Vídeo acelerado mostra construção de hospital na China em 10 dias

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Imagens em time-lapse mostram a construção do hospital Huoshenshan na cidade de Wuhan, para lidar com pacientes com coronavírus.

Localizado perto do Sanatório dos Trabalhadores de Wuhan, no distrito de Caidian, nos subúrbios ocidentais da cidade, o hospital foi projetado para ter 1.000 leitos para tratamento isolado e eficiente dos pacientes com pneumonia viral.

O hospital seguiu o modelo do Xiaotangshan, em Pequim. No auge do surto epidêmico de SARS em 2003, o Hospital Xiaotangshan foi construído em sete dias e admitiu um sétimo dos pacientes com SARS no país em dois meses, criando um milagre na história da medicina. O outro dos dois hospitais em construção na cidade é o Hospital Leishenshan.

Segundo as autoridades chinesas, a construção começou em 24 de janeiro, e o hospital foi inaugurado no dia 3 de fevereiro.

Covid-19 e o canteiro de Obras

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O Serviço Social da Indústria da Construção do Estado de São Paulo (Seconci-SP), como parceiro das empresas da construção civil na promoção de saúde e qualidade de vida nos canteiros, reuniu as principais orientações para evitar o contágio do coronavírus (Covid-19). A ideia é que os empresários divulguem as informações aos seus trabalhadores e empreiteiros, garantindo que todo o canteiro esteja orientado.

A entidade reforça que a principal medida de proteção é a higiene. Para isso, orienta:

1 – Empresas a, obrigatoriamente, disponibilizarem água e sabão nos canteiros, para que os trabalhadores possam higienizar as mãos com frequência.

2 – Trabalhadores para que higienizem, periodicamente também seus Equipamentos de Proteção Individual (EPIs).

Recomenda ainda a distribuir álcool gel 70% em vários lugares na obra e a evitar ao máximo a concentração de trabalhadores, como por exemplo no refeitório, elevadores, e em ambiente de treinamento.

Principais sintomas do Covid-19:

  • Febre
  • Tosse
  • Coriza
  • Dor de garganta intensa
  • Dificuldade de respirar

Ao identificar um funcionário com esses sintomas, a recomendação é retirá-lo do convívio dos demais colegas e orientá-lo a procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) ou a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) mais próxima, tendo em vista que, por determinação do Ministério da Saúde, o coronavírus é uma doença de notificação compulsiva e os casos suspeitos têm de ser encaminhados para as unidades da rede pública de saúde.

Números da construção civil apontam recuperação do setor

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Taxas de juros mais baixas, inflação sob controle e uma demanda represada por unidades habitacionais impulsionaram o reaquecimento do mercado imobiliário. Um balanço divulgado na última segunda-feira (2) pela CBIC (Câmara Brasileira da Indústria e Construção) e pelo Senai Nacional (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) aponta a recuperação do setor após um longo período de crise, que se estendeu de 2014 a 2017. Os Indicadores Imobiliários Nacionais referentes ao quarto trimestre de 2019 são animadores porque além da alta nas vendas, mostram um aumento dos lançamentos.

Números da construção civil apontam recuperação do setor

No quarto trimestre de 2018, foram registrados 9,7% a mais no número de imóveis residenciais vendidos na comparação com igual período do ano passado. Já os lançamentos cresceram 8,4% no quarto trimestre de 2019 ante o mesmo intervalo de 2018. As vendas saltaram de 34.202 para 37.513 unidades e os lançamentos, de 40.904 para 44.332.

Quando se compara os resultados ano a ano, os dados revelam um crescimento constante desde 2016, quando o estudo da CBIC começou a ser elaborado. Naquele ano, foram 91.868 unidades comercializadas. Em 2019, 130.434 imóveis vendidos, uma alta de 41,97% em um intervalo de quatro anos.

Durante a coletiva para divulgação do balanço, o presidente da CBIC, José Carlos Martins, disse que os números confirmam as previsões feitas no início de 2019 e que os resultados são reflexo do “equilíbrio no mercado”.

A taxa Selic a 4,5% e a inflação estável facilitam a decisão de compra e a expectativa da CBIC para o mercado imobiliário é de crescimento de 10% em 2020. “Mesmo com a redução do FGTS, que deve ser compensada com outras formas de financiamento e aquecimento de outras regiões do Brasil”, disse Martins.

Presidente do Grupo A.Yoshii, Leonardo Yoshii confirma um “reaquecimento bastante expressivo” do setor, que pode ser mensurado pelo número de empreendimentos lançados, somados aos projetos da A.Yoshii e da Yticon. Entre 2018 e 2019, foram 25% a mais de lançamentos e para 2020 a expectativa é crescer 80% a mais ante o ano passado em função da expansão das atividades para outras praças. As vendas cresceram 30% no período. “A Yticon, que trabalha no segmento econômico, teve diversos lançamentos (em 2019) e todos performaram muito bem”, avaliou. O grupo londrinense atua também em Curitiba, Maringá (Noroeste) e Campinas (SP).

