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Agora, que tal dar o próximo passo e descobrir os aplicativos que podem transformar o dia a dia da sua construtora ou incorporadora?
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Essas pesquisas mostram que milhares de profissionais como você já acessam o sistema todos os dias. Mas muitos ainda não utilizam os aplicativos integrados que podem multiplicar a eficiência no canteiro e no escritório.
Com os apps, sua equipe pode trabalhar com mais agilidade e precisão, direto do celular ou tablet:
Tudo isso com integração total ao SIECON Cloud, sem retrabalho e com atualizações automáticas no sistema.
Se sua construtora já acessa o sistema pelo navegador, sugerir o uso dos aplicativos para sua equipe interna pode ser a mudança que faltava para alcançar:
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Veja também Area Realty adota solução em Cloud e informatiza o canteiro de Obras.
A elevação da taxa Selic para 15% ao ano — a maior desde 2006 — traz um cenário desafiador para o mercado imobiliário e para toda a cadeia da construção civil. Essa sétima alta consecutiva dos juros impacta diretamente o acesso ao crédito, o custo dos financiamentos e o ritmo dos investimentos em obras.
A Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (ABRAINC) divulgou nota oficial expressando preocupação com a atual conjuntura econômica. Com o Brasil apresentando a segunda maior taxa de juros real do mundo, o crédito para empresas e famílias fica mais caro e restrito, dificultando o financiamento de projetos e a compra da casa própria.
Para o setor da construção, isso significa aumento dos custos de capital e maior cautela nas decisões de investimento, refletindo em possíveis atrasos e redução do volume de obras. Além disso, a pressão sobre o caixa das empresas eleva os riscos financeiros, como demonstrado pelo número recorde de pedidos de recuperação judicial nos últimos meses.
Apesar de entender a necessidade do Banco Central em controlar a inflação por meio da política monetária, a ABRAINC reforça a importância de um ambiente econômico com juros mais baixos e estáveis. Isso garantiria mais segurança para o planejamento e execução dos projetos, além de estimular o crescimento do setor e viabilizar o sonho da casa própria para mais brasileiros.
Para engenheiros e construtores, o momento exige atenção redobrada à gestão financeira dos projetos, otimização dos custos e busca por eficiência operacional para mitigar os impactos da alta dos juros.
A XCMG Brasil, líder no setor de máquinas pesadas na China e uma das principais do segmento no mundo, apresentou inovadores equipamentos na Brasmin 2025, importante feira para a indústria de mineração no País, que aconteceu de 24 a 26 de junho, no Centro de Convenções PUC – Pontifícia Universidade Católica de Goiás, em Goiânia/GO.
Entre os destaques apresentados pela empresa, estavam:
A carregadeira LW700KV possui grande porte e é projetada para desempenho robusto e eficiente em operações pesadas em mineração. Com peso operacional de 24.000 kg, motor com potência de 303 hp a 2.100 rpm, a carregadeira tem capacidade de caçamba de 4,2 m³, sendo ideal para movimentação de grandes volumes de material. A tração 4×4 confere excelente controle e manobrabilidade para os mais diversos tipos de terrenos.
A escavadeira XE380DK é uma máquina robusta e confiável, de 38,2 toneladas de peso operacional, motor de 287 hp de potência e caçamba com capacidade de 2.1 m³. Além de mineração, essa escavadeira é projetada para atuar em diversas operações, como obras de construção civil e projetos de energia, portuários e marítimos, entre outros.
A mini escavadeira XE27U apresenta peso operacional de 2.780 kg, motor com potência de 20,6 hp e caçamba com capacidade de 0,06 m³. Por conter um design compacto com raio de giro menor, libera a parte traseira de impactos ao operar em espaços estreitos. O dispositivo de trabalho pode ser direcionado para a esquerda e direita em 75 e 55 graus, respectivamente, fazendo operações de giro compostas com estrutura superior, permitindo que a máquina escave o solo paralelamente à parede.
