sábado, março 7, 2026
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Queda da taxa Selic e mudanças no sistema de financiamento aquecem venda de imóveis

A queda da taxa Selic e mudanças no sistema de financiamento brasileiro têm incentivado a compra e a construção de imóveis no país.

Segundo os economistas, a diminuição da taxa Selic, que é o índice que o Governo Federal paga para quem compra títulos da dívida pública, pelo Banco Central aqueceu o mercado imobiliário.

Com isso, segundo a economista Naiara Fracaroli, quando a Selic cai, as outras taxas também tendem a diminuir por efeito cascata.

Mudanças no sistema de financiamento aquecem mercado de imóveis e a construção civil

Mudanças no sistema de financiamento aquecem mercado de imóveis e a construção civil

Há alguns anos, a taxa estava com juros de 10% ao ano. Agora, a diminuição é uma estratégia do governo para aquecer o setor de construção e habitação, o que deixa o momento favorável para quem pretende comprar um imóvel.

“É uma excelente oportunidade por conta da redução dos juros, é um custo de financiamento menor”, garante a economista.

Por outro lado, Naiara explica que quem já tem contratos firmados com a taxa anterior que era mais alta, tem a chance de renegociar o financiamento ou pedir a portabilidade para outro banco que ofereça algum tipo de benefício.

Juros mais baixos têm gerado a possibilidade de negociação e taxas menores — Foto: TV TEM/Reprodução
Juros mais baixos têm gerado a possibilidade de negociação e taxas menores — Foto: TV TEM/Reprodução

Juros mais baixos têm gerado a possibilidade de negociação e taxas menores — Foto: TV TEM/Reprodução

De acordo com o gestor comercial de uma empresa que comercializa apartamentos uma das explicações para a melhora no mercado imobiliário também está na política de financiamento habitacional.

A partir de agora, segundo ele, os clientes com renda mensal entre R$ 3,5 mil e R$ 7 mil estão conseguindo condições interessantes de financiamento. “Dentro da primeira semana que teve essa redução, a gente já conseguiu finalizar 88 contratos”, comemora Rafael Menezes.

Pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), por exemplo, é possível pleitear cálculos com juros de 6,5% ao ano. Antes, o índice para esta faixa de rendimento era de 9,5%.

Nessa modalidade de crédito, as instituições financeiras captam recursos por meio da poupança. Além disso, a correção não é feita pelo IPCA. Em síntese, o reajuste também tende a ser menor.

Queda da taxa Selic beneficia mercado imobiliário e de construção civil — Foto: TV TEM/Reprodução
Queda da taxa Selic beneficia mercado imobiliário e de construção civil — Foto: TV TEM/Reprodução

Queda da taxa Selic beneficia mercado imobiliário e de construção civil — Foto: TV TEM/Reprodução

O designer gráfico André Mucheroni, por exemplo, optou pela compra de um apartamento em Bauru, em vez de pagar aluguel. O futuro morador conseguiu um financiamento em 260 meses, com parcelas de R$ 560.

“Seria praticamente o dinheiro de um aluguel, mas é um imóvel que eu estou adquirindo. Então é um dinheiro que estou guardando na verdade, além do principal que é ter um lugar para recomeçar minha vida”, se empolga André.

Construção civil

Investidores também estão enxergando no setor imobiliário uma forma interessante de rendimento — Foto: TV TEM/Reprodução
Investidores também estão enxergando no setor imobiliário uma forma interessante de rendimento — Foto: TV TEM/Reprodução

Investidores também estão enxergando no setor imobiliário uma forma interessante de rendimento — Foto: TV TEM/Reprodução

O clima também está bom no setor de construção civil. Diretor regional de uma construtora de Bauru, Mauri Leite espera um aquecimento do setor, já que clientes com rendimento maior do que os contemplados por programas sociais podem conseguir financiamentos com taxas mais em conta.

A empresa de Mauri comercializa apartamentos com preços que variam de R$ 200 mil até R$ 1 milhão. Neste contexto, investidores também estão enxergando no setor imobiliário uma forma mais interessante de rendimento do que só as aplicações financeiras.

“Os investimentos hoje pré-fixados tem um rendimento menor e deslumbram no mercado imobiliário com ganho de valorização, ou trocar por renda de aluguéis, ou outro investimento”, completa o diretor.

Cimento vivo: Pesquisadores desenvolvem material de construção sustentável

Desde o século 19, quando começou a ser produzido, o cimento não sofreu muitas alterações em sua fórmula. Calcário, argila, escória siderúrgica e gesso são a base desse material essencial para a construção civil, porém poluente e altamente dependente de combustível fóssil. Mas isso poderá mudar em breve. Pesquisadores da Universidade do Colorado em Boulder, nos Estados Unidos, desenvolveram um material de construção sustentável e com uma característica bastante peculiar: ele é vivo.
O método, descrito na revista Matter, combina areia e bactérias. O resultado é um material com carga estrutural e função biológica. “Já usamos materiais biológicos em nossos edifícios, como a madeira, mas eles não estão vivos”, diz o engenheiro Wil Srubar, professor-assistente no Departamento de Engenharia Civil, Ambiental e de Arquitetura (CEAE) da universidade americana. “Então, nós nos perguntamos: por que não podemos manter a matéria-prima viva e deixar que a biologia faça algo benéfico?”, justifica. De acordo com ele, uma das vantagens de se usar bactérias é que elas se multiplicam, além de garantirem uma pegada de carbono mais baixa.

