Construtora brasileira lança prédio com apartamentos de apenas 9,8m²

A construtora curitibana Basesul está lançando um prédio que terá apartamentos com apenas 9,8 metros quadrados, o que faz das unidades as menores do país, segundo a empresa. Ao todo, o edifício localizado na capital do Paraná terá dez moradias com estas dimensões.

Os sete andares do imóvel terão também apartamentos bem mais espaçosos se comparados com esses: mais 42 unidades de 19m².

Nos apartamentos de 9,8m² e preços a partir de R$ 49.990, há banheiro e um armário dividido entre roupeiro e minicozinha.

De acordo com a construtora, para reduzir os custos para os moradores, as moradias são entregues com sugestões de móveis convencionais, que podem ser comprados em lojas tradicionais — dispensando o serviço de móveis planejados ou de marcenaria, que são mais caros.

No apartamento de 9,8m², armário se divide entre roupeiro e minicozinha
No apartamento de 9,8m², armário se divide entre roupeiro e minicozinha Foto: Divulgação

Para estender um pouco o espaço exíguo do apartamento, o prédio tem áreas comuns, como um espaço de coworking para os moradores terem um ambiente de trabalho fora de seus apartamentos, além de terraço com salão de festas e área gourmet.

Outra característica do prédio são as poucas vagas na garagem. Nem todas as unidades têm um espaço para estacionar automóveis, diz Jéssica Ferreira, coordenadora administrativa da Basesul. Segundo ela, a localização do empreendimento e o perfil do público que busca este tipo de imóvel explicam o baixo interesse pelas vagas:

— O prédio fica perto de shopping, farmácia, a 15 minutos do Centro, então permite dispensar o carro. E o público é aquele que dá mais valor a transporte coletivo, bike, a fazer longas caminhadas, então a empresa percebeu que esse público dispensa o custo fixo de ter carro, e opta pelo Uber, por exemplo.

Segundo Jessica, com quase 100% dos apartamentos de 9,8m² vendidos, a construtora deve fazer novos lançamentos de unidades com o mesmo tamanho.

7 tecnologias devem redesenhar o futuro da Arquitetura, da Engenharia e da Construção

Por anos, a Autodesk foi conhecida exclusivamente pelo seu software AutoCAD, que permite que engenheiros, arquitetos e designers criem versões digitais e tridimensionais de seus projetos antes de construí-los oufabricá-los.

A empresa de San Rafael, na Califórnia (EUA), no entanto, trabalhou nos últimos anos para diversificar e modernizar seu portfólio e define-se hoje como uma companhia de software de design e criação. Não só tecnologias foram adicionadas ao leque de opções, como também o modelo de subscrição, que tem a nuvem como seu grande aliado.

Atenta à evolução do setor, e diante dos constantes desafios que aindústria da construção vem enfrentando, criando, assim, um ambientepropício a inovação, a empresa realiza anualmente seu encontro comclientes e parceiros, o Autodesk University, que neste ano aconteceu em Las Vegas (EUA).

Pelos corredores da feira e ainda nas palestras realizadas pela empresa, uma ebulição de ideias e tendências foram abordadas. A Computerworld listou a seguir as sete tecnologias que a empresa falou exaustivamente em seu encontro e que certamente pautarão o setor de arquitetura, engenharia e construção (AEC) nos próximos anos. Confira.

1 – Inovação por design

Durante os dois dias do encontro, a inovação por design foi uma das mais citadas. Certamente, tornou-se a vedete do setor. O design generativo é uma abordagem de projeto relativamente nova, que usa inteligência de máquina e computação em nuvem para gerar rapidamente um conjunto de soluções de projeto que se encaixam nas restrições específicas definidas pelos engenheiros.

Ele permite que as equipes de projeto explorem um espaço de designmuito mais amplo, enquanto ainda estão vinculados aos requisitos defabricação e desempenho ditados pela equipe ou pelo ambiente.

CEO da Autodesk, Andrew Anagnost, relatou que essa abordagem é muito mais produtiva do que a tradicional. Entre seus benefícios estão agilidade, redução de custos e, claro, menos estresse em projeto por falta de comunicação entre as partes.

2 – Dados e mais dados

Big data e computação em nuvem combinados têm impacto significativosnão só na concepção do projeto, como também no gerenciamento daconstrução. Essas tecnologias, segundo Nicolas Mangon, vice-presidentede arquitetura, engenharia e construção (AEC) da Autodesk, sãofundamentais para o futuro do setor e empresas começam agora a usá-la.“Imagine identificar padrões com base em dados de riscos a partir de tudo o que deu errado em projetos anteriores. Isso economiza tempo edinheiro”, apontou.

Anagnost relatou, no entanto, que nem todas as empresas estão prontaspara essa era dos dados. “As empresas entendem essa demanda, mas nemtodos estão prontas para dados. Todos sabem dos problemas de trabalho, como acesso aos arquivos de diferentes formatos. A grande promessa é que a nuvem resolve bem os problemas de dados”, contou.

3 – Blockchain

O Blockchain, tecnologia de registro distribuído que busca a descentralização como medida de segurança, foi um dos temas mais discutidos em 2018. Empresas passaram a entender o conceito e algumas já criaram projetos-piloto na área. Anagnost comentou que a Autodesk está de olho na tecnologia. “No setor de construção, ela vai encontrar seu caminho em processos que envolvem muitas pessoas. Não sei se chamará de Blockchain ou se terá outro nome, mas ela vai surgir”, apostou.

Questionado se a tecnologia tem o poder de acabar com a corrupção nosetor de construção em países como o Brasil, o executivo afirmou quecertamente ela será um aliado para tal. “Não é incomum ter corrupção nosegmento de construção em geral, porque são direcionados milhões paraprojetos. Uma das grandes barreiras da tecnologia no setor, no entanto,são as pessoas que não querem ter seus passos rastreados pelo sistema.”

4 – BIM

A Modelagem da Informação da Construção (Building InformationModeling (BIM)) é considerada um dos maiores desenvolvimentos naindústria de arquitetura, engenharia e construção. O sistema envolverepresentação de projetos com uma combinação de “objetos” que levam suas geometrias, relações e atributos a um novo nível de complexidade.

O BIM é um processo inteligente com base de dados 3D que equipa osprofissionais de arquitetura, engenharia e construção com ferramentaspara concepção, projeto executivo, construção, e gerenciamento de obras einfraestruturas mais eficientes.

Alguns dos seus benefícios mais emblemáticos incluem melhora navisualização do projeto, produtividade, coordenação de documentos,velocidade de entrega e redução de custos.

Segundo o CEO da Autodesk, não só empresas podem se beneficiar datecnologia, como também o governo, que atua hoje com centenas demilhares de papéis que precisam ser aprovados em prefeituras e nuncamais são usados. Quando precisam ser resgatados, demandam horas debusca. “É algo que precisa ser modernizado”, sentenciou.

