nunca tinham se cruzado, mas quem os ouviu conversar com fluência sobre mobilidade, tecnologia, política e os rumos do mercado saiu com a certeza de que pode até faltar espaço, mas um bom papo, não. Alexandre lafer Frankel Para produzir com preço baixo, você tem de construir residências nas franjas da cidade. E a maioria dos empregos continua na área central. Como você lida com esse problema? Eduardo Fischer Isso acontece em São Paulo. Mas se você vai para a maior parte das cidades onde estamos, não. São cidades de 200 mil, 300 mil habitantes, onde consigo ter posição boa. Nas grandes cidades, a gente investe. Custa um pouco mais caro, mas vale a pena. Quero sempre estar em locais que tenham algum tipo de transporte público. Veja o projeto com lançamento este mês, em Pirituba [distrito de São Paulo]. É o maior empreendimento de nossa história. Tem R$ 1,7 bilhão de Valor Geral de Vendas [VGV]. É [como se fosse] um bairro, com 25 empreendimentos [edifícios], cada um com 18 pavimentos. Fica perto do Tietê Plaza Shopping, a 400 metros da Marginal, a 800 metros da estação da CPTM [Companhia de Trens Metropolitanos]. É premissa nossa. Não dá pra fazer um lixo de coisa, lá no fim do mundo. Na hora em que a Caixa Econômica passa a ter problema porque os imóveis começam a não ser pagos, quando o cara entende que o imóvel dele vale menos do que ele está pagando, o negócio desmorona inteiro. Não quero isso. Agora, é admirável o que vocês estão fazendo também. Sacudiram o mercado com uma proposta que não é nem de produto, é de mudança de estilo de vida. Minha dúvida: ela é escalável? É possível levá-la para outras praças? Alexandre A empresa acabou de completar oito anos. É muito jovem e tem muita coisa para fazer ainda em São Paulo. Mas a expansão é perfeitamente possível. A forma que encontramos de popularizar a moradia urbana foi reduzir a unidade a um tamanho de até dez metros quadrados. Não consigo comprar terreno barato nos bairros nobres. Mas ao reduzir a unidade e colocar tecnologia, eu a torno acessível (Um pacote pode incluir fechadura biométrica, comando para fechar as cortinas e timer que regula a temperatura ambiente antes de o morador chegar). A partir de R$ 100 mil, dá para morar em Higienópolis [bairro nobre de São Paulo]. Obviamente, não atende todos os públicos. É para um cara em determinado ponto da vida. Solteiro, estudando, vem a São Paulo com frequência [mas não mora na cidade]. Alguém em transição, que se separou. Se eu tivesse a sua competência para produzir barato em escala, a mesma coisa que você faz para a população de baixa renda eu faria para a população de renda média, ou média alta urbana. Precisamos ganhar competências ainda. Mas a vontade é, sim, expandir. Estudamos algumas coisas fora de São Paulo. Eduardo Você vê alguma ruptura no nosso negócio? Alexandre Várias. Muitas relacionadas aos hábitos de consumo e a novas tecnologias que vão aparecer. Acredito muito também no compartilhamento de recursos ociosos. Desde as áreas comuns até carro, bicicleta. Os carros autônomos talvez transformem completamente a dinâmica de moradia urbana. Temos o trabalho remoto. O cara pode não precisar mais ir trabalhar fisicamente. Sem a limitação geográfica, o setor muda completamente. Eduardo As pessoas vão querer comprar apartamento daqui a 10, 15 ou 20 anos? Alexandre Acredito que vão começar a pensar na moradia mais como um serviço, em vez de se endividar por 30, 40, 50 anos. No Brasil, ainda temos essa cultura latina, de querer ter. Mas isso vai mudar muito rápido. A questão é como financiar. Com os juros pela primeira vez a 7%, e juros reais de 3% a 4%, o negócio começa a parar de pé. Obviamente, não será um modelo para o mercado inteiro, mas vai atender a uma parcela significativa dele.
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Eduardo A evolução do seu produto passa por agregar serviços e oferecer solução de vivência? Alexandre Já estou provendo vários serviços. O cara tem a unidade em que dorme e usa o prédio como um complemento da própria casa. Uma parte dos serviços é terceirizada (Entre os serviços agregados, agendamento de limpeza e concierge por meio de um aplicativo. Em alguns empreendimentos, compartilhamento de cozinha, motos e até de ferramentas), mas tem sempre uma mão nossa na gestão. Muitas vezes o cara que compra o apartamento quer locar. Presto serviço para esse cara que é investidor. Em São Paulo, hoje, um terço da base é locada. Fazemos muitas parcerias estratégicas, também. Porque, obviamente, não vou ser o melhor em alugar carro, por exemplo. Eduardo É um dilema nosso: ainda preciso fazer vagas de garagem? O meu cliente acha que sim. Alexandre Hoje, sim. Mas já vendo muito apartamento sem vaga. São os primeiros a sair, os mais baratos. Não existe mais casal com dois carros. O próximo passo é o que fazer com as vagas ociosas. Já tem gente criando tecnologias para isso. Eduardo O que você vê no futuro? Alexandre Vai ter muita tecnologia embarcada nos produtos. Não vai mais ser possível ter só tijolo e massa. Vamos ter diversas soluções agregadas à moradia. Já tem startups que mandam serviços de limpeza automaticamente para o seu apartamento, com base no seu histórico de demanda. Outras que medem quantas vezes você abriu e fechou