São Paulo ganha primeiro empreendimento com requinte da arquitetura mundial

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O número de lançamentos de empreendimentos de luxo em São Paulo cresce cerca de 20% por ano, segundo o Sindicato da Habitação do estado de São Paulo. Com imóveis requintados, o mercado conquista cada vez mais clientes que buscam exclusividade e sofisticação. Nessa toada, um empreendimento se destaca por atender todos os requisitos e ainda ser o primeiro residencial do Brasil com o requinte da arquitetura mundial. Trata-se do EZ Parque da Cidade, que chega a São Paulo para trazer um novo conceito de complexo multifuncional.

Com amplos terraços que se integram ao living e proporcionam vistas impressionantes da região da Berrini-Chucri Zaidan, uma das mais bonitas da metrópole, o empreendimento é o primeiro com art design by UNStudio no Brasil. Fundado em 1988 por Ben van Berkel e Caroline Bos, o UNStudio é uma rede internacional de design com quatro escritórios internacionais em Amsterdã, Xangai, Hong Kong e Frankfurt, com obras icônicas em mais de 30 países.

O EZ Parque da Cidade será o único residencial do complexo, o design único surpreende. “Os apartamentos giram em torno do núcleo do edifício, assim temos diferentes pontos de vista dos arredores. De dentro para fora, você observa distintos perfis do skyline da cidade”, diz Ben van Berkel, do UNStudio.PUBLICIDADE

Além do espaço amplo dos apartamentos, que valorizam uma vida mais completa e confortável, o empreendimento também chama a atenção pelos sky gardens. São 8 sky gardens, áreas de lazer e convivência nas torres, envoltas por jardins e com vista para a cidade.

Os sky gardens fazem parte do design único das fachadas e apostam no conceito de vizinhança conectando pessoas em espaços de lazer e contemplação.  “Os sky gardens estão conectados à essência da Bougainvillea (Primavera), uma árvore que floresce o ano inteiro relacionando-se assim à ideia de se movimentar e aproveitar todos períodos com a luz do sol. Além disso, cada sky garden têm suas próprias cores correspondentes às Bougainvilleas”, diz van Berkel.

Comodidade no quintal de casa

O EZ Parque da Cidade terá apartamentos de 3 e 4 dormitórios, de 134 a 227 m², e também opções de duplex, de 213 A 366 m² e conta com serviços exclusivos Z.Services. Além das torres residenciais, o maior complexo multiuso da capital contempla o shopping Parque da Cidade, o hotel 5 estrelas Four Seasons, o parque linear, cinco torres corporativas e uma torre de salas comerciais, além de restaurantes e lojas.

Uma pesquisa do Ibope aponta que o paulistano gasta perto de três horas no trânsito para se deslocar nas atividades diárias. A ideia do empreendimento é poupar seus moradores desses inconvenientes de locomoção. Por isso, o EZ Parque da Cidade segue as tendências de construções comuns em países da Europa, Ásia e Estados Unidos, onde o morador fica a poucos metros de tudo o que precisa para ter um dia a dia confortável, prático e com mais tempo de aproveitar a vida. Em uma área de 80 mil m², os moradores contam com a comodidade no quintal de casa.

Caixa reduz taxa mínima de juros a crédito imobiliário para 6,75%

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A Caixa Econômica Federal anunciou nesta quarta-feira (30) a redução das taxas de juros cobradas no financiamento da casa própria, mais uma vez acirrando a concorrência dos bancos pelo crédito imobiliário. 

O banco, que detém cerca de 70% do crédito habitacional do país, reduziu a taxa mínima do juro de 7,5% para 6,75% mais TR (Taxa Referencial, hoje zerada). A máxima recuou de 9,5% para 8,5% mais TR. As novas condições valem para novos contratos a partir da próxima quarta-feira (6).

Na prática, a taxa mínima costuma ser restrita a uma parcela reduzida de clientes, geralmente funcionários públicos que recebem o salário no banco.
Esta é a terceira redução da taxa de juros promovida pelo banco estatal neste ano. No começo de outubro, a Caixa anunciou a redução de até 1 ponto percentual das taxas de juros para os financiamentos imobiliários com recursos da poupança. Neste caso, o banco público reagia a uma iniciativa dos pares privados Itaú e Bradesco.

 Em junho, o banco já havia anunciado outra redução de até 1,25 ponto percentual nas taxas, além de alternativas para renegociação de contratos habitacionais para pessoa física, ainda vigentes.

Em agosto, o banco também lançou uma linha de crédito imobiliário corrigida pelo IPCA, índice oficial de inflação, com o argumento de que o novo financiamento vai reduzir os juros para compra da casa própria. Desde que foi anunciada, a taxa foi mantida nessa modalidade.
Com a redução em vigor a partir da próxima semana, das duas modalidades de financiamento da Caixa devem ter custo muito semelhante. Com a inflação para o ano estimada ao redor de 3,70%, o crédito mais barato pelo IPCA custaria 6,65% ao ano. O custo fixo varia entre 2,95% e 4,95% ao ano.

Trabalhadores do setor privado têm juros a partir de 3,25% pela nova modalidade. Nos dois casos, o teto é 4,95%, para clientes que não têm relacionamento com a Caixa -como recebimento de salário, por exemplo.
Entre os bancos privados, o juro mais barato atualmente é o do Bradesco, que cobra a partir de 7,30% + TR desde o começo de outubro, uma resposta à decisão do Itaú de cortar a taxa para a partir de 7,45% TR.

A disputa no crédito imobiliário tem crescido entre os grandes bancos, que apostam na linha com garantia para ampliar a oferta de crédito com controle no risco de calotes.

Construção civil retoma o crescimento e espanta o desemprego

São Paulo – Um dos setores econômicos mais prejudicados pela crise nos últimos anos, o mercado imobiliário começa a despontar como a locomotiva da geração de empregos no país. A construção civil, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, foi a atividade que mais contribuiu com a geração de janeiro a agosto deste ano.

No período, houve a criação de 593 mil empregos, sendo a construção civil responsável por 96,5 mil delas – pouco menos de 20% do total. Como referência, no mesmo período de 2018 houve a criação de 568 mil empregos e a construção civil contribuiu com 65,5 mil postos (12% das vagas totais). “O crescimento da construção civil passa tanto pelo setor informal quanto pelas construtoras”, afirmou Eduardo Zaidan, vice-presidente de economia do Sinduscon-SP.

Um exemplo desse movimento é a MRV Engenharia, maior construtora de imóveis da América Latina. A empresa abriu, em agosto, 420 vagas de emprego em diversos cargos em todo o país para profissionais de vários níveis e áreas de formação – desde vendedores e consultores imobiliários até especialistas em segurança do trabalho.

