O Royal Institute of British Architects (RIBA), instituição que concede um dos maiores prêmios de arquitetura do mundo, divulgou no último dia 9 de maio, os vencedores de suas duas categorias. Na primeira, o RIBA International Emerging Architect, o prêmio foi concedido ao escritório Aleph Zero, dos curitibanos Gustavo Utrabo e Pedro Duschenes, com projeto para escola da Fundação Bradesco em Formoso do Araguaia (TO). Na segunda, o RIBA Awards for International Excellence, 20 projetos internacionais são escolhidos como melhores novos prédios do mundo — e destacou novamente os brasileiros de Curitiba.
Segundo a instituição, os critérios para escolha dos laureados são rigorosos e incluem visitas dos membros do júri do RIBA e de arquitetos locais a todos os candidatos.
Em nota oficial, o Presidente do RIBA, Ben Derbyshire, explicou que os vencedores foram selecionados segundo sua ambição na arquitetura, simplicidade no design e excelência na execução. “[A categoria] é um testamento da amplitude e da qualidade da arquitetura sendo criada no mundo. Os 20 prédios vencedores demonstram a importância e o longo alcance da contribuição que a arquitetura tem em nossas vidas diárias”, explica o presidente.
Confira os 20 vencedores:
Audain Art Museum, Patkau Architects, Canadá
Foto: James Dow
Onde: Whistler, Canadá
Uma galeria de arte concebida em uma série de blocos que formam uma ponte. Usando o clima e a região para construir o design, o Museu de Arte Audain explora a configuração da floresta local para integrar o projeto.
BBVA Bancomer Tower, LegoRogers, México
Foto: Lourdes Legorreta
Onde: Cidade do México, México
Uma sede sob medida para um banco internacional. O projeto do BBVA Bancomer Tower traz uma resposta elegante a um local complicado tanto em termos de urbanismo como no que se refere às complexidades que envolvem edifícios altos.
Buendner Kunstmuseum Chur, Barozzi Veiga, Suíça
Foto: Simon Menges
Onde: Chur, Switzerland
O prédio de uso cultural foi vencedor, em 2011, de uma competição para eleger o melhor projeto que ampliasse uma galeria de arte localizada em uma casa do sérculo 18, a “Villa Planta”. O Buendner Kunstmuseum Chur, com sua elegância e minimalismo, chama atenção no centro da pequena cidade.
Captain Kelly’s Cottage, John Wardle Architects, Austrália
Foto: Trevor Mein
Onde: Tasmânia, Austrália
Uma nova inserção em uma residência do século 19 localizada na ilha de Bruny. Finalizada, a obra oferece uma leitura contemporânea da arquitetura vernacular.
Central European University – Fase 1, O’Donnell + Tuomey, Hungria
Foto: Tams Bujnovszky
Onde: Budapeste, Hungria
Parte novo e parte retrofit, o centro educacional abriga dois dos quatro prédios do campus da universidade. O desenho do projeto é inspirado pelo contexto histórico da cidade e apresenta soluções com sensibilidade, usando características da arquitetura local.
Children Village, Rosenbaum + Aleph Zero, Brasil
Foto: Divulgação
Onde: Formoso do Araguaia (TO), Brasil
A escola que abriga 540 crianças na fazenda Canuanã, no Tocantins, foi projetada para que os alunos se sentissem acolhidos pelo ambiente em que moram, uma vez que ela funciona em regime de internato. Os arquitetos fizeram uma imersão na vida local, entrevistando as crianças e famílias da região, para então realizar o projeto. A escola utiliza técnicas e materiais que valorizam o local.
Lanka Learning Center, feat.collective, Sri Lanka
Foto: Barbara Better Vincent Heiland
Onde: Província Oriental, Sri Lanka
O pentágono que abriga um centro educacional é o primeiro edifício construído em um contexto pós-tsunami e decorrentes iniciativas de baixo custo para reconstruir a região. Os recursos do prédio foram arrecadados por meio de doações. O projeto previa promover oportunidades, educação e segurança para seus estudantes.
M4 Metro Line Budapest, FŐMTERV-PALATIUMUVATERV Consortium with Budapesti Építőművészet Műhely, Gelesz és Lenzsér, Puhl és Dajka, sporaarchitects, VPI Studio, Hungria
Foto: Tams Bujnovszky
Onde: Budapeste, Hungria
A nova estação dez do metrô é notável por suas realizações técnicas e por oferecer uma estrutura completa e eficiente em igual medida.
Mount Herzl Memorial Hall, Kimmel Eshkolot Architects in collaboration with Kalush Chechick architects, Israel
Foto: Amit Geron
Onde: Israel
O memorial Monte Herzl Hall foi construído na entrada para o Cemitério Nacional de Israel. Como uma grande caverna, ele tem na abertura central, que inunda de luz o espaço, criando uma atmosfera calma e pacífica, um de seus destaques.
Musée d’arts de Nantes, Stanton Williams, França
Foto: Nick Hufton
Onde: Nantes, França
A elegante alteração proporcionada pelo edifício do Museu de Artes de Nantes é destacada pelo prêmio, assim como a mescla do velho e do novo que ele proporciona.