O concreto é o segundo material mais consumido no planeta, depois da água. Somente a produção de cimento — o pó para fabricá-lo — é responsável por 6% das emissões de CO2, sendo que, quando curado, o produto final libera dióxido de carbono. “Nosso método oferece uma alternativa verde aos modernos materiais de construção”, diz Srubar. No estudo, foram usadas cianobactérias do gênero Synechococcus. Sob as condições certas, esses micróbios verdes absorvem CO2 para crescerem e produzirem carbonato de cálcio — o principal ingrediente do calcário e cimento. Portanto, além de não gerar esse gás, o material o capturaria da atmosfera, o que Srubar considera um “bônus adicional”.
Para iniciar o processo de fabricação, os pesquisadores inocularam colônias de cianobactérias em uma solução de areia e hidrogel. Essa mistura foi adicionada a um molde. A gelatina solúvel retém a umidade e os nutrientes para que as bactérias proliferem e mineralizem um processo semelhante à formação de conchas do mar no oceano. Combinando os três, os pesquisadores criaram um material vivo sustentável que, de acordo com os testes, oferece resistência semelhante à argamassa feita de cimento.
“Usamos as cianobactérias fotossintéticas para biomineralizar o esqueleto do tijolo, por isso é realmente um material verde. Parece um material do tipo Frankenstein”, brinca Wil Srubar. “É exatamente isso que estamos tentando criar — algo que permanece vivo”, explica. O tijolo de hidrogel e areia não está apenas vivo, mas também se reproduz. Ao dividi-lo ao meio, as bactérias podem se transformar em duas peças completas, bastando adicionar um pouco de areia, hidrogel e nutrientes extras. Em vez de fabricar os tijolos um por um, a equipe demonstrou que um único pode reproduzir até oito tijolos. “O que realmente nos entusiasma é que isso desafia as formas convencionais pelas quais fabricamos materiais de construção estruturais”, diz o engenheiro. “Isso realmente demonstra a capacidade de fabricação de material exponencial.”
O tijolo produzido pelas cianobactérias precisa ser completamente seco para atingir a capacidade estrutural máxima; ou seja, a resistência. Porém, a secagem estressa os micro-organismos, comprometendo a viabilidade do material. Para manter a função estrutural e garantir a sobrevivência microbiana, o conceito de umidade relativa ideal e de condições de armazenamento é crítico. Utilizando a umidade e a temperatura como interruptores físicos, os pesquisadores podem controlar quando as bactérias crescem e quando o material permanece inativo para servir às funções estruturais.

Obra extraterrestre

O próximo passo para Srubar é explorar as inúmeras aplicações desse tipo de material. Ele prevê a introdução de bactérias com diferentes funcionalidades na produção de matéria-prima a fim de criar insumos para a construção civil com funções biológicas, como os que detectam e respondem a toxinas no ar. Outras aplicações incluem a construção de estruturas onde há recursos limitados, como o deserto ou até outro planeta.
“Em ambientes austeros, esses materiais teriam um desempenho especialmente bom porque usam a luz do Sol para crescer e proliferar com muito pouco ingrediente exógeno necessário. A exploração planetária vai acontecer de uma maneira ou de outra, e não vamos transportar sacos de cimento até Marte. Realmente acho que traremos biologia conosco assim que formos para lá”, acredita o engenheiro. “Nosso laboratório prepara o terreno para novos materiais interessantes que podem ser projetados para interagir e responder aos seus ambientes. Estamos apenas tentando dar vida aos materiais de construção, e acho que é a pepita dessa coisa toda. Estamos apenas no começo dessa nova disciplina. O céu é o limite”, acredita.

Saiba como se preparar para o futuro da Engenharia

As descobertas científicas, as inovações tecnológicas e as novas demandas da sociedade são fatores que exigem atualização constante das profissões. Nos próximos anos, muitas metodologias de trabalho ficarão ultrapassadas e serão substituídas por novas estratégias e ferramentas. Em meio a essas transformações, o futuro da Engenharia continua promissor.

Neste post, vamos abordar a influência da tecnologia nas profissões e no mercado de trabalho, com ênfase no futuro da Engenharia. Continue acompanhando e saiba mais sobre as mudanças que vão ocorrer — e que já estão ocorrendo — na carreira dos engenheiros.

O impacto da tecnologia no cenário profissional

A tecnologia modificou a vida das pessoas em todos os contextos. Isso é nítido no dia a dia! Há duas décadas, por exemplo, um aparelho celular não continha todas as funções que conhecemos agora. Sem contar que se tratava de um artigo que poucas pessoas tinham acesso.

Hoje, podemos adquirir smartphones com facilidade e efetuar inúmeras operações por meio deles: entrar em contato com pessoas de qualquer lugar do mundo; realizar transações bancárias; fazer compras e muito mais.

E se a transformação digital impactou nosso cotidiano, as mudanças no cenário profissional foram ainda mais notáveis. Empresas e pessoas de todas as profissões se deparam continuamente com os reflexos da revolução tecnológica e precisam se adaptar às novas demandas.

