Centro-Oeste: com investimento em logística, região pode triplicar capacidade produtiva, diz Caiado
Informatização na Construção Civil: A transformação que gera valor e agilidade em empresas do ramo
A digitalização na construção civil não é mais uma tendência distante, mas uma realidade acessível para toda construtora ou empresa do ramo civil. Embora as grandes empresas do setor já estejam fazendo uso de tecnologias avançadas, pequenas e médias construtoras também podem se beneficiar da transformação digital, especialmente quando se trata de otimizar a gestão de obras e melhorar a tomada de decisões no dia a dia
1. Agilidade na Gestão de Obras
A gestão de obras, comumente feita de forma manual ou em planilhas, pode ser demorada e propensa a erros. A digitalização de processos, como o controle de materiais, cronograma de obras e orçamentos, traz mais agilidade e segurança. Utilizar ferramentas simples e acessíveis para monitorar o andamento da obra e controlar os custos, por exemplo, pode reduzir significativamente o retrabalho e os imprevistos, além de evitar a perda de tempo com processos burocráticos.
2. Melhoria na Comunicação entre as Equipes
Em muitas construtoras a comunicação entre os diversos departamentos e equipes de campo nem sempre é fluida. Ferramentas digitais permitem que engenheiros, mestres de obra, e equipes administrativas compartilhem informações em tempo real, seja sobre o andamento da obra ou sobre a necessidade de materiais e recursos. Isso reduz a possibilidade de erros de comunicação e garante que todos estejam alinhados com os objetivos e prazos da obra.
3. Controle Financeiro Eficiente
O controle financeiro nas construtoras de pequeno e médio porte costuma ser um dos maiores desafios. Com o uso de ferramentas digitais, é possível ter um controle mais preciso dos custos de obra, das compras realizadas e das previsões de gastos. A automação desses processos ajuda a evitar erros de cálculo e facilita a gestão do fluxo de caixa, o que é crucial para a saúde financeira da empresa.
4. Planejamento e Previsão
A informatização também ajuda a melhorar o planejamento e a previsão de custos e prazos. Ferramentas simples de gestão de projetos, que podem ser acessadas por smartphones ou computadores, ajudam a identificar possíveis gargalos ou atrasos na obra antes que se tornem um problema maior. Com isso, a construtora consegue tomar decisões mais rápidas e assertivas, evitando custos inesperados e garantindo que o projeto siga dentro do orçamento.
5. Acessibilidade e Custos Reduzidos
Uma das grandes vantagens da digitalização é que ela já não é exclusiva das grandes empresas, e muitas soluções já estão acessíveis e com custo-benefício adequado para as construtoras menores. Ferramentas digitais, como sistemas ERP, que centralizam todas as informações da obra, permitem que pequenas empresas melhorem sua organização sem a necessidade de grandes investimentos iniciais. Isso oferece um retorno rápido, especialmente ao evitar desperdícios e melhorar a eficiência operacional.
Adotar a digitalização não significa transformar completamente os processos de uma hora para outra, mas sim encontrar ferramentas que atendam às necessidades reais do seu negócio e que possam ser implementadas gradualmente. Para as construtoras menores, a informatização oferece um caminho claro para maior competitividade e sustentabilidade no mercado.
Leilão levanta R$ 800 milhões para ferrovia Transnordestina
O leilão das cotas escriturais do Fundo de Investimento do Nordeste (Finor) ocorreu na última sexta-feira (21), na Bolsa de Valores do Brasil (B3), e angariou R$ 800 milhões que serão investidos nas obras da ferrovia Transnordestina, por meio do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE). O Finor, administrado pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), está em processo de encerramento de suas atividades. De acordo com o Banco do Nordeste, foram negociadas 939 bilhões de cotas do Finor.
O secretário Nacional de Fundos e Instrumentos Financeiros, Eduardo Tavares, destacou a importância de direcionar os recursos do leilão para projetos vinculados ao Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC). “Graças a um trabalho conjunto do Governo Federal e Congresso Nacional, estamos garantindo R$ 800 milhões com impactos positivos para todo o país”, ressaltou.
O programa tem atuado fortemente na implementação, retomada e conclusão de obras em diversas frentes. São investimentos em infraestrutura hídrica, mobilidade urbana sustentável, moradia, urbanização, prevenção de desastres, educação básica e superior, cultura, esportes, geração de energia e saúde.
Transnordestina
A ferrovia Transnordestina está sendo projetada para ligar o Porto de Pecém, no Ceará, e o Porto de Suape, em Pernambuco, até o cerrado do Piauí, no município de Eliseu Martins, com extensão total de 1.753 km. Futuramente ela poderá se conectar com a ferrovia Norte-Sul, em Porto Franco (MA). A fase 1 das obras, que vai do PI até o porto do Pecém, está com 72% de avanço físico.
Em janeiro deste ano, o MIDR, em articulação com a Casa Civil, aprovou, por meio da Diretoria Colegiada da Sudene, a liberação de R$ 400 milhões em recursos do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE) para o financiamento das obras.
Considerada a maior obra logística do Nordeste e um dos principais projetos de infraestrutura do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), a ferrovia servirá para o transporte de grãos, minérios, combustíveis e fertilizantes, e impulsionará atividades econômicas de diversos arranjos produtivos da região.
