sexta-feira, março 6, 2026
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Andrade Gutierrez procura oito startups para aceleração

A multinacional brasileira Andrade Gutierrez lançou um programa de aceleração de negócios em parceria com a consultoria Next Consulting. Batizada de Vetor AG, a iniciativa busca oito startups de construção, engenharia e infraestrutura para a aplicação de pilotos em obras selecionadas.

Podem se inscrever startups que apresentem soluções para a otimização de projetos, processos, metodologias, equipamentos e materiais atrelados à execução de obras. As empresas nascentes precisam já ter um protótipo da solução.

O processo de aceleração dura cinco meses e as escolhidas ficarão localizadas no espaço de inovação da Andrade Gutierrez em São Paulo. A gigante não realizará aportes financeiros nem terá participação no capital das startups.

Com o programa, a empreiteira pretende usar as soluções inovadoras em suas obras. Para isso, os empreendedores deverão assinar um contrato de parceria com a Andrade Gutierrez para poder iniciar a execução da aplicação dos pilotos em obras selecionadas.

As inscrições vão até o dia 11 de março e devem ser realizadas no site da iniciativa.

Construtoras dão descontos e oferecem brindes para vender imóveis

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O residencial Refinatto, no Grande Meier, tem imóveis com dois e três quartos, inclui armários na cozinha e nos quartos e e faz parte de uma ação da Calçada que aceita apenas 10% de entrada e tem saldo fixo por 60 dias.

Para sair do prejuízo, zerar o estoque e partir para novos empreendimentos, construtoras e imobiliárias começaram o ano com promoções para realavancar a venda de seus imóveis, após o período de vacas magras. Algumas baixaram os preços das unidades e outras estão recorrendo a brindes e facilidades, sendo que a mais corriqueira é aceitar um carro como parte do pagamento — em torno de 90% do valor, com base na tabela FIPE.

Na Zona Sul, há poucas ofertas. Historicamente, é uma região com maior liquidez, pois dada a escassez territorial, a procura ainda é maior do que a oferta. Ainda assim, para se ter uma ideia, o número de unidades residenciais, lançadas em 2017 — que já não foram lá muita coisa, total de 247 — foi um quarto do ano anterior (62). Os dados são do Sindicato da Habitação (Secovi Rio).

As zonas Norte e Oeste, entretanto, são o calcanhar de Aquiles do Rio. Com mais espaço, a região teve mais lançamentos nos últimos anos e, com a crise, maior encalhe. Ainda assim, o número de lançamentos também caiu consideravelmente, passando de 3.199 unidades em 2016 para 1.921 unidades no ano passado. Barra e adjacências e Zona Oeste também tiveram menos unidades lançadas, na comparação.

Zona Oeste com mais imóveis

— O mercado no Rio tem uma particularidade e se divide. A zona Sul é uma ilha cercada por barreiras geográficas. Não tem para onde crescer. Não dá para expandir, por isso tem mais procura que oferta. E é uma demanda eterna, tem status e as belezas naturais — diz o presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Claudio Hermolin. Já em relação às zonas Oeste e Norte, ele afirma que foi o maior mercado.

— Foi o que teve mais lançamentos e acumulou maior estoque. Não teve novos lançamentos e o que está se vendendo é estoque.

— Na zona Oeste há uma concorrência maior, pois há mais lançamentos. Por enquanto, esperamos vender o estoque, mas os indicadores econômicos vêm animando. Acho que vai melhorar — afirma Thiago Hernandez, gerente comercial da construtora Calçada, destacando que, mesmo com a crise, a Zona Norte representou 50% das vendas da construtora em 2017.

Segundo ele, a devolução de imóveis foi um atenuante que prejudicou ainda mais o cenário imobiliário no Rio. Em contrapartida, afirma, a situação deve mudar até o próximo ano.