“O mercado voltará a crescer porque é fundamental para economia como um todo”, disse o cofundador e presidente do Conselho de Administração da MRV, Rubens Menin, durante evento de celebração de 40 anos da companhia na última semana, em Belo Horizonte. “Os três maiores desafios do Brasil e do mundo são saúde, educação e moradia. Não existe desenvolvimento social sem a casa própria, que traz segurança e dignidade para as famílias”.

De fato, os indicadores mostram que, degrau por degrau, a atividade está subindo. Segundo levantamento do IBGE, a construção civil cresceu 2% no segundo trimestre de 2019 em relação ao mesmo período do ano passado, depois de cinco anos registrando quedas, ou 20 quedas consecutivas na comparação do mesmo intervalo.

Ainda de acordo com o instituto, o resultado ajudou a impulsionar o PIB brasileiro, que subiu 1% no trimestre quando comparado com 2018. Outro levantamento da consultoria Michael Page, feito a pedido da revista Exame, constatou que a procura por certos profissionais da área aumentou 300% nos nove primeiros meses deste ano ante o mesmo período anterior.
“O aquecimento está ligado à expectativa de mercado, principalmente com a baixa de juros e o cenário econômico mais favorável. O investimento na construção civil também teve uma retomada forte nos Estados Unidos, o que faz com que os investidores olhem para outros mercados, e no momento o mercado brasileiro tem atratividade maior”, disse Renato Trindade, gerente-executivo da Divisão de Operações de Propriedade e Construção da Michael Page. Para ele, os números refletem uma base baixa nos anos anteriores, mas ainda mostra uma retomada e um potencial grande de contratações para o próximo ano.

De acordo com a consultoria, as melhores oportunidades estão concentradas na região Sudeste, onde ficam as bases das maiores incorporadoras, especialmente São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Já no restante do Brasil, Trindade acredita que a retomada ocorrerá em ritmo mais lento. “Não temos um boom de empregos, mas um aumento de oportunidades para profissionais mais qualificados. As empresas têm olhado mais para a eficiência, buscando o profissional multifuncional, que mais possa agregar ao cargo”, disse.

Preço médio do aluguel dos imóveis em São Paulo segue em alta

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O Imovelweb, um dos maiores portais imobiliários do País, acaba de divulgar o Index SP, estudo mensal sobre os preços dos imóveis a venda e valor dos alugueis na cidade. No último mês de setembro, de acordo com a análise, o preço do aluguel na capital paulista subiu 0,5%, acumulando, em 2019, alta de 3,9%. Descontada a inflação medida pelo IGP-M no mesmo período, os preços apresentam uma valorização real de 1,3%.

Segundo o Imovelweb, o valor médio do aluguel de um imóvel padrão – 65m², dois dormitórios e uma vaga de garagem – ficou em R$ 1.886,00 no mês passado, acumulando uma alta de 4,7% nos últimos 12 meses.

O estudo também detalha as variações do aluguel nos bairros de São Paulo. Em setembro de 2019, Liberdade (25%), Parque Vitória (24%) e Jardim das Acácias (24%) foram os locais que registraram maior valorização. Na ponta contrária, Vila Ede (Vila Medeiros) apresentou o menor preço para o aluguel no período.

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Para quem pensa em adquirir um imóvel na região, o valor médio do metro quadrado na cidade ficou em R$ 6.135,00, praticamente estável frente ao valor apurado em agosto deste ano (+0,1%). Comparado ao início do ano, o preço apresenta uma alta de 1,2% e, nos últimos 12 meses, a valorização é de 0,7%.

No levantamento por bairros, o local que se sobressaiu no levantamento de setembro foi o Jardim São Cristovão, acumulando no ano uma valorização de 20% no preço do metro quadrado. Jardim das Bandeiras e Jardim Santo Elias finalizam o ranking, ambos apontando valorização de 19%. Já Vila Campanela, Jardim Centenário e Jardim Germânia indicaram as maiores desvalorizações. Todos acumulam uma queda de 19% no preço do m² nos últimos 12 meses.

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Outro destaque do levantamento é a rentabilidade dos imóveis. Pioneiro neste tipo de análise, o estudo do Imovelweb analisa os locais mais atrativos para quem quer investir em imóveis. “Acreditamos que indicar a rentabilidade das regiões é de grande importância. É interessante que os consumidores saibam quais locais possuem as melhores tendências e consigam enxergar o retorno desse investimento”, explica o CEO do portal, Leonardo Paz.

No último mês, a rentabilidade da cidade de São Paulo chegou a 5,3%, o que significa que são necessários 19 anos de aluguel para recuperar o gasto com a compra, tempo 3,8% menor que um ano atrás.

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Canteiro de obra sem operários: como a tecnologia tem transformado o modo como projetamos

A construção civil é uma industria que evolui constantemente e de acordo com o seu tempo e as tecnologias disponíveis. Por outro lado, existem coisas que não mudam nunca, ou melhor, que ainda não mudaram. Mas como seria um canteiro de obras sem nenhum ser humano, por exemplo? Esta é uma indagação recentemente levantada pela multinacional britânica do ramo da construção civil, Balfour Beatty, a qual eles procuram responder em um artigo publicado no seu site intitulado “Innovation 2050 – Um futuro digital para o setor da construção civil.” Esta espécie de relatório, publicado pela Balfour Beatty, passou a ser um ponto de referência para avaliar como a industria da construção civil, e a arquitetura em si, estão caminhando em direção à robotização dos canteiros de obras ao redor do mundo.

Cortesia de Sarcos Robotics
Cortesia de Sarcos Robotics

Através do relatório publicado pela Balfour Beatty, podemos vislumbrar como será o futuro da indústria da construção civil: diferentes robôs trabalhando em equipes para construir estruturas complexas utilizando novos materiais, tudo isso através de processos automatizados de montagem e construção. Drones serão responsáveis por inspecionar o trabalho e coletar dados  para prever e resolver problemas antes mesmo que eles ocorram, enviando instruções para guindastes e escavadeiras automatizadas, sem a necessidade de envolvimento humano nos processos diretos de construção no canteiro de obras. Finalmente, isso resultaria em um processo de construção que independe da força de trabalho humana, onde o papel do construtor seria apenas de “supervisão”, gerenciando os projetos remotamente. Nesta visão de futuro, os últimos humanos a deixar o canteiro de obras estariam operando máquinas que parecem saídas de um filme de ficção científica, exoesqueletos robóticos comandados pelo poder da mente. Estas máquinas eventualmente funcionariam como um mecanismo de segurança, os perigos da construção e os acidentes de trabalho poderiam ser reduzidos a índices muito próximos de zero.