A grande novidade da XCMG na Brasmin 2025 foi o caminhão pipa 100% elétrico, primeiro a ser lançado no mercado nacional para atender os mais altos padrões técnicos com eficiência e segurança da operação. A empresa levou o caminhão pipa rodoviário E7-29R com capacidade volumétrica de 25.000, destinado ao transporte de água, controle de poeira, compactação, umectação de solo e controle de incêndio, atendendo, além do setor de mineração, os segmentos agro, sucroalcooleiro, construção civil, florestal e saneamento.
Os principais diferenciais técnicos do caminhão pipa 100% elétricos são bomba centrífuga com vazão de 1.000 litros por minuto; caminhão com alcance de até 50 metros controlados por joystick; sistema de controle eletrônico desenvolvido para realizar o acionamento eletropneumático dos espargidores; quebra-ondas transversais e longitudinais para maior estabilidade; espargidor traseiro e laterais para umectação de solo e controle de poeira e chamas.
Presente no Brasil desde 2014, a XCMG Brasil é uma das cinco maiores fabricantes de máquinas pesadas do mercado nacional. A empresa produz equipamentos voltados para construção civil, mineração e agronegócios em sua unidade brasileira, oferecendo linhas completas e competitivas, incluindo guindastes, máquinas de terraplenagem, equipamentos para pavimentação, perfuratrizes e soluções para elevação e concretagem.
Com uma fábrica estrategicamente localizada em Pouso Alegre, Minas Gerais, a XCMG estreitou laços com o mercado nacional, caracterizado pela alta demanda por qualidade, tecnologia e inovação. Por meio de uma ampla rede de distribuidores, a empresa atende a clientes em todo o território brasileiro.
Para mais informações sobre a empresa e produtos acesse: www.xcmg-america.com
Veja outras novidades teológicas, clique aqui.A Votorantim Cimentos, empresa de materiais de construção e soluções sustentáveis, participa do 9º Congresso Brasileiro de Cimento e Expocimento, eventos que acontecem simultaneamente no Golden Hall WTC em São Paulo (SP), de 30 de junho a 2 de julho. Para essa edição, a empresa apresenta as principais iniciativas que compõem sua jornada de descarbonização.
A Votorantim Cimentos encerrou 2024 com o resultado global de emissões de 550 kg de CO2 por tonelada de cimentício produzido. A meta de descarbonização da companhia para 2030, aprovada pelo Science Based Target initiative (SBTi), é de 475 kg de CO2 por tonelada de cimentício. Para atingir esse objetivo, a empresa tem uma estratégia pautada em quatro grandes pilares: o coprocessamento, que é a substituição do combustível fóssil nos fornos de produção do cimento por outros materiais, especialmente biomassas e resíduos; o uso de cimentícios, substituindo o clínquer – o principal componente do cimento e responsável pela maior fonte de emissão de CO2 no processo produtivo – por subprodutos vindos de outras indústrias; a eficiência energética e uso de fontes renováveis de energia, com hidrelétricas próprias e investimentos em energia solar e eólica; e o desenvolvimento de tecnologias, uso de processos inovadores, novos materiais, captura de carbono, ganho de eficiência na cadeia de valor do uso de cimento e concreto para otimizar recursos e seguir reduzindo a intensidade de carbono.
“O Congresso Brasileiro de Cimento é um importante espaço para a troca de experiências e para fortalecer a colaboração entre os diferentes agentes do setor. Acreditamos que o avanço para uma economia de baixo carbono depende do trabalho conjunto, da inovação e do compromisso coletivo com soluções que mobilizem toda a cadeia produtiva. Esperamos poder contribuir com nossas experiências e conquistas”, diz Álvaro Lorenz, diretor global de Sustentabilidade, Relações Institucionais, Desenvolvimento de Produto, Engenharia e Energia da Votorantim Cimentos.
Para compartilhar essas iniciativas, executivos da Votorantim Cimentos participam de palestras sobre os principais temas da companhia.