— O judiciário é ruim neste sentido, pois exige que a empresa retorne até 80% do valor do imóvel em caso de desistência, seja qual for o motivo. Isso acaba com o negócio. Imagina se todos quisessem devolver, como ficariam as construtoras? — questiona, referindo-se à grande taxa de devolução registrada em 2016 e 2017.

Preços mais baratos

Um dos locais onde há muitas unidades disponíveis é o Pontal Oceânico — chamado de “novo bairro” da região do Recreio, por sua área de 550 mil metros quadrado. Só a Sawala Imobiliária está comercializando quatro empreendimentos, que somam 350 unidades com dois a quatro quartos e cobertura.

Os apartamentos, que antes tinham valor inicial de R$ 487 mil, hoje custam a partir de R$ 369 mil. Entre as ações para movimentar as vendas na região, a empresa montou uma filial no local, aceita carro como parte de pagamento e o FGTS na entrada. Para o presidente da Sawala, Márcio Cardoso, o cenário já foi pior.

— Os valores foram se ajustando, acompanhado o mercado. Hoje, estas unidades estão com altíssima liquidez — afirma ele.

Hernandez, da Calçada, acrescenta que ainda que os imóveis no Recreio tenham sofrido uma depreciação no ano passado, o Maui, também no Pontal, por exemplo, foi o carro-chefe da empresa e vendeu muito bem.

Já a Mais Consultoria Imobiliária baixou os preços para atrair clientes. Das 86 unidades do residencial Victoria Reserva, 34 estão disponíveis. Os imóveis de dois quartos com duas suítes, que ficam em Campo Grande e estão prontos para morar, passaram de R$ 289 mil para R$ 239 mil, sendo que a entrada pode ser parcelada e o futuro morador ainda pode usar o FGTS e carro na entrada. Além disso, segundo André Barros, diretor da Imobiliária, um evento especial de negociação para liquidar os imóveis está sendo preparado para março.

Outra com ação promocional é a Avanço Realizações Imobiliárias, que está com 11 apartamentos de dois quartos prontos para morar, na Freguesia. Os imóveis do Araguaia Conception Residences passaram de R$ 439 mil para R$ 399 mil.

— Outras vantagens são a varanda gourmet e o sistema de automação residencial com capacidade para controlar até 12 eletrônicos através de controle remoto único ou do uso do software, e a preparação para ar split nos quartos e na sala — explica Sanderson Fernandes, diretor da Avanço.

Quem também baixou os preços é a Azul Construções. As coberturas do Residencial Nova Califórnia, localizado em Campo Grande, passaram de R$ 650 mil para R$ 437 mil. São 160 metros quadrados, com três quartos, sendo uma suíte. Assim como as demais, aceita carro de entrada e FGTS.

— As coberturas estão com preços de apartamento porque a empresa precisa vender as unidades que estão prontas para se manter capitalizada, investir em novas construções e, com isso, gerar mais vendas — afirma José Marques, diretor da Azul.

Ao invés do desconto, empresas optam por facilidades

Algumas construtoras não dão descontos nos preços dos imóveis e preferem apostar em outros formatos de ação, como a oferta de brindes e facilidades.

A Calçada, por exemplo, começou neste fim de semana uma campanha de vendas em seis empreendimentos na zona Norte: Aquarela Carioca, na Grande Tijuca, Unique Stadio, em Engenho de Dentro, Melodia, em Campinho, Refinatto, no Grande Méier e Viva Pena e Nova Penha, na Penha.

São 166 unidades ao todo, de dois e três quartos, todas prontas para morar, sendo que no Unique Stadio e no Aquarela há mais opções — 76 e 46 apartamentos, respectivamente.

A empresa diz que não pratica descontos, mas trabalha com benefícios — por causa dos que já compraram. Entre as facilidades, estão trabalhando com entrada de 10% e saldo fixo por 60 dias — o comprador tem este prazo para pegar o financiamento sem correção do saldo devedor.

