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O terremoto e o tsunami, ocorridos em 11 de março de 2015 no Japão, provocaram danos avaliados em R$ 333 bilhões. O valor corresponde à destruição da infraestrutura, casas e imóveis comerciais do nordeste do Japão, devastado por um terremoto de magnitude 9 e um tsunami que deixaram 23 mil mortos ou desaparecidos.
Graças ao código de construção, um dos melhores do planeta, que, ressaltando a importância do “smart design” e de medidas preventivas, pode ter salvo milhões de vidas. Sendo considerado o país melhor preparado para um terremoto, ao longo dos anos o Japão tem investido bilhões de dólares desenvolvendo novas tecnologias que ajudem seus cidadãos e infraestruturas contra abalos e tsunamis. As altas tecnologias de engenharia civil desenvolvidas há anos pelos japoneses para minimizar os prejuízos e mortes causados pelos desastres naturais são os motivos pelos quais muitos prédios continuam de pé no Japão, que é considerado o país melhor preparado para um terremoto. Os prédios são concebidos como um elemento dinâmico, já que estarão sempre sujeito a movimentos em qualquer direção.
Nos prédios são instalados amortecedores eletrônicos, que podem ser controlados à distância. Em prédios mais simples são usados amortecedores de molas que funcionam de um jeito parecido à suspensão de veículos. Os engenheiros também colocam um material especial para amortecer as junções entre as colunas, a laje e as estruturas de aço que compõe cada andar. Esse material ajuda a dissipar a energia quando a estrutura se movimenta em direções opostas, assim o prédio não esmaga os andares intermediários.

Todos os andares possuem, além de paredes de concreto, uma estrutura de aço interna, que ajuda a suportar o peso do prédio.Esses amortecedores absorvem grande parte do impacto provocado pelos tremores. Assim probabilidade do edifício sofrer rachaduras ou abalos estruturais diminui.

O custo para tecnologia anti-sísmica não é das mais baratas, pelo contrário, custam muito caro mas não tão caro quanto reconstruir estruturas completamente abaladas pelo terremoto. O valor torna-se imensuravelmente mais barato quando se trata de salvar vidas.