09h45 às 10h30 – Arena Principal Congresso Brasileiro de Cimento
Mesa-redonda: Iniciativas de Descarbonização da Indústria do Cimento Brasileira
Participação de Álvaro Lorenz, diretor Global de Sustentabilidade, Relações Institucionais, Desenvolvimento de Produto, Engenharia e Energia da Votorantim Cimentos.
12h00 às 12h30 – Arena Principal Congresso Brasileiro de Cimento
Palestra: Jornada de descarbonização da Votorantim Cimentos – Álvaro Lorenz, diretor Global de Sustentabilidade, Relações Institucionais, Desenvolvimento de Produto, Engenharia e Energia da Votorantim Cimentos.
16h00 às 17h10 – Arena Principal Congresso Brasileiro de Cimento
Mesa-redonda: Coprocessamento como Solução Sustentável na Gestão de Resíduos Urbanos
Moderação de Eduardo Porciúncula, gerente geral da Verdera, unidade de negócios de gestão e destinação sustentável de resíduos da Votorantim Cimentos
16h00 às 16h20 – Arena 1 Expocimento
Palestra: A importância do coprocessamento para a indústria do cimento – Larissa Velho, gerente técnica da Verdera, unidade de negócios de gestão e destinação sustentável de resíduos da Votorantim Cimentos
11h40 às 12h00 – Arena 2 Expocimento
Palestra: O papel dos EPDS na sustentabilidade da Construção Civil – Fabio Cirilo, gerente de Ecoeficiência e Energia da Votorantim Cimentos
12h00 às 12h30 – Arena Principal Congresso Brasileiro de Cimento
Mesa-redonda: Neutralidade de Carbono e Coprocessamento: Caminhos Convergentes para o Setor Cimenteiro
Participação de Eduardo Porciúncula, gerente geral da Verdera, unidade de negócios de gestão e destinação sustentável de resíduos da Votorantim Cimentos
15h20 às 15h40 – Arena 1 Expocimento
Palestra: A redução das emissões de carbono por meio da utilização de adições minerais – Silvia Vieira, gerente geral de Pesquisa e Desenvolvimento da Votorantim Cimentos
17h00 às 17h45 – Arena Principal Congresso Brasileiro de Cimento
Mesa-redonda: Presidentes da indústria do cimento debaterão os principais temas do setor
Participação de Álvaro Lorenz, diretor Global de Sustentabilidade, Relações Institucionais, Desenvolvimento de Produto, Engenharia e Energia da Votorantim Cimentos
9º Congresso Brasileiro de Cimento e ExpoCimento
De 30 de junho a 2 de julho
Local: Golden Hall WTC – Av. das Nações Unidas, 12551 – Brooklin Novo, São Paulo (SP)
A Votorantim Cimentos é uma empresa de materiais de construção e soluções sustentáveis com mais de 13 mil empregados. O portfólio de materiais de construção vai além de cimentos e inclui concretos, argamassas e agregados. A companhia também atua nas áreas de insumos agrícolas, gestão de resíduos e coprocessamento. As unidades da Votorantim Cimentos estão estrategicamente próximas aos mais importantes mercados consumidores em crescimento e presente em nove países, além do Brasil: Argentina, Bolívia, Canadá, Espanha, Estados Unidos, Luxemburgo, Marrocos, Turquia e Uruguai. Mais informações em www.votorantimcimentos.com.br
VEJA TAMBÉM: Engenharia sem barreiras: mulheres constroem carreira na Votorantim Cimentos
A construção civil está passando por uma profunda transformação digital. Em um cenário cada vez mais exigente, marcado por prazos apertados, orçamentos rigorosos e necessidade de produtividade elevada, a adoção de tecnologias como os ERPs (Enterprise Resource Planning) deixou de ser diferencial para se tornar requisito básico para a sobrevivência e o crescimento sustentável das construtoras no Brasil.