Também aceitam carro como entrada (90% da tabela FIPE) e oferecem armários para a cozinha e os quartos.

Pontos e armários

Já a Even lançou a campanha “Presentão da Even”, em que além de também oferecer armários de quartos, cozinha e banheiros, dá 50 mil pontos Multiplus para quem adquirir um imóvel no residencial RG Personal Residence ou no Luar do Pontal, ambos localizados no Recreio dos Bandeirantes e prontos para morar.

O RG tem 384 unidades no total e 80 disponíveis, com dois e três quartos (uma suíte), a partir de R$ 379 mil e de R$ 469 mil, respectivamente. O Luar tem 13 imóveis à venda de três quartos com suíte.

Obra em RS vai gerar 3.000 empregos na Construção Civil

Prometida para a Copa de 2014, a revitalização do Cais Mauá, cartão-postal de Porto Alegre à beira do rio Guaíba, iniciará na próxima semana, quatro anos depois do prazo. O anúncio foi feito em frente aos armazéns históricos do cais na manhã desta quinta-feira em cerimônia de ordem de início das obras. O consórcio prometeu a conclusão da primeira etapa das obras até o final de 2019.

A revitalização começará pela reforma de onze armazéns tombados pelo patrimônio onde funcionarão restaurantes, lojas e espaços culturais. A área total de 181.000 m² contará com dez praças, parque infantil e 11.000 m² de espaço verde para uso público. De autoria do arquiteto Jaime Lerner, ex-governador do Paraná, o projeto lembra o Puerto Madero, de Buenos Aires. Não há investimento público na obra, que custará 500 milhões de reais. O valor é parte de um fundo de investidores, agora administrado pela empresa Reag. A licitação ocorreu ainda em 2010, quando Yeda Crusius (PSDB) era governadora do Rio Grande do Sul.

O atraso para o início das obras marcou os discursos do governador José Ivo Sartori (MDB) e do prefeito da capital gaúcha, Nelson Marchezan Jr (PSDB). Ambos criticaram movimentos que questionam o impacto da obra na cidade. Marchezan falou que um “pequeno grupo ideológico” prejudicou a revitalização. Sartori mencionou “ranços que não levam a nada” e “briguinhas ideológicas”. Entretanto, cabe à prefeitura e ao estado emitirem as licenças e autorizações necessárias, que levaram anos para serem adequadas.

“Imagino que os percalços que tivemos tiveram suas razões dentro dos órgãos específicos. Naturalmente que se não tivemos as autorizações devidas no tempo certo é porque não foram dadas pelos órgãos competentes”, disse Vicente Criscio, presidente do Consórcio, a VEJA.

A obra deve gerar 3.000 empregos na construção civil nos próximos dois anos. Quando a revitalização estiver completa, novos 28.000 postos de empregos diretos e indiretos devem ser criados segundo Sérgio Lima, diretor de operações do Consórcio Cais Mauá.

A segunda e terceiras etapas da revitalização ainda não possuem as licenças necessárias para o início das obras. A segunda etapa da revitalização, na área das docas, vai contar com a reforma do prédio de 1935 onde funcionava o antigo frigorífico do porto, local atualmente abandonado. O espaço servirá para eventos, convenções e atividades culturais. Nessa fase também será revitalizada a Praça Edgar Schneider, de mais de 4.000 m², que hoje está fechada ao público. Como contrapartida, serão erguidas duas torres comerciais no local.

Por sua vez, a terceira fase do projeto, irá contar com um shopping ao lado da Usina do Gasômetro. O centro comercial é a etapa que gera mais críticas por parte dos movimentos contrários ao projeto porque irá modificar a paisagem e contará com um estacionamento para milhares de carros, o que pode impactar o trânsito. A área comercial fará a ligação entre o cais e a orla do Guaíba, que já está em obras.