Na Autodesk, o BIM se materializa por meio do BIM 360. Segundo aempresa, a plataforma BIM 360 e suas integrações ajudam na centralizaçãode dados do projeto para conectar, organizar e otimizar projetos do início ao fim. “Essa abordagem conectada é o caminho para a previsibilidade, que vai da digitalização de informações e processos a fluxos de trabalho integrados e mais automatizados, além de uma capacidade de extrair percepções acionáveis dos dados nos projetos para otimizar a melhoria contínua”, informa a Autodesk.

Mangon, vice-presidente de AEC da Autodesk, contou que, hoje, estimativas apontam que 40% de todos os projetos de AEC usam BIM. Destaque para a China que utiliza a tecnologia em 25% das suas atividades. “Estudos indicam que o BIM terá crescimento de 65% nos mercados emergentes”, detalhou o executivo. A expectativa, portanto, é de salto acelerado no uso da tecnologia, uma oportunidade para a Autodesk e ainda para a sociedade.5

5 – Realidades Virtual e Aumentada

As Realidades Virtual e Aumentada são uma grande promessa para ospróximos anos. O instituto de pesquisas Gartner indica que as Realidades Virtual (VR), Aumentada (AR) e Mista (MR) estão mudando a maneira pelaqual as pessoas percebem o mundo digital. Essa nova érea, combinada nosmodelos de percepção e interação leva à experiência imersiva do usuáriono futuro.Na feira de exposições do Autodesk University, a empresa apresentou
aplicações do tipo. Uma delas mostrava pessoas construindo ambientes no
ambiente virtual, algo como um gêmeo virtual, mas de forma mais
interativa. Com a tecnologia, é possível caminhar pelo modelo 3D e
analisar cada detalhe, a uma escala de 1:1, antes do projeto deixar o
papel.

Anagnost faz suas apostas sobre a tecnologia e acredita que VR e AR
estarão em tudo daqui para frente. “São mecanismos de comunicação e
feedback instantâneo. Trata-se de uma interface do usuário para design
mais simples de ser observada”, comentou.

autodesk

6 – Impressão 3D

O uso da impressão 3D no setor de construção e arquitetura inclui
diferentes possibilidades de criação, que vão desde maquetes, até
esculturas, luminárias, lustres, vasos, molduras para quadros e
porta-retratos.

Com a impressão 3D usada mais frequentemente no segmento, com maiores
aplicações e diferentes tipos de materiais e projetos, a impressão 3D
poderia mudar completamente o processo de entrega física.

Hoje, o avanço dessa indústria já permite que sejam impressas até
mesmo pequenas casas e outros tipos de construções, a partir de uma
impressora 3D industrial. O aumento no uso – e consequente aprimoramento
– de pré-fabricados e impressão 3D fez com que a entrega de diferentes
recursos para infraestrutura também aumentasse.

Mas deixe de lado um pouco essa visão da construção para mirar outro
setor: o de saúde. Em apresentação no Autodesk University, a mexicana
Granta apresentou um implante cerebral criado com impressão 3D a partir
de dez produtos da Autodesk.

A prótese ajudou Adriana, que sobreviveu a um aneurisma cerebral.
Após um ano em osso no crânio depois de uma rejeição anterior a outro
implante e de ter perdido a capacidade de falar e controlar o lado
esquerdo de seu corpo, Adriana estava cansada e quase desistindo do
tratamento.

Seu novo implante foi produzido em duas semanas e o tempo de cirurgia
caiu 50%. Sua recuperação também foi reduzida sobremaneira, destacou o
PhD Carlos Monroy, da Granta, responsável pelo processo.

7- Robôs

Na visão do CEO da Autodesk robôs deverão, no futuro, assentar
tijolos e fazer trabalhos do tipo, mas essa realidade está bastante
distante. Segundo ele, no entanto, robôs já estão executando algumas
tarefas no setor, como construção de containers e executando tarefas
fora de prédios. “O setor de construção não muda tão rapidamente quanto
outros. Os primeiros tipos de robôs em larga escala vão aparecer, mas
ainda demora um pouco”, comentou ele.

Construtora MRV diversifica e usa tecnologia para crescer

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São Paulo — Maior construtora de imóveis residenciais da América Latina, a MRV deve terminar 2018 com o lançamento de 48 mil unidades. No ano que vem, o número deverá chegar a 50 mil imóveis, o que é reflexo, principalmente, da retomada econômica. Para os copresidentes da companhia Rafael Menin e Eduardo Fischer, nem mesmo as indefinições sobre o maior programa habitacional do país, o Minha Casa Minha Vida (MCMV), ameaçam os planos de expansão.

“Modificar radicalmente um programa exitoso como MCMV só se o cara for louco. Pode mudar o nome, algum parâmetro, talvez, mas a chance de ruptura é muito pequena e somos a empresa mais protegida do mercado, caso haja mudanças”, disse Menin em encontro com analistas e investidores, em São Paulo, no canteiro de obras do maior empreendimento já lançado pela MRV — o Gran Reserva Paulista, em Pirituba (Zona Oeste da capital paulista), com 7.300 unidades.

Para Menin, o MCMV é um programa “exitoso” por uma série de características, como a abrangência nacional, a geração de empregos e de tributos, além de oferecer imóveis a um valor à população de menor poder aquisitivo.

Diversificação

Mas a companhia não mira apenas o segmento de imóveis dentro do programa federal. Para isso, lançou recentemente uma linha que utiliza recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). Já foram feitos dois lançamentos, um em Salvador e outro em Belo Horizonte. Ontem, o Santander confirmou que será parceiro da MRV nessa modalidade de financiamento.

“Estou otimista tanto com esse segmento quanto com o MCMV. É possível que a participação do SBPE nos negócios da MRV chegue a 25% nos próximos três a quatro anos”, prevê Fischer. Segundo Menin, esse tipo de estratégia vai blindar a companhia. “A MRV é a empresa mais protegida pela diversificação. Se tiver alguma mudança no MCMV, a única empresa capaz de manter crescimento somos nós.”

Realidade virtual

Além do posicionamento em mais um segmento, a companhia também tem cuidado da redução das despesas. A tecnologia tem sido uma ferramenta importante nesse processo, conta Rodrigo Resende, diretor de marketing e vendas da MRV. Neste ano, a construtora passou a investir em realidade virtual para substituir os tradicionais apartamentos-modelo que são montados na época do lançamento de um empreendimento — que custam caro e, de tempos em tempos, têm de ser recuperados para continuar com uma aparência atraente.