O vídeo mostra como os prédios são feitos para balançar, impedindo que caiam por causa do terremoto:
Embora os danos causados por terremotos e tsunamis ainda continuem ocorrendo de maneira assustadora, há aqueles que se preocupam em desenvolver e otimizar o modo de construir para que, num futuro próximo, superar desastres naturais e oferecer aos moradores de áreas afetadas como o Japão uma possível estabilidade construtiva.
O setor da construção civil da Grande Florianópolis já se recuperou da crise. A afirmação é do novo presidente do Sindicato da Construção Civil da Grande Florianópolis (Sinduscon), Marco Aurélio Alberton. “O setor tem caminhado para um cenário de expansão. Já houve a recuperação da pandemia. As empresas estão buscando inovação para melhorar a produtividade”, destaca Alberton.
O segmento precisou se adaptar para enfrentar a pandemia. As empresas se reestruturaram. “Seguimos um rígido protocolo de segurança. Os nossos trabalhadores têm medição de temperatura, praticam o distanciamento social e seguem todos os protocolos”, afirma o dirigente.
Um sinal da recuperação da atividade é que há falta de materiais de construção no mercado.
Mudança
Os imóveis estão menores e os novos lançamentos vão nessa linha. Os apartamentos estão com metragem menor porque as famílias estão mais reduzidas. Hoje são muitos casais com menos filhos, um só filho e com animais de estimação. O mercado está voltado a este perfil.
O Sinduscon completou na 40 anos na última sexta-feira (20). O primeiro ato da nova gestão da entidade foi assinar um projeto junto à Fiesc do Compliance Sindical. “Nós atuamos defendendo o que é correto, defendemos o setor legal e que gera emprego. Não desejamos estar destruindo a natureza. Todas as nossas empresas associadas aprovam seus projetos nos órgãos competentes, fazem as licenças ambientais e têm seus funcionários legalizados”, finaliza Alberton.
Confira a entrevista com o presidente do Sinduscon Grande Florianópolis, Marco Aurélio Alberton, ao programa Condomínio Legal da Rádio CBN Diário:
Em tempos de pandemia, afetando saúde e economia, com queda brutal de empregos, renda e faturamento em diversas atividades, alguns setores parecem nadar contra a maré da retração. É o caso do mercado de imóveis, cujos indicadores não param de melhorar, mesmo após a chegada ao país da Covid-19.
Pesquisa divulgada na semana passada pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), por exemplo, mostra que, em maio, os financiamentos para a compra e a construção de imóveis somaram R$ 7,13 bilhões no país, crescimento de 6,5% na comparação com abril e de 8,2% frente a maio de 2019.https://tpc.googlesyndication.com/safeframe/1-0-37/html/container.html
Entre janeiro a maio deste ano, os empréstimos totalizaram R$ 34,08 bilhões, expansão de 23,2% em comparação com esses mesmos meses do último período. Já no acumulado de 12 meses (junho de 2019 a maio de 2020), o crédito alcançou R$ 85,13 bilhões, com alta de 30,5% em relação ao apurado nos 12 meses anteriores
Na capital mineira e em Nova Lima, também há aumento expressivo nas negociações. Levantamento divulgado em junho pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-MG) apontou que, de janeiro a abril – portanto, já contabilizando os efeitos da pandemia da Covid-19, iniciada em março –, as vendas de apartamentos cresceram 14,62%, em relação a igual período o ano passado. Na mesma base de comparação, os lançamentos apresentaram incremento superior a 100%.
O destaque, especificamente em abril, foi para a comercialização de imóveis novos de padrão standard (de R$215 mil até R$400mil), que subiu quase 20% em relação a março, e de padrão médio (de R$400 mil até R$700 mil), com alta de 5,412%.
Segundo o advogado Kenio Pereira, presidente da Comissão de Direito Imobiliário da OAB-MG e especialista de ampla atuação no setor, o aquecimento, mesmo em meio à grave crise sanitária e econômica, não é algo contraditório ou surpreendente, como possa parecer.
“A Selic, que já vinha caindo para favorecer a retomada econômica, despencou ainda mais por causa da pandemia, chegando a 2,25% ao ano e inviabilizando aplicações financeiras, sendo que muitas passaram a ter rentabilidade negativa. Investimentos de risco como a bolsa pouca gente se aventura a fazer. O caminho, portanto, são os imóveis”, diz ele.
De acordo com o advogado, além de serem ativos bem mais seguros para o investidor, casas e apartamentos novos ou usados têm sido mais comercializados também em razão de questões comportamentais.
“As pessoas têm mudado a forma de lidar com algumas questões na pandemia. Por exemplo, com o home office, fruto do isolamento social, muita gente começou a procurar residências com espaços que atendam a essa demanda”, disse, lembrando que imóveis com áreas descobertas, onde o morador pode tomar sol e respirar, também têm merecido maior procura.
Segurança financeira e efeitos da quarentena motivam negócios
A conjugação entre a taxa de juros básicos da economia mais baixa da série histórica brasileira (2,25%), o que torna nada atraentes as aplicações financeiras tradicionais, e os efeitos da pandemia da Covid-19, alterando comportamentos sociais, explica, em boa parte, o “boom” vivido pelo mercado imobiliário.
A advogada Maria Luísa Lacerda Barbosa foi uma das muitas pessoas a adquirir casas e apartamentos em Belo Horizonte, mesmo após o início da crise do coronavírus.
Em março, ela e o pai, de quem é sócia em operações no segmento de imóveis, fecharam negócio na cobertura de uma viúva, no bairro Buritis, região Oeste da cidade.
A motivação para isso em pleno período de retração econômica, além de engrossar a carteira de imóveis de ambos, foi escapar da baixa atratividade das demais alternativas de investimento. “Como está muito reduzido ou até negativo o rendimento da aplicação, temos direcionados os recursos à aquisição desses bens”, disse ela. “Cobertura nem é o melhor investimento para quem quer alugar o imóvel, mas o negócio foi uma oportunidade de proteger nosso capital”, acrescentou.
Já o empresário Pedro Henrique Boaventura, de 39 anos, que comprou um apartamento “top house” também no Buritis, na semana passada, aliou a preocupação em não perder dinheiro durante a crise ao desejo de adaptar-se melhor, junto com a família, aos impactos da Covid-19 sobre as relações sociais e de trabalho.
Para isso, pagou metade do valor do imóvel à vista e financiou o restante em 120 meses, em condições “bastante favoráveis” oferecidas pela Caixa. “Parece contraditório fazer algo assim, no momento que estamos vivendo, mas, tanto por questões econômicas quanto pessoais, fechei o negócio. E olha que o preço nem foi tão atrativo ou mais baixo que o normal”, contou.
“No caso, o imóvel representa uma segurança para meu dinheiro. Além disso, é espaçoso, fica perto do meu trabalho e conta com uma boa área de lazer para mim e para meus familiares, nesses tempos de quarentena e de distanciamento social”, concluiu.
Para aquecer ainda mais o setor, a Caixa, que responde por 70% do crédito imobiliário no país, lançou, na quinta-feira, um pacote de ações de incentivo – da implantação do registro eletrônico de escrituras ao financiamento de impostos e taxas na compra dos bens.
“São medidas objetivas para atender as demandas do segmento, que analisamos e vimos que temos capacidade para atender matematicamente, como sempre fazemos”, disse o presidente da instituição, Pedro Guimarães.