a geladeira e te enviam cerveja, porque sabem que você consumiu as que tinha. Isso a gente está fazendo. Fizemos também uma joint venture com a Intel e a IBM. Estamos desenvolvendo prédios com inteligência embarcada. A beleza disso é que não sei onde vai parar. Assim como o cara que criou este telefone não sabia que ia ter um Waze nele um dia, provavelmente alguém vai criar um “Waze” para os prédios no futuro. Não sei o que será, mas tenho de estar preparado. E vocês? Vendem basicamente via Minha Casa, Minha Vida. Não é arriscado ficar exposto a uma só fonte de financiamento, e ainda sujeita à interferência política? Eduardo Existia um grande temor, lá atrás, de descontinuidade com a saída da Dilma e a entrada do Temer. Mas nem o nome do programa mudou, porque todos os governos entendem que temos de promover a habitação com velocidade. Se você não atende à necessidade de moradia quando ela surge, o cidadão vai dar um jeito qualquer e gerar problemas como urbanização irregular, loteamento invadido, favelas. A questão que temos hoje para habitação como um todo no Brasil é financiamento. Temos basicamente o fundo de garantia e a poupança. Precisamos de um financiamento de mercado, com uma taxa de juros e uma situação macroeconômica equilibradas. As Letras Imobiliárias Garantidas [LIGs], que estão sendo regulamentadas, podem ser uma alternativa. Mas se o Brasil perder o controle macroeconômico de novo, essa lógica não fica em pé. Essa, sim, é a minha principal preocupação de longo prazo.
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Alexandre Vejo dois méritos na MRV, no trabalho com as linhas de crédito de baixa renda e na tecnologia construtiva com custo e escala fenomenais. Você enxerga esses como seus grandes diferenciais? Eduardo Tem algumas coisas. Primeiro, os agentes externos. Fontes de financiamento são um deles. O percentual de venda à vista é de menos de 1%. Nosso negócio é de ciclo muito longo. Mas tem algumas vantagens: demanda maior que a oferta e impossibilidade de importar. Ninguém importa apartamento. Isso vale para mim e para os meus concorrentes. Qual foi o mérito nosso, na MRV? A gente enxergou, lá atrás, que existiria um mercado enorme. E decidimos ocupar uma fatia maior dele. Em 2006, criamos o que chamamos de MRV 40 mil, um plano que preparava a empresa para produzir 40 mil unidades por ano, de forma equilibrada. Na época, produzíamos 4 mil. Atingimos a meta em 2011. Este ano, vamos chegar a 50 mil. Foi lindo, suave e tranquilo? Não. A gente começou a crescer e, de repente, nossos clientes não conseguiam falar conosco nos canais tradicionais de atendimento. Na época, uma das minhas tarefas como diretor era ligar para o nosso call center, ver se eu conseguia ser atendido e quanto tempo levava. Estávamos atendendo só a pouco mais de 30% das ligações, no pior momento. Hoje, cerca de um em cada 200 brasileiros mora em apartamento da MRV. Dá 1 milhão de pessoas. Se estiverem falando mal de mim, esquece. Alexandre Fala-se que o setor é regionalizado e que a expansão afeta a economia de escala. Mas a MRV prova que ter escala é bom e se expandiu por outras regiões. Eduardo Investimos pesadamente em tecnologia. Mas não foi o principal fator. O principal — pode parecer clichê — é gente. Cada funcionário que temos precisa estar cada vez mais preparado. Temos um índice que usamos há quase 40 anos, o IP. É o índice de pessoas para produzir um apartamento. Pego o número de pessoas no canteiro de obras e divido pelo número de unidades produzidas. Quando a gente abriu capital, o IP era 12. Hoje, a média é 5,5. Nossa meta é chegar a 3. Na MRV, temos um único produto, ou um produto próximo de ser único. Então, sei quanto tem de custar. Tenho referência para saber o que é uma boa obra. Uma boa obra é cumprir o orçamento ou fazer um pouquinho abaixo. Se uma boa obra custa 100, uma ruim pode sair por 150 com facilidade. Se você fizer uma obra ruim, tem de fazer cinco 10% abaixo do orçamento. Uma já é raro. Foi aí que todo mundo se ferrou e a gente se saiu bem.
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Alexandre Qual é seu custo médio de construção hoje? Eduardo Em torno de uns R$ 1 mil e poucos o metro quadrado, na área privativa. Há seis anos, resolvemos mudar o processo construtivo, extremamente artesanal. Olhamos muita coisa e elegemos a fôrma de alumínio, com parede de concreto. Depois, implantamos paulatinamente. Em dezembro, já usávamos em 70% da produção. Quando começamos, era muito mais caro que o método tradicional. Hoje, é mais barato e tem potencial para ser ainda mais. Alexandre Qual é a chance de produzirmos unidades modulares em uma fábrica central e deixarmos de depender de mão de obra local? Eduardo Acho difícil pela logística. Você vai transportar muito ar em módulos. A não ser que tenha fábricas locais, vai encarecer demais. A gente está ligado no que acontece de novo no mundo. Fui a Tel-Aviv [Israel] em setembro, falei sobre a MRV e ouvi muitos cases legais (Na viagem, a MRV fechou contrato com a Intervyo para fazer os processos de entrevista de contratação online usando inteligência artificial). Tem de estar com o nariz lá para entender. Porque, de repente, você amanhece com alguém imprimindo casas. Talvez seja esse o futuro.