“Neste primeiro ano já tivemos uma economia de R$ 5 milhões com a troca do apartamento-modelo pela realidade virtual”, conta Resende. Foi contratada uma empresa dos Estados Unidos que desenvolveu uma série de recursos para que o software faça cerca de 800 combinações a partir das informações fornecidas pelo cliente.

O interessado no imóvel coloca os óculos 3D e vê no tour virtual suas características e preferências, como cores, acabamentos ou quartos para filhos. É possível acrescentar até um animal de estimação ao passeio pela residência. Isso tudo sem ter de investir na construção de um apartamento, na mobília e na decoração, que mais tarde serão descartados ou vendidos por um valor bem abaixo do que foi pago.

A nova tecnologia permite ao possível comprador personalizar e ver por meio da realidade virtual até mesmo o acabamento do imóvel, que poderá ser incluído na assinatura do contrato.

Inteligência artificial

Outra ajuda da tecnologia para a diluição de gastos começou a ser implantada na área de seleção de corretores. Fischer lembra que o desempenho desses profissionais é muito diferente, com “uns vendendo muito, outros vendendo pouco”. Um software de Inteligência Artificial (AI), desenvolvido por uma startup israelense, foi comprado pela MRV para analisar as características dos melhores corretores e, assim, chegar a um padrão desses profissionais.

“Estamos começando a usar essa tecnologia agora. Isso vai permitir que sejamos mais assertivos na seleção desses profissionais, porque o software já vai mostrar se eles têm o mesmo perfil, a partir de determinados dados, que o daqueles com os melhores resultados”, explica o copresidente.

Dia do Engenheiro: veja os melhores cursos de engenharia do mundo

Todos os anos, os rankings universitários estabelecem uma classificação para as instituições de ensino superior de acordo com seu nível de excelência, pesquisa e reconhecimento no mercado e na academia. Não só na listagem geral, que determina as melhores universidades do mundo, mas também em áreas específicas. É o caso do ranking lançado pela Quacquarelli Symonds (QS), em 2018, que aponta quais são os melhores cursos de engenharia.

Para analisar quais escolas chegariam ao topo da classificação universitária, a QS utilizou métricas específicas – uma mesma régua que serve para todas as instituições. Entre os critérios, estão a reputação acadêmica, a reputação entre os empregadores e o número de citações por paper publicado.PUBLICIDADE

Nas primeiras colocações, estão instituições americanas, europeias e asiáticas, com diferentes perfis. Por exemplo, Cambridge, uma das universidades mais antigas de língua inglesa, está em terceiro lugar, enquanto a Nanyang Technological University, fundada em 1991, ocupa a quinta posição.

Conheça os melhores cursos de engenharia do mundo:

#1 Massachusetts Institute of Technology 

Não é à toa que o paraíso dos nerds seja um destaque nas áreas de engenharia,pelo QS ranking. O MIT destaca-se por aliar um ensino de tecnologia de ponta a noções de administração. Em outras palavras, na mesma instituição, é possível encontrar a união de engenheiros, cientistas da computação e outros profissionais da tecnologia. Em especial para aqueles que pretendem investir em seu próprio negócio, já que o MIT também forma empreendedores.

Fundado em 1861, em Cambridge, nos Estados Unidos, o instituto teve como objetivo inicial formar os profissionais que atenderiam à grande demanda das indústrias, que estavam em franca expansão no país. Esse perfil mudou bastante, em especial depois da década de 30. A partir desse período, o MIT consolidou-se como instituição voltada a pesquisas científicas de base e inovação tecnológica.

Essa forte cultura pautada por inovação e empreendedorismo rendeu frutos: as receitas agregadas de empresas fundadas por ex-alunos do MIT seriam, juntas, classificadas como o décimo primeira maior economia do mundo. Em matéria de prêmios internacionais, a universidade não deixa por menos, já que seus ex-alunos e professores receberam mais de 80 prêmios Nobel até hoje.

Atualmente, são oferecidos 44 cursos de graduação, sendo que os nomes de destaque ficam para as engenharias. Os cursos que concentram mais estudantes são Engenharia Elétrica (Course 6-2), Ciência da Computação e Engenharia (Course 6-3), Engenharia Mecânica (Course 1), Física (Course 8) e Matemática (Course 18).Veja também

#2 Universidade Stanford 

A instituição americana é um nome conhecido em matéria de empreendedorismo e engenharia, e fica localizada nas proximidades do Vale do Silício. Stanford tem entre seus ex-alunos e professores os fundadores de grandes empresas, entre elas HP, Google, Yahoo e Nike.

A escola de engenharia de Stanford teve um importante papel nas últimas décadas, contribuindo para avanços tecnológicos em áreas de comunicação, saúde e energia. Mais do que um curso voltado à mera formação técnica, trata-se de um campo voltado à resolução de problemas globais e formação de líderes. Só a School of Engineering – que coloca Stanford, ano após ano, na lista dos melhores cursos de engenharia do mundo – abriga mais de 4.500 alunos, que dispõem de 80 laboratórios e centros de pesquisa.

O reconhecimento dessa excelência em engenharia não vem de hoje. Afinal, professores e ex-alunos ganharam mais de 20 prêmios Nobel. Entre eles, estão Paul Berg, responsável pela criação dos primeiros métodos de mapeamento de estruturas de DNA, e Martin Perl, físico que provou a existência dos neutrinos.

Outra iniciativa que se destaca na universidade tem a ver com o curso: o Stanford Engineering Everywhere permite que qualquer estudante acesse matérias introdutórias da instituição de ensino, gratuitamente e online. Entre as disciplinas disponíveis, estão a de Metodologia de Programação e a Introdução à Robótica.

#3 Universidade de Cambridge

Cambridge combina tradição de longa data e inovação. Segunda mais antiga universidade em língua inglesa, reuniu em seu campus nomes prestigiados como Isaac Newton, um dos maiores gênios da Física, Charles Darwin, pai da teoria da evolução das espécies, e Francis Bacon, que criou o método científico.

Atualmente, Cambridge é organizada em 31 faculdades e 150 departamentos, e tem uma taxa de aceitação de cerca de 20%. Contabiliza mais de 90 laureados com o prêmio Nobel entre seus ex-alunos e ex-professores, e reúne em sua escola de engenharia, profissionais de destaque em 125 anos de história do departamento.

#4 ETH Zürich – Swiss Federal Institute of Technology Zürich

O Instituto suíço está presente entre as dez melhores universidades do mundo em engenharia no THE e no QS World University Rankings. Fundada em 1855, a ETH Zurich conta hoje com cerca de 18 mil estudantes de mais de cem países diferentes. Em matéria de reconhecimento internacional, não faltam exemplos de excelência: 21 laureados com o Prêmio Nobel estudaram, ensinaram ou realizaram pesquisas na ETH Zurich, reforçando a reputação da universidade.

