Segundo Guimarães, cerca de 32% da matriz energética da indústria brasileira de cimentos é resultado de coprocessamento.
Venda de cimento sobe 3,5% no 1º semestre, diz Snic
ERP na Construção Civil: Como a Tecnologia Revoluciona a Gestão de Obras
Gestão eficiente de obras: por que sua construtora precisa abandonar as planilhas e investir em um ERP especializado
A gestão de obras é, há muito tempo, um dos maiores desafios enfrentados por pequenas e médias empresas da construção civil. Equilibrar prazos, custos, mão de obra, materiais e produtividade exige mais do que apenas planilhas de Excel e boa vontade: exige previsibilidade, controle em tempo real e integração entre escritório e canteiro.
Muitos gestores ainda operam suas obras de forma descentralizada, com controles paralelos, dados fragmentados e processos dependentes de pessoas-chave. O resultado? Desperdícios, retrabalhos, atrasos, falta de clareza sobre a lucratividade real e dificuldade em tomar decisões estratégicas com base em dados confiáveis.
Da planilha para o controle inteligente de obras
A realidade de muitas empresas ainda passa por orçamentos manuais, cronogramas improvisados e controle financeiro descentralizado. A falta de padrão nos processos e a ausência de uma plataforma integrada acabam consumindo tempo e dificultando a análise precisa dos custos realizados versus os orçados.
Ao adotar um sistema de gestão (ERP) voltado para a construção civil, as empresas passam a ter um novo nível de organização. Um ERP especializado permite controlar o orçamento, os pedidos de compras, o estoque, os contratos de empreiteiros, o financeiro e até o diário de obras — tudo em uma única plataforma, com dados centralizados e disponíveis em tempo real.
Mais previsibilidade e produtividade para as obras
Com o ERP certo, o gestor consegue controlar múltiplas obras simultaneamente, de qualquer lugar, com acesso via computador, tablet ou celular. A integração dos módulos permite que a empresa acompanhe a execução física, os custos acumulados, o status dos pagamentos e receitas, e até a performance dos colaboradores em campo.
Além disso, a visibilidade dos processos ajuda a evitar desperdícios — como atrasos causados por falta de material, ou ociosidade de mão de obra — e melhora a experiência do cliente, que pode ser atualizado em tempo real sobre o andamento da obra por meio de relatórios e diários digitais.
SIECON: ERP com o DNA da construção civil
Se a sua construtora ainda está presa às planilhas, é hora de evoluir. O SIECON é um ERP 100% especializado em construção civil, com funcionalidades pensadas para atender as demandas reais de quem vive a rotina do canteiro. Desde o orçamento até a entrega da obra, passando por compras, financeiro, estoque, apropriações e controle técnico — o SIECON oferece uma solução robusta, intuitiva e adaptada às exigências do setor.
Empresas de todo o Brasil já usam o SIECON Cloud para transformar sua gestão. Além disso, contam com aplicativos móveis integrados que agilizam o trabalho em campo, como Requisição, Portal do Cliente, Aprovações e mais.
Comissão de Meio Ambiente debate proposta que define novas regras para o licenciamento ambiental
Segurança jurídica
O objetivo central da iniciativa é promover um equilíbrio entre desenvolvimento econômico e proteção ambiental, contribuindo para o avanço de uma agenda de sustentabilidade no país. Além de padronizar os procedimentos em âmbito nacional, o projeto busca desburocratizar a emissão de licenças para empreendimentos de baixo impacto ambiental. Segundo o presidente da CMA, senador Fabiano Contarato (PT-ES), a proposta está em discussão há mais de 20 anos — tendo sido apresentada originalmente na Câmara dos Deputados em 2004 — e a versão atual do relatório já passou por diversas atualizações. VEJA MAIS SOBRE SUSTENTABILIDADE NA CONSTRUÇÃO CIVIL AQUI.Infraestrutura verde ganha força na Amazônia com projetos sustentáveis e financiamento público
Outras áreas apoiadas
Entre as áreas apoiadas, também se destaca a infraestrutura para água e esgoto; geração de energia elétrica de fontes renováveis; sistema de telefonia fixa ou móvel e banda larga em comunidades, além das seguintes:- Usinas de compostagem e/ou aterro sanitário sustentável;
- Armazenamento de energia de fonte renovável;
- Transmissão e distribuição de energia;
- Demais obras estruturantes ecológicas e sustentáveis.