Ainda que esta imagem pareça ter saído de um cenário utópico e distante, este futuro está muito perto de se tornar realidade. Os avanços tecnológicos estão transformando a indústria da construção civil em um ritmo bastante acelerado, os desafios que levávamos anos para superar, estão sendo resolvidos em meses ou até semanas. Computadores e robôs passaram a desempenhar funções antes exercidas pelo homem, transformando profundamente as condições de trabalho no ambiente da construção civil. Atualmente, sistemas mais tradicionais de construção estão sendo suplantados por outros mais inteligentes e, principalmente, mais eficientes, econômicos e sustentáveis. Tecnologia BIM, drones, realidade virtual, realidade aumentada e impressão 3D já não são mais bichos-de-sete-cabeças, mas o presente e o futuro da arquitetura. Paralelamente, nossos canteiros de obras estão se tornando cada dia mais eficientes e seguros. Um estudo desenvolvido pelo Midwest Economic Policy Institute (MEPI) estima que, até 2057, robôs poderiam substituir ou ocupar mais de 2,7 milhões de postos de trabalho na construção civil nos Estados Unidos. Por outro lado, a empresa de consultoria Roland Berger descobriu que menos de 6% das empresas do ramo da construção civil nos Estados Unidos utiliza ferramentas de planejamento digital em todos seus processos, enquanto que 93% dos profissionais da indústria concordam que incorporar estas ferramentas transformaria para sempre o mercado da construção civil. Mas por acaso isso seria ruim? Quais seriam as repercussões disso tudo no trabalho dos arquitetos e escritórios de arquitetura?

Cortesia de Foster + Partners
Cortesia de Foster + Partners

Além de números, previsões e relatórios mirabolantes, suplementar – de forma generalizada – seres humanos por máquinas na indústria da construção civil, nos faz levantar questões muito mais ideológicas que apenas aquelas de cunho prático e econômico. Em termos de projeto, e de construção, isso significaria a perda de um conhecimento inato do homem e que evolui desde que saímos das cavernas e começamos a construir nossas próprias casas. Esta relação, entre o ser humano e o espaço construído, está profundamente conectada ao próprio significado tectônico da arquitetura; da milenar arte da construção. Essa “arte” seria desprovida de toda sua humanidade para tornar-se apenas uma ciência exata, resultado de equações matemáticas e concluída por drones, robôs e impressoras. Nossa relação com os materiais, a escala e os detalhes jamais seria a mesma, independentemente de encontrarmos beleza nesse processo ou não. Isto, evidentemente, também acarretaria na descoberta de novos espaços e formas que jamais seriamos capazes de construir sem o auxilio das máquinas. À medida que a digitalização está aumentando a produtividade de um setor historicamente conhecido por sua baixa produtividade e altos índices de desperdício, as relações entre a construção e o construtor também estão mudando.

E as previsões futuras da Balfour Beatty não param por ai: “novas tecnologias serão nossas principais aliadas na construção de edifícios cada dia mais inteligentes, eficientes e sustentáveis. Através da tecnologia seremos capazes de construir cidades melhores para o nosso futuro, estruturas flexíveis e facilmente adaptáveis às novas demandas que possam surgir; edifícios serão construídos em tempo recorde e seremos capazes de imprimir componentes sob medida e edifícios inteiros da noite para o dia. A impressão em 4D nos permitirá construir elementos dinâmicos capazes de responder instintivamente a mudanças nos níveis de calor, som ou umidade em um determinado ambiente.” Além disso, segundo a Balfour Beatty, d devemos considerar que avanços tecnológicos também são responsáveis pela criação novos empregos e industrias.

Nesta visão de futuro, a incorporação de tais novas tecnologias – suplantando o homem pela máquina – na industria da construção civil não afetaria apenas o canteiro de obras, mas principalmente os processos de projeto. A automatização da construção também nos permitiria ter um maior controle de prazos e cronogramas, de encontrar soluções à falta de mão de obra especializada, a construir edifícios mais eficientes, econômicos e sustentáveis. Os arquitetos precisarão incorporar esses avanços em seus processos de projeto, adaptando-se a este novo contexto. À medida que nós, arquitetos, procuramos melhor entender as consequências destas mudanças na atividade prática da nossa profissão, reunimos aqui uma série de artigos que abordam o futuro da construção e os desafios que deveremos enfrentar em um futuro cada vez mais próximo.

Como os drones podem ser usados na arquitetura (sem infringir a lei)

Cortesia de Ennead Architects
Cortesia de Ennead Architects

Pequenos veículos aéreos não tripulados (UAVs), comumente chamados de drones, estão ganhando popularidade não só entre o público e consumidores em geral, mas também entre os profissionais que trabalham na indústria da arquitetura e construção. Nesse sentido, temos visto propostas ambiciosas para seu uso, seja como veículos de transporte ou como ferramentas de marketing.

Embora esta nova tecnologia, como a impressão 3D e a fabricação robotizada em geral, prometa revolucionar a profissão arquitetônica, é importante saber até que ponto sua aplicação prática pode afetar o modo como trabalham os arquitetos. Parece que, por enquanto, os drones têm grandes potenciais quando se trata de vários aspectos dessa profissão.

Exoesqueletos robóticos podem ajudar os trabalhadores da construção civil a partir de 2020

Cortesia de Sarcos Robotics
Cortesia de Sarcos Robotics

A empresa norte-americana de robótica Sarcos divulgou um novo exoesqueleto de corpo inteiro para trabalhadores da construção civil que estará disponível comercialmente em 2020. Especializada em dispositivos militares e de segurança pública, a empresa anuncia agora este dispositivo robótico que permite que os trabalhadores carreguem até 90 kg por longos períodos de tempo. Chamado de The Guardian XO, o projeto está em desenvolvimento há quase duas décadas e tem como objetivo ajudar a reduzir o estresse físico dos trabalhadores da construção civil.

A era de ouro da impressão 3D: Inovações mudando a indústria

© Universal Favourite
© Universal Favourite

A impressão 3D em si não é mais uma tecnologia nova, mas isso não impediu que pesquisadores e inovadores de todo o mundo criassem novos aplicativos e oportunidades. Alguns experimentos com novos materiais foram conduzidos por preocupações de sustentabilidade e outros são simplesmente o resultado de imaginação e criatividade. Outros optaram por investir seu tempo utilizando materiais mais tradicionais de novas maneiras. Materiais, no entanto, são apenas o começo. Os pesquisadores desenvolveram novos processos que permitem a criação de objetos que anteriormente eram impossíveis de imprimir e, em uma escala maior, novas tipologias de edifícios estão sendo testadas – incluindo um habitat para o planeta Marte!

O futuro das Habitações Sociais pode ser a impressão 3D?

Cortesia de ICON & New Story
Cortesia de ICON & New Story

É tudo muito recente: faz menos de um ano que uma família francesa se tornou a primeira do mundo a morar em um casa impressa em 3D – aliás, há menos de 20 anos, casas impressas em 3D eram um sonho longínquo. Mas essa nova tecnologia vem sendo desenvolvida rapidamente e desponta como uma possível contribuição à crise habitacional em todo o mundo. A empresa chinesa WinSun foi a primeira a construir uma casa impressa em 3D: em 2013, imprimiu 10 habitações em um período de 24 horas. As casas exigiram montagem humana, pois as paredes foram impressas na fábrica e transportadas para os respectivos locais.