#5 Nanyang Technological University

Fundada em 1991, a Nanyang Technological University é um dos destaques dos rankings de melhores universidades do mundo com menos de 50 anos. Localizada em Singapura, país que possui 34 universidades, a instituição recebe pesquisadores do mundo inteiro e investe em pesquisas de ponta e inovação tecnológica, dando destaque para áreas como engenharias.

Para ter uma ideia da relevância da universidade asiática, basta analisar seu avanço ao longo dos poucos anos de história. A NTU é a instituição jovem que mais cresceu no mundo, tendo subido 108 posições em três anos. Não é à toa, portanto, que figura entre os melhores cursos de engenharia do mundo.Veja também

Como estudar engenharia fora do país?

Agora que você já sabe quais são as principais referências para estudar engenharia no exterior, pode estar se perguntando sobre quais são os primeiros passos para, efetivamente, fazer um curso fora na área. Nesse vídeo a gente te explica como. Confira!

  • Este artigo foi originalmente publicado pelo Estudar Fora, portal da Fundação Estudar

Governo de SP cria fundo imobiliário com imóveis do Estado e assina venda da Cesp

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Arena do Pavini – O governador de São Paulo, Márcio França, aprovou na segunda-feira o regulamento que estabelece as regras de funcionamento do Fundo de Investimento Imobiliário do Estado de São Paulo (FII). O consórcio Socopa & TG Core foi vencedor do pregão para contratação de serviços técnicos especializados para estruturação, administração, custódia e operação do fundo, que será realizado em 30 de janeiro. O consórcio ficará responsável pela administração por cinco anos, prazo que pode ser prorrogado. Durante o evento, também foi formalizada a assinatura do contrato de venda da Companhia Energética de São Paulo (Cesp (SA:CESP6)) para a Votorantim. “Estamos concluindo um processo importante, a vencedora do leilão foi a Votorantim, ao lado de outro grupo estrangeiro, não tem mais sentido o Estado ficar gerenciando uma companhia de energia elétrica, a partir de agora, o setor privado fará isso”, ressaltou o governador.

Fundo de Investimento Imobiliário

O Fundo de Investimento Imobiliário do Estado de São Paulo conta com um portfólio de 264 imóveis de um estoque de mais de 5 mil, presentes em todas as regiões do Estado. A carteira do fundo é estimada em R$ 1 bilhão e a empresa terá 0,2% de cada imóvel vendido – podendo chegar, portanto, a R$ 1,94 milhões, se todos forem negociados. Além disso, a empresa receberá uma remuneração média de R$ 80 mil/mês para administrar a carteira. São Paulo é pioneiro na criação de um mecanismo para otimizar e racionalizar os recursos públicos disponíveis com a venda desses imóveis, que representa não apenas o ingresso de valores no Tesouro Estadual, mas também uma importante redução de despesas administrativas e de custeio. A experiência tem sido seguida por outros Estados como Bahia, Alagoas e Goiás, além do governo federal, que firmou acordo de cooperação com a Companhia Paulista de Parcerias – CPP, empresa do Governo do Estado de São Paulo responsável pelo projeto.

Ação de construtora sobe após Câmara aprovar nova regra para distratos

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SÃO PAULO – As ações de empresas do setor imobiliário operam quase todas no campo positivo nesta quinta-feira (6), reagindo à aprovação, pela Câmara dos Deputados, do projeto de lei que regulamenta o distrato imobiliário — situação em que um comprador desiste de adquirir um imóvel antes de concluir o pagamento. Pouco depois das 11h (horário de de Brasília), MRV ON operava em alta de 1,84% e registrava o segundo melhor desempenho do Ibovespa, enquanto Cyrela ON tinha ganho de 0,07%. Fora do índice, PDG ON (1,82%), Helbor ON (2,21%), Even ON (4,57%), Eztec ON (0,55%) e Tenda ON (0,45%) também sobem — a exceção é Gafisa ON, que recua 0,92%. O projeto de lei determina multa de 25% nos casos de distrato, que subirá para 50% quando o empreendimento for por patrimônio de afetação. O texto foi aprovado com emendas do Senado e, agora, segue para sanção presidencial.

Para Álvaro Frasson, analista da Spinelli, a medida é positiva para o setor por dar maior flexibilidade ao passivo das companhias, não deixando-as tão expostas a problemas durante a entrega dos imóveis. “O segmento também foi bastante castigado nos últimos quatro a cinco anos”, diz ele.

O desempenho positivo do setor destoa do Ibovespa, que recua 1,01% no momento, aos 88.140 pontos, em meio à maior cautela global em relação à possível retomada das tensões comerciais entre Estados Unidos e China.

Os índice setoriais da B3 também mostram essa tendência. O índice imobiliário (Imob), que inclui papéis de construtoras e operadoras de shoppings centers, oscila perto da estabilidade — no momento, cai 0,05% –, o melhor desempenho entre todos os índices do tipo.

Moradores reclamam de obras do metrô de SP que duram 9 anos

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Entre tapumes, interdições, poeiras e atrasos, a rotina de quem vive próximo das prometidas estações do monotrilho de São Paulo, da linha 15-Prata do Metrô, sofre mudanças nos últimos nove anos, devido às obras realizadas pelo Governo paulista. A rua da futura estação Jardim Planalto, na zona leste de São Paulo, é dominada por funilarias, serralherias, borracharias, além de lojas para peças de carros e materiais de construção. Os donos dos negócios, que também moram na região, dizem que as obras atrasadas também atrasam a vida dos moradores. “Estão fazendo há tanto tempo que nem dá mais para lembrar os prejuízos, mas sei que ficou muito ruim aqui por causa dos desvios no trânsito que fez, agora tem que dar uma volta bem maior para chegar em casa”, diz o borracheiro José Medeiros, 66 anos, que trabalha e mora próximo da futura estação. Na esquina oposta à futura estação Jardim Planalto, uma lanchonete vazia, sem nenhum salgado na estufa, com apenas o dono e o filho conversando encostados no balcão. “Hoje pode dizer que eu sou um comerciante quebrado”, diz Lauro Silvério Filho, 58 anos.
Comerciantes reclamam de obras do monotrilho