Condições
Quanto à linha FNO – Amazônia Infraestrutura Verde, é levada em conta a taxa de juros dos fundos constitucionais (TFC), diferenciada por setor, porte e finalidade. O prazo definido é de até 34 anos, com carência de até 08 anos. Esse modelo de financiamento é disponibilizado para empresas de todos os portes, com exceção de microempreendedor individual (MEI).Sua empresa já usa o SIECON na nuvem? Agora é hora de dar o próximo passo com os aplicativos!
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Veja também Area Realty adota solução em Cloud e informatiza o canteiro de Obras.
Alta dos Juros Acende Alerta para Engenheiros e Construtores: Impactos Diretos no Setor Imobiliário
Juros em Alta: O Que Isso Significa para a Construção Civil
A elevação da taxa Selic para 15% ao ano — a maior desde 2006 — traz um cenário desafiador para o mercado imobiliário e para toda a cadeia da construção civil. Essa sétima alta consecutiva dos juros impacta diretamente o acesso ao crédito, o custo dos financiamentos e o ritmo dos investimentos em obras.
Preocupação das Incorporadoras com o Cenário Econômico
A Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (ABRAINC) divulgou nota oficial expressando preocupação com a atual conjuntura econômica. Com o Brasil apresentando a segunda maior taxa de juros real do mundo, o crédito para empresas e famílias fica mais caro e restrito, dificultando o financiamento de projetos e a compra da casa própria.
Consequências para Obras e Investimentos
Para o setor da construção, isso significa aumento dos custos de capital e maior cautela nas decisões de investimento, refletindo em possíveis atrasos e redução do volume de obras. Além disso, a pressão sobre o caixa das empresas eleva os riscos financeiros, como demonstrado pelo número recorde de pedidos de recuperação judicial nos últimos meses.
Necessidade de Juros Baixos e Estáveis
Apesar de entender a necessidade do Banco Central em controlar a inflação por meio da política monetária, a ABRAINC reforça a importância de um ambiente econômico com juros mais baixos e estáveis. Isso garantiria mais segurança para o planejamento e execução dos projetos, além de estimular o crescimento do setor e viabilizar o sonho da casa própria para mais brasileiros.
Desafios para Engenheiros e Construtores: Gestão e Eficiência
Para engenheiros e construtores, o momento exige atenção redobrada à gestão financeira dos projetos, otimização dos custos e busca por eficiência operacional para mitigar os impactos da alta dos juros.
XCMG Brasil apresentou inovações para o mercado de mineração na Brasmin 2025
A XCMG Brasil, líder no setor de máquinas pesadas na China e uma das principais do segmento no mundo, apresentou inovadores equipamentos na Brasmin 2025, importante feira para a indústria de mineração no País, que aconteceu de 24 a 26 de junho, no Centro de Convenções PUC – Pontifícia Universidade Católica de Goiás, em Goiânia/GO.
Entre os destaques apresentados pela empresa, estavam:
A carregadeira LW700KV possui grande porte e é projetada para desempenho robusto e eficiente em operações pesadas em mineração. Com peso operacional de 24.000 kg, motor com potência de 303 hp a 2.100 rpm, a carregadeira tem capacidade de caçamba de 4,2 m³, sendo ideal para movimentação de grandes volumes de material. A tração 4×4 confere excelente controle e manobrabilidade para os mais diversos tipos de terrenos.
A escavadeira XE380DK é uma máquina robusta e confiável, de 38,2 toneladas de peso operacional, motor de 287 hp de potência e caçamba com capacidade de 2.1 m³. Além de mineração, essa escavadeira é projetada para atuar em diversas operações, como obras de construção civil e projetos de energia, portuários e marítimos, entre outros.
A mini escavadeira XE27U apresenta peso operacional de 2.780 kg, motor com potência de 20,6 hp e caçamba com capacidade de 0,06 m³. Por conter um design compacto com raio de giro menor, libera a parte traseira de impactos ao operar em espaços estreitos. O dispositivo de trabalho pode ser direcionado para a esquerda e direita em 75 e 55 graus, respectivamente, fazendo operações de giro compostas com estrutura superior, permitindo que a máquina escave o solo paralelamente à parede.