Cortesia de Foster + Partners
Cortesia de Foster + Partners

Um novo vídeo da AERIAL FUTURES explora o potencial dos aeroportos de drone na África Oriental e no hemisfério sul do globo. A Fundação Norman Foster foi um dos primeiros grupos a propor a criação de uma rede de droneports para fornecer suprimentos médicos e outras necessidades a regiões africanas de difícil acesso devido à falta de estradas ou outras infraestruturas. O projeto busca construir estes aeroportos de drone em pequenas cidades na África e em outras economias emergentes até 2030.

Quer mudar o mundo? Seja engenheiro e mãos à obra

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Quem sonha em mudar o mundo e não sabe por onde começar pode tentar a Engenharia para transformar seus desejos em realidade. Em um primeiro momento, esta pode parecer uma opção estranha para quem é jovem, tem ideais de sobra na mente e disposição para dar e vender em busca de uma sociedade melhor. Mas o fato é que o engenheiro é um dos profissionais mais completos do mercado, capaz de entender e solucionar diversos tipos de problemas através do trabalho.

As áreas de atuação vão da infraestrutura urbana à habitação, passando por saneamento, energia, tecnologia, transporte, programação… Enfim, uma infinidade de setores, que não à toa fazem a Engenharia ter dezenas de segmentos à disposição no mercado.

Aliás, curiosidade é o que move este profissional na arte de procurar e desvendar as novas tecnologias e respostas aos mais diversos tipos de questionamentos.

Atualmente, o Brasil possui mais de 1 milhão de engenheiros com registro ativo no Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea). Ficou assustado? Se a resposta for sim, calma! Mesmo com este grande volume, especialistas não hesitam em afirmar que há espaço de sobra para quem mergulha de cabeça neste desafio.

As chances, em especial, estão em três segmentos fortalecidos nos últimos anos: Engenharia Civil, Engenharia da Computação e Engenharia de Produção.

Versatilidade

A Engenharia Civil vai muito além de construir prédios, casas, pontes e estradas. Em um mercado bastante competitivo, o profissional versátil consegue se destacar a partir do momento em que consegue aliar os conceitos básicos da área com as últimas exigências do mundo corporativo, como sustentabilidade, inovação e economicidade no desenvolvimento dos projetos e a chance de ser dono do próprio negócio no futuro.

Pode, ainda, dedicar-se à recuperação de diferentes empreendimentos capazes de impactar positivamente na rotina de uma rua, bairro ou cidade, transformando a realidade da sociedade.

Outro atrativo para quem ainda tem dúvidas é o salário, um dos mais robustos entre as principais profissões do País. Nessa área, o piso de seis horas diárias em São Paulo é de seis salários mínimos (R$ 5.988,00).

Conectividade

Já a Engenharia da Computação se mostra como um caminho eficaz para quem pertente “surfar a onda” da Tecnologia da Informação (TI). Aqui, o aluno é capacitado, desde o início do curso Superior, a projetar e viabilizar programas de computadores e aplicativos inovadores.

Ganha, de quebra, conhecimento para se destacar na indústria 4.0. É um mercado em alta, com constante crescimento e a possibilidade de trabalhar com startups, comércio eletrônico, automação industrial e robótica.

Eficiência máxima

Já na Engenharia de Produção, o objetivo é garantir a máxima eficiência dos mais diversos tipos de processos produtivos. Com isso, o profissional é capaz de trazer ótimos ganhos a indústrias e empresas. Aliás, um engenheiro de produção pode se tornar peça vital em momentos de crise, indicando os caminhos da sobrevivência aliada com a eficiência com soluções técnicas embasadas e criativas.

Construção civil retoma contratações e tem salários de até R$ 40 mil

São Paulo – Após período fraco, o setor de construção civil começa a dar sinais de crescimento. No PIB do 2º trimestre, a área mostrou um crescimento de 2% em relação ao mesmo período de 2018, segundo dados do IBGE. Foi o primeiro resultado positivo após 20 quedas consecutivas.

E o número também se reflete nas contratações. Segundo levantamento da Michael Page, a procura por certos profissionais da área aumentou 300% nos nove primeiros meses deste ano ante o mesmo período anterior.

Renato Trindade, gerente executivo da divisão de operações de Propriedade e Construção da Michael Page e Page Personnel, explica que o número elevado é decorrente da baixa movimentação nos anos anteriores, mas ainda mostra uma retomada e um potencial grande de contratações para o próximo ano.

“O aquecimento está ligado a expectativa de mercado, principalmente com a baixa de juros e o cenário econômico mais favorável. O investimento na construção civil também teve uma retomada forte nos Estados Unidos, o que faz com que os investidores olhem para outros mercados e no momento o mercado brasileiro tem atratividade maior”, fala ele.

Segundo ele, a movimentação de recrutamento foi para cargos de alto nível hierárquico e muito estratégicos para buscar novos negócios e investimentos.

Atualmente, as oportunidades estão concentradas ainda na região Sudeste, onde ficam as bases das maiores incorporadoras, principalmente em São Paulo. Para o resto do Brasil, o gerente acredita que a retomada ocorra de forma mais lenta.

“Não temos um boom de empregos, mas um aumento de oportunidades para profissionais mais qualificados. As empresas têm olhado mais para a eficiência, buscando o profissional multifuncional, que mais possa agregar ao cargo. Elas procuram executivos de níveis altos, mas não há mais tantas cadeiras disponíveis. A indústria passou por uma otimização da gestão, onde havia 10 diretores, agora terá apenas três”, diz.

Para ele, as empresas têm procurado preencher cargos que mostram o interesse para investimentos novos e devem começar no próximo ano as contratações para níveis iniciais, como analistas e especialistas de engenharia e operação.

Confira a relação de cargos mais demandados, com os perfis e salários, da área em 2019:

Gerente ou diretor de novos negócios

O que faz: prospecção de novos negócios para a empresa, negociação e busca por terrenos, estudo de viabilidade econômica, especialista em aprovação, legalização, regulamentação, gestão de equipe, participa de convenções e congressos, desenvolve relacionamento no mercado público e privado.

Perfil: é desejável formação ou especialização em Engenharia, Negócios, Negociação. O conhecimento de idiomas é desejável, mas não imprescindível, a depender da empresa. O perfil também é estratégico para relacionamento com a rede de corretores e vendedores.

Salário: para gerente, de 15 a 25 mil reais (com variável). Para diretor, de 25 a 40 mil reais (com variável)

Motivo para alta em 2019: o cargo é peça-chave para aquisições nas incorporadoras e construtoras, gerando oportunidade de novos negócios, também é fundamental nas definições de planos táticos e estratégicos da companhia para o atingimento das metas e aumento nos resultados.