Comerciantes reclamam de obras do monotrilho

Ele conta que tem o comércio há 14 anos, mas nos últimos oito — no período de construção da estação — vive uma decadência. “Eu tinha cinco funcionários e hoje trabalha só eu e minha mulher”, afirma. A perspectiva dela é que aconteça o mesmo que outros comerciantes da região: ter o negócio fechado. Além dos prejuízos causados pela obra, Silvério afirma que mesmo depois de prontas as estações “vão ser só para dar votos para políticos”. Para ele, apenas as pessoas que vão trabalhar em bairros nobres paulistano vão se beneficiar da linha. “Vai ser bom para quem vai para Vila Madalena, Paulista. Agora para o povão mesmo, que vai para o Mercadão, Parque Dom Pedro, vai continuar pegando ônibus porque as estações não vão atender essas áreas mais populares”, diz Silvério. O filho do comerciante, dono de um bar em um bairro um pouco mais afastado da estação, afirma que não afetou o movimento de seu comércio, mas “piorou muito as ruas aqui, andar de carro ficou uma porcaria e o trânsito afeta todos, de carro ou de ônibus”. Isso acontece porque, segundo eles, houve interdições e desvios em pistas da região. E a estação Jardim Planalto é apenas a primeira da linha depois das seis que estão prontas. Das estações em funcionamento, apenas Vila Prudente e Oratório, finalizadas em 2014, atendem em horário comercial. Entregues com quatro anos de atraso, em abril deste ano, as estações São Lucas, Camilo Haddad, Vila Tolstói e Vila União funcionam apenas para visitação, de segunda à sexta das 9h às 16h. Além dessas estações, outras quatro deveriam ter sido entregues em 2014, com a linha chegando até São Mateus.
Estações da Linha 15-Prata funcionam em horário especial

Estações da Linha 15-Prata funcionam em horário especial

Kaique Dalapola/R7
Ainda havia a promessa de entregar em 2016 a última etapa, finalizando a linha 15-Prata, que entregaria outras seis estações, até a Cidade Tiradentes. Ao todo, são 24,5 km de monotrilho. As estações do monotrilho são prometidas desde abril de 2009, quando os então prefeito e governador Gilberto Kassab e José Serra, respectivamente, iniciaram convênio para atender a população com o transporte. As obras iniciaram no ano seguinte e, desde então, a linha é marcada por atrasos. Outro lado O Metrô afirmou que todas as construções de grande porte exigem altos investimentos e tempo considerável, pela dimensão e complexidade das obras, que podem sofrer intercorrências como demora na obtenção de licenças ambientais e complicações em processos desapropriatórios, ou até mesmo o abandono das obras pelas empreiteiras. “As obras metroviárias estão sujeitas, não somente a estas variáveis, mas também à crise econômica que se instalou no Brasil nos últimos anos”, explicou a nota. Ainda segundo o Metrô, a empresa que construía as estações Jardim Planalto, Sapopemba, Fazenda da Juta e São Mateus, reduziu drasticamente o efetivo e por este motivo foi notificada, multada em valores ultrapassam R$ 7,7 milhões e teve contratos rescindidos. Para a conclusão dos serviços, a companhia disse que esta se empenhando para publicar novo edital em dezembro. “A meta para a assinatura do novo contrato é março e a previsão de retomada das obras em abril. O prazo de conclusão dos serviços estimado é outubro de 2019.” Quanto aos horários, a nota diz que as estações São Lucas, Camilo Haddad, Vila Tolstói e Vila União, funcionam na modalidade de “Visita Assistida”, sem cobrança de tarifa, de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h. A operação nesse formato é padrão internacional e permite a maturação do funcionamento de equipamentos e sistemas. Esta linha funciona com o sistema CBTC UTO (Unattended Train Operation), totalmente sem operador. Assim, todas as possíveis rotas de circulação dos trens, inclusive no pátio, precisam ser testadas e aprovadas para que o sistema seja liberado de forma completa dentro do contrato firmado com a Bombardier. A previsão é de que os testes do sistema de sinalização e comunicação sejam concluídos neste mês, quando o horário de atendimento deverá ser ampliado.

Para especialista, 2019 será de recuperação da construção civil

O consultor de Mercado Marcos Kahtalian, de Curitiba, um dos mais renomados especialistas em mercado imobiliário do Paraná, esteve em Cascavel na noite desta terça-feira (6), a convite do Sinduscon Paraná Oeste, do Secovi e do Sebrae, para comandar o workshop “Indicadores da Construção Civil 2018”. O evento discutiu temas como Análise do cenário imobiliário de Cascavel e região Oeste do Paraná, Análise da oferta de imóveis, Onde investir e Onde morar. Algumas constatações do estudo anual feito pela empresa de Kahtalian, a Brain Inteligência Corporativa, chamam a atenção. No cenário político, há um horizonte de apoio à cartilha do liberalismo impresso pela vitoriosa campanha de Jair Bolsonaro à Presidência da República. É diferente do cenário de 2016, auge da crise brasileira, em que havia a incerteza motivada pelo Impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e do início da Era Temer. Já no campo da economia, reflexo, em parte, do ambiente político, os tempos de incerteza afetaram o equilíbrio da lei da oferta e da procura de imóveis, já que o mercado parou de fazer novos lançamentos, fator que contrasta com o cenário de otimismo e com as curvas dos gráficos de crescimento, praticamente todas, apontando para cima. O resultado é uma diminuição dos estoques, situação que chegou ao seu limite, já que a tendência do mercado, doravante, é a de comprar. Segundo ele, o segmento da construção de casas populares, especialmente por intermédio do programa Minha Casa, Minha Vida, do Governo federal, não foi afetado durante os anos de crise. O baque foi sentido com mais intensidade nos imóveis de alto padrão. No entanto, segundo o especialista, há uma movimentação em curso de retomada da compra de imóveis de faixas sociais mais específicas. “De fato, são indicadores da recuperação da atividade produtiva, puxados pela alta do PIB e também pela relevância de novos investimentos estrangeiros. O primeiro setor beneficiado, pela característica de alta volatilidade, é a indústria imobiliária, que puxará, por consequência, toda a cadeia produtiva do setor”, destacou Kahtalian.