Observe que a modernização dos métodos de trabalho trouxe modificações significativas às áreas da saúde e da educação, Marketing e Jornalismo, aos empreendedores em geral e vários outros profissionais.

A transformação é tanta que, em um futuro próximo, algumas profissões já não serão mais necessárias, enquanto outras ainda vão surgir. E há também aquelas que vão evoluir junto aos os avanços da tecnologia e abrir muito mais espaço para os seus profissionais. A Engenharia é uma delas.

As Engenharias Civil e Florestal são dois exemplos que certamente ocuparão espaço entre as profissões do futuro. A área Civil tende a continuar em expansão, não apenas com foco em novas construções, mas também na restauração, substituição e modernização de recursos e infraestruturas.

Já os estudos no campo da Engenharia Florestal serão cada vez mais necessários para o meio ambiente. Com avanços nessa área, será possível desenvolver estratégias que busquem solução e prevenção de danos ambientais, visando à exploração racional dos recursos florestais. Sustentabilidade é palavra de ordem nos novos métodos produtivos.

As mudanças que apontam para o futuro da Engenharia

Se você ainda tem dúvidas sobre as profissões que terão espaço no mercado do futuro, saiba que a carreira de engenheiro será uma das áreas mais promissoras. Veja agora algumas das exigências e mudanças envolvidas na evolução dessa profissão.

Formação profissional sólida e abrangente

Claro que a boa formação é a base para uma carreira sólida. Isso parece um tanto óbvio e até desnecessário de citar como uma exigência para o futuro da Engenharia. Entretanto, vale lembrar que insistir nas mesmas ações não leva a resultados diferentes. Isso quer dizer que se o profissional não se dedicar à qualificação contínua, ele não conseguirá se destacar no mercado de trabalho.

Na era digital, é necessário se atualizar e conhecer as novas ferramentas e metodologias de cada profissão. Nesse cenário, se o profissional não quiser ficar estagnado, ele deve se empenhar para obter conhecimentos multidisciplinares, que o capacitem para uma atuação mais abrangente.

Habilidades comportamentais mais elaboradas

As transformações que estamos vivenciando também se estendem às relações humanas. Em qualquer contexto em que estiver inserido, você precisa aprimorar sua capacidade de lidar com outras pessoas. Habilidades como bom relacionamento interpessoal, inteligência emocional, flexibilidade e proatividade são algumas das características que integram um perfil de destaque.

O profissional do futuro também precisa demonstrar ambição, não no sentido único de desejar mais lucros, mas no ímpeto de realizar grandes feitos e vencer desafios. Outra competência comportamental favorável é a autogestão, o que indica o potencial para dirigir a si mesmo e ser capaz de comprovar resultados, em vez de apenas cumprir horas de trabalho.

Domínio das ferramentas tecnológicas

A Engenharia do futuro está diretamente relacionada ao uso das novas ferramentas digitais. Desde a utilização cotidiana dos meios atuais de informação e comunicação até o que há de mais avançado no campo da realidade virtual, tudo isso fará parte do trabalho do engenheiro.

Na Engenharia Civil, por exemplo, o uso da realidade virtual já permite uma visualização prévia e detalhada da construção que será feita. A partir disso, é possível realizar alterações com precisão e iniciar empreendimentos com mais segurança.

A automatização de processos também é uma tendência inerente à Engenharia do futuro. Essa já é uma realidade que vai se transformar ainda mais nos próximos anos. Aos poucos, os processos produtivos manuais estão cedendo lugar aos equipamentos automatizados.

E se de um lado a mão de obra humana passa a ser menos necessária, por outro lado a presença de um profissional capacitado para acompanhar os processos é indispensável.

Utilização de novos softwares

As mudanças nos métodos de trabalho abrangem novos softwares, que elevam as aplicações da Engenharia a um patamar cada vez mais avançado e compatível com as demandas da era digital e da nova sociedade.

Um forte exemplo desses novos softwares é utilizado na Engenharia Civil. Trata-se do Building Information Modeling (BIM), que em português quer dizer Modelagem da Informação da Construção. Esse conceito trabalha com projetos em 3D que apresentam detalhes dos processos construtivos e garantem mais fidelidade à obra final.

O mais interessante desse software é que todos os profissionais que integram o desenvolvimento de uma construção, desde o planejamento até a execução, têm acesso ao mesmo arquivo do projeto e podem fazer atualizações em tempo real.

Isso significa que pessoas de diferentes responsabilidades — engenheiros, arquitetos, construtores, profissionais da área de compras etc. — podem trabalhar no mesmo projeto, ao mesmo tempo, incluindo no modelo as mudanças necessárias e deixando a equipe a par das modificações.

Ênfase na sustentabilidade

A comunidade científica e as grandes organizações já têm conhecimento de que o atual desenvolvimento da sociedade têm reflexos nocivos na saúde do planeta. Por isso, as empresas precisam adequar seus métodos de produção e basear suas ações no conceito de sustentabilidade.

Nesse cenário, a Engenharia Florestal adquire mais evidência e se torna um berço de profissionais responsáveis pelo futuro do planeta. O objetivo é elaborar estratégias inovadoras e projetar sistemas que assegurem o bem do ambiente e a exploração segura de recursos naturais.