“Um monumento perpétuo que fará o nome dessa cidade circular pelo mundo e renovar a mágica fama que o Golden Gate desfrutou nos dias dos anos 49.”
– S.F. EXAMINER EDITORIAL, MARCH 24, 1925


Ondas fortes, redemoinhos, águas profundas, ventos forte e nevoeiro – engenheiros experientes argumentaram que tais condições significavam que a construção da Golden Gate era impossível ou proibidamente caro. Mas um engenheiro tomou uma posição diferente.
Joseph Strauss era um especialista em pontes levadiça sem experiência em projetos de grande escala, mesmo assim ele apresentou planos para uma ponte que poderia ser construída por 1/4 do valor geralmente aceito. Ele sugeriu que a ponte se pagaria com pedágio sozinha. Em dezembro de 1922, o projeto de Strauss foi prontamente aceito pelas autoridades da cidade.
Seis anos de ações legais se passaram lideradas pelas empresas de Ferry que tinham controle exclusivo dos transportes entre San Francisco e Marin Country. Essa era a sua força, mas também a sua queda. Em 1928, o congestionamento do tráfego nas docas de Ferry tinham se tornado incontroláveis. A batalha estava perdida.
A construção começou em 5 de janeiro de 1933. Strauss, extremamente consciente com a segurança, insistiu que todos os trabalhadores usassem capacetes óculos de proteção anti-reflexo, cordas de segurança e creme no rosto e nas mãos para proteger do vento. Eles ainda tiveram uma dieta especial para aliviar a tontura.

Mas o dispositivo de segurança mais óbvio foi a enorme rede instalada debaixo da ponte. Isso salvou a vida de 19 homens, que posteriormente formaram o clube “Halfway to Hell” (em tradução direta, “Metade do caminho para o inferno”). O clube tinha seu próprio papel timbrado, com um sorriso, reclinando o trabalhador em uma rede.