Gerente comercial/vendas

O que faz: prospecção de potenciais clientes e parceiros, gera demanda e ações promocionais, acompanha a performance e desenvolve a força de vendas, estabelece planos de visitas, realiza análise de concorrentes, estudo de mercado, levantamento de resultados de vendas e demanda, participa de convenções e congressos, desenvolve relacionamento no mercado público e privado.

Perfil: é desejável ter formação ou especialização em Engenharia, Negócios, Marketing, Comercial ou Negociação; ter experiência prévia no mercado de Real Estate; conhecimento de idiomas é desejável, mas não imprescindível, isso pode variar pela nacionalidade e demais pré-requisitos da empresa.

Salários: de 20 mil a 30 mil reais (com variável)

Motivo para alta em 2019: as incorporadoras têm estruturado cada vez mais as “Houses” ( braços comerciais de vendas do setor imobiliário) para não depender das imobiliárias e corretoras, oferecendo pacote mais atrativo e treinamentos preparatórios. As “Houses” se tornaram peça-chave nas definições de planos táticos e estratégicos comerciais das incorporadoras para o cumprimento das metas, aumento nos resultados de vendas e engajamento da equipe comercial.

Gerente de facilities/property

O que faz: é o profissional responsável pela gestão dos contratos terceirizados ou de prestação de serviços no que diz respeito a aluguel, recepção, manutenção, instalação, limpeza, telefonia, segurança patrimonial, compras, etc. Esse profissional também fica responsável pela elaboração de estratégias de revisão/cancelamento/assinatura desses contratos, visando ao controle de custos, estabelecimento de despesas previstas, elaboração de budget anual ou semestral. Ele também olha para o estabelecimento de novas parcerias e benefícios que agreguem valor à vida dos colaboradores, bem como busca a implementação de inovações tecnológicas que proporcionem bem-estar geral. O objetivo é sempre avaliar e apresentar os resultados obtidos.

Perfil: é desejável formação em Engenharia Civil,  com pós ou especialização em Administração, Arquitetura, Direito e áreas correlatas.

Salário: de 18 mil a 25 mil reais, dependendo do porte da empresa.

Motivo para retomada em 2019: em momento de retomada é importante “organizar a casa” e priorizar redução de custos e despesas, bem como retomar o olhar de cuidado com os serviços aos clientes e aos colaboradores.

Gerente de obra

O que faz: profissional responsável pelo planejamento e gerenciamento da implantação de cada etapa do projeto no canteiro de obra dentro do cronograma estabelecido. Gerencia o desempenho da obra por meio da análise crítica das especificações dos empreendimentos; orienta e monitora propondo melhorias nos processos de elaboração de orçamentos e negociação com fornecedores. O gerente de obra administra a contratação e gestão da mão de obra do canteiro.

Perfil: desejável formação em Engenharia Civil.

Salário: de 8 mil a 15 mil reais, dependendo do porte da empresa.

Motivo para retomada em 2019: retomada a confiança e os investimentos, também serão retomados os projetos parados, bem como terão início os novos.

Gerente geral de obras

O que faz: profissional responsável por três ou mais obras. Tem como aliado o gerente de cada obra, responsável pelo planejamento, supervisão e controle de prazos, custos e desempenho, cobrando cada gerente pelo desempenho esperado. O gerente geral de obras normalmente tem atuação maior em escritório e visita os canteiros periodicamente.

Perfil: desejável formação em Engenharia Civil, experiência prévia como gerente de obra, com pós ou especialização.

Salário: de 15 mil a 25 mil reais, dependendo do porte da empresa.

Motivo para retomada em 2019: retomada a confiança e os investimentos, também serão retomados os projetos parados, bem como terão início os novos.

PIB tem surpresa positiva e respira com construção, mas ainda falta fôlego

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São Paulo – Não faltaram surpresas positivas nos dados do PIB (Produto Interno Bruto) do 2° trimestre, divulgados nesta quinta-feira (29) pelo IBGE.

Depois do resultado negativo do primeiro trimestre, bastaria uma nova queda para configurar a volta do país para uma temida recessão técnica.PUBLICIDADE

Mas o dado não só veio na ponta mais otimista do mercado, em 0,4%, como também foi revisado o dado negativo do primeiro trimestre, mostrando que a queda foi menor do que inicialmente divulgada.

O ritmo de crescimento anual é de apenas 1% e vem sobre uma base fraca, já que no mesmo período do ano passado o país vivia o choque da greve dos caminhoneiros. Mas há pontos a comemorar.

Construção

A principal novidade foi a volta da construção civil. O crescimento foi de 2% em comparação com o mesmo período de 2018, o primeiro resultado positivo na base anualizada após 20 quedas consecutivas.

“Foi uma surpresa muito grande e um ponto totalmente fora da curva. O setor está melhorando, mas eu não esperava um número tão elevado”, diz Claudio Considera, pesquisador associado do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da FGV. 

Especialistas veem um efeito da melhora na confiança no futuro, essencial na decisão de comprar um imóvel, e também o efeito de melhores condições de financiamento com a queda persistente dos juros.

O volume de recursos destinados para financiamentos imobiliários e construção de imóveis atingiu R$ 33,7 bilhões no primeiro semestre deste ano, alta de 33% sobre o mesmo período do ano passado, segundo Associação Brasileira de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

O resultado do Caged, divulgado há uma semana, mostrou que a construção civil liderou a criação de vagas em julho com saldo de 18.721 postos formais.

“O resultado positivo, aliado aos recentes dados positivos de crédito, pode finalmente indicar uma saída do ‘fundo do poço’ para o setor”, escreve Bráulio Borges, economista-chefe da LCA Consultores.

Investimento e consumo

Outra surpresa positiva ficou com o investimento, que voltou a subir 3,2% na base trimestral após duas quedas. A taxa de investimento foi de 15,9% do PIB, maior que os 15,3% do mesmo período de 2018. 

Um dos motivos que podem explicar o movimento é que, com a recessão de 2015 e 2016 e a retomada fraca em 2017 e 2018, parques industriais foram se depreciando e agora precisam ser renovados.

“Máquinas e equipamentos vem se recuperando há muito tempo, como se os empresários estivessem investindo para ampliar sua capacidade produtiva e substituir as que já estavam obsoletas”, diz Considera, do Ibre.

Apesar disso, é preciso considerar que houve uma queda violentíssima do investimento durante a recessão, ressalta Alberto Ramos, diretor de pesquisa para a América Latina do Goldman Sachs. 

Há muito chão para retomar, já que o nível de investimento da economia hoje é o mesmo de 11 anos atrás e segue 26% abaixo do pico.

“Dos componentes da demanda, o que ainda é o que mais fraco é o investimento. Não dá pra dizer que estamos num ambiente de grande confiança e retomada”, diz ele.

Um ponto de atenção é o consumo das famílias, responsável por 70% da demanda, e que cresceu apenas 0,3% de abril a junho em relação aos três primeiros meses do ano.