A importância de buscar qualificação

Você não precisa se sentir ameaçado e pensar que as portas de trabalho se abrirão para poucos. Ao contrário disso, a tecnologia pode expandir ainda mais as suas oportunidades de carreira, desde que você seja um profissional inovador.

Para acompanhar essa onda de transformações, é essencial buscar atualização. Quem quiser se adaptar às novas exigências do mercado de trabalho e garantir um diferencial competitivo não pode se acomodar e limitar seus conhecimentos.

Investir em especializações permite que o profissional evolua seus saberes e adquira domínio sobre assuntos específicos, como novas tecnologias. Nesse sentido, os cursos de pós-graduação são como escadas para o sucesso da sua carreira. Quanto mais você se atualizar, mais alto pode chegar!

Então, se você quer se preparar para o futuro da Engenharia e consolidar sua carreira nessa área, mantenha-se atualizado. Fique atento às novidades da profissão. Pesquise, informe-se, invista em conhecimento. O seu sucesso profissional deve começar agora!

Gestão de Obras mais eficaz com ERP específico

O ERP SIECON. Constituído por 12 Módulos principais que contemplam mais de 50 Processos no setor de Construção Civil, Engenharia Civil e Incorporação. Possui um papel estratégico, agindo como um facilitador de processos. Oferece a segurança necessária por meio de senhas de acesso, conferências eletrônicas, níveis de aprovação e uma série de controles cruzados.

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São Paulo ganha primeiro empreendimento com requinte da arquitetura mundial

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O número de lançamentos de empreendimentos de luxo em São Paulo cresce cerca de 20% por ano, segundo o Sindicato da Habitação do estado de São Paulo. Com imóveis requintados, o mercado conquista cada vez mais clientes que buscam exclusividade e sofisticação. Nessa toada, um empreendimento se destaca por atender todos os requisitos e ainda ser o primeiro residencial do Brasil com o requinte da arquitetura mundial. Trata-se do EZ Parque da Cidade, que chega a São Paulo para trazer um novo conceito de complexo multifuncional.

Com amplos terraços que se integram ao living e proporcionam vistas impressionantes da região da Berrini-Chucri Zaidan, uma das mais bonitas da metrópole, o empreendimento é o primeiro com art design by UNStudio no Brasil. Fundado em 1988 por Ben van Berkel e Caroline Bos, o UNStudio é uma rede internacional de design com quatro escritórios internacionais em Amsterdã, Xangai, Hong Kong e Frankfurt, com obras icônicas em mais de 30 países.

O EZ Parque da Cidade será o único residencial do complexo, o design único surpreende. “Os apartamentos giram em torno do núcleo do edifício, assim temos diferentes pontos de vista dos arredores. De dentro para fora, você observa distintos perfis do skyline da cidade”, diz Ben van Berkel, do UNStudio.PUBLICIDADE

Além do espaço amplo dos apartamentos, que valorizam uma vida mais completa e confortável, o empreendimento também chama a atenção pelos sky gardens. São 8 sky gardens, áreas de lazer e convivência nas torres, envoltas por jardins e com vista para a cidade.

Os sky gardens fazem parte do design único das fachadas e apostam no conceito de vizinhança conectando pessoas em espaços de lazer e contemplação.  “Os sky gardens estão conectados à essência da Bougainvillea (Primavera), uma árvore que floresce o ano inteiro relacionando-se assim à ideia de se movimentar e aproveitar todos períodos com a luz do sol. Além disso, cada sky garden têm suas próprias cores correspondentes às Bougainvilleas”, diz van Berkel.

Comodidade no quintal de casa

O EZ Parque da Cidade terá apartamentos de 3 e 4 dormitórios, de 134 a 227 m², e também opções de duplex, de 213 A 366 m² e conta com serviços exclusivos Z.Services. Além das torres residenciais, o maior complexo multiuso da capital contempla o shopping Parque da Cidade, o hotel 5 estrelas Four Seasons, o parque linear, cinco torres corporativas e uma torre de salas comerciais, além de restaurantes e lojas.

Uma pesquisa do Ibope aponta que o paulistano gasta perto de três horas no trânsito para se deslocar nas atividades diárias. A ideia do empreendimento é poupar seus moradores desses inconvenientes de locomoção. Por isso, o EZ Parque da Cidade segue as tendências de construções comuns em países da Europa, Ásia e Estados Unidos, onde o morador fica a poucos metros de tudo o que precisa para ter um dia a dia confortável, prático e com mais tempo de aproveitar a vida. Em uma área de 80 mil m², os moradores contam com a comodidade no quintal de casa.

Caixa reduz taxa mínima de juros a crédito imobiliário para 6,75%

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A Caixa Econômica Federal anunciou nesta quarta-feira (30) a redução das taxas de juros cobradas no financiamento da casa própria, mais uma vez acirrando a concorrência dos bancos pelo crédito imobiliário. 

O banco, que detém cerca de 70% do crédito habitacional do país, reduziu a taxa mínima do juro de 7,5% para 6,75% mais TR (Taxa Referencial, hoje zerada). A máxima recuou de 9,5% para 8,5% mais TR. As novas condições valem para novos contratos a partir da próxima quarta-feira (6).