Onde é mais caro (e mais barato) comprar imóvel em São Paulo

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São Paulo — A economia lentamente está mostrando sinais de melhora, mas no mercado imobiliário as buscas por imóveis para comprar vêm subindo. Segundo a plataforma imobiliária Imovelweb, em abril deste ano 51% das buscas online foram por imóveis à venda. No começo de 2018, assim como em 2017, a maior parte das pesquisas era por imóveis para alugar. Mas você sabe onde o metro quadrado à venda é mais barato e mais caro em cada região da cidade de São Paulo? Isso pode fazer toda diferença quando você for procurar a sua futura casa própria. A pedido do site EXAME, o Imovelweb levantou os dados e listou os cinco bairros mais baratos e os cinco bairros mais caros para comprar um imóvel em São Paulo, levando em conta o valor médio do metro quadrado. As listas mostram que a variação é grande, por isso vale a pena pesquisar. “A tendência geral das vendas de imóveis aumentou. Ela esteve travada no ano passado por causa da crise, mas, agora, está mostrando sinais de melhora. Notamos especialmente uma busca maior por imóveis de até 400 mil reais. São unidades menores, de um ou dois dormitórios. É uma nova realidade da população que as incorporadoras têm atendido e feito lançamentos”, diz Leonardo Paz, CEO da Imovelweb. Como a maior parte das buscas é por imóveis menores, quem procura imóveis maiores, de três quartos, tem mais chance de conseguir negociar valores mais baixos, pois está mais difícil de vendê-los. Mesmo assim, é importante destacar que, com os preços dos imóveis em queda, é um bom momento para barganhar ao adquirir a casa própria, independente do tamanho e do valor. Vale também ressaltar que, em São Paulo, com os custos do financiamento, a primeira prestação do imóvel custa o dobro que o aluguel, em média. Por isso, a decisão de entrar em um financiamento deve ser muito bem planejada. Só compre a casa própria financiada se você tiver segurança que vai querer permanecer no imóvel por um longo período da vida e que tem condições de arcar com as parcelas todo mês. Fora de São Paulo, em cidades onde o mercado imobiliário ainda engatinha, pode valer mais a pena comprar imóvel do que alugar.  Veja abaixo os bairros onde o preço médio do metro quadrado à venda é mais barato e mais caro na cidade de São Paulo, segundo o Imovelweb.