Fonte: MIDR
Tecon Santos 10: projeto de terminal de contêineres prevê acesso rodoviário amplo e expande capacidade do porto em 50%
Capacidade
O empreendimento será construído do zero, com capacidade para movimentar 3,5 milhões de contêineres por ano, em quatro berços de atracação. Informações disponibilizadas pelo MPOR revelam, ainda, que o Tecon Santos 10 contribuirá para um crescimento de 50% na capacidade do porto para a movimentação de contêineres. O ministério acredita que o projeto dará condições para a cidade paulista se tornar um hub port para a América Latina, ou seja, um megaterminal com capacidade para receber consideráveis volumes de carga que, posteriormente, serão despachados para portos menores espalhados pelo continente.Posição do Brasil no mundo
Atualmente, o Brasil ocupa a 46ª posição mundial quanto à oferta de capacidade para movimentação de contêineres. A partir do Tecon Santos 10, o país assumirá a 15ª colocação. Se os asiáticos não forem levados em conta, o Brasil ficará em 3º no ranking. Para se ter uma ideia do patamar brasileiro no setor, a movimentação portuária atingiu, em 2024, o recorde de 1,32 bilhão de toneladas. O resultado foi registrado a partir de uma elevação de 1,18% na comparação com 2023.Confira o cronograma:
- 31/01/2025 – aprovação dos estudos técnicos e modelagem pela Secretaria Nacional de Portos e envio à ANTAQ
- Até 20/02/2025 – início do processo de audiência pública, pela ANTAQ, com abertura da consulta pública
- 18/03/2025 – realização da audiência pública presencial para colheita de contribuições
- 25/03/2025 – encerramento do processo de audiência pública
- Até 24/04/2025 – consolidação das contribuições da audiência pública, apresentação dos elementos acolhidos e justificativa dos não acolhidos. Aprovação pela ANTAQ e envio à Secretaria Nacional de Portos.
- 25/04/2025 – envio do processo ao TCU.
- 25/08/2025 – aprovação pelo TCU. Considerando prazo estimado de 120 dias, sendo 90 com área técnica + 30 com ministro relator.
- Até 10/09/2025 – ajustes técnicos após análise do TCU e publicação do edital de leilão.
- 10/12/2025 – abertura de leilão.
- Até 30/06/2026 – Assinatura do contrato.
SIECON: O ERP Especializado para Transformar a Gestão da Construção Civil
Gerenciar uma construtora exige mais do que eficiência – requer controle absoluto e o uso de tecnologias avançadas. O SIECON é o ERP desenvolvido exclusivamente para o setor da construção civil, proporcionando a solução perfeita para otimizar processos, reduzir desperdícios e maximizar a rentabilidade. Com mais de 800 construtoras e 15.000 usuários ativos em todo o Brasil, o SIECON oferece uma plataforma integrada que abrange todos os processos essenciais: da engenharia ao suprimento, comercial e financeiro.
Esse sistema robusto e intuitivo não apenas melhora a gestão de obras, mas também garante a redução de custos, o aumento da eficiência e o aprimoramento da tomada de decisões em tempo real. Ao contar com tecnologia em nuvem, o SIECON permite que a equipe de gestão tenha acesso remoto a qualquer momento e de qualquer lugar, proporcionando flexibilidade e controle total sobre as operações.
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Fossa ecológica: projeto financiado pelo BASA é alternativa para tratamento de esgoto de forma sustentável
Financiamento pelo BASA
Além da colaboração das comunidades com a disponibilidade de alguns materiais, assim como a participação direta dos alunos da UFRA Capitão Poço, o projeto da Bacia de Evapotranspiração conta com um financiamento do Banco da Amazônia (BASA). Segundo a professora Thaisa Pegoraro, essa parceria com a instituição financeira é essencial para a elaboração dessa iniciativa. “O recurso que vem para a universidade, infelizmente não é suficiente para atender a infraestrutura destinada a projetos de pesquisa e extensão. Então, é por este motivo que a parceria com o BASA é realmente essencial e nós também somos muito gratos a isso”, afirma.Amazônia Infraestrutura Verde
O BASA, juntamente com outras instituições, disponibiliza uma linha de crédito específica para projetos como o da fossa ecológica. Por meio desta linha de crédito, os recursos financeiros serão destinados, por exemplo, a projetos em áreas como infraestrutura para água e esgoto, com soluções que garantam o acesso à água potável e saneamento básico, e geração de energia elétrica de fontes renováveis, com incentivo à produção de energia limpa e sustentável, entre outros. Essa linha faz parte da linha Amazônia Infraestrutura Verde. De acordo com o BASA, esse tipo de financiamento pode ser contratado por empresas de todos os portes, com exceção dos microempreendedores individuais. A linha leva em conta a Taxa de Juros dos Fundos Constitucionais (TFC) – ajustada de acordo com cada setor, porte ou finalidade do projeto. Em relação aos prazos, há algumas diferenças:- Prazo Total: até 34 anos, com carência de até 08 anos.
- Para Capital de Giro: até 36 meses, incluída a carência.
- Garantias: As usuais do Banco da Amazônia.