Na prática, a taxa mínima costuma ser restrita a uma parcela reduzida de clientes, geralmente funcionários públicos que recebem o salário no banco.
Esta é a terceira redução da taxa de juros promovida pelo banco estatal neste ano. No começo de outubro, a Caixa anunciou a redução de até 1 ponto percentual das taxas de juros para os financiamentos imobiliários com recursos da poupança. Neste caso, o banco público reagia a uma iniciativa dos pares privados Itaú e Bradesco.

 Em junho, o banco já havia anunciado outra redução de até 1,25 ponto percentual nas taxas, além de alternativas para renegociação de contratos habitacionais para pessoa física, ainda vigentes.

Em agosto, o banco também lançou uma linha de crédito imobiliário corrigida pelo IPCA, índice oficial de inflação, com o argumento de que o novo financiamento vai reduzir os juros para compra da casa própria. Desde que foi anunciada, a taxa foi mantida nessa modalidade.
Com a redução em vigor a partir da próxima semana, das duas modalidades de financiamento da Caixa devem ter custo muito semelhante. Com a inflação para o ano estimada ao redor de 3,70%, o crédito mais barato pelo IPCA custaria 6,65% ao ano. O custo fixo varia entre 2,95% e 4,95% ao ano.

Trabalhadores do setor privado têm juros a partir de 3,25% pela nova modalidade. Nos dois casos, o teto é 4,95%, para clientes que não têm relacionamento com a Caixa -como recebimento de salário, por exemplo.
Entre os bancos privados, o juro mais barato atualmente é o do Bradesco, que cobra a partir de 7,30% + TR desde o começo de outubro, uma resposta à decisão do Itaú de cortar a taxa para a partir de 7,45% TR.

A disputa no crédito imobiliário tem crescido entre os grandes bancos, que apostam na linha com garantia para ampliar a oferta de crédito com controle no risco de calotes.

Construção civil retoma o crescimento e espanta o desemprego

São Paulo – Um dos setores econômicos mais prejudicados pela crise nos últimos anos, o mercado imobiliário começa a despontar como a locomotiva da geração de empregos no país. A construção civil, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, foi a atividade que mais contribuiu com a geração de janeiro a agosto deste ano.

No período, houve a criação de 593 mil empregos, sendo a construção civil responsável por 96,5 mil delas – pouco menos de 20% do total. Como referência, no mesmo período de 2018 houve a criação de 568 mil empregos e a construção civil contribuiu com 65,5 mil postos (12% das vagas totais). “O crescimento da construção civil passa tanto pelo setor informal quanto pelas construtoras”, afirmou Eduardo Zaidan, vice-presidente de economia do Sinduscon-SP.

Um exemplo desse movimento é a MRV Engenharia, maior construtora de imóveis da América Latina. A empresa abriu, em agosto, 420 vagas de emprego em diversos cargos em todo o país para profissionais de vários níveis e áreas de formação – desde vendedores e consultores imobiliários até especialistas em segurança do trabalho.

“O mercado voltará a crescer porque é fundamental para economia como um todo”, disse o cofundador e presidente do Conselho de Administração da MRV, Rubens Menin, durante evento de celebração de 40 anos da companhia na última semana, em Belo Horizonte. “Os três maiores desafios do Brasil e do mundo são saúde, educação e moradia. Não existe desenvolvimento social sem a casa própria, que traz segurança e dignidade para as famílias”.

De fato, os indicadores mostram que, degrau por degrau, a atividade está subindo. Segundo levantamento do IBGE, a construção civil cresceu 2% no segundo trimestre de 2019 em relação ao mesmo período do ano passado, depois de cinco anos registrando quedas, ou 20 quedas consecutivas na comparação do mesmo intervalo.

Ainda de acordo com o instituto, o resultado ajudou a impulsionar o PIB brasileiro, que subiu 1% no trimestre quando comparado com 2018. Outro levantamento da consultoria Michael Page, feito a pedido da revista Exame, constatou que a procura por certos profissionais da área aumentou 300% nos nove primeiros meses deste ano ante o mesmo período anterior.
“O aquecimento está ligado à expectativa de mercado, principalmente com a baixa de juros e o cenário econômico mais favorável. O investimento na construção civil também teve uma retomada forte nos Estados Unidos, o que faz com que os investidores olhem para outros mercados, e no momento o mercado brasileiro tem atratividade maior”, disse Renato Trindade, gerente-executivo da Divisão de Operações de Propriedade e Construção da Michael Page. Para ele, os números refletem uma base baixa nos anos anteriores, mas ainda mostra uma retomada e um potencial grande de contratações para o próximo ano.

De acordo com a consultoria, as melhores oportunidades estão concentradas na região Sudeste, onde ficam as bases das maiores incorporadoras, especialmente São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Já no restante do Brasil, Trindade acredita que a retomada ocorrerá em ritmo mais lento. “Não temos um boom de empregos, mas um aumento de oportunidades para profissionais mais qualificados. As empresas têm olhado mais para a eficiência, buscando o profissional multifuncional, que mais possa agregar ao cargo”, disse.