Yoshii atribui os resultados animadores a uma demanda reprimida gerada durante os anos de recessão e a um ambiente macroeconômico favorável. “Hoje a gente está com juros real praticamente zero e inflação baixa. A gente já teve juros assim, mas com inflação alta. A gente vive uma inflação única no mercado. Não me lembro de um momento tão positivo”, disse. “Historicamente, depois de uma crise profunda, o mercado sempre reagiu e superou os patamares anteriores à crise.”    

Além dos números que comprovam o reaquecimento do mercado, a movimentação dos clientes nas centrais de vendas é um bom termômetro da recuperação do setor, afirma o gerente regional da construtora Plaenge em Londrina, Rodolfo Sugeta. “No início de 2019 teve um pouquinho de euforia, depois o mercado deu uma estabilizada e, do terceiro trimestre para a frente já teve esse crescimento contínuo que continua neste primeiro trimestre de 2020.”

Sugeta é cauteloso ao falar sobre a possibilidade de um novo boom imobiliário, como aconteceu no início da década passada, e afirma que o ideal é que haja um crescimento saudável do mercado ao invés de picos, bons ou ruins. “O mercado diminuiu, mas a gente ajustou processos internos para que na hora da retomada a gente estivesse bem preparado para aproveitar as oportunidades.”

O grupo Plaenge mantém negócios em Londrina, Maringá, Curitiba, Campo Grande (MS), Cuiabá (MT), Campinas (SP), Joinville (SC) e, no segundo semestre de 2020, inicia suas operações em Porto Alegre (RS). A construtora também atua no Chile, que representa entre 15% e 20% do volume total de negócios. No ano passado, o grupo aumentou em 32% os lançamentos e a expectativa para este ano é de alta de mais 30%. Em vendas, o crescimento em 2019 chegou a 31% e em 2020 deve subir 15%.

Vendas na Região Sul crescem 48%

No recorte por regiões, o balanço da CBIC coloca a Região Sul do País em destaque em vendas de unidades residenciais. No quarto trimestre de 2019 houve alta de 48,83% ante o mesmo período de 2018, saltando de 3.049 unidades vendidas para 4.538. Em seguida está a Região Centro-Oeste, com uma variação positiva de 25,94%. No acumulado de 2019, as vendas na Região Sul cresceram 16,39% ante o ano anterior. Foram 16.360 unidades residenciais vendidas no ano passado contra 14.056 em 2018.

Londrina não entrou no levantamento, mas o presidente do Sinduscon (Sindicato da Indústria da Construção Civil) Paraná Norte, Sandro Paulo Marques de Nóbrega, ressalta que a cidade demora cerca de seis meses para começar a acompanhar os movimentos do mercado observados nas regiões metropolitanas do País. “Não é uma tradição, é um efeito econômico. Por isso os nossos lançamentos estão previstos para o segundo semestre. Mas tem muitos projetos na prancha, sendo desenvolvidos”, analisou. “O mercado imobiliário precisa de previsibilidade econômica de longo prazo para ter lançamento e temos previsão de 30 empreendimentos a serem lançados no segundo semestre em Londrina.”

Retomada da construção civil é tema de evento em Londrina

O reaquecimento da construção civil e as oportunidades do setor são tema de evento que acontece nesta quarta-feira (4) em Londrina. O encontro, gratuito e exclusivo para convidados, irá reunir empresários do mercado imobiliário e moveleiro, engenheiros e arquitetos. “A ideia é trazer, além de números da construção civil, as tendências do mercado para que os profissionais possam se adequar ao que está vindo”, disse o consultor do Sebrae em Londrina, Rubens Negrão.

Organizado pelo Sebrae em parceria com a High Design, ARQ+ e DW!, o evento acontece das 8h30 às 10h30, no Hub de Inovação do Turismo do Boulevard Londrina Shopping, na avenida Theodoro Victorelli, 150.

Mercado de engenharia tem alta demanda de profissionais especializados

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De acordo com o levantamento do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) para o próximo ano, a demanda por profissionais do setor de Engenharia pode alcançar entre 600 mil e 1,15 milhões de postos de trabalho. A estimativa foi realizada com base na análise do período de 2011 a 2020.

A partir das projeções favoráveis, nota-se uma alta demanda por engenheiros no mercado de trabalho nas mais diversas especialidades da área. No entanto, as empresas estão em busca de profissionais com experiência, qualificação e competências técnicas.

Na região sul fluminense, com forte presença de indústrias do setor metal mecânico e automobilístico, o engenheiro mecânico é um profissional indispensável. Afinal, esta é uma área de atuação ampla que compreende a elaboração de projetos, análises, operação e manutenção de sistemas mecânicos, bem como planejar e produzir motores, veículos, equipamentos e sistemas termodinâmicos para diferentes áreas da indústria.

Porém, para uma atuação de excelência que atenda às demandas do setor, é necessário que os profissionais possuam conhecimentos específicos. Uma alternativa para questão é o ingresso na pós-graduação, no UBM – Centro Universitário de Barra Mansa – é ofertado o curso de Pós-Graduação em Engenharia de Projetos Mecânicos.

O programa tem como público alvo profissionais que atuam em empresas da região, em especial no segmento metal mecânico. Durante as aulas, os estudantes poderão desenvolver competências técnicas, éticas e comportamentais por intermédio da aplicação de boas práticas e tecnologias do mercado.

