- Impressora 3D na Engenharia
- O concreto sustentável
- Tijolos Ecológicos
| Curso | Média Salarial |
| Engenharia Mecânica | R$9.245,20 |
| Engenharia Elétrica | R$8.140,39 |
| Engenharia de Produção | R$7.870,96 |
| Engenharia Química | R$7.832,92 |
| Engenharia Eletrônica | R$7.552,11 |
| Engenharia Civil | R$7.465,51 |
| Engenharia da Computação | R$6.939,40 |
| Engenharia de Telecomunicações | R$ 6.009,23 |
| Engenharia Florestal | R$5.737,27 |
| Engenharia de Controle e Automação | R$5.430,62 |
A partir de janeiro de 2019, o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, FGTS, vai poder ser usado nas negociações de imóveis de alto padrão. O setor imobiliário vê com otimismo as novas regras, que podem ser um incentivo a mais paro consumidor.
Para as imobiliárias da região, a notícia vem em boa hora. O valor limite de financiamentos com o fundo de garantia, que é de R$ 950 mil reais para o estado do Rio, vai passar para R$ 1,5 milhão. Com a nova regra o Governo Federal espera injetar mais de R$ 80 bilhões no mercado em seis anos.
No ramo há 25 anos, Silvio Pinto é dono de uma imobiliária em Resende, RJ, e revela que nunca viveu uma crise tão grande como a dos últimos 4 anos. Com a nova medida, quem não estava conseguindo comprar imóvel, pode ser beneficiado.
“O passo inicial é você pesquisar na internet as imobiliárias que tenham o imóvel nessa faixa de preço, que tenha o imóvel de alto padrão aqui para nossa cidade. Ele procurando, vai achar em condomínios fechados uma boa residência e agora ele pode usar o FGTS, né?,” destacou.
Depois de um ano conturbado pelo período eleitoral, os compradores voltaram a aparecer em uma outra imobiliária também em Resende. E quem guardou dinheiro espera agora o aumento do limite de financiamento para concretizar o sonho da casa própria.
”De uma maneira geral, as pessoas nesse tempo de crise acabaram juntando um pouco de dinheiro também. Nessa insegurança, você acaba fazendo uma reserva, então tem um poder maior de compra, como a oferta hoje ainda está um pouco maior do que a procura, quando você vai negociar, tem um poder maior de compra e consegue um desconto melhor, as taxas de juros melhoraram também, então isso tudo influencia na hora de comprar”, destaca Marcelino Paiva, dono da imobiliária.
As obras de acabamento de quatro estações da Linha 15 – Prata do Monotrilho, que deveriam ter sido entregues em setembro, estão paradas em São Paulo. A situação representa um desânimo total para os moradores da região de São Mateus, na Zona Leste, que há seis anos esperam pela chegada do transporte sobre trilhos.
Um trecho, com estações que foram abertas ao público em abril,inaugurado com 6 anos de atraso, ainda opera parcialmente, com horário reduzido.
Em outro trecho, as obras de algumas estações foram abandonadas pela construtora. As estações Jardim Planalto, Sapopemba, Fazenda da Juta e São Mateus, que deveriam ter sido entregues no fim de setembro, estão com obras de acabamento e, nos canteiros, só há lixo, peças de escada rolantes e entulho.
Em alguns pontos, como perto do terminal Sapopemba, a obra ainda atrapalha o trânsito e os pedestres.
Embaixo da futura estação São Mateus tem resto de obra, uma montanha de terra, material de construção e acabamentos de calçada, em um local aberto, onde qualquer um pode entrar e sair.
A empresa responsável é a Azevedo e Travassos, que que tem dois contratos com o governo do estado, em um total de R$ 100 milhões. Com o abandono das obras, o Metrô não descarta o fim do contrato.
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Obras de estações do Monotrilho estão paradas — Foto: TV Globo/reprodução
A Linha-15 Prata começou a ser construída em 2009 e está seis anos atrasada. O projeto era para ligar a Vila Prudente até Cidade Tiradentes, e ficar pronta até 2012.
Só em 2014, as primeiras duas estações ficaram prontas. Dois anos depois, o Metrô anunciou que o projeto iria encolher 13km, perdeu 8 estações e o ponto final passaria a ser São Mateus.
Em abril de 2018, mais quatros estações foram abertas: São Lucas, Camilo Haddad, Vila Tolstoi e Vila União, que até hoje funcionam em horário reduzido.
Para os moradores da Zona Leste, o monotrilho ainda é um sonho, mesmo que distante.
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Restos de obras em estações do monotrilho — Foto: TV Globo/reprodução
Rio – Incorporadoras e imobiliárias estão investindo cada vez mais em um procedimento de locação feito exclusivamente pela internet. Com o novo formato de assinatura, o futuro inquilino pode fechar o negócio a qualquer hora e em qualquer lugar, sem ter a necessidade de idas ao cartório. O processo pode ser feito pelo computador ou pelo smartphone. Durante o processo, o futuro locatário recebe um documento para confirmar as cláusulas e dados do contrato de locação e confirmação da assinatura.
Mas esse novo modelo de negócio também atingiu em cheio as empresas tradicionais do setor. Desde o ano passado, contratos de aluguel firmados pela Administradora Renascença podem ser feitos apenas pela internet. Para Alexandre Parente, vice-presidente administrativo da empresa, o novo formato desburocratiza as negociações. “Dependendo do caso, a locação é validada em até 12 horas, além de não ter custo para os clientes”, explica.
Mesmo com as mudanças nas administradoras, o consumidor ainda pode optar pela assinatura convencional. Nesse formato, é preciso reconhecer o documento em cartório. Entretanto, os custos costumam ser mais elevados.