Novidade: Caminhão pipa 100% elétrico rodoviário
A grande novidade da XCMG na Brasmin 2025 foi o caminhão pipa 100% elétrico, primeiro a ser lançado no mercado nacional para atender os mais altos padrões técnicos com eficiência e segurança da operação. A empresa levou o caminhão pipa rodoviário E7-29R com capacidade volumétrica de 25.000, destinado ao transporte de água, controle de poeira, compactação, umectação de solo e controle de incêndio, atendendo, além do setor de mineração, os segmentos agro, sucroalcooleiro, construção civil, florestal e saneamento.
Os principais diferenciais técnicos do caminhão pipa 100% elétricos são bomba centrífuga com vazão de 1.000 litros por minuto; caminhão com alcance de até 50 metros controlados por joystick; sistema de controle eletrônico desenvolvido para realizar o acionamento eletropneumático dos espargidores; quebra-ondas transversais e longitudinais para maior estabilidade; espargidor traseiro e laterais para umectação de solo e controle de poeira e chamas.
Sobre a XCMG:
Presente no Brasil desde 2014, a XCMG Brasil é uma das cinco maiores fabricantes de máquinas pesadas do mercado nacional. A empresa produz equipamentos voltados para construção civil, mineração e agronegócios em sua unidade brasileira, oferecendo linhas completas e competitivas, incluindo guindastes, máquinas de terraplenagem, equipamentos para pavimentação, perfuratrizes e soluções para elevação e concretagem.
Com uma fábrica estrategicamente localizada em Pouso Alegre, Minas Gerais, a XCMG estreitou laços com o mercado nacional, caracterizado pela alta demanda por qualidade, tecnologia e inovação. Por meio de uma ampla rede de distribuidores, a empresa atende a clientes em todo o território brasileiro.
Para mais informações sobre a empresa e produtos acesse: www.xcmg-america.com
Veja outras novidades teológicas, clique aqui.Votorantim Cimentos destaca avanços em descarbonização durante o 9º Congresso Brasileiro de Cimento e Expocimento
A Votorantim Cimentos, empresa de materiais de construção e soluções sustentáveis, participa do 9º Congresso Brasileiro de Cimento e Expocimento, eventos que acontecem simultaneamente no Golden Hall WTC em São Paulo (SP), de 30 de junho a 2 de julho. Para essa edição, a empresa apresenta as principais iniciativas que compõem sua jornada de descarbonização.
A Votorantim Cimentos encerrou 2024 com o resultado global de emissões de 550 kg de CO2 por tonelada de cimentício produzido. A meta de descarbonização da companhia para 2030, aprovada pelo Science Based Target initiative (SBTi), é de 475 kg de CO2 por tonelada de cimentício. Para atingir esse objetivo, a empresa tem uma estratégia pautada em quatro grandes pilares: o coprocessamento, que é a substituição do combustível fóssil nos fornos de produção do cimento por outros materiais, especialmente biomassas e resíduos; o uso de cimentícios, substituindo o clínquer – o principal componente do cimento e responsável pela maior fonte de emissão de CO2 no processo produtivo – por subprodutos vindos de outras indústrias; a eficiência energética e uso de fontes renováveis de energia, com hidrelétricas próprias e investimentos em energia solar e eólica; e o desenvolvimento de tecnologias, uso de processos inovadores, novos materiais, captura de carbono, ganho de eficiência na cadeia de valor do uso de cimento e concreto para otimizar recursos e seguir reduzindo a intensidade de carbono.
“O Congresso Brasileiro de Cimento é um importante espaço para a troca de experiências e para fortalecer a colaboração entre os diferentes agentes do setor. Acreditamos que o avanço para uma economia de baixo carbono depende do trabalho conjunto, da inovação e do compromisso coletivo com soluções que mobilizem toda a cadeia produtiva. Esperamos poder contribuir com nossas experiências e conquistas”, diz Álvaro Lorenz, diretor global de Sustentabilidade, Relações Institucionais, Desenvolvimento de Produto, Engenharia e Energia da Votorantim Cimentos.
Para compartilhar essas iniciativas, executivos da Votorantim Cimentos participam de palestras sobre os principais temas da companhia.
Terça-feira – 01/07
09h45 às 10h30 – Arena Principal Congresso Brasileiro de Cimento
Mesa-redonda: Iniciativas de Descarbonização da Indústria do Cimento Brasileira
Participação de Álvaro Lorenz, diretor Global de Sustentabilidade, Relações Institucionais, Desenvolvimento de Produto, Engenharia e Energia da Votorantim Cimentos.