Explore, a seguir, os principais tópicos deste conteúdo:
O que é um ERP para construção civil;
Quais os principais benefícios do ERP para empresas do setor;
Por que a maturidade organizacional influencia o sucesso da implantação;
Quais os fatores críticos para a adoção eficaz de um ERP em construtoras;
Resultados de um estudo que compara empresas com e sem ERP.
Um ERP (Enterprise Resource Planning) é um sistema de gestão integrado que centraliza, organiza e padroniza os processos de uma empresa. Em vez de cada setor operar isoladamente com planilhas ou softwares próprios, o ERP conecta todas as áreas — como engenharia, suprimentos, financeiro, contábil, RH, TI e comercial — numa única plataforma digital.
Para o setor da construção civil, que tradicionalmente operava de forma descentralizada, o ERP representa uma revolução. Ele permite o controle total de obras, orçamentos, compras, contratos, estoque, equipe, fluxo de caixa e até indicadores estratégicos em tempo real.
Segundo um estudo da UTFPR, empresas da construção civil que adotam ERPs demonstram:
✅ Maior domínio tecnológico;
✅ Processos padronizados e automatizados;
✅ Indicadores claros de desempenho;
✅ Melhor capacidade de análise e decisão;
✅ Integração entre áreas com redução de retrabalho e desperdício;
✅ Crescimento sustentável e competitividade no mercado.
Além disso, o uso do ERP está diretamente ligado ao amadurecimento organizacional. Isso significa que construtoras que se organizam para adotar essa tecnologia tendem a melhorar não apenas seus processos operacionais, mas também a cultura, a visão estratégica e a governança corporativa.
De acordo com autores como Sallaberry (2009) e Vieira (2006), os ERPs oferecem benefícios concretos para construtoras de todos os portes:
Integração de processos internos: todos os setores trabalham com a mesma base de dados;
Aumento da produtividade: tarefas automatizadas, fluxos otimizados, menos erros e retrabalho;
Redução de custos operacionais: por meio do controle de insumos, gestão de contratos e rastreabilidade;
Acesso em tempo real a dados gerenciais: maior assertividade nas decisões;
Controle completo das obras em qualquer fase: do orçamento à entrega do empreendimento;
Unificação da operação de diferentes obras ou filiais: gestão centralizada com padronização de processos.

Implementar um ERP não é apenas um processo técnico. É uma mudança organizacional profunda. Segundo o estudo da UTFPR e diversas referências acadêmicas (Rodrigues, 2002; Gonçalves et al., 2003), os principais fatores que influenciam no sucesso da implantação em empresas de construção civil são:
Maturidade tecnológica da empresa;
Capacitação e treinamento das equipes;
Alinhamento da liderança com o projeto;
Comunicação interna eficaz;
Visão compartilhada e sistêmica entre todos os setores;
Planejamento de reengenharia de processos;
Apoio da alta gestão e liderança ativa.
Sem esses elementos, a implantação corre o risco de fracassar, gerar resistência interna ou não entregar os benefícios esperados.
A pesquisa da UTFPR, baseada em métodos estatísticos robustos como o bootstrap não paramétrico e testes de hipótese T e F, avaliou 14 empresas do setor da construção civil.
O estudo concluiu que as empresas que utilizam sistemas ERP têm desempenho significativamente superior em indicadores como:
Nível de organização interna;
Agilidade e segurança nos processos;
Clareza na definição de metas e indicadores;
Tomada de decisão mais estratégica;
Aumento da produtividade e da competitividade.
Esse é um mito. Hoje, existem ERPs para construtoras de todos os portes, desde startups de engenharia até grandes incorporadoras. As soluções podem ser modulares, com implantação em etapas e escalabilidade conforme o crescimento da empresa. Além disso, com a popularização dos ERPs em nuvem, o custo de aquisição, suporte e infraestrutura foi drasticamente reduzido, viabilizando o acesso para pequenas e médias construtoras.