Ao ingressar na Pós-Graduação em Engenharia de Projetos Mecânicos, os alunos poderão adquirir habilidades e competências para trabalhar no setor de equipamentos mecânicos, promovendo a melhoria dos projetos e das condições operacionais, orientados por uma visão global das dimensões de qualidade.

Além disso, é importante destacar que, a partir do curso de especialização, os profissionais podem ampliar o seu campo atividades para além dos empreendimentos tradicionais, pois indústrias em expansão, como as petroquímicas e as produtoras de álcool e gás, também necessitam de engenheiros mecânicos especializados.

Area Realty adota solução em Cloud e informatiza o canteiro de Obras

Capital Financial Center – Empreedimento da Area Realty

A Area Realty é uma empresa consolidada na região de Brasília no ramo da Construção Civil, com mais de 10 anos de atuação e mais de 10 empreendimentos construídos neste período. Uma empresa sólida, altamente profissional e flexível. Busca oportunidades de negócios, maximizando o valor da empresa em seus projetos e é focada no desenvolvimento de produtos diferenciados e com grande qualidade.


INFORMATIZAÇÃO NO CANTEIRO DE OBRAS

Desde março do último ano, a Area Realty deu início ao processo de informatização em suas obras, através da implantação do sistema SIECON, um ERP desenvolvido exclusivamente ao segmento da Engenharia Civil, Construção e Incorporação. “Hoje estamos com 2 obras em andamento e estamos usando o SIECON desde março de 2019. Essas obras estão completamente inseridas no sistema desde seu início”, comenta Rafael Cavalcante, responsável por Recebíveis e Contratos na Area Realty.

Segundo Rafael a empresa já sente a curto prazo os benefícios de uma solução pensada para a indústria da Construção: “A ferramenta, como qualquer outra criada para sua área, deve facilitar a administração da empresa, controlando e otimizando seus custos para consequentemente gerar lucro. E o SIECON faz isso.”

ERP ÚNICO E INTEGRADO

“O SIECON, diferente do sistema usado anteriormente, é totalmente integrado, tendo a contabilidade como o coração do sistema, pois uma contabilidade bem administrada, evita inúmeros prejuízos a uma empresa, seja no demonstrativo dos gastos ou na apuração dos seus impostos. E hoje, temos uma contabilização fiel e integrada com a obra e com o financeiro, o que nos trouxe mais segurança economia na apuração dos impostos”, relata Cavalcante.

Atualmente a construtora utiliza através do ERP, os módulos de Custos, Orçamento, Suprimentos, Controle Bancário, Contas a Receber e a Pagar, Contabilidade e Empreendimentos, para integrar todo fluxo de informações em apenas uma plataforma. “A integração do módulo Suprimentos com o Financeiro nos dá maior transparência e facilidade no planejamento futuro” destaca Rafael.

SOLUÇÃO EM CLOUD

A organização das rotinas diárias de obras também foi extremamente facilitada pelo uso do SIECON, principalmente pelo seu acesso em Cloud: “As rotinas são mais eficientes com o uso do sistema. Tendo como principal facilitador a sua hospedagem em nuvem, onde o usuário tem a facilidade de acessar o sistema de qualquer lugar. Não ficando mais restrito a um local fixo”, completa Rafael.

A Area Realty já enxerga como um diferencial competitivo de mercado, a implementação de tecnologia da informação em obras e áreas de sua empresa. Desde a facilidade do suporte online à dúvidas da ferramenta, até a excelência no segmento e experiência dos profissionais envolvidos no projeto: “Desde a sua apresentação, a empresa mostrou muita seriedade a bastante conhecimento na área em que atua, e esse conhecimento foi repassado pelos seus consultores aos usuários do sistema, que somados, tornou a forma de trabalhar e ver a Construção Civil muito mais atraente e fácil”, finaliza Cavalcante.

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Sulzer: vagas para engenheiro, gerente, técnico e mecânico

Sulzer é líder global em engenharia de fluidos, está com vagas de emprego para técnico, mecânico, engenheiro e mais para as cidades de Cotia e Jundiaí, no Estado de São Paulo e para a Serra, no estado do Espírito Santo. Especializada em tecnologias de bombeamento, agitação, mistura, separação e aplicação para fluidos de todos os tipos, a empresa possui 50 instalações de fabricação de classe mundial e 100 centros de serviços em todo o mundo. A Sulzer está sediada em Winterthur, na Suíça, desde 1834. Em 2018, seus 15.000 funcionários entregaram uma receita de CHF 3,4 bilhões.

Confira a seguir as vagas de emprego da Sulzer.

Técnico de Processos (Plásticos) – Cotia, SP

  • Obrigatória: Técnico em Plástico ou Similar
  • Desejável: Ensino Superior em Engenharia da Manufatura
  • Processo Transformação de Plástico
  • SAP / BPF / ISO 9001
  • Inglês avançado
  • Sistemática de Autocontrole
  • Gestão de Pessoas.