Preço médio do aluguel dos imóveis em São Paulo segue em alta

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O Imovelweb, um dos maiores portais imobiliários do País, acaba de divulgar o Index SP, estudo mensal sobre os preços dos imóveis a venda e valor dos alugueis na cidade. No último mês de setembro, de acordo com a análise, o preço do aluguel na capital paulista subiu 0,5%, acumulando, em 2019, alta de 3,9%. Descontada a inflação medida pelo IGP-M no mesmo período, os preços apresentam uma valorização real de 1,3%.

Segundo o Imovelweb, o valor médio do aluguel de um imóvel padrão – 65m², dois dormitórios e uma vaga de garagem – ficou em R$ 1.886,00 no mês passado, acumulando uma alta de 4,7% nos últimos 12 meses.

O estudo também detalha as variações do aluguel nos bairros de São Paulo. Em setembro de 2019, Liberdade (25%), Parque Vitória (24%) e Jardim das Acácias (24%) foram os locais que registraram maior valorização. Na ponta contrária, Vila Ede (Vila Medeiros) apresentou o menor preço para o aluguel no período.

aluguel



Para quem pensa em adquirir um imóvel na região, o valor médio do metro quadrado na cidade ficou em R$ 6.135,00, praticamente estável frente ao valor apurado em agosto deste ano (+0,1%). Comparado ao início do ano, o preço apresenta uma alta de 1,2% e, nos últimos 12 meses, a valorização é de 0,7%.

No levantamento por bairros, o local que se sobressaiu no levantamento de setembro foi o Jardim São Cristovão, acumulando no ano uma valorização de 20% no preço do metro quadrado. Jardim das Bandeiras e Jardim Santo Elias finalizam o ranking, ambos apontando valorização de 19%. Já Vila Campanela, Jardim Centenário e Jardim Germânia indicaram as maiores desvalorizações. Todos acumulam uma queda de 19% no preço do m² nos últimos 12 meses.

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Outro destaque do levantamento é a rentabilidade dos imóveis. Pioneiro neste tipo de análise, o estudo do Imovelweb analisa os locais mais atrativos para quem quer investir em imóveis. “Acreditamos que indicar a rentabilidade das regiões é de grande importância. É interessante que os consumidores saibam quais locais possuem as melhores tendências e consigam enxergar o retorno desse investimento”, explica o CEO do portal, Leonardo Paz.

No último mês, a rentabilidade da cidade de São Paulo chegou a 5,3%, o que significa que são necessários 19 anos de aluguel para recuperar o gasto com a compra, tempo 3,8% menor que um ano atrás.

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Canteiro de obra sem operários: como a tecnologia tem transformado o modo como projetamos

A construção civil é uma industria que evolui constantemente e de acordo com o seu tempo e as tecnologias disponíveis. Por outro lado, existem coisas que não mudam nunca, ou melhor, que ainda não mudaram. Mas como seria um canteiro de obras sem nenhum ser humano, por exemplo? Esta é uma indagação recentemente levantada pela multinacional britânica do ramo da construção civil, Balfour Beatty, a qual eles procuram responder em um artigo publicado no seu site intitulado “Innovation 2050 – Um futuro digital para o setor da construção civil.” Esta espécie de relatório, publicado pela Balfour Beatty, passou a ser um ponto de referência para avaliar como a industria da construção civil, e a arquitetura em si, estão caminhando em direção à robotização dos canteiros de obras ao redor do mundo.

Cortesia de Sarcos Robotics
Cortesia de Sarcos Robotics

Através do relatório publicado pela Balfour Beatty, podemos vislumbrar como será o futuro da indústria da construção civil: diferentes robôs trabalhando em equipes para construir estruturas complexas utilizando novos materiais, tudo isso através de processos automatizados de montagem e construção. Drones serão responsáveis por inspecionar o trabalho e coletar dados  para prever e resolver problemas antes mesmo que eles ocorram, enviando instruções para guindastes e escavadeiras automatizadas, sem a necessidade de envolvimento humano nos processos diretos de construção no canteiro de obras. Finalmente, isso resultaria em um processo de construção que independe da força de trabalho humana, onde o papel do construtor seria apenas de “supervisão”, gerenciando os projetos remotamente. Nesta visão de futuro, os últimos humanos a deixar o canteiro de obras estariam operando máquinas que parecem saídas de um filme de ficção científica, exoesqueletos robóticos comandados pelo poder da mente. Estas máquinas eventualmente funcionariam como um mecanismo de segurança, os perigos da construção e os acidentes de trabalho poderiam ser reduzidos a índices muito próximos de zero.