12h00 às 12h30 – Arena Principal Congresso Brasileiro de Cimento
Palestra: Jornada de descarbonização da Votorantim Cimentos – Álvaro Lorenz, diretor Global de Sustentabilidade, Relações Institucionais, Desenvolvimento de Produto, Engenharia e Energia da Votorantim Cimentos.
16h00 às 17h10 – Arena Principal Congresso Brasileiro de Cimento
Mesa-redonda: Coprocessamento como Solução Sustentável na Gestão de Resíduos Urbanos
Moderação de Eduardo Porciúncula, gerente geral da Verdera, unidade de negócios de gestão e destinação sustentável de resíduos da Votorantim Cimentos
16h00 às 16h20 – Arena 1 Expocimento
Palestra: A importância do coprocessamento para a indústria do cimento – Larissa Velho, gerente técnica da Verdera, unidade de negócios de gestão e destinação sustentável de resíduos da Votorantim Cimentos
Quarta-feira – 02/07
11h40 às 12h00 – Arena 2 Expocimento
Palestra: O papel dos EPDS na sustentabilidade da Construção Civil – Fabio Cirilo, gerente de Ecoeficiência e Energia da Votorantim Cimentos
12h00 às 12h30 – Arena Principal Congresso Brasileiro de Cimento
Mesa-redonda: Neutralidade de Carbono e Coprocessamento: Caminhos Convergentes para o Setor Cimenteiro
Participação de Eduardo Porciúncula, gerente geral da Verdera, unidade de negócios de gestão e destinação sustentável de resíduos da Votorantim Cimentos
15h20 às 15h40 – Arena 1 Expocimento
Palestra: A redução das emissões de carbono por meio da utilização de adições minerais – Silvia Vieira, gerente geral de Pesquisa e Desenvolvimento da Votorantim Cimentos
17h00 às 17h45 – Arena Principal Congresso Brasileiro de Cimento
Mesa-redonda: Presidentes da indústria do cimento debaterão os principais temas do setor
Participação de Álvaro Lorenz, diretor Global de Sustentabilidade, Relações Institucionais, Desenvolvimento de Produto, Engenharia e Energia da Votorantim Cimentos
Serviço:
9º Congresso Brasileiro de Cimento e ExpoCimento
De 30 de junho a 2 de julho
Local: Golden Hall WTC – Av. das Nações Unidas, 12551 – Brooklin Novo, São Paulo (SP)
Sobre a Votorantim Cimentos
A Votorantim Cimentos é uma empresa de materiais de construção e soluções sustentáveis com mais de 13 mil empregados. O portfólio de materiais de construção vai além de cimentos e inclui concretos, argamassas e agregados. A companhia também atua nas áreas de insumos agrícolas, gestão de resíduos e coprocessamento. As unidades da Votorantim Cimentos estão estrategicamente próximas aos mais importantes mercados consumidores em crescimento e presente em nove países, além do Brasil: Argentina, Bolívia, Canadá, Espanha, Estados Unidos, Luxemburgo, Marrocos, Turquia e Uruguai. Mais informações em www.votorantimcimentos.com.br
VEJA TAMBÉM: Engenharia sem barreiras: mulheres constroem carreira na Votorantim CimentosEnergia solar deve crescer 25% no Brasil em 2025 com apoio de financiamentos sustentáveis
Sustentabilidade
Além de atender a projetos relacionados à instalação de energia solar, o Banco da Amazônia disponibiliza outros financiamentos voltados para questões sustentáveis. É o caso da linha FNO Amazônia Rural Verde. Esse formato tem como objetivo estimular o desenvolvimento sustentável, por meio da recuperação e conservação da biodiversidade, assim como mediante projetos agropecuários sustentáveis. Com um custeio de até 2 anos, esse modelo disponibiliza investimento com prazo de até 5 anos, com 8 anos de carência. Nesse caso, as taxas de juros são anuais, a partir de 4,18% ao ano, levando em conta o porte do produtor. Bioeconomia amazônica ganha impulso com parceria entre Banco da Amazônia e MMA Crédito verde e agricultura familiar: Banco da Amazônia amplia apoio com R$ 2,5 bilhões em 2025 De maneira geral, essa linha é destinada a produtores rurais, pessoas físicas ou jurídicas, populações tradicionais da Amazônia e pessoas jurídicas de direito privado do setor rural.FNO Empresarial Verde