O ERP é mais do que um software: é uma mudança estratégica na forma como sua empresa enxerga e executa a gestão. Ao adotar um sistema de gestão integrado, sua construtora deixa de operar no improviso e passa a caminhar com clareza, controle e confiança.
🔍 Quer saber qual ERP é ideal para sua empresa? Avalie seu nível de maturidade organizacional, sua estrutura interna e procure soluções especializadas no setor da construção civil.
A transformação começa com um clique. O mercado não vai esperar.
O setor da construção civil tem visto uma crescente adoção de sistemas ERP (Enterprise Resource Planning) para integrar processos, otimizar recursos e garantir maior controle das obras. Com tantas opções no mercado, fica a dúvida: como identificar o ERP ideal para sua empresa?
Muitos sistemas são genéricos e atendem a vários setores, exigindo adaptações que podem consumir tempo e recursos. Outros são desenvolvidos especificamente para construção civil, oferecendo funcionalidades direcionadas para as particularidades da área, como controle de estoque de insumos, planejamento de obras, gestão financeira e fluxo de aprovação.
É fundamental avaliar soluções que tenham módulos integrados, garantindo que áreas como engenharia, suprimentos, financeiro e comercial trabalhem de forma sincronizada, evitando retrabalhos e falhas na comunicação.
Outro ponto importante é a flexibilidade na implantação: opções em nuvem, servidores locais e aplicativos móveis tornam o acesso e a operação do sistema mais práticos e adaptados às rotinas de campo e escritório.
Além disso, o suporte especializado, consultoria gratuita na implantação e garantias reais de retorno do investimento fazem toda a diferença para o sucesso do projeto e para que a empresa possa extrair o máximo benefício da ferramenta.
Estávamos usando um ERP voltado para a construção civil, mas que apresentava muitas falhas na parte de suporte. Quando migramos para o Siecon, percebemos que eles realmente atuam no segmento da construção civil há anos, oferecendo a qualidade que esperávamos — um suporte altamente técnico e qualificado, que realmente entende nossas necessidades.
No universo das soluções para gestão da construção civil, é fundamental que o ERP apresente alta aderência às especificidades do setor, evitando adaptações extensas que podem comprometer prazos e aumentar custos. Sistemas que oferecem modularidade e integração nativa entre seus módulos garantem maior fluidez e consistência nos processos, eliminando redundâncias e desconexões entre áreas essenciais como engenharia, suprimentos, financeiro e comercial.
A flexibilidade na infraestrutura tecnológica também se mostra essencial: a possibilidade de implantação via nuvem, servidores locais e aplicativos móveis garante o acesso e o controle das operações em diferentes contextos e dispositivos, alinhando-se à realidade dinâmica das obras modernas.
Outro ponto decisivo está no suporte durante a implementação. Consultorias técnicas especializadas, especialmente quando oferecidas como parte do serviço, reduzem riscos e asseguram que o ERP esteja verdadeiramente alinhado aos processos internos da construtora, potencializando os resultados.
Além disso, práticas inovadoras de customização coletiva — em que melhorias feitas para um cliente são incorporadas para toda a base — promovem uma evolução contínua da plataforma e o compartilhamento de melhores práticas no setor.
Um dos sistemas que exemplifica essa abordagem é o SIECON, desenvolvido pela POLIVIEW TECNOLOGIA S.A, uma boutique de software que atua junto a construtoras engajadas em resultados eficientes e que compreendem o verdadeiro papel de um ERP. Mais do que informatizar processos, o SIECON impulsiona uma mudança cultural essencial para o crescimento sustentável das organizações.
Reconhecido pelo mercado como uma referência consolidada em soluções ERP para a construção civil, o SIECON é frequentemente citado em trabalhos científicos que abordam a gestão tecnológica no setor. Desde sua fundação em 1986, conta com uma carteira sólida de clientes, composta por construtoras que acompanham sua evolução e recomendam sua aplicação por sua aderência e qualidade.