Financiamento de imóveis cresce 23,7% em 2018

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Os financiamentos imobiliários com recursos da caderneta de poupança atingiram R$ 3,84 bilhões em janeiro em 2018, o que representa crescimento de 4,4% em relação a dezembro e uma alta de 23,7% em comparação com janeiro de 2017. No acumulado de 12 meses encerrados em janeiro de 2018, o montante financiado ficou em R$ 43,8 bilhões, resultado 5,5% inferior ao apurado nos 12 meses anteriores.

No primeiro mês de 2018, foram financiadas a construção e a aquisição de 15,8 mil imóveis, alta de 8,3% em relação a dezembro de 2017 e alta de 19,8% frente a janeiro de 2017. No acumulado de 12 meses, foram financiados 178,22 mil imóveis, queda de 10,6% em relação aos 12 meses anteriores.

Construção civil busca materiais alternativos

Com a intenção de utilizar opções ecologicamente mais corretas ou simplesmente para acelerar e baratear o custo das edificações, o ramo da construção civil está ampliando o leque de produtos aproveitados, além dos tradicionais tijolos e concreto. Entretanto, para que materiais de menor impacto ambiental ou com preços mais acessíveis possam ser mais utilizados, é preciso ainda mudar a mentalidade dos agentes desse segmento.

“Isso passa pela criação de uma cultura”, frisa o diretor do Instituto de Arquitetos do Brasil departamento do Rio Grande do Sul (IAB-RS) e professor da faculdade de Arquitetura da UniRitter, Rodrigo Troyano. Para a realidade gaúcha, o diretor do IAB-RS vê oportunidades em tijolos maciços feitos com resíduos industriais, assim como no emprego do bambu e do barro. Outra sugestão de Troyano é procurar soluções pré-fabricadas, que geram menos rejeitos nas obras.

O professor da UniRitter recorda que a construção civil é a indústria que mais gera resíduos no planeta, e que é necessário reduzir esse volume. Troyano defende que é preciso observar o cuidado com o meio ambiente ao se adotar um material alternativo, dando preferência a insumos renováveis. O arquiteto Alberto Cabral comenta que o Brasil ainda se encontra em uma situação atrasada quanto à construção civil em relação às nações mais desenvolvidas. O País utiliza muitos materiais que absorvem uma grande quantidade de energia para serem produzidos. Outro problema é que, em várias ocasiões, há a necessidade de transportar os produtos por longas distâncias. “Mas, olhando o Brasil como um todo, já existe um movimento interessante por parte de construtores para que suas obras sejam mais sustentáveis”, afirma o arquiteto.

A empresa GeoBrick, de Ivoti, desenvolve, por exemplo, o que chama de tijolo ecológico, feito a partir da mistura de solo, cimento e água. O produto é considerado ecológico, pois não é feita a cura em fornos a lenha, como acontece com o tijolo convencional. O responsável pelas áreas de Administração e Marketing da GeoBrick, Fabio Nunes Frota, comenta que, como o item é prensado, consequentemente, possui uma resistência final maior à do tijolo convencional.

Frota informa ainda que, comparado ao tijolo à vista convencional, o artigo não é muito mais caro. O ecológico é tratado externamente com um tipo de impermeabilizante e não possui um limite de vida útil. “É claro que, se deixar exposto à natureza sem qualquer tipo de tratamento, com o tempo, irá sofrer os danos, como qualquer outro bloco ou material”, argumenta.

Video: Inteligência Artificial para uma nova era – Era da Realidade Aumentada e Engenharia

Computadores que melhoram nossa capacidade de pensar e imaginar, e sistemas robóticos que inventam (e criam) novos projetos radicais para pontes, casas, carros, drones e muito mais – tudo por si só. Faça um tour da Era Aumentada com o futurista Maurice Conti e visualize uma época em que robôs e humanos funcionem lado a lado para realizar coisas que não poderiam fazer sozinhas.