A caminho da arquitetura Serverless: redução de custos e tempo para inovar

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Há pelo menos uma década, ouvimos falar sobre como a jornada para a nuvem tem mudado a perspectiva dos negócios. E, hoje, percebemos cada vez mais o valor que essa tecnologia tem apresentado, justamente pelo aumento da eficácia na administração orçamentária corporativa, e na diminuição do tempo gasto na gestão de projetos e equipes. Com essa evolução, vivemos agora o momento no qual os ambientes em cloud migram para a arquitetura Serverless, ou melhor, processamento distribuído sem servidores definidos controlados por API. É o que aponta uma pesquisa feita pelo Gartner sobre a adoção de Serverless – ou FaaS (funções como serviço) –, que mostra que essa tecnologia continuará a crescer nos próximos anos. O estudo indica que mais de 20% das empresas globais terão implantado tecnologias Serverless até 2020, o que representa um aumento considerável ante os 5% já instalados hoje.
No caminho da maturidade Conhecida por eliminar a necessidade do sistema tradicional “sempre ligado”, essa arquitetura otimiza o trabalho da equipe usando outra tecnologia conhecida com IaC (Infrastructure as code) ou infraestrutura como código. O que antes gerava necessidade de gerenciamento, provisionamento, e manutenção dos servidores com administradores de forma manual, ou até mesmo através de ferramentas, agora pode ser automatizando via código, aumentando exponencialmente a produtividade dos administradores. Ao implantar um sistema usando essa tecnologia é possível definir exatamente a capacidade de armazenamento e o banco de dados necessários, o que otimiza o gasto para execução de uma carga de trabalho. Em um cenário com arquitetura Serveless, toda a estrutura passa a ser gerenciada de forma automatizada, dando à organização e ao seu time, segurança e liberdade para dedicar os esforços de TI em estratégia, inovação e entrega.
Mesmo sabendo que temos um longo caminho para que todas as aplicações sejam adaptadas para usar a arquitetura Serveless, entendemos que essa estratégia está próxima a entrar na agenda de prioridades da maior parte dos CIOs. Se esse é o tipo de flexibilidade e otimização de processos que a sua empresa precisa, mas ainda tinha dúvidas sobre qual tecnologia adotar, vale a pena procurar um especialista e entender a fundo como a arquitetura Serverless vai ajudar nos negócios. Amando AmaralCTO & Head of Innovation TIVIT

12 certificações para arquitetos corporativos

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À medida que mais empresas lidam com a Transformação Digital e reconhecem o valor de alinhar sua estratégia, tecnologia e processos de TI com os objetivos de negócios mais amplos, há uma necessidade crescente de profissionais talentosos que possam reduzir a complexidade, estabelecer processos sólidos de tecnologia e garantir que a ela seja utilizada de forma consistente entre as unidades de negócios e áreas funcionais. Cada vez mais, esse papel é preenchido por um profissional de Arquitetura Corporativa: alguém capaz de traduzir a estratégia de negócios de uma empresa em soluções concretas, de projetar e executar um plano de arquitetura de sistemas de TI para suportar essa estratégia, diz Rich Pearson, vice-presidente sênior de marketing da Upwork. “O arquiteto corporativo é um profissional recente, que começou a aparecer durante o último trimestre, mas que está crescendo de forma constante. De março de 2017 a abril de 2017, vimos um aumento de 75 por cento no número de ofertas de trabalho para ‘arquitetos corporativos’, especialmente entre as grandes organizações que estão adotando a Arquitetura Orientada a Serviços (SOA) e aqueles que estão instigando a tecnologia a promover mudanças de processos de negócios dentro da organização “, diz Pearson. Se a sua empresa está planejando contratar um arquiteto corporativo (EA), as certificações são uma ótima maneira de validar as habilidades dos candidatos. Como um EA, o profissional será responsável pelo desenvolvimento da estratégia de TI  mantendo as metas de negócios alinhadas às metas de TI. Essas certificações testam suas habilidades, conhecimentos e habilidades para o trabalho com estruturas, ferramentas, software e melhores práticas da EA. Se a sua empresa deseja se concentrar em nuvem, aplicativos, software ou outras áreas da arquitetura corporativa, uma ou mais dessas 12 certificações ajudarão a fortalecer seu currículo. 1 – AWS Certified Solution Architect O exame AWS Certified Solution Architect abrange a criação de uma solução de design arquitetônico baseada nos requisitos do cliente, fornecendo as melhores práticas para implementação e supervisionando o gerenciamento de longo prazo de um projeto de arquitetura corporativa. O profissional precisará de experiência prática com todos os serviços da AWS para computação, rede, armazenamento e banco de dados para passar no exame. Não terá que fazer um curso para passar no exame, mas a Amazon recomenda pelo menos de seis meses a dois anos de experiência prática usando serviços AWS antes de tentar o exame. Você também pode baixar exames práticos e materiais de treinamento diretamente da Amazon para ajudá-lo a se preparar para o exame. Custo: US$ 100 para praticante de nuvem, US$ 150 para nível de associado e US$ 300 para exames de nível profissional 2 – Axelos ITIL Master certification ITIL é uma estrutura de gerenciamento de TI popular, usada por arquitetos corporativos para ajudar a gerenciar processos de serviço. Se o profissional trabalha em um ambiente ITSM com a estrutura ITIL, a certificação Axelos ITIL Master é útil para demonstrar sua aptidão no gerenciamento de serviços. Para se qualificar para o ITIL Master, o profissional precisa ter ao menos cinco anos de experiência em gerenciamento de serviços de TI em uma função de consultoria ou de liderança. Também precisará obter a certificação ITIL Expert antes de fazer o exame ITIL Master. Custo: as taxas do exame variam de acordo com o fornecedor 3 – CISSP Information Systems Security Architecture Professional (CISSIP-ISSAP) A certificação CISSIP-ISSAP é projetada para profissionais com Certified Information Security Professionals (CISSIP) que desejam adicionar conhecimentos em arquitetura. O profissional precisará ter sua certificação CISSP, além de dois anos de experiência trabalhando com um ou mais domínios no corpo de conhecimento comum CISSP-ISSAP (CBK). O exame abrange arquitetura de gerenciamento de identidade e acesso, arquitetura de operações de segurança, governança, conformidade, gerenciamento de riscos, segurança