Apesar de ser o décimo avanço seguido em termos dessazonalizados, ele ficou abaixo da média de 0,5% registrada desde que voltou a crescer, no 1º trimestre de 2017.

Crescimento do setor de construção civil chama atenção do mercado de franquias, conheça as 5 melhores franquias para investir

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Mesmo após a forte crise que se instalou na economia brasileira, o mercado de franquias continua em crescimento. Especialistas afirmam que o setor de serviços é um dos poucos que não sentiram os efeitos dessa crise. Para se ter uma ideia, basta olhar para os números, segundo a Associação Brasileira de Franchising o desempenho do setor de franquias é de 5,9% no segundo trimestre de 2019, o país conta com mais de duas mil marcas em diferentes segmentos, em serviços e produtos.

O setor de construção civil brasileiro se mantém em constante crescimento e tem feito o número de unidades desse ramo crescer consideravelmente, o PIB da construção civil deve crescer 2% em 2019, diz Sinduscon-SP. A todo momento pessoas e empresas planejam realizar reformas em casas e escritórios e por isso, investir em uma franquia de construção civil pode ser uma ótima alternativa para começar um novo negócio.

Confira o ranking das 5 melhores franquias de construção civil:

1-Lojas Guaporé

Há 40 anos no mercado, a Guaporé é uma das pioneiras no segmento de casa e construção. Suas franquias dispõem um design moderno e um showroom com as melhores marcas do segmento. Além disso, para investir em uma franquia Guaporé não é preciso um alto investimento, pelo contrário, com baixo investimento o investidor consegue uma alta rentabilidade sem a necessidade de fazer estoque. A empresa oferece aos franqueados suportes para todas as áreas, treinamentos específicos e alta tecnologia nos processos. Elencamos a Guaporé em primeiro lugar porque entre todas é a franquia com o menor custo benefício. Todos os produtos são subsidiados pelos fabricantes e além disso, com um grande viés tecnológico, a franqueadora automatiza os principais processos, sendo esse outro custo fixo baixo. Para finalizar, as margens de lucro são enormes, uma vez que os preços oferecidos nas franquias são preços de distribuidor. Para maiores informações acesse o site: http://franquia.lojasguapore.com.br/

2-Dr. Faz Tudo

Dr. Faz Tudo é uma rede de franquias que oferece ao cliente, manutenção, reparos prediais e residenciais. O formato de negócio abrange todos os serviços realizáveis em um imóvel, para mantê-lo ou reformá-lo, desde a instalação de um ventilador até a troca de toda a tubulação hidráulica. A empresa oferece aos franqueados treinamentos em diversas áreas como, comercial, marketing, operacional e de internet. Para investir na franquia é preciso qualificação em engenharia, arquitetura, eletricista, encanador ou técnico em edificações. Para mais informações acesse: https://www.drfaztudo.com.br/abra-sua-franquia.asp

3-Master House

No mercado de franquias desde 2014, a rede Master House atua com serviços de elétrica, hidráulica, jardinagem, pintura, gesso e drywall, impermeabilização, montagens e manutenção predial. A empresa já possui 84 unidades em 19 Estados brasileiros e um master franqueado em Orlando, na Flórida (EUA). Para se tornar um franqueado a empresa exige ensino superior e dispor de capital mínimo de R$30.000. Para mais informações acesse: https://www.franquiamh.com.br/

4-Protege Piso

Há 14 anos, a Protege Piso é uma empresa que trabalha com locação de proteção profissional de pisos. A empresa oferece um sistema de placas flexíveis compostas de materiais de alta resistência e 100% reciclados e reutilizáveis. O cliente aluga a quantidade necessária para sua obra e a Protege Piso executa a entrega do material na obra, manutenção da proteção e retirada das placas no final da obra. O investimento total é a partir de R$53.500, para mais informações acesse: https://protegepiso.com.br/seja-nosso-franqueado/

5-Help Home

Em 2013 a Help Home iniciou seu sistema de franquias, desde então estão presentes em mais de 18 Estados brasileiros, Portugal e Espanha. A microfranquia oferece serviços de manutenção, reparos, jardinagem e decoração. O modelo de negócio pode ser operado em home office com investimento a partir de R$20.000. Para mais informações acesse: https://helphome.srv.br/pt-br/seja-um-franqueado

Alta de 96% em lançamentos de imóveis, marca retomada do mercado

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O Brasil teve em abril, maio e junho de 2019 uma grande tendência de crescimento. O número de lançamentos de imóveis residenciais subiu 96% no Brasil no segundo trimestre de 2019 em relação aos três meses anteriores, segundo a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), que divulgou nesta segunda-feira (26), em São Paulo, a mais recente rodada dos Indicadores Imobiliários Nacionais. Também foi registrada alta de 11,8% em comparação com o mesmo período de 2018 (2º trimestre).

A constatação foi feita pelo presidente da CBIC, José Carlos Martins, e pelo vice-presidente de Indústria Imobiliária da CBIC, Celso Petrucci. O estudo ‘Indicadores Imobiliários Nacionais’, faz parte de um projeto da Comissão de Indústria Imobiliária (CII) da CBIC, que conta com a correalização do Serviço Nacional de Aprendizagem Nacional (Senai Nacional).Publicidade

Somente no Sudeste do país, o aumento nos lançamentos foi de 209,5% na comparação entre os dois trimestres deste ano. Enquanto as empresas da região colocaram no mercado 6.799 casas e apartamentos entre janeiro e março deste ano, os lançamentos alcançaram, entre abril e junho, 21.044 unidades habitacionais – alta também de 35,5% em comparação com o segundo trimestre do ano passado, quando foram registrados 15.536 novos imóveis.

2º Trimestre de 2019 x 2º Trimestre de 2018

  • Os lançamentos apresentaram um aumento de 11,8%
  • As vendas também apresentaram um aumento de 16%
  • A oferta final apresentou uma queda de 8,7%

O número de vendas de imóveis residenciais novos subiu 22,9% (32.813) no Brasil no segundo trimestre de 2019 em relação aos três meses anteriores (26.708). Também foi registrada alta de 16% em comparação com o mesmo período de 2018.

Já no Centro Oeste do país, a alta relativa foi de 40,4% entre os dois trimestres deste ano. Enquanto os consumidores da região compraram 2.263 casas e apartamentos entre janeiro e março deste ano, as vendas alcançaram, entre abril e junho, 3.177 unidades habitacionais – alta também de 22% em comparação com o segundo trimestre do ano passado, quando foram registradas 2.605 aquisições imóveis.

“O mercado está em um grande momento e poderá ficar ainda melhor”, afirmou Martins, sobre a pesquisa que reúne dados de 23 cidades e regiões metropolitanas de todo o país.