Nem todos tiveram a mesma sorte. Onze homens morreram durante a construção – dos quais, dez morreram em um único acidente, quando o pedaço do andaime em que estavam trabalhando caiu. Travado pela rede, o peso do andaime causou a falha do sistema de segurança.
A marinha dos Estados Unidos pressionou para que a ponte fosse pintada com listras pretas e amarelas para ajudar a visibilidade na neblina; a Companhia Área de Forças Armas, uma listra vermelha e branca. Quando as ferragens da ponte chegaram, tinham sido pintadas com uma cartilha vermelha para protegê-la da corrosão. O arquiteto consultor, Irving Morrow, adorou a cor e propôs que a ponte fosse pintada em um tom semelhante, escrevendo um relatório de 29 páginas explicando suas razões.
A ponte foi concluída antes do previsto e 1,3 milhões dólares abaixo do orçamento, quando abriu em 27 de maio de 1937. Ela tinha o maior vão principal por ponte suspensa do mundo, com 1.300 metros (4.200 pés) de recorde, ela resistiu por quase 30 anos.












– SAN FRANCISCO NEWSPAPER, 1937


J. STRAUSS NO DIA DA ABERTURA, 1937


Em meio ao isolamento e à ameaça de uma profunda crise econômica e social, dois setores se planejaram, mantiveram as atividades e estão sendo responsáveis por amenizar os impactos do novo coronavírus no Brasil: o agronegócio e a construção civil. O agronegócio, segmento que sempre foi protagonista na economia, está ativo e, com isso, as famílias brasileiras continuam com alimento na mesa. Mais do que isso: o país permanece abastecendo o mundo, causando reflexo positivo para a atividade econômica.
De acordo com Pineda, o agro brasileiro continua vendendo 80% da soja para a China, e segue sendo o maior exportador de carne. “O setor sempre foi o protagonista da economia, por ser o responsável pelo superávit da balança comercial. Em um momento de crise, com o fechamento do comércio e a paralisação da prestação dos serviços, o agro é a esperança de que a economia brasileira siga funcionando”, disse.
Se, por um lado, o agronegócio ainda garante estabilidade econômica; por outro, gera conforto para a população brasileira neste momento delicado. A advogada destaca que ainda não há uma percepção geral da importância em acompanhar essa cadeia, em função de 85% das pessoas viverem nas cidades. No entanto, Pineda destaca que é devido à atuação do agro que há a possibilidade de quarentena, uma vez que não há risco de desabastecimento dos mercados.
Até agora, o maior impacto aconteceu no setor da cana de açúcar, por conta da queda do consumo de etanol. Outro baque pode vir das exportações, uma vez que os países asiáticos são grandes consumidores de produtos brasileiros, assim como a Europa e os EUA. No entanto, Samanta Pineda destaca que o Ministério da Agricultura tem trabalhado com habilidade, em contato com os compradores e repensando prazos e formas de contratação.
Especialista em direito socioambiental pela PUC do Paraná, a advogada destacou a importância de acompanhar as ações durante o surto, uma vez que há decisões diárias desde o início da epidemia no Brasil. “A gente percebe que muitas medidas vem sendo tomadas diariamente. O Ministério da Agricultura criou o comitê de gerenciamento de crise, que vai desde a parte de manter o produtor rural no campo, produzindo o que é essencial para o consumidor; até a logística, para que não haja desabastecimento. Toda a cadeia produtiva vem sendo contemplada por medidas governamentais para garantir uma quarentena segura”, disse, ressaltando que o agro está na lista de serviços considerados essenciais.
Financiamento é obstáculo
O diretor da Fiagril, Luiz Gustavo Silva, destacou as medidas que a empresa, uma das maiores do setor, adotou desde o início da crise. A sede, no Cuiabá, está fechada, com 100% dos funcionários trabalhando em esquema de home office. As lojas estão com o menor número de pessoas possível, apenas em atividades necessárias – como a emissão de nota fiscal, por exemplo. Os funcionários da linha de frente estão recebendo todo o material recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), como máscaras e álcool em gel. O empresário destacou que o trabalho virtual não impediu as atividades. “Continuamos a financiar o produtor com insumos, fertilizantes, sementes e químicos. Estamos funcionando da mesma forma. A diferença é que antes, tudo era muito presencial, e agora estamos fazendo os negócios por telefone”, disse.