de infraestrutura, modelagem de arquitetura de segurança e segurança de aplicativos. Custo: US$ 699 para o exame e uma taxa de manutenção anual de US$ 35 4 – Dell EMC Proven Professional Cloud Architect training and certification A Dell EMC implementou recentemente todas as certificações em uma única certificação mestre, a Dell EMC Proven Professional , mas o profissional pode optar por diferentes cursos individuais específicos à sua carreira de arquitetura corporativa. O curso de certificação EMC EMC Proven Professional Cloud Architect (DECE-CA) cobre a coleta de requisitos adequados e o design de serviços em nuvem em um ambiente ITaaS. O profissional também terá a chance de praticar suas habilidades através de um projeto colaborativo de design de serviços na nuvem. Para obter essa certificação, primeiro é preciso passar em um dos cinco exames de nível de associado e obter a certificação de especialista em arquitetura de nuvem. Custo: Cursos e exames começam em US$ 900; o profissional pode comprar um único comprovante de exame, sem o curso, mas as taxas variam dependendo dos centros de teste. 5 – EC Council Certified Network Defense Architect (CNDA) A certificação do CNDA (Certified Network Defense Architect), do Conselho da CE, é projetada especificamente para agências governamentais e militares, com foco em segurança e conformidade. O profissional precisará obter sua certificação CEH e ser empregado por uma agência governamental ou militar ou ser um funcionário contratado do governo antes de poder fazer o curso CNDA. É semelhante à Certified Ethical Hacker (CEH) e destina-se a indivíduos que têm a confiança de seu empregador para “tentar penetrar redes e/ou sistemas de computador usando os mesmos métodos que um hacker usaria”, segundo o Conselho da CE. Custo: US$ 250 6 – Google Professional Cloud Architect A certificação Google Professional Cloud Architect demonstra as habilidades do profissional trabalhando com as tecnologias do Google Cloud. Para obter essa certificação é preciso saber como projetar e planejar a arquitetura da solução de nuvem para segurança e conformidade, gerenciar a infraestrutura de nuvem, analisar e otimizar os processos de negócios e supervisionar a implementação da arquitetura de nuvem. Não há pré-requisitos para o exame, mas deve ser feito pessoalmente em um centro oficial de testes. Custo: US$ 200 7 – Professional Cloud Solutions Architect Certification Oferecido pelo Cloud Credential Council (CCC), a certificação Professional Cloud Solutions Architect foi projetada para arquitetos de tecnologia, aplicativos, sistemas e empresas, bem como consultores de estratégia em nuvem e desenvolvedores seniores. O curso de certificação abrange ITaaS, gerenciamento de serviços e computação em nuvem, requisitos do cliente, implementação de tecnologia em nuvem e avaliação da arquitetura de soluções em nuvem. Não há requisitos para fazer o exame, mas é recomendável que o profissional obtenha certificações do Cloud Technology Associate e do TOGAF 9 primeiro. Custo: US$ 499 para os materiais de auto estudo e um comprovante de exame 8 – Red Hat Certified Architect A certificação Red Hat Certified Architect inclui o RHCE (Red Hat Certified Engineer), o RHCEMD (Desenvolvedor de microsservidores corporativos certificados pela Red Hat) e o RHCJD (Red Hat Certified JBoss Developer), que é o mais alto nível de certificação. Para alcançar cada nível de certificação o profissional precisará passar um punhado de certificações para  administradores de sistemas ou para desenvolvedores. Com as diversas opções de certificação, é possível personalizar o melhor caminho para cada profissional, concentrando em habilidades e tecnologias específicas. O custo de cada curso varia dependendo do assunto e da sua localização, girando em torno de US$ 1.500 a US$ 4.000. Custo: As taxas variam dependendo do curso e da localização, mas o profissional pode adquirir uma assinatura de aprendizado de um ano para US $ 5,5 mil ou US $ 7 mil, dependendo de quantos créditos do curso você deseja. 9 – Salesforce Certified Technical Architect (CTA) A certificação do Salesforce Certified Technical Architect (CTA) demonstra o conhecimento, as habilidades e a capacidade do profissional de projetar e criar soluções na plataforma Salesforce. Antes de passar para o exame da CTA será preciso adquirir o Certified Application Architect ou o Certified Systems Architect. Para receber a certificação de CTA do Salesforce, o profissional  também precisará passar no exame do Technical Architect Review Board. Custo: US$ 200 por exame e US$ 6 mil adicionais para aprovação no exame CTA. 10 – The Open Group TOGAF 9 Certification O TOGAF é um dos frameworks mais usados ​​para arquitetura corporativa, o que o torna uma certificação útil para adicionar ao currículo de membros da equipe. A certificação TOGAF 9 é uma certificação globalmente reconhecida e independente de fornecedor que demonstrará as habilidades do profissional usando a estrutura do TOGAF para implementar e gerenciar a tecnologia empresarial. É oferecido através do The Open Group e existem dois níveis de certificação – a certificação TOGAF 9 Foundation (Nível 1) e a certificação Level 2, que pode ser feita depois da aprovação no primeiro exame. Custo: US$ 320 por exame ou US$ 495 para fazer os dois exames de uma só vez 11 – The Open Group Certified Architect (Open CA) Existem três níveis de certificação Open CA: Certified (Nível 1), Master (Nível 2) e Distinguished (Nível 3). Ao contrário de outras certificações, o profissional não terá que fazer um curso ou passar em um exame para obter sua certificação Open CA. Em vez disso, é um programa que exige que os candidatos “demonstrem habilidades e experiência em relação a um conjunto de requisitos de conformidade por meio de aplicativos escritos e revisões por pares”, segundo o The Open Group. O profissional pode usar a ferramenta de autoavaliação online para determinar suas possíveis qualificações para os dois primeiros níveis de certificação. Custo: US$ 1.250 com uma taxa de renovação anual de US$ 175 e recertificação a cada três anos por US$ 250 12 – Virtualization Council Master Infrastructure Architect certification O Virtualization Council oferece quatro certificações para produtos populares de virtualização. Embora as certificações se concentrem em produtos VMWare, Microsoft, Xen e Virtual Iron, os exames são neutros em relação aos fornecedores. Cada exame abrange uma plataforma de arquitetura corporativa específica, para que o profissional possa escolher as ferramentas mais alinhas com as suas necessidades. Custo: US$ 125 por exame