Uso da tecnologia vai transformar o jeito de trabalhar na construção civil

A tecnologia vai entrar de vez em pauta na construção civil nos próximos anos. Essa é a projeção de especialistas do setor. E a mudança vai impactar e muito na cadeia de fornecedores e na mão-de-obra empregada, que terão de se qualificar nos novos modelos de construção para atender à essa demanda.

Comparada com outros segmentos da economia, como o automotivo, a construção civil tem muito a avançar quando o assunto é tecnologia. Mas esse cenário está prestes a mudar, garante José Carlos Martins, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).

“A construtora vai ser como uma montadora de carro. Depois do projeto pronto, será feita a montagem do prédio. Os fornecedores vão entregar o material pré-fabricado, pré-moldado e técnicos especializados farão a montagem. Não haverá mais espaço para tijolo sobre tijolo”, destaca.

Com papel fundamental em um canteiro, o mestre de obras, segundo Martins, terá de dominar também os conhecimentos como o da tecnologia BIM (Building Information Modeling – Modelagem de Informações da Construção), que cria digitalmente modelos virtuais de uma construção e permite melhor análise e controle do que os processos manuais.

Para o coordenador de Projetos Estratégicos da Construção Civil do Sebrae/Rio de Janeiro, Marcos Vasconcellos, não tem mais volta. A construção civil vai se aproximar do modelo da indústria automobilística. “Cada vez mais a construtora busca um sistemista (como é chamado o fornecedor de produtos acabados na indústria automobilística) que entregue soluções, não simplesmente mão-de-obra. Não quer mais quem forneça tijolo, quer a parede pronta”, explica.

Vasconcellos acredita que essa nova configuração abrirá espaço para o micro e pequeno empreendedor especialista, o que vai ao encontro também à Lei das Terceirizações, que permite à construtora terceirizar a contratação de funcionários. Em uma grande obra, detalha o coordenador, a incorporadora vai continuar precisando de instalador hidráulico, gesseiro e quem faça o madeiramento e instale os vidros. “Essa é a hora deles se qualificarem também como gestores do próprio negócio. Esses profissionais precisam se especializar e se colocarem à disposição do mercado, não somente de uma obra”, destaca.

Desde 2015, o Sebrae mantém o projeto Reconstruir em parceria com o Sinduscon-Rio e o Seconci-Rio para qualificar justamente pessoas que perderam emprego com a crise – cerca de 1 milhão de empregos formais foram cortados no setor desde o início da crise, em 2013. São cursos gratuitos para 13 diferentes formações – de mestre de obras a encanador – com o objetivo de mostrar a opção de microempreendedor individual e qualificá-los em áreas como fiscal e a gestão financeira. Eles aprendem a fazer um orçamento de obra, ter controle das finanças do negócio – separar das despesas pessoais – e também atendimento ao cliente.

Engenharia Civil X Engenharia Tributária

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Não basta apenas conhecer muito bem a legislação tributária federal e estadual, conhecer os convênios de cada estado, a legislação de ICMs e toda a complexidade da Substituição Tributária Interna e Interestadual se o Código NCM da Mercadoria, ou seja, se a Classificação Fiscal da Mercadoria não foi executada por um especialista, por alguém que conheça todas as normas e regras do Sistema Harmonizado, da NCM, e também seja um bom merceologista.

Comparativamente é o mesmo que na área da construção civil o engenheiro se preocupar com as paredes, o telhado e o acabamento, porém não dar a devida importancia à fundação, ao alicerce.

Assim como algumas construções trincam e tem  sua estrutura comprometida, acontece o mesmo com a tributação de certas mercadorias, ficam com a tributação comprometida porque a fundação fiscal, ou seja, o código NCM não é o correto, não é o mais apropriado.

Basta em terremoto fiscal, uma fiscalização, para ruirem essas construções tributárias mal alicerçadas, gerando prejuisos configurados em multas e recolhimento de diferenças, em razão dos descuidos no inicio da construção da Classificação Fiscal da Mercadoria.