Luiz Gustavo afirmou que a pandemia do novo coronavírus impõe alguns desafios para o agro no país. Um deles é a questão logística, que é feita majoritariamente por via terrestre. Até agora, não há grandes entraves: as estradas estão liberadas para o trânsito de produtos e os restaurantes e lojas de conveniência estão abertos, garantindo suporte e comodidade para os caminhoneiros. No entanto, a questão está sendo monitorada com muita atenção.
O principal desafio, no entanto, é a questão do crédito e do financiamento. “Todo o agro é financiado por instituições financeiras. Estamos falando de 15% do Produto Interno Bruto só na parte de grãos. Estamos aguardando o apoio dos grandes bancos para poder suportar a demanda financeira que temos do financiamento da safra”, disse Luiz Gustavo Silva.
Em São Paulo, construção civil avança
Utilizando os protocolos estabelecidos pela OMS, o setor de construção civil em São Paulo também não parou. No maior Estado do país, há cerca de 40 mil unidades em obras. Os funcionários com mais de 60 anos foram afastados; os horários são flexíveis, para não haver contato; e os profissionais estão espaçados. Outras funções estão sendo exercidas de maneira remota, como o Grupo de Análise e Aprovação de Projetos Habitacionais (Graprohab), órgão que é responsável por aprovar loteamentos, empreendimentos, conjuntos e condomínios.
Segundo o Secretário de Habitação do Estado, Flávio Amary, as medidas permitiram a continuidade dos trabalhos, de acordo com as recomendações das autoridades. “As obras continuam, seguindo todas as determinações estabelecidas pelos órgãos de saúde. Continuamos entregando casas, de forma administrativa, sem festividade”, afirmou.
Ninguém tem sistemas apenas por ter, as empresas não gastam milhões em ERPs ou CRMs reconhecidos só porque estão na moda. A decisão de adotar um sistema contábil de milhões, no lugar de outro que seja centenas de vezes mais barato, tem uma razão, principalmente quando a escolha é tomada por empresas reconhecidamente eficientes e que não gostam de perder dinheiro.
Já no mundo da engenharia, a implantação de sistemas de gerenciamento traz economia no processo realizado de forma manual. Mas, vale a pergunta é: por que se gerencia? A resposta, normalmente, é: para ter controlar e, ou garantir o prazo, o custo e a qualidade da execução. De forma mais simplificada, busca-se gerenciar e mitigar o risco.
Todo sistema para gestão de engenharia, qualquer que seja a fase do empreendimento, tem um custo que pode variar muito em função da complexidade da solução adotada. É muito importante, para uma decisão adequada, entender os reais motivos de sua implantação.
Dentro deste contexto, podemos pensar em dar um passo além e refletir como digitalizar o processo de gerenciamento de engenharia e da gestão de risco. Fazer isto é um pouco diferente de apenas implantar um sistema, pois pressupõe revisar os processos e procedimentos, incorporando à análise todas as tecnologias atuais.
Hoje, um sistema de gerenciamento de engenharia envolve a gestão de documentos e processos, tecnologia mobile, captura de realidade com laser, drones e fotos, monitoramento por meio de IoTs (Internet das Coisas) e estações robóticas, Inteligência Artificial e BI (Business Intelligence). O BIM (Building Information Modeling) é um dos componentes que reúne todos esses itens, é o lugar geométrico e o processo, ou seja, o conceito da gestão vai bem além.
Com esta visão, a importância de um sistema de gerenciamento de engenharia cresce de forma exponencial, pois ele pode ser catalizador para mais investimentos, para reduzir o custo do capital e, até mesmo, viabilizar projetos atualmente inviáveis. É o valor de reduzir o risco de uma atividade que precisa de capital e que não está com um bom histórico recente. É algo que pode ajudar o País a decolar, aproveitando a boa maré de investimentos marcados para 2020.