Centro

Bairros mais caros para comprar imóvel Preço médio do metro quadrado à venda em cada bairro Bairros mais baratos para comprar imóvel Preço médio do metro quadrado à venda em cada bairro
Pacaembu R$ 10.129,00 República R$ 7.166,00
Consolação R$ 9.920,00 Cambuci R$ 6.984,00
Higienópolis R$ 9.910,67 R$ 6.585,00
Aclimação R$ 8.728,67 Campos Elíseos R$ 6.198,67
Bela Vista R$ 8.457,33 Bom Retiro R$ 6.019,00

Zona Leste

Bairros mais caros para comprar imóvel Preço médio do metro quadrado à venda em cada bairro Bairros mais baratos para comprar imóvel Preço médio do metro quadrado à venda em cada bairro
Jardim Anália Franco R$ 8.761,33 Artur Alvim R$ 3.906,00
Parque da Vila Prudente R$ 7.730,67 São Miguel Paulista R$ 3.831,00
Vila Regente Feijó R$ 7.664,00 Guaianases R$ 3.445,00
Vila Gomes Cardim R$ 7.631,67 Conjunto Residencial José Bonifácio R$ 3.224,00
Alto da Mooca R$ 7.406,33 Chácara Santa Etelvina R$ 2.189,67

Zona Oeste

Bairros mais caros para comprar imóvel Preço médio do metro quadrado à venda em cada bairro Bairros mais baratos para comprar imóvel Preço médio do metro quadrado à venda em cada bairro
Jardim Europa R$ 17.621,67 Parque Continental R$ 5.081,67
Itaim Bibi R$ 13.147,67 Jaraguá R$ 4.981,67
Vila Olímpia R$ 12.305,00 Vila Pirituba R$ 4.926,00
Jardim América R$ 12.076,33 Jardim Boa Vista R$ 4.648,33
Alto de Pinheiros R$ 11.472,00 Raposo Tavares R$ 4.419,00

Zona Sul

Bairros mais caros para comprar imóvel Preço médio do metro quadrado à venda em cada bairro Bairros mais baratos para comprar imóvel Preço médio do metro quadrado à venda em cada bairro
Ibirapuera R$ 19.154,00 Jardim ngela R$ 4.945,67
Vila Nova Conceição R$ 16.888,67 Campo Limpo R$ 4.787,67
Cidade Monções R$ 11.538,33 Paraisópolis R$ 4.520,00
Moema R$ 10.913,67 Cidade Dutra R$ 4.390,00
Indianópolis R$ 10.799,67 Vila São José (Cidade Dutra) R$ 4.351,00

Zona Norte

Bairros mais caros para comprar imóvel Preço médio do metro quadrado à venda em cada bairro Bairros mais baratos para comprar imóvel Preço médio do metro quadrado à venda em cada bairro
Carandiru R$ 7.592,67 Cachoeirinha R$ 5.438,33
Santa Teresinha R$ 7.527,67 Barro Branco R$ 5.427,33
Parada Inglesa R$ 7.330,33 Jaçanã R$ 5.415,00
Santana R$ 7.122,67 Vila Bela Vista R$ 5.282,33
Casa Verde R$ 6.980,00 Casa Verde Alta R$ 5.210,67