Engenheiro de Vendas – Turbomáquinas e Compressores – Jundiaí, SP

  • Formação em Engenharia Mecânica, Produção Mecânica e afins
  • Vasta experiência em Equipamentos Rotativos como: Compressores Centrífugos Radiais e Axiais, Turbinas a Vapor e a Gás.
  • Vivência e conhecimento da aplicação de equipamentos acima listados em instalações de clientes como refinarias, plataformas de petróleo, pipelines, plantas siderúrgicas, termoelétricas, plantas de papel e celulose.
  • Inglês Avançado/ Fluente
  • Perspicácia comercial
  • Perfil “hands-on”
  • Conhecimento em: Microsoft Office
  • Disponibilidade para viagens no território nacional

Mecânico de Manutenção – Serra, Espírito Santo

  • Ensino médio com Técnico em Mecânica de Manutenção
  • Disponibilidade para trabalhar em Serra/ES
  • Desejável conhecimento em bombas ou equipamentos rotativos
  • Experiência na área

Gerente Administrativo Financeiro – Cotia, SP

  • Superior Completo em Ciências Contábeis, ou área correlata (Financeiro)
  • Desejável Especialização em Controladoria
  • Inglês Avançado/Fluente
  • Conhecimento e Experiência com SAP (Reportes Gerenciais)
  • Experiência na função

Inscrições

Para se inscreverem nas vagas para engenheiro, técnico, mecânico e as demais, basta clicar no link presente na posição desejada. Boa sorte!

Queda de juros e uso de novas tecnologias impulsionam mercado da construção civil

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Para 2020, as expectativas para o setor da construção civil são aumentar o número de lançamentos utilizando tecnologias que ofereçam agilidade e economia

2020 será o ano da retomada da construção civil. Com a baixa dos juros e a facilidade em abrir créditos bancários, aliado ao crescimento do PIB brasileiro, o setor imobiliário vem aquecendo e as expectativas de novos lançamentos já são evidentes nas incorporadoras. A taxa Selic, taxa básica de juros no Brasil, está no patamar de 4,5% ao ano, o menor percentual desde 1999.

Segundo dados dos Indicadores Imobiliários Nacionais, da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), no último trimestre de 2019 os lançamentos apresentaram um aumento de 4,1% em relação ao trimestre anterior do mesmo ano e 23,9% na comparação do mesmo período de 2019. Já as vendas, aumentaram em 15,4% e a oferta final apresentou uma queda de 2,6%, ambos em relação ao mesmo trimestre de 2018.

Existem diversos fatores que estão contribuindo para a retomada do mercado imobiliário. Na visão de Raphael Chelin, engenheiro civil e co-fundador da Celere – startup e consultoria de eficiência em construção civil, entre os principais fatores estão as reformas trabalhistas e da previdência, que aumentaram a confiança dos investidores, baixa dos juros e também o fim da crise que já vinha desde 2013, que fez com que as incorporadoras diminuíssem o número de lançamentos e vendessem apenas os estoques. “Durante este período de crise, tanto incorporadoras quanto investidores, seguraram novos lançamentos pela insegurança da demanda que, do ponto de vista do projeto, já eram viáveis”, explica.

E muitas incorporadoras já sentem os efeitos da retomada. A CRB Construtora é um exemplo. Para este ano, a previsão é lançar mais cinco empreendimentos de alto padrão nas cidades de Campinas e Sorocaba, no interior de São Paulo, onde a incorporadora atua. “Acreditamos que 2020 marca o início de um novo ciclo de prosperidade para o setor no país”, afirma Gerson Reche, diretor de engenharia da CRB Construtora. Além dos lançamentos, a CRB também irá aumentar as contratações neste ano. “Temos a convicção do crescimento e abertura de novas oportunidades de trabalho em praticamente todas as áreas da empresa”, comenta.

Procura por plataforma de tecnologia aumentou 100% no segundo semestre de 2019

Para atender a demanda dos lançamentos, a CRB Construtora apostou na plataforma Budget Analytcs, da Celere, que irá trazer mais agilidade e economia para acelerar as obras dos novos empreendimentos. “A plataforma nos interessou por apresentar dois quesitos importantes para o nosso segmento: agilidade no mapeamento das informações e praticidade no gerenciamento desses dados. Estamos sempre atentos às novidades disponíveis no mercado e que possam otimizar nossos resultados”, ressalta Gerson, da CRB.

Segundo Raphael Chelin, da Celere, desde o segundo semestre de 2019, as vendas da empresa aumentaram em 100% devido a procura pela plataforma. A startup desenvolveu a ferramenta com o objetivo de oferecer às incorporadoras uma análise mais detalhada, rápida e precisa de todas informações contidas nos projetos de empreendimentos, a partir do uso de tecnologias que fazem a estruturação e o tratamento de dados. A análise dos dados gerados pela plataforma tem contribuído com redução do custo de construção, em média, de até R$ 100 por m2. “Estamos com uma expectativa alta devido à combinação do aumento da demanda por nossas soluções e ao amadurecimento de nossa marca e produtos. Isso deve fazer com que nossa estrutura também aumente, para continuar atendendo os clientes com a mesma qualidade. Antes da crise, praticamente tudo tinha que ser feito ‘dentro de casa’. Nesse período, antigas funções deram lugar a novos profissionais, novas soluções e novas empresas”, diz.