Não espere o prédio ruir para se preocupar, faça uma vistoria na construção da tributação, iniciando no alicerce do código NCM.

Claudio Cortez Francisco
Classificador Fiscal e Merceologista

A transformação do mercado imobiliário através das Fintechs

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Com o crescimento do mercado imobiliário cada vez mais empresas se especializam no desenvolvimento de sistemas para o setor imobiliário, visto que gerenciar condomínios, condôminos e imobiliárias não é uma tarefa simples.Segundo o IBGE, na última pesquisa realizada em 2010, o número de condomínios já chegava a cerca de 1 milhão no Brasil.

Neste mesmo cenário na avaliação do Secovi-SP, sindicato que reúne as empresas do Estado de São Paulo dedicadas à compra, venda e locação e administração de imóveis, o mercado imobiliário brasileiro tende a crescer 10% neste ano, sendo um mercado com grandes oportunidades de negócio.

A Sami Sistemas (Sistema de Automação e Modernização Imobiliária) presente há 30 anos no mercado imobiliário principalmente no Rio Grande do Sul, sendo especialista no desenvolvimento de softwares para o mercado imobiliário e para a cadeia imobiliária como um todo, inova no mercado com produtos de alta tecnologia para os segmento de locação, condomínio e vendas que incorporam toda a gestão financeira uniu sua expertise com o FitBank, fintech especializada em automação financeira e integração bancária.

A parceria entre Sami e !link FitBank http://www.fitbank.com.br permite que imobiliárias e administradoras de condomínios passem a consumir serviços financeiros diretamente do ERP sem precisar acessar o ambiente bancário. Além disso, há a eliminação de todo o processo de registro e homologação bancária, a emissão de boletos ocorre de maneira simples e rápida, com taxas reduzidas, sem a necessidade de homologação ou geração de arquivos de remessa e processamento de arquivo de retorno.

A integração entre o FitBank e a Sami Sistemas é mais um grande passo para que sistemas integrados de locação e condomínios sejam capazes de transformar a experiência do cliente através do uso da tecnologia. A estimativa é que o Fitbank economize até 50 horas de trabalho humano por mês sendo que além da eficiência operacional e financeira, economias de custo estão no conjunto de benefícios.

Através de uma API (Application Programming Interface), o próprio sistema de gestão passa a solicitar os serviços financeiros, com a informação totalmente conectada à transação. Assim, o fluxo operacional da administradora passa a caminhar atrelado a sua operação bancária, tanto no processo de cobrança quanto de pagamento. Dessa maneira, as operações financeiras são realizadas da forma como foram programadas para cada condomínio ou unidade de locação, garantindo a execução de todas as rotinas.

Nesta estrutura que já se encontra pronta para ser utilizada sem necessidade de homologação a carteira de cobrança torna-se totalmente automatizada dentro do ERP Sami, onde o acesso torna-se simplificado e centralizado na gestão de uma ou múltiplas contas e seus respectivos extratos.

Cobranças e transferências são realizadas de forma automática para cada condomínio ou administradora, e a informação já nasce conciliada, pois foi gerada diretamente de um sistema. Rotinas manuais se transformam em processos ágeis, rastreáveis e seguros, onde o fluxo de gestão passa caminhar atrelado ao fluxo financeiro podendo a administradora gerenciar a exceção e não mais a regra.

Segundo Otavio Farah, CEO do FitBank: “A parceria une a expertise da Sami Sistemas no desenvolvimento de softwares para o mercado imobiliário e o conhecimento do FitBank na integração inteligente das empresas com o ambiente financeiro com tecnologia de ponta numa experiência seamless banking. A nossa parceria representa um grande passo para que sistemas integrados de locação e condomínios sejam capazes de transformar a experiência do cliente através do uso da tecnologia que a automação financeira pode oferecer.”