Já Petrucci explicou a queda nos números da oferta final, ou do estoque de imóveis novos, que já chegou a ser de 21 meses e agora está em 11 meses. “Quando a gente olha os últimos dois anos, os números estão muito parecidos. Há uma tendência clara no aumento dos lançamentos e de vendas. Entretanto, os lançamentos ainda não estão adequados à venda, por isso temos o estoque em queda”, informou o presidente da CBIC.

Uma oferta final menor, de 8,7%, em relação ao mesmo trimestre de 2018, pode ser um dos motivos que levaram ao crescimento real do valor de venda de 8% para os imóveis novos em comparação com o Índice Nacional da Construção Civil (INCC), segundo Petrucci.

Emprego e nova modalidade de crédito sinalizam recuperação para a construção civil

Celso Petrucci destacou o impacto dos lançamentos e das vendas na geração de empregos no segmento. “Depois de cinco anos de PIB [Produto Interno Bruto] negativo na construção civil, estamos percebendo também no emprego, pela primeira vez, essa reversão de expectativa negativa. Em 2019, de abril a junho, já estamos com mais vagas criadas que nos 12 meses de 2018”, disse o vice-presidente, ao lembrar os dados mais recentes do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia. “O setor da construção foi um dos setores que mais empregou. Isso, em parte, é resultado de novas obras, que refletem seu crescimento na empregabilidade”, afirmou.

Para ele e Martins, a nova modalidade, que terá como referência o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), vai aquecer o mercado, além de garantir mais segurança para o empresário e para o consumidor investirem, movimentando o mercado e o aumentando o número de postos de trabalho.

“O IPCA é uma revolução. O mais importante do IPCA é o futuro. Vai haver impacto imediato sim, mas o fundamental é que vai se criar um mercado competitivo na concessão do crédito”, disse Martins. “Acredito que possamos ter um crescimento de 10 a 15% do mercado, se as previsões com a contratação com IPCA e outras medidas se encaminharem. O setor é uma saída para a recuperação econômica, já que responde rapidamente em termos de empregabilidade para o país”, complementou Petrucci.

Revista OE elege as “Obras de Engenharia do Ano”

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A capa desta edição, ao apontar as “Obras de Engenharia do Ano”, busca valorizar nossa Engenharia como atividade técnica, responsável por construir a infraestrutura que sustenta as atividades econômicas e a qualidade de vida da população há muitas décadas, a despeito de enormes carências.

Ocorre-nos a lembrança de obras históricas que chegaram a superar condições heroicas – a exemplo da ferrovia Curitiba-Paranaguá, projetado pelo engenheiro Antonio Rebouças e executado por outro, Teixeira Soares, há mais de 130 anos. Foram assentados mais de 110 km de trilhos, escavados 14 túneis, erguidos
75 pontilhões e executados 71 pontes e viadutos. A força empregada era braçal.

As condições eram tão inóspitas que foi necessário contratar cerca de 10 mil homens ao longo das obras, inclusive imigrantes, para se ter pelo menos 3 mil deles trabalhando nas frentes de serviço; o restante não chegou a permanecer nos trabalhos e, inclusive, houve muitas vítimas de malária e tifo.

Outros projetos que fizeram história, foi a hidrelétrica de Paulo Afonso, na Bahia, que teve de escavar uma caverna subterrânea de 60 m de extensão, por 16 m de largura e 30 m de altura, naquele belíssimo cânion do Rio São Francisco. A energia dessa usina acelerou o desenvolvimento do Nordeste na época.

A ferrovia Vitória-Minas, num trajeto de 905 km com mais de 150 viadutos e pontes, que nos anos 1904 exportava minério de ferro e importava cultura — literalmente, ao trazer bens referenciais importados dos países europeus para o interior.

Em São Paulo, ergueu-se o edifício Martinelli, com 25 andares, o mais alto então do País. O interventor federal em São Paulo, Ademar de Barros, autorizou a construção da Via Anchieta, vencendo a Serra do Mar, obra que deu início à mecanização da construção rodoviária.

Já em tempos mais recentes, a abertura da rodovia Belém-Brasília, onde morreu Bernardo Sayão num trágico acidente Valorizar a nossa Engenharia e a construção da nova capital federal, só foram possíveis pela
obstinação de visionários liderados por JK e os arquitetos Lucio Costa e Oscar Niemeyer. Mas as obras no planalto central é legado do enorme contingente de candangos vindos do Nordeste.

As “Obras de Engenharia do Ano” seguem esta longa tradição. Seus projetistas e construtoras são integrantes do Ranking da Engenharia Brasileira 2019.

Essa pesquisa anual exclusiva da revista OE reúne os protagonistas mais atuantes nos segmentos de Construtoras, Projetistas e Gerenciadoras, empresas de Montagem Industrial e as que prestam Serviços Especiais de Engenharia. O parâmetro no ranking é o faturamento bruto da empresa no ano de 2018.

A premiação dos destaques do Ranking foi centrada nas empresas que atuaram nas “Obras de Engenharia do Ano” — indicadas na capa dupla da edição, agrupadas por região: Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul.

Essas obras simbolizam a importância da infraestrutura como vetor de desenvolvimento socioeconômico das fronteiras regionais, além de se destacar como exemplos de resiliência e superação num cenário econômico complexo.

Ao comemorar os 50 anos da chegada do homem à lua, vimos num relance o quão pouco a infraestrutura brasileira se modernizou nessas décadas, com a honrosa exceção do setor de energia. Esta é uma tarefa inadiável que nos impõe o próprio País, sua economia e seus habitantes, que precisam destravar os
caminhos em direção ao desenvolvimento pleno.

Esses caminhos passam obrigatoriamente por uma infraestrutura recuperada, ampliada e tecnologicamente atual, construída pelos nossos engenheiros, projetistas e arquitetos.

Os R$ 164 bilhões em novos projetos divulgados por concessionárias e empresas industriais, comerciais e de serviços – nos 30 meses recentes — que estão listados nesta edição sinalizam o sólido ciclo de obras que se inicia!