“As empresas que tiverem capacidade e habilidade em se estruturar, não necessariamente com contratação de funcionários, mas através de uma rede de parceiros com diversas soluções inovadoras e mais produtivas em áreas específicas, terão enormes vantagens nessa retomada. Elas diminuirão o tempo de treinamento e de ajuste de processos”, complementa o co-fundador da Celere.

Campinas: Construção civil fecha 2019 com 1.940 vagas criadas

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O setor da construção civil voltou a gerar vagas na RMC (Região Metropolitana de Campinas) após seis anos de demissões. Levantamento feito pela Habicamp (Associação das Empresas do Setor Imobiliário e da Habitação de Campinas e Região) aponta que o setor fechou 2019 com 1.940 vagas criadas interrompendo seis anos de quedas seguidas, iniciado em 2013.

No acumulado nos 12 meses do ano passado, somente Hortolândia (228), Paulínia (283) e Santo Antonio de Posse (15) fecharam no vermelho, com o número de demissões superando as contratações. Campinas foi a cidade que registrou o melhor saldo de janeiro a dezembro, com a abertura de 1.219 vagas.  

DEZEMBRO

O levantamento é feito tendo como base os números do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério da Economia, divulgados na última sexta-feira. Em dezembro do ano passado o setor da construção civil na região admitiu 1.154 pessoas e demitiu 1.868 trabalhadores, resultando no saldo negativo de 714 postos eliminados.  

Dos 20 municípios que compõem a RMC, 13 tiveram saldo negativo de empregos, com destaque para Campinas (197 demissões), Indaiatuba (- 187) e Sumaré (-109). Seis fecharam o mês com saldo positivo e um Artur Nogueira com saldo zero. (Veja quadro abaixo).  

EM DEZ ANOS  

Ao longo dos últimos dez anos, quando o Brasil enfrentou uma forte recessão, que paralisou obras públicas e privadas, somente em quatro anos o setor registrou saldo positivo entre contratações e demissões: 2010 (3.664), 2011 (4.107), 2012 (898) e 2019 (1.940).
Entre 2013 e 2018, em meio à paralisia de obras públicas e a falta de lançamentos imobiliários, o setor mais demitiu que contratou, gerando um saldo negativo de 14.842 vagas diretas eliminadas.  

Entre admissões e demissões no acumulado dos dez anos, o saldo foi de 4.233 postos de trabalhos fechados.  

BALANÇO

O presidente da Habicamp, Francisco de Oliveira Lima Filho, afirmou que o resultado é bastante positivo. “Assim como os outros setores, passamos por um longo período de recessão, resultando em paralisação do mercado, demissões em massa e queda na geração de renda e impostos”.  

“Em 2019, com a estabilidade de volta, queda das taxas de juros e a retomada do crédito para financiamento imobiliário, os empresários voltaram a investir, lançar empreendimentos e, consequentemente, a gerar empregos em um setor que é vital para a economia”, afirma o executivo. “A cada vaga direta, a construção gera outras 4,5 indiretas, injetando dinheiro no mercado e fazendo a economia de vários setores, como materiais, eletroeletrônicos, financeiro e a própria indústria automobilística a andar”.

Para ele, as condições do mercado permitem projeções animadoras para os próximos anos. “O mercado voltou a crescer de forma sustentada em 2019. Para 2020 nossa expectativa, realista, é de um aumento de 2% no setor, embora este número possa ser superado dependendo do que acontecer no primeiro semestre”.  

QUADRO POR CIDADES DEZEMBRO E ACUMULADO DE 2019
 
ACUMULADO DE 2019
 
Americana -> 66
Artur Nogueira-> 21
Campinas-> 1.219
Cosmópolis -> 166
Eng. Coelho-> 0 
Holambra-> 10
Hortolândia-> – 228
Indaiatuba-> 98
Itatiba-> 337
Jaguariúna-> 25
Monte Mor->72
Morungaba-> 28
Nova Odessa->92
Paulínia-> – 283
Pedreira-> 252
Santa Bárbara-> 24
Santo A. Posse-> – 15
Sumaré-> 39
Valinhos-> 26
Vinhedo -> 81
Saldo -> 1.940

Queda da taxa Selic e mudanças no sistema de financiamento aquecem venda de imóveis

A queda da taxa Selic e mudanças no sistema de financiamento brasileiro têm incentivado a compra e a construção de imóveis no país.

Segundo os economistas, a diminuição da taxa Selic, que é o índice que o Governo Federal paga para quem compra títulos da dívida pública, pelo Banco Central aqueceu o mercado imobiliário.

Com isso, segundo a economista Naiara Fracaroli, quando a Selic cai, as outras taxas também tendem a diminuir por efeito cascata.

Mudanças no sistema de financiamento aquecem mercado de imóveis e a construção civil

Mudanças no sistema de financiamento aquecem mercado de imóveis e a construção civil

Há alguns anos, a taxa estava com juros de 10% ao ano. Agora, a diminuição é uma estratégia do governo para aquecer o setor de construção e habitação, o que deixa o momento favorável para quem pretende comprar um imóvel.

“É uma excelente oportunidade por conta da redução dos juros, é um custo de financiamento menor”, garante a economista.