Ainda que esta imagem pareça ter saído de um cenário utópico e distante, este futuro está muito perto de se tornar realidade. Os avanços tecnológicos estão transformando a indústria da construção civil em um ritmo bastante acelerado, os desafios que levávamos anos para superar, estão sendo resolvidos em meses ou até semanas. Computadores e robôs passaram a desempenhar funções antes exercidas pelo homem, transformando profundamente as condições de trabalho no ambiente da construção civil. Atualmente, sistemas mais tradicionais de construção estão sendo suplantados por outros mais inteligentes e, principalmente, mais eficientes, econômicos e sustentáveis. Tecnologia BIM, drones, realidade virtual, realidade aumentada e impressão 3D já não são mais bichos-de-sete-cabeças, mas o presente e o futuro da arquitetura. Paralelamente, nossos canteiros de obras estão se tornando cada dia mais eficientes e seguros. Um estudo desenvolvido pelo Midwest Economic Policy Institute (MEPI) estima que, até 2057, robôs poderiam substituir ou ocupar mais de 2,7 milhões de postos de trabalho na construção civil nos Estados Unidos. Por outro lado, a empresa de consultoria Roland Berger descobriu que menos de 6% das empresas do ramo da construção civil nos Estados Unidos utiliza ferramentas de planejamento digital em todos seus processos, enquanto que 93% dos profissionais da indústria concordam que incorporar estas ferramentas transformaria para sempre o mercado da construção civil. Mas por acaso isso seria ruim? Quais seriam as repercussões disso tudo no trabalho dos arquitetos e escritórios de arquitetura?

Cortesia de Foster + Partners
Cortesia de Foster + Partners

Além de números, previsões e relatórios mirabolantes, suplementar – de forma generalizada – seres humanos por máquinas na indústria da construção civil, nos faz levantar questões muito mais ideológicas que apenas aquelas de cunho prático e econômico. Em termos de projeto, e de construção, isso significaria a perda de um conhecimento inato do homem e que evolui desde que saímos das cavernas e começamos a construir nossas próprias casas. Esta relação, entre o ser humano e o espaço construído, está profundamente conectada ao próprio significado tectônico da arquitetura; da milenar arte da construção. Essa “arte” seria desprovida de toda sua humanidade para tornar-se apenas uma ciência exata, resultado de equações matemáticas e concluída por drones, robôs e impressoras. Nossa relação com os materiais, a escala e os detalhes jamais seria a mesma, independentemente de encontrarmos beleza nesse processo ou não. Isto, evidentemente, também acarretaria na descoberta de novos espaços e formas que jamais seriamos capazes de construir sem o auxilio das máquinas. À medida que a digitalização está aumentando a produtividade de um setor historicamente conhecido por sua baixa produtividade e altos índices de desperdício, as relações entre a construção e o construtor também estão mudando.

E as previsões futuras da Balfour Beatty não param por ai: “novas tecnologias serão nossas principais aliadas na construção de edifícios cada dia mais inteligentes, eficientes e sustentáveis. Através da tecnologia seremos capazes de construir cidades melhores para o nosso futuro, estruturas flexíveis e facilmente adaptáveis às novas demandas que possam surgir; edifícios serão construídos em tempo recorde e seremos capazes de imprimir componentes sob medida e edifícios inteiros da noite para o dia. A impressão em 4D nos permitirá construir elementos dinâmicos capazes de responder instintivamente a mudanças nos níveis de calor, som ou umidade em um determinado ambiente.” Além disso, segundo a Balfour Beatty, d devemos considerar que avanços tecnológicos também são responsáveis pela criação novos empregos e industrias.

Nesta visão de futuro, a incorporação de tais novas tecnologias – suplantando o homem pela máquina – na industria da construção civil não afetaria apenas o canteiro de obras, mas principalmente os processos de projeto. A automatização da construção também nos permitiria ter um maior controle de prazos e cronogramas, de encontrar soluções à falta de mão de obra especializada, a construir edifícios mais eficientes, econômicos e sustentáveis. Os arquitetos precisarão incorporar esses avanços em seus processos de projeto, adaptando-se a este novo contexto. À medida que nós, arquitetos, procuramos melhor entender as consequências destas mudanças na atividade prática da nossa profissão, reunimos aqui uma série de artigos que abordam o futuro da construção e os desafios que deveremos enfrentar em um futuro cada vez mais próximo.

Como os drones podem ser usados na arquitetura (sem infringir a lei)

Cortesia de Ennead Architects
Cortesia de Ennead Architects

Pequenos veículos aéreos não tripulados (UAVs), comumente chamados de drones, estão ganhando popularidade não só entre o público e consumidores em geral, mas também entre os profissionais que trabalham na indústria da arquitetura e construção. Nesse sentido, temos visto propostas ambiciosas para seu uso, seja como veículos de transporte ou como ferramentas de marketing.

Embora esta nova tecnologia, como a impressão 3D e a fabricação robotizada em geral, prometa revolucionar a profissão arquitetônica, é importante saber até que ponto sua aplicação prática pode afetar o modo como trabalham os arquitetos. Parece que, por enquanto, os drones têm grandes potenciais quando se trata de vários aspectos dessa profissão.

Exoesqueletos robóticos podem ajudar os trabalhadores da construção civil a partir de 2020

Cortesia de Sarcos Robotics
Cortesia de Sarcos Robotics

A empresa norte-americana de robótica Sarcos divulgou um novo exoesqueleto de corpo inteiro para trabalhadores da construção civil que estará disponível comercialmente em 2020. Especializada em dispositivos militares e de segurança pública, a empresa anuncia agora este dispositivo robótico que permite que os trabalhadores carreguem até 90 kg por longos períodos de tempo. Chamado de The Guardian XO, o projeto está em desenvolvimento há quase duas décadas e tem como objetivo ajudar a reduzir o estresse físico dos trabalhadores da construção civil.