Museum Voorlinden, Kraaijvanger Architects, Holanda
Foto: Christian Richters
Onde: Wassenaar, Holanda
O novo museu de arte contemporânea tem no telhado seu principal destaque. Formado por 115 mil tubos de alumínio inclinados, ele permite que uma “cascata” de luz invada os espaços da galeria.
Onde: Istambul, Turquia
A Mesquita Sancaklar foi construída por meio de um financiamento privado nos arredores de Istambul. Apresenta design contemporâneo e interior que faz referência às convenções litúrgicas.
Stavros Niarchos Foundation Cultural Center, Renzo Piano Building Workshop & Betaplan, Grécia
Foto: Michel Denanc
Onde: Atenas, Grécia
O projeto reúne a Casa de Ópera, Livraria Nacional e parque em um projeto formal e dramático. Outro destaque é o “telhado flutuante”, que deve se tornar um novo marco na paisagem de Atenas.
Studio Dwelling at Rajagiriya Palinda Kannangara Architects, Sri Lanka
Foto: Sebastian Posingis
Onde: Colombo, Sri Lanka
Construído em quatro pavimentos, o Studio Dwelling at Rajagiriya abriga um estúdio de arquitetura e residência em uma engenhosa “caixa trabalhada”, como detalha o RIBA.
Tatsumi Apartment House, Hiroyuki Ito Architects, Japão
Foto: Makoto Yhoshida
Onde: Tóquio, Japão
O Tatsumi Apartment House traz uma resposta direta às necessidades de uma
população rápida e dinâmica por meio de uma lógica convincente para o uso
de um espaço limitado que promove conforto e calma.
The Ancient Church of Vilanova de la Barca, AleaOlea architecture & landscape, Espanha
Foto: Adrià Goula
Onde: Vilanova de la Barca e Lleida, Espanha
A paróquia datada do século 13, que foi parcialmente danificada durante a Guerra Civil Espanhola, foi reconstruída e ganhou vida nova como uma instalação comunitária para fins sociais e culturais.
Toho Gakuen School of Music, NIKKEN SEKKEI, Japão
Foto: Harunori Noda
Onde: Tóquio, Japão
Com espaços de ensino independentes, inteligentes e com tratamento acústico, o edifício mantém a ordem e a formalidade ao mesmo tempo em que permite a improvisação e sua adaptação por parte dos alunos.
University of Amsterdam Allford Hall Monaghan Morris, Reino Unido
Foto: Tim Soar
Onde: Amsterdã, Holanda
Dois edifícios do centro de Amsterdã foram reformados para seu novo uso para a universidade. Próximo ao canal, o projeto é ousado às vezes reservado, criando novas vistas e caminhos dentro do edifício e ao redor do espaço.
Floresta vertical, Boeri Studio, Itália
Foto: Giovanni Nardi
Onde: Milão, Itália
Combinando a biodiversidade com a agitada vida urbana, o Bosco Verticale cria seu próprio microclima e contribui com a qualidade do ar por meio de um paisagismo atraente e marcante.
Xiao Jing Wan University Foster + Partners, China
Foto: Nigel Young
Onde: Shenzhen, China
Com 55 mil m², o projeto do campus baseia-se fortemente no tijolo, material local, e faz dele sua estrela. De acordo com o júri do prêmio, o material foi utilizado de forma engenhosa não apenas no que se refere à forma, mas também ao efeito visual que gera.
A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) estima que o setor da construção tenha perdido mais de R$ 5 bilhões durante os dias de paralisação dos caminhoneiros nas estradas brasileiras. Segundo a entidade, a expectativa é de que o setor ainda leve de duas a três semanas para retomar suas atividades normais.
Em Santa Catarina, o Observatório da Indústria Catarinense afirma que 56% das empresas da indústria e construção foram afetadas diretamente com o movimento. Desse número, cerca de 41% estimam que terão até 10% do faturamento mensal afetado e outras 22% estimam que o prejuízo será superior a 30%. A pesquisa também mostra paralisação de 52% das obras do setor da construção e idem no número de empresas que se queixam de falta de cimento, concreto ou argamassa.
Na Região Norte, o Pará também sofre com o abastecimento nas obras. O estado não possui um polo industrial capaz de produzir internamente os insumos, e, portanto, depende da entrega de materiais pela via rodoviária. Com isso, “o desabastecimento é generalizado”, comenta Alex Dias Carvalho, presidente do Sindicato da Indústria da Construção do Estado do Pará (Sinduscon-PA). Alex Carvalho defende a normalidade para o setor que já vem de uma sequência de dificuldades: “nós não temos força suficiente para aguentar mais solavancos”.
Assim como os caminhoneiros, as empresas da construção civil – sobretudo do setor de infraestrutura –também estão sofrendo os impactos da política de preços da Petrobras. Na última semana, a CBIC e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) se reuniram para discutir soluções para as consecutivas altas de preços nos materiais asfálticos, cuja produção no País é um monopólio da estatal.