Por outro lado, Naiara explica que quem já tem contratos firmados com a taxa anterior que era mais alta, tem a chance de renegociar o financiamento ou pedir a portabilidade para outro banco que ofereça algum tipo de benefício.

Juros mais baixos têm gerado a possibilidade de negociação e taxas menores — Foto: TV TEM/Reprodução
Juros mais baixos têm gerado a possibilidade de negociação e taxas menores — Foto: TV TEM/Reprodução

Juros mais baixos têm gerado a possibilidade de negociação e taxas menores — Foto: TV TEM/Reprodução

De acordo com o gestor comercial de uma empresa que comercializa apartamentos uma das explicações para a melhora no mercado imobiliário também está na política de financiamento habitacional.

A partir de agora, segundo ele, os clientes com renda mensal entre R$ 3,5 mil e R$ 7 mil estão conseguindo condições interessantes de financiamento. “Dentro da primeira semana que teve essa redução, a gente já conseguiu finalizar 88 contratos”, comemora Rafael Menezes.

Pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), por exemplo, é possível pleitear cálculos com juros de 6,5% ao ano. Antes, o índice para esta faixa de rendimento era de 9,5%.

Nessa modalidade de crédito, as instituições financeiras captam recursos por meio da poupança. Além disso, a correção não é feita pelo IPCA. Em síntese, o reajuste também tende a ser menor.

Queda da taxa Selic beneficia mercado imobiliário e de construção civil — Foto: TV TEM/Reprodução
Queda da taxa Selic beneficia mercado imobiliário e de construção civil — Foto: TV TEM/Reprodução

Queda da taxa Selic beneficia mercado imobiliário e de construção civil — Foto: TV TEM/Reprodução

O designer gráfico André Mucheroni, por exemplo, optou pela compra de um apartamento em Bauru, em vez de pagar aluguel. O futuro morador conseguiu um financiamento em 260 meses, com parcelas de R$ 560.

“Seria praticamente o dinheiro de um aluguel, mas é um imóvel que eu estou adquirindo. Então é um dinheiro que estou guardando na verdade, além do principal que é ter um lugar para recomeçar minha vida”, se empolga André.

Construção civil

Investidores também estão enxergando no setor imobiliário uma forma interessante de rendimento — Foto: TV TEM/Reprodução
Investidores também estão enxergando no setor imobiliário uma forma interessante de rendimento — Foto: TV TEM/Reprodução

Investidores também estão enxergando no setor imobiliário uma forma interessante de rendimento — Foto: TV TEM/Reprodução

O clima também está bom no setor de construção civil. Diretor regional de uma construtora de Bauru, Mauri Leite espera um aquecimento do setor, já que clientes com rendimento maior do que os contemplados por programas sociais podem conseguir financiamentos com taxas mais em conta.

A empresa de Mauri comercializa apartamentos com preços que variam de R$ 200 mil até R$ 1 milhão. Neste contexto, investidores também estão enxergando no setor imobiliário uma forma mais interessante de rendimento do que só as aplicações financeiras.

“Os investimentos hoje pré-fixados tem um rendimento menor e deslumbram no mercado imobiliário com ganho de valorização, ou trocar por renda de aluguéis, ou outro investimento”, completa o diretor.

Cimento vivo: Pesquisadores desenvolvem material de construção sustentável

Desde o século 19, quando começou a ser produzido, o cimento não sofreu muitas alterações em sua fórmula. Calcário, argila, escória siderúrgica e gesso são a base desse material essencial para a construção civil, porém poluente e altamente dependente de combustível fóssil. Mas isso poderá mudar em breve. Pesquisadores da Universidade do Colorado em Boulder, nos Estados Unidos, desenvolveram um material de construção sustentável e com uma característica bastante peculiar: ele é vivo.
O método, descrito na revista Matter, combina areia e bactérias. O resultado é um material com carga estrutural e função biológica. “Já usamos materiais biológicos em nossos edifícios, como a madeira, mas eles não estão vivos”, diz o engenheiro Wil Srubar, professor-assistente no Departamento de Engenharia Civil, Ambiental e de Arquitetura (CEAE) da universidade americana. “Então, nós nos perguntamos: por que não podemos manter a matéria-prima viva e deixar que a biologia faça algo benéfico?”, justifica. De acordo com ele, uma das vantagens de se usar bactérias é que elas se multiplicam, além de garantirem uma pegada de carbono mais baixa.