A era de ouro da impressão 3D: Inovações mudando a indústria

© Universal Favourite
© Universal Favourite

A impressão 3D em si não é mais uma tecnologia nova, mas isso não impediu que pesquisadores e inovadores de todo o mundo criassem novos aplicativos e oportunidades. Alguns experimentos com novos materiais foram conduzidos por preocupações de sustentabilidade e outros são simplesmente o resultado de imaginação e criatividade. Outros optaram por investir seu tempo utilizando materiais mais tradicionais de novas maneiras. Materiais, no entanto, são apenas o começo. Os pesquisadores desenvolveram novos processos que permitem a criação de objetos que anteriormente eram impossíveis de imprimir e, em uma escala maior, novas tipologias de edifícios estão sendo testadas – incluindo um habitat para o planeta Marte!

O futuro das Habitações Sociais pode ser a impressão 3D?

Cortesia de ICON & New Story
Cortesia de ICON & New Story

É tudo muito recente: faz menos de um ano que uma família francesa se tornou a primeira do mundo a morar em um casa impressa em 3D – aliás, há menos de 20 anos, casas impressas em 3D eram um sonho longínquo. Mas essa nova tecnologia vem sendo desenvolvida rapidamente e desponta como uma possível contribuição à crise habitacional em todo o mundo. A empresa chinesa WinSun foi a primeira a construir uma casa impressa em 3D: em 2013, imprimiu 10 habitações em um período de 24 horas. As casas exigiram montagem humana, pois as paredes foram impressas na fábrica e transportadas para os respectivos locais.

Cortesia de Foster + Partners
Cortesia de Foster + Partners

Um novo vídeo da AERIAL FUTURES explora o potencial dos aeroportos de drone na África Oriental e no hemisfério sul do globo. A Fundação Norman Foster foi um dos primeiros grupos a propor a criação de uma rede de droneports para fornecer suprimentos médicos e outras necessidades a regiões africanas de difícil acesso devido à falta de estradas ou outras infraestruturas. O projeto busca construir estes aeroportos de drone em pequenas cidades na África e em outras economias emergentes até 2030.

Quer mudar o mundo? Seja engenheiro e mãos à obra

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Quem sonha em mudar o mundo e não sabe por onde começar pode tentar a Engenharia para transformar seus desejos em realidade. Em um primeiro momento, esta pode parecer uma opção estranha para quem é jovem, tem ideais de sobra na mente e disposição para dar e vender em busca de uma sociedade melhor. Mas o fato é que o engenheiro é um dos profissionais mais completos do mercado, capaz de entender e solucionar diversos tipos de problemas através do trabalho.

As áreas de atuação vão da infraestrutura urbana à habitação, passando por saneamento, energia, tecnologia, transporte, programação… Enfim, uma infinidade de setores, que não à toa fazem a Engenharia ter dezenas de segmentos à disposição no mercado.

Aliás, curiosidade é o que move este profissional na arte de procurar e desvendar as novas tecnologias e respostas aos mais diversos tipos de questionamentos.

Atualmente, o Brasil possui mais de 1 milhão de engenheiros com registro ativo no Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea). Ficou assustado? Se a resposta for sim, calma! Mesmo com este grande volume, especialistas não hesitam em afirmar que há espaço de sobra para quem mergulha de cabeça neste desafio.

As chances, em especial, estão em três segmentos fortalecidos nos últimos anos: Engenharia Civil, Engenharia da Computação e Engenharia de Produção.

Versatilidade

A Engenharia Civil vai muito além de construir prédios, casas, pontes e estradas. Em um mercado bastante competitivo, o profissional versátil consegue se destacar a partir do momento em que consegue aliar os conceitos básicos da área com as últimas exigências do mundo corporativo, como sustentabilidade, inovação e economicidade no desenvolvimento dos projetos e a chance de ser dono do próprio negócio no futuro.

Pode, ainda, dedicar-se à recuperação de diferentes empreendimentos capazes de impactar positivamente na rotina de uma rua, bairro ou cidade, transformando a realidade da sociedade.

Outro atrativo para quem ainda tem dúvidas é o salário, um dos mais robustos entre as principais profissões do País. Nessa área, o piso de seis horas diárias em São Paulo é de seis salários mínimos (R$ 5.988,00).

Conectividade

Já a Engenharia da Computação se mostra como um caminho eficaz para quem pertente “surfar a onda” da Tecnologia da Informação (TI). Aqui, o aluno é capacitado, desde o início do curso Superior, a projetar e viabilizar programas de computadores e aplicativos inovadores.

Ganha, de quebra, conhecimento para se destacar na indústria 4.0. É um mercado em alta, com constante crescimento e a possibilidade de trabalhar com startups, comércio eletrônico, automação industrial e robótica.

Eficiência máxima

Já na Engenharia de Produção, o objetivo é garantir a máxima eficiência dos mais diversos tipos de processos produtivos. Com isso, o profissional é capaz de trazer ótimos ganhos a indústrias e empresas. Aliás, um engenheiro de produção pode se tornar peça vital em momentos de crise, indicando os caminhos da sobrevivência aliada com a eficiência com soluções técnicas embasadas e criativas.

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