Dentro do contexto da sustentabilidade, o Banco da Amazônia também atende projetos relacionados a outras áreas, como turismo, saúde e educação. Nesse caso, a linha é a FNO Amazônia Empresarial. O investimento conta com prazo de até 17 anos com até 4 anos de carência. Em relação à capital de giro, o prazo é de até 36 meses, com carência de até 12 meses. Confira a lista de projetos atendidos- turismo verde
- saúde, cultura e educação
- ciência, tecnologia e inovação
- obras ecológicas
- geração de energia
- transportes verdes
Infraestrutura
Outra linha de crédito ofertada pelo BASA tem o propósito de fomentar projetos de infraestrutura que emitem menos gases de efeito estufa: a FNO Amazônia Infraestrutura. A ideia é financiar iniciativas que incorporem soluções baseadas na natureza. Os projetos enquadrados nesse modelo dizem respeito às seguintes áreas:- saneamento básico
- geração e armazenamento de energia renovável
- transmissão e distribuição de energia
- usinas de compostagem e/ou aterros sanitários sustentáveis
- portos e aeroportos sustentáveis
- sistemas de telefonia fixa ou móvel e banda larga em comunidades
Condições
As condições desse tipo de financiamento incluem prazos de até 24 anos com 8 anos de carência. As taxas de juros levadas em conta são as dos Fundos Constitucionais, diferenciadas por setor, porte e finalidade. 🌱 Confira também: Cidades verdes do mundo — veja quais municípios brasileiros estão na lista da ONUNova hidrovia do Rio São Francisco: projeto busca retomar navegação comercial, inativa há 14 anos
Hidrovia do Rio São Francisco: Etapas do projeto
O projeto foi dividido em três etapas. Na primeira, as intervenções vão se concentrar em um trecho de 604 quilômetros navegáveis, entre Juazeiro e Petrolina, passando por Sobradinho (BA) e chegando a Ibotirama (BA). As cargas serão escoadas por rodovias até o Porto de Aratu-Candeias, na Baía de Todos-os-Santos (BA). A segunda fase inclui o trecho entre Ibotirama e os municípios baianos de Bom Jesus da Lapa e Cariacá, com 172 quilômetros navegáveis. Nessa área, haverá conexão, por meio da malha ferroviária, com os portos de Ilhéus (BA) e Aratu-Candeias. Já a terceira etapa prevê a ampliação da hidrovia em mais 670 quilômetros, em um trecho que ligará Bom Jesus da Lapa e Cariacá a Pirapora (MG).Hidrovia do Rio São Francisco: produtos transportados
De Petrolina (PE) a Pirapora (MG), devem ser transportados produtos como gesso, gipsita, drywal, calcário e gesso agrícola. Do município mineiro, esses itens serão levados para outros estados da região Sudeste. Esses produtos também terão como destino as divisas entre os estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, área conhecida como MATOPIBA. Exportação de grãos impulsiona portos do Norte: Santana cresce 35% e Porto Velho, 8% Porto do Rio de Janeiro cresce 27% e movimenta 5,4 milhões de toneladas até abril Em relação à mercadoria que sairá de Juazeiro e seguirá para Pirapora, o destaque é para açúcar e óleo. Já o sal, extraído no Rio Grande do Norte, será levado para Remanso (BA), onde, por meio da nova hidrovia, será destinado ao Sudeste. Quanto ao café, o trajeto deverá ser o contrário. As cargas sairão de Pirapora em direção a Juazeiro e Petrolina, para abastecer o Nordeste. Milho, soja, algodão, adubo e insumos agrícolas sairão via terrestre dos municípios baianos de Barreiras e Luís Eduardo Magalhães rumo à Ibotirama. Seguirá, pela hidrovia, até Juazeiro, e depois pode ser escoado para o Porto de Aratu, em Salvador, por rodovia ou ferrovia.Hidrovia do Rio São Francisco: Instalações portuárias
O projeto também prevê a construção de 17 Instalações Portuárias Públicas de Pequeno Porte, os IP4. A ideia é que esses terminais sejam utilizados para o transporte de cargas e passageiros nos estados da Bahia, Pernambuco e Alagoas. Do total, seis estão em fase de projeto e 11 em planejamento. A previsão é de que os editais para os IP4 de Petrolina e Juazeiro sejam apresentados em setembro, com início das obras em janeiro de 2026. Veja outra matéria: Projetos de energia renovável no Nordeste impulsionam desenvolvimento com apoio do FDNEEngenharia sem barreiras: mulheres constroem carreira na Votorantim Cimentos