Mercado da Engenharia no Brasil cresce e aumenta a demanda por novos profissionais

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Após registrar uma taxa de crescimento negativa de 5% em 2016 e de 2,5% em 2017, a indústria da engenharia tende a crescer 10% no ano de 2018 e aumentar a demanda por novos profissionais. Essa é a última previsão realizada pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC)[1]. O principal fator da retomada do nível de emprego no setor é o aumento da confiança dos consumidores na indústria de engenharia e pela taxa básica de juros (SELIC) atingir o percentual de 7.5% em 2017. Essa taxa desloca a atratividade de outros segmentos do mercado financeiro para a caderneta de poupança e disponibiliza recursos para o financiamento imobiliário. Outro indicador que demonstra como o mercado de engenharia possui demanda crescente por novos profissionais é a última pesquisa relacionada aos cursos de Engenharia no Brasil divulgada pela Universidade de São Paulo (USP)[2] no final de 2017. No período de cinco anos, entre 2010 e 2015, o número de ingressantes em cursos de engenharia do setor privado cresceram de 125.173 para 259.811 alunos por ano – um crescimento de mais de 100%. E todos esses alunos poderão suprir parte da demanda da área. De acordo com a revista EXAME[3], a consultoria especializada em recrutamento Page Personnel constata que a demanda em 2018 por engenheiros está entre 30 e 35% maior do que quando comparada a 2017. Melhoria de processos e indicadores do setor de engenharia A previsão para o crescimento do setor de engenharia também é sustentada pela melhoria nos processos e nos novos indicadores divulgados no último relatório da CBIC[4]. Entre os incentivos está a elaboração da Norma de Orçamentos e Formação de Preços de Infraestrutura (ABNT). Esse documento constrói uma norma técnica para embasar tabelas de preços e serviços de todo o setor.
Projeções para 2018 no mercado de engenharia O crescimento da demanda de mão de obra, principalmente qualificada, no setor de engenharia também é decorrente da taxa de confiança na construção no Brasil ter mostrado crescimento por seis meses consecutivos em 2017. Em dezembro de 2017 a taxa alcançou 77.5 pontos, de acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV) [5]. Esse fator fez com que a entrada de 2018 fosse benéfica para a contratação de novos profissionais e para o aquecimento da área. Não por acaso, em março de 2018 o índice de confiança na construção alcançou 82.1%, ocasionado principalmente pela percepção favorável para 2018 do empresariado do ramo de engenharia residencial. Essa percepção é em decorrência do crescimento de aproximadamente 30% no número de lançamentos de empreendimentos e de 15% no de vendas ao se comparar números de 2016 e 2017. E o índice de confiança aquece o setor e abaixa a ociosidade. É o que mostra outro indicador da FGV denominado Nível de Utilização da Capacidade (NUCI) e relacionado ao produto efetivamente gerado no setor e a capacidade produtiva da indústria. O NUCI atingiu 65.6% no final de 2017[6] e continuou a crescer. Em julho deste ano, o NUCI atinge a marca de 75.7% [7]. Esse aquecimento visualizado por tais indicadores é uma porta de entrada para empresas do setor investirem também em inovações e apostarem em tendências sustentáveis. Tendências e Inovações no mercado de engenharia As construtoras e empresas do ramo de engenharia, guiadas também pela redução da inflação, aqueceram seus investimentos em novas tecnologias que auxiliam tanto o crescimento do mercado, quanto o crescimento da confiança do setor. Algumas das tecnologias que ganharam destaque nos últimos anos vão desde produtos sustentáveis a aparelhos eletrônicos:
  1. Impressora 3D na Engenharia
No ramo da engenharia as impressoras 3D têm ganhado cada vez mais espaço após a criação do conceito de construção por contornos – ou, em inglês, contour crafting. Esse modo de construção requer engenheiros especializados e capacitados para programar a impressora 3D a realizar o projeto sem a necessidade de trabalhos braçais. Assim, a impressora seria responsável por montar elementos estruturais, partes hidráulicas ou até construções inteiras. No exterior isso já é realidade: uma empresa chinesa construiu dez casas em 24 horas utilizando-se da tecnologia da impressora 3D com o custo unitário de 3 mil libras, cerca de 11 mil reais[8]. Apesar de já existirem empresas que realizam a totalidade da obra com a tecnologia, as companhias de engenharia ainda estudam a verdadeira eficácia e como se utilizar a impressora 3D garantindo projetos seguros e com bom custo-benefício.
  1. O concreto sustentável
Toda empresa de engenharia deve estar antenada às novas tendências, principalmente quando o assunto é sustentabilidade. E uma das novas tecnologias na área e que vem sendo difundida é relacionada a um dos produtos mais consumido nas obras: o concreto. A inovação tem nome e é concreto sustentável. Esse concreto é produzido a partir das sobras e dos resíduos de construções e da fabricação de outros materiais: sobretudo resíduos de entulhos, lascas de madeira e vidro moído. Esse concreto é tão eficaz quanto o normal, além de apresentar uma redução nos níveis de emissão de poluentes na atmosfera e no desperdiço de materiais.
  1. Tijolos Ecológicos
Na mesma linha do concreto sustentável, os tijolos ecológicos ganham cada vez mais espaço no setor de engenharia. São inovadores, econômicos e apresentam um assentamento mais prático. O tijolo ecológico não é composto apenas de argila como os tradicionais. Nele é adicionado um polímero natural de algas e de lã, o que torna o tijolo ecológico até 40% mais durável e resistente do que o tradicional. Inovações e o Mercado de Trabalho na Engenharia Com esses poucos exemplos é possível notar que a demanda por profissionais qualificados no ramo de engenharia tende a ser cada vez maior. Não por acaso, os dados da pesquisa da USP apontaram um crescimento na busca por cursos de engenharia. Ou seja, além do crescimento ocasionado pela aceleração nos investimentos do setor imobiliário, as empresas do setor tendem a contratar ainda mais para conseguir suprir as necessidades do mercado aquecido. Opinião de um especialista: Segundo Rodrigo Garcia, CEO da Seleção Engenharia: “Um dos fatores determinantes na hora da contratação de um engenheiro, por parte das empresas, é a habilidade do profissional para lidar com pessoas e circunstâncias adversas, que são típicas da profissão, principalmente na área da construção civil, onde o profissional muitas vezes está exposto a condições climáticas desfavoráveis..” afirma Rodrigo. Para ajudar engenheiros nessa jornada em busca de melhores oportunidades de trabalho, a Seleção Engenharia disponibiliza, totalmente grátis, um Guia completo para melhoria de Currículo de profissionais da Engenharia. Os engenheiros interessados podem fazer o download gratuito do guia de currículo, disponível no blog da empresa, clicando aqui. Sobre a Seleção Engenharia: A Seleção Engenharia é uma plataforma on-line que tem como objetivo conectar engenheiros e empresas de Engenharia, em diversas áreas de atuação, nível técnico e superior. Ela foi criada em 2006 e atualmente está presente em 3 países: Brasil, Canadá e Estados Unidos.

Áreas da engenharia com os melhores salários em 2018

A engenharia é considerada uma área em que as oportunidades de carreira se sobrassem em relação a outras áreas do conhecimento. O fator financeiro atrai milhares de jovens que se preparam para o Enem ou os vestibulares tradicionais com o objetivo de conquistar uma vaga em um curso de engenharia. Analisar o mercado de trabalho é importante no momento de decidir qual profissão seguir. Por isso, confira quais são as engenharias mais bem pagas em 2018. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e reúnem informações salariais dos profissionais contratados no regime formal – de carteira assinada.

Engenharias mais pagas

A tabela apresenta os 10 cursos de engenharia com os melhores salários, levando em consideração os dados do Caged referentes aos profissionais contratados até maio de 2018.
 Curso  Média Salarial
 Engenharia Mecânica   R$9.245,20
 Engenharia Elétrica  R$8.140,39
 Engenharia de Produção   R$7.870,96
 Engenharia Química  R$7.832,92
 Engenharia Eletrônica  R$7.552,11
 Engenharia Civil  R$7.465,51
 Engenharia da Computação  R$6.939,40
 Engenharia de Telecomunicações  R$ 6.009,23
 Engenharia Florestal  R$5.737,27
 Engenharia de Controle e Automação  R$5.430,62
Dessa lista, quatro áreas da engenharia estão entre as engenharias mais procuradas pelos estudantes. Apesar de ser a mais procurada, a Engenharia Civil aparece na sexta posição quando o assunto é remuneração salarial. Saiba também quais são as melhores faculdades de engenharia para cada curso.