Dentro da engenharia, pontes são conhecidas como obras de arte por suas dimensões e importância para a sociedade. Mesmo sem sabermos muito sobre como elas são construídas, a grandiosidade dessas estruturas chama a atenção; além de muitas vezes elas se tornarem um ponto turístico da cidade, também demonstram o desenvolvimento da economia local.
Veja abaixo as 5 pontes mais longas do mundo, que foram construídas para facilitar o deslocamento entre regiões mas também proporcionam ótimas fotos.
5. Ponte Hong Kong–Zhuhai–Macau
Finalizada em 2017 e com inauguração programada para julho de 2018, essa ponte possui 54 quilômetros de extensão. Após o início da passagem de automóveis, ela será a maior do mundo sobre o mar.
4. Via Expressa Bang Na
Essa via expressa, localizada na Tailândia, é um viaduto; seus 54 quilômetros de extensão fazem com que ela não possa ficar fora desta lista.
3. Ponte de Tianjin
Com 112 quilômetros de extensão, essa é uma ponte ferroviária e faz parte da linha de alta velocidade Pequim–Xangai.
2. Viaduto Changhua–Kaohsiung
Também para uso ferroviário, esse viaduto localizado em Taiwan possui 156 quilômetros de extensão. Ele foi construído para suportar terremotos, tornando possível que os trens parem durante um evento e facilitando a reparação de estragos.
1. Ponte Danyang–Kunshan
Inaugurada em 2010, essa ponte é a maior do mundo, com 164 quilômetros de extensão. Ela existe para uso ferroviário e possui um trecho que passa sobre o lago Yangcheng. Ela também faz parte da linha de alta velocidade Pequim–Xangai.
Se alguma vez em sua vida você ao menos cogitou a possibilidade de trabalhar fora do Brasil, então esse post foi escrito especialmente para você!
América do Norte, América do Sul, Europa, Ásia, Oceania, África? Com qual continente você mais se identifica?
Eu, particularmente me identifico com todos os continentes, sabe por que? Porque eu sei que em cada um desses continentes a experiência de vida é totalmente diferente, e como eu sou um cara um tanto curioso, gostaria de, se possível, morar 1 ano em cada continente.
Mas enfim, ao ler este artigo, descobri que existem 3 países que estão abertos à entrada de mão de obra estrangeira/qualificada e tem um interesse em especial nos profissionais brasileiros.
Neste pequeno país, os profissionais das mais diversas áreas da engenharia e TI são muito bem vindos, e você pode conferir mais informações no site oficial do governo neozelandês.
Noruega (Europa)
Apesar de ser o país com o maior IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), a Noruega teve um déficit de aproximadamente 14 mil engenheiros no primeiro semestre de 2014. Devido ao pré-sal, diversas empresas norueguesas estão buscando proximidade com os profissionais brasileiros, e se você não tem muitos problemas em passar frio, essa pode ser uma boa oportunidade! As áreas da engenharia mais buscadas são: perfuração, automação, mecânica, mecatrônica e hidráulica. Saiba maisclicando aqui.
Os recentes casos de desabamentos – queda do telhado de uma escola infantil de Agudos e o incêndio e desmoronamento de edifício em São Paulo – acenderam alerta para as condições estruturais de imóveis instalados em Bauru. Tanto que a Defesa Civil da cidade iniciou uma blitz para inspecionar, inicialmente, cinco escolas: quatro municipais e uma estadual.
O pedido de inspeção partiu das próprias instituições, uma vez que existe a preocupação em tomar medidas preventivas com objetivo de evitar acidentes. Além das unidades escolares, contudo, a prefeitura deve estender a operação a outros imóveis alvos de interdições já feitas anteriormente e que, portanto, ainda inspiram cautela.
Malavolta Jr.
Sidnei Rodrigues: “Sempre quando tem alguma tragédia ou acidente igual o que ocorreu em Agudos e em São Paulo, com grande destaque na mídia, aumenta a quantidade de solicitações”
Coordenador da Defesa Civil local, Sidnei Rodrigues destaca que o número de pedidos de vistorias aumentou depois dos desabamentos. Ele revela que, em menos de duas semanas, o órgão recebeu cinco demandas, todas de escolas de Bauru, sendo que o comum para este período de tempo é de, em média, duas solicitações.
“Sempre quando tem alguma tragédia ou acidente igual o que ocorreu em Agudos e em São Paulo, com grande destaque na mídia, aumenta a quantidade de requerimentos de inspeções em imóveis, pois os casos acabam gerando um alerta. Não é comum receber pedido de cinco instituições em menos de 15 dias, como aconteceu”, frisa.
A Escola Municipal de Educação Infantil Integrada (Emeii) Wilson Monteiro Bonato, localizada no Jardim Europa, é uma das unidades que solicitaram vistoria da Defesa Civil, cuja avaliação se deu na última quarta-feira (2). Segundo Rodrigues, foi preciso interditar trecho onde houve infiltração em duas lajes que compõem um dos corredores do prédio.
“Houve uma corrosão da armadura dessas estruturas e, portanto, não está tendo impermeabilização”, explica