O concreto é o segundo material mais consumido no planeta, depois da água. Somente a produção de cimento — o pó para fabricá-lo — é responsável por 6% das emissões de CO2, sendo que, quando curado, o produto final libera dióxido de carbono. “Nosso método oferece uma alternativa verde aos modernos materiais de construção”, diz Srubar. No estudo, foram usadas cianobactérias do gênero Synechococcus. Sob as condições certas, esses micróbios verdes absorvem CO2 para crescerem e produzirem carbonato de cálcio — o principal ingrediente do calcário e cimento. Portanto, além de não gerar esse gás, o material o capturaria da atmosfera, o que Srubar considera um “bônus adicional”.
Para iniciar o processo de fabricação, os pesquisadores inocularam colônias de cianobactérias em uma solução de areia e hidrogel. Essa mistura foi adicionada a um molde. A gelatina solúvel retém a umidade e os nutrientes para que as bactérias proliferem e mineralizem um processo semelhante à formação de conchas do mar no oceano. Combinando os três, os pesquisadores criaram um material vivo sustentável que, de acordo com os testes, oferece resistência semelhante à argamassa feita de cimento.
“Usamos as cianobactérias fotossintéticas para biomineralizar o esqueleto do tijolo, por isso é realmente um material verde. Parece um material do tipo Frankenstein”, brinca Wil Srubar. “É exatamente isso que estamos tentando criar — algo que permanece vivo”, explica. O tijolo de hidrogel e areia não está apenas vivo, mas também se reproduz. Ao dividi-lo ao meio, as bactérias podem se transformar em duas peças completas, bastando adicionar um pouco de areia, hidrogel e nutrientes extras. Em vez de fabricar os tijolos um por um, a equipe demonstrou que um único pode reproduzir até oito tijolos. “O que realmente nos entusiasma é que isso desafia as formas convencionais pelas quais fabricamos materiais de construção estruturais”, diz o engenheiro. “Isso realmente demonstra a capacidade de fabricação de material exponencial.”
O tijolo produzido pelas cianobactérias precisa ser completamente seco para atingir a capacidade estrutural máxima; ou seja, a resistência. Porém, a secagem estressa os micro-organismos, comprometendo a viabilidade do material. Para manter a função estrutural e garantir a sobrevivência microbiana, o conceito de umidade relativa ideal e de condições de armazenamento é crítico. Utilizando a umidade e a temperatura como interruptores físicos, os pesquisadores podem controlar quando as bactérias crescem e quando o material permanece inativo para servir às funções estruturais.

Obra extraterrestre

O próximo passo para Srubar é explorar as inúmeras aplicações desse tipo de material. Ele prevê a introdução de bactérias com diferentes funcionalidades na produção de matéria-prima a fim de criar insumos para a construção civil com funções biológicas, como os que detectam e respondem a toxinas no ar. Outras aplicações incluem a construção de estruturas onde há recursos limitados, como o deserto ou até outro planeta.
“Em ambientes austeros, esses materiais teriam um desempenho especialmente bom porque usam a luz do Sol para crescer e proliferar com muito pouco ingrediente exógeno necessário. A exploração planetária vai acontecer de uma maneira ou de outra, e não vamos transportar sacos de cimento até Marte. Realmente acho que traremos biologia conosco assim que formos para lá”, acredita o engenheiro. “Nosso laboratório prepara o terreno para novos materiais interessantes que podem ser projetados para interagir e responder aos seus ambientes. Estamos apenas tentando dar vida aos materiais de construção, e acho que é a pepita dessa coisa toda. Estamos apenas no começo dessa nova disciplina. O céu é o limite”, acredita.

Saiba como se preparar para o futuro da Engenharia

As descobertas científicas, as inovações tecnológicas e as novas demandas da sociedade são fatores que exigem atualização constante das profissões. Nos próximos anos, muitas metodologias de trabalho ficarão ultrapassadas e serão substituídas por novas estratégias e ferramentas. Em meio a essas transformações, o futuro da Engenharia continua promissor.

Neste post, vamos abordar a influência da tecnologia nas profissões e no mercado de trabalho, com ênfase no futuro da Engenharia. Continue acompanhando e saiba mais sobre as mudanças que vão ocorrer — e que já estão ocorrendo — na carreira dos engenheiros.

O impacto da tecnologia no cenário profissional

A tecnologia modificou a vida das pessoas em todos os contextos. Isso é nítido no dia a dia! Há duas décadas, por exemplo, um aparelho celular não continha todas as funções que conhecemos agora. Sem contar que se tratava de um artigo que poucas pessoas tinham acesso.

Hoje, podemos adquirir smartphones com facilidade e efetuar inúmeras operações por meio deles: entrar em contato com pessoas de qualquer lugar do mundo; realizar transações bancárias; fazer compras e muito mais.

E se a transformação digital impactou nosso cotidiano, as mudanças no cenário profissional foram ainda mais notáveis. Empresas e pessoas de todas as profissões se deparam continuamente com os reflexos da revolução tecnológica e precisam se adaptar às novas demandas.

Observe que a modernização dos métodos de trabalho trouxe modificações significativas às áreas da saúde e da educação, Marketing e Jornalismo, aos empreendedores em geral e vários outros profissionais.

A transformação é tanta que, em um futuro próximo, algumas profissões já não serão mais necessárias, enquanto outras ainda vão surgir. E há também aquelas que vão evoluir junto aos os avanços da tecnologia e abrir muito mais espaço para os seus profissionais. A Engenharia é uma delas.

As Engenharias Civil e Florestal são dois exemplos que certamente ocuparão espaço entre as profissões do futuro. A área Civil tende a continuar em expansão, não apenas com foco em novas construções, mas também na restauração, substituição e modernização de recursos e infraestruturas.

Já os estudos no campo da Engenharia Florestal serão cada vez mais necessários para o meio ambiente. Com avanços nessa área, será possível desenvolver estratégias que busquem solução e prevenção de danos ambientais, visando à exploração racional dos recursos florestais. Sustentabilidade é palavra de ordem nos novos métodos produtivos.