Com uso das tecnologias mais modernas disponíveis atualmente, a Sami Sistemas presente em todos os estados e 7 países com uma carteira de mais de 1.000 imobiliárias e administradoras e mais de 1 milhão de usuários, passa a oferecer com o FitBank uma plataforma que atende exatamente a uma demanda latente do mercado imobiliário: facilidade, agilidade e segurança no gerenciamento de condomínios e unidades de locação, com menos trabalho e mais dinheiro, incorrendo em custos menores e margens financeiras maiores para as empresas.

Mercado imobiliário deve crescer 10% neste ano, acredita Secovi-SP

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Na avaliação do Secovi-SP, sindicato que reúne as empresas do Estado de São Paulo dedicadas à compra, venda e locação e administração de imóveis, o mercado imobiliário brasileiro tende a crescer 10% neste ano.

“Os lançamentos e vendas terão crescimento de 10%. Já sentimos a reação de alguns mercados, como São Paulo e Distrito Federal”, disse o economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci, nesta quarta-feira (31).

A previsão foi feita na sede da entidade, na capital paulista, durante cerimônia de posse da nova diretoria do Secovi-SP. Flávio Amary toma posse hoje em seu segundo mandato como presidente do sindicato. Participam do evento o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o prefeito da capital, João Doria, ambos do PSDB.

O economista do Secovi-SP afirma que as perspectivas para o setor imobiliário são “muito boas”, considerando-se a expectativa de crescimento da economia do país, independentemente das eleições, do que ocorrerá com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de ser um ano de Copa do Mundo.

Petrucci ressaltou que o setor terá recursos de poupança e do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para financiamento.

O economista-chefe do Secovi-SP avalia que, em 2017, embora os lançamentos de imóveis tenham crescido na capital paulista, o mercado nacional ainda apresentou queda.

A entidade irá apresentar os números consolidados de São Paulo em meados de fevereiro.

Média renda

As incorporadoras começarão a testar o mercado com lançamentos para a média renda, na avaliação do advogado Rodrigo Bicalho, sócio do escritório especializado em direito imobiliário Bicalho e Mollica Advogados.

Nos últimos anos, o lançamento de imóveis do segmento ficou represado em função dos distratos, concentrados nessa faixa de renda, e da redução do financiamento imobiliário.

Bicalho ressalta que, nos últimos anos, as incorporadoras focaram em produtos para o segmento econômico na capital paulista e imóveis compactos (direcionados mais para investidores). A queda da taxa de juros contribui, segundo o advogado, para a retomada da produção para as rendas média e média-alta.

Os distratos — que foram o maior desafio enfrentado pelas incorporadoras nos últimos anos — tendem a continuar em queda, de acordo com o advogado, por causa da melhora das condições de crédito, da interrupção dos lançamentos de imóveis comerciais e do aumento da participação de compradores finais nas aquisições.

Previdência

Flávio Amary solicitou ao governador Geraldo Alckmin que o PSDB, além de fechar a questão da aprovação da reforma da Previdência, vote pela mudança da integralidade dos parlamentares. Amary ressaltou que o pedido é feito a Alckmin como presidente do PSDB e não como governador.

“Outro ponto importante, e falo agora também ao pré-candidato a presidente da República é que, depois da reforma da Previdência, temos de diminuir o custo do país. A bandeira que temos de levantar agora é a reforma do Estado. Não temos de ter uma quantidade de ministérios que não cabe na Esplanada”, disse o presidente do Secovi-SP.

Segundo Amary, o Secovi-SP faz parte de um grupo de entidades do setor que apoia as reformas.

Amary afirmou que, depois do vídeo de Cristiane Brasil, indicada à ministra do Trabalho, veiculado nesta semana, fica mais claro que o país precisa de “um ministério de notáveis”.

O presidente do Secovi-SP defendeu também a regulamentação dos distratos e a Letra Imobiliária Garantida (LIG). “Precisamos ter calibragem dos planos diretores. É preciso que a produção imobiliária de São Paulo volte a ser viável”, disse.

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