Norte

Ponte sobre o Rio Madeirana divisa Rondônia-Acre (Dnit)
Projeto: Enescil
Fiscalização: JDS e Falcão Bauer
Construção: Arteleste Construções

BRT de Belém/PA (Secretaria Municipal de Urbanismo de Belém)
Projeto: Systra, Concremat, Yachiyo Engineering e Chodai
Construção: Paulitec e Sistran

Reforma do Aeroporto de Macapá/AP (Infraero)
Projeto e Construção: Dan Hebert Engenharia e EPC

Linhão Belo Monte – trecho Pará e Tocantins
(Xingu Rio Transmissora de Energia)
Projeto: Tractebel
Montagem: Tabocas

Centro-Oeste

UHE Sinop/MT (Sinop Energia)
Projeto: Intertechne, Leme e Concremat
Construção: Construtora Triunfo

Complexo de Proteína de Soja da ADM em Campo Grande/MS
Projeto: Neoplan
Montagem: Sincroniza Engenharia

Hospital Sírio-Libanês em Brasília/DF
Construção: Engeform Engenharia

Sul

Complexo viário sobre o Rio Guaíba em Porto Alegre/RS (Dnit)
Projeto: EGT Engenharia
Construção: Queiroz Galvão

Expansão do Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP)
Construção: Destac Engenharia de Fundações

Ampliação e Modernização do Aeroporto de Porto Alegre/RS (Fraport)
Projeto: Pöyry
Construção: Consórcio HTB, Tedesco e Barbosa Mello

Termelétrica Pampa Sul, em Candiota/RS (Engie)
Projeto (EPC): SDEPCI
Gerenciadora: SEPCO1
Construção e montagem: Niplan, Cobrazil e M. Roscoe

Novo Terminal do Aeroporto de Florianópolis/SC (Zurich Airport)
Projeto e Construção: Racional Engenharia

Ampliação da Fábrica de Celulose da Klabin (Projeto Puma II) em Ortigueira/PR
Engenharia, gerenciamento das plantas complementares e interligações
de ilhas de processos: Pöyry
Fornecedores: Andritz (pátio de madeira, caustificação, forno de cal, caldeira de
recuperação e caldeira de força); Confab Industrial e Veolia HDP (planta de evaporação);
Siemens (turbogeradores); Suez Water Technologies & Solutions Brasil
(estações de tratamento de água, de efluente e de água para caldeiras); Valmet
(linha principal de fibras e máquina de papel)

Nordeste

Ampliação e Modernização do Aeroporto de Fortaleza/CE (Fraport)
Projeto: Intertechne
Construção: Método e Construtora Passarelli

Ampliação e Modernização do Aeroporto de Salvador/BA (Vinci Airports)
Gerenciamento: Engexport
Construção: Teixeira Duarte e Alves Ribeiro

Termelétrica Porto de Sergipe I (Celse)
Gerenciamento: AO Engenharia
Construção e Montagem: GE, HTB e Montcalm

Complexo Urbanístico Jardim Brasil em Feira de Santana/BA
Projeto de Arquitetura: André Sá e Francisco Mota
Construção: LMarquezzo Construções e Empreendimentos

Fábrica da Laboratório Aché em Suape/PE
Construção: Rio Verde

Complexos eólicos no Rio Grande do Norte (Voltalia – Ventos de Serra do Mel
1 e Echo Energia – Echo 3, 6 e 7)
Construção: DoisA Engenharia

Cinturão das Águas no Ceará (Secretaria dos Recursos Hídricos do Ceará)
Supervisão: TFP Engenharia
Construção: Lote 1 – Construtora Passarelli, PB Construções e Serveng / Lote 2 –
SA Paulista / Lote 3 – Marquise e EIT Construções / Lote 4 – PB, Construtora
Passarelli e Serveng / Lote 5 – Ferreira Guedes e Toniolo, Busnello

Linha Leste do Metrô de Fortaleza/CE (Metrofor)
Construção: Sacyr e Ferreira Guedes

Sudeste

Laboratório Nacional de Luz Sincroton (projeto Sirius), em Campinas/SP
(Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais – CNPEM)
Gerenciadora: Engecorps
Projeto de Engenharia de Instalações: MHA
Projeto Estrutural: Engeli Consultoria e Engenharia
Montagem: Temon
Construção: Racional

Extensão da Linha 9-Esmeralda da CPTM em São Paulo/SP
Construção: Concrejto
Duplicação da SP-191 na ligação das rodovias Anhanguera
e Washington Luis/SP (Arteris/Intervias)
Construção: Tranenge Construções
3ª Faixa da Rodovia Niterói-Manilha – BR-101/RJ
(Arteris/Autopista Fluminense)
Construção: Carioca Engenharia

Residencial Vida Nova Ribeirão, em Ribeirão Preto/SP
(Programa Minha Casa Minha Vida)
Projeto e construção: Pacaembu Construtora
Ponte pênsil no Complexo de Mariana/MG da Vale
Projeto e fornecimento: TMSA
Projetista: Cowi
Obras civis: Civil Master
Montagem eletromecânica: Milplan

Modernização das unidades geradoras do Complexo Hidrelétrico
Jupiá-Ilha Solteira (CTG Brasil)
Projeto de Engenharia: Voith, General Electric, Harbin Electric, WEG e Sepco1
Instalações hidráulicas e elétricas (montagem):
Voith e Power Construction Corporation
Montagem industrial: Voith, General Electric, Harbin Electric, WEG e Sepco1

Construção e Montagem de Dutos no ABC e Cubatão/SP (Petrobras)
Construção: SACS e Niplan
Complexo Minero-Industrial de Serra do Salitre/MG da Yara
Projeto: Promon e Statura
Gerenciamento: ETM (Fase 1) / Promon (Fase 2)
Construção (fase 1): Construcap e Niplan
Construção (fase 2): Constucap e Techint

Duplicação do Trecho de Serra da Rodovia Tamoios/SP
(Concessionária Tamoios)
Projeto: CJC, Engecorps e Núcleo
Construção: Queiroz Galvão
Contenção: Keller Tecnogeo

Alta na construção é puxada por imóveis, não por infraestrutura, diz IBGE

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O crescimento da construção no segundo trimestre do ano foi puxado pelo segmento de imóveis, e não pelo de infraestrutura, afirmou Rebeca Palis, coordenadora de Contas Nacionais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A alta foi de 1,9% no segundo trimestre deste ano, em relação ao primeiro trimestre. Na comparação com o segundo trimestre do ano passado houve um avanço de 2,0%, que interrompe uma sequência de 20 trimestres de quedas.

“A parte de infraestrutura continua bem baixa. Não tem muito recurso público. Mas a parte de construção de imóveis ajudou um pouco. A alta é puxada não pela parte da infraestrutura, mas pela parte de imóveis”, explicou Rebeca.

Segundo Claudia Dionísio, gerente na Coordenação de Contas Nacionais do IBGE, a base de comparação baixa também ajuda a explicar o avanço na construção, assim como a melhora na confiança empresarial. A alta de 2,7% nas atividades imobiliárias ante o segundo trimestre de 2018 confirmam a construção puxada pelo setor imobiliário, apontou Claudia.

“O crédito, a renda melhorando um pouco, o ambiente e o déficit habitacional que a gente sempre tem também colaboram (para a alta na construção)”, completou Rebeca Palis.

A construção responde por cerca de 50% da Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF, medida dos investimentos no PIB). A FBCF cresceu 3,2% na passagem do primeiro trimestre para o segundo trimestre de 2019. Na comparação com o segundo trimestre do ano passado a alta foi de 5,2%.

“Todos os componentes favoreceram (a FBCF)”, disse Claudia, acrescentando que a construção é a que tem peso maior.

A maior produção de bens de capital também impulsionou os investimentos no segundo trimestre, influenciando o crescimento registrado pela indústria da transformação no período.