As mudanças que apontam para o futuro da Engenharia

Se você ainda tem dúvidas sobre as profissões que terão espaço no mercado do futuro, saiba que a carreira de engenheiro será uma das áreas mais promissoras. Veja agora algumas das exigências e mudanças envolvidas na evolução dessa profissão.

Formação profissional sólida e abrangente

Claro que a boa formação é a base para uma carreira sólida. Isso parece um tanto óbvio e até desnecessário de citar como uma exigência para o futuro da Engenharia. Entretanto, vale lembrar que insistir nas mesmas ações não leva a resultados diferentes. Isso quer dizer que se o profissional não se dedicar à qualificação contínua, ele não conseguirá se destacar no mercado de trabalho.

Na era digital, é necessário se atualizar e conhecer as novas ferramentas e metodologias de cada profissão. Nesse cenário, se o profissional não quiser ficar estagnado, ele deve se empenhar para obter conhecimentos multidisciplinares, que o capacitem para uma atuação mais abrangente.

Habilidades comportamentais mais elaboradas

As transformações que estamos vivenciando também se estendem às relações humanas. Em qualquer contexto em que estiver inserido, você precisa aprimorar sua capacidade de lidar com outras pessoas. Habilidades como bom relacionamento interpessoal, inteligência emocional, flexibilidade e proatividade são algumas das características que integram um perfil de destaque.

O profissional do futuro também precisa demonstrar ambição, não no sentido único de desejar mais lucros, mas no ímpeto de realizar grandes feitos e vencer desafios. Outra competência comportamental favorável é a autogestão, o que indica o potencial para dirigir a si mesmo e ser capaz de comprovar resultados, em vez de apenas cumprir horas de trabalho.

Domínio das ferramentas tecnológicas

A Engenharia do futuro está diretamente relacionada ao uso das novas ferramentas digitais. Desde a utilização cotidiana dos meios atuais de informação e comunicação até o que há de mais avançado no campo da realidade virtual, tudo isso fará parte do trabalho do engenheiro.

Na Engenharia Civil, por exemplo, o uso da realidade virtual já permite uma visualização prévia e detalhada da construção que será feita. A partir disso, é possível realizar alterações com precisão e iniciar empreendimentos com mais segurança.

A automatização de processos também é uma tendência inerente à Engenharia do futuro. Essa já é uma realidade que vai se transformar ainda mais nos próximos anos. Aos poucos, os processos produtivos manuais estão cedendo lugar aos equipamentos automatizados.

E se de um lado a mão de obra humana passa a ser menos necessária, por outro lado a presença de um profissional capacitado para acompanhar os processos é indispensável.

Utilização de novos softwares

As mudanças nos métodos de trabalho abrangem novos softwares, que elevam as aplicações da Engenharia a um patamar cada vez mais avançado e compatível com as demandas da era digital e da nova sociedade.

Um forte exemplo desses novos softwares é utilizado na Engenharia Civil. Trata-se do Building Information Modeling (BIM), que em português quer dizer Modelagem da Informação da Construção. Esse conceito trabalha com projetos em 3D que apresentam detalhes dos processos construtivos e garantem mais fidelidade à obra final.

O mais interessante desse software é que todos os profissionais que integram o desenvolvimento de uma construção, desde o planejamento até a execução, têm acesso ao mesmo arquivo do projeto e podem fazer atualizações em tempo real.

Isso significa que pessoas de diferentes responsabilidades — engenheiros, arquitetos, construtores, profissionais da área de compras etc. — podem trabalhar no mesmo projeto, ao mesmo tempo, incluindo no modelo as mudanças necessárias e deixando a equipe a par das modificações.

Ênfase na sustentabilidade

A comunidade científica e as grandes organizações já têm conhecimento de que o atual desenvolvimento da sociedade têm reflexos nocivos na saúde do planeta. Por isso, as empresas precisam adequar seus métodos de produção e basear suas ações no conceito de sustentabilidade.

Nesse cenário, a Engenharia Florestal adquire mais evidência e se torna um berço de profissionais responsáveis pelo futuro do planeta. O objetivo é elaborar estratégias inovadoras e projetar sistemas que assegurem o bem do ambiente e a exploração segura de recursos naturais.

A importância de buscar qualificação

Você não precisa se sentir ameaçado e pensar que as portas de trabalho se abrirão para poucos. Ao contrário disso, a tecnologia pode expandir ainda mais as suas oportunidades de carreira, desde que você seja um profissional inovador.

Para acompanhar essa onda de transformações, é essencial buscar atualização. Quem quiser se adaptar às novas exigências do mercado de trabalho e garantir um diferencial competitivo não pode se acomodar e limitar seus conhecimentos.

Investir em especializações permite que o profissional evolua seus saberes e adquira domínio sobre assuntos específicos, como novas tecnologias. Nesse sentido, os cursos de pós-graduação são como escadas para o sucesso da sua carreira. Quanto mais você se atualizar, mais alto pode chegar!

Então, se você quer se preparar para o futuro da Engenharia e consolidar sua carreira nessa área, mantenha-se atualizado. Fique atento às novidades da profissão. Pesquise, informe-se, invista em conhecimento. O seu sucesso profissional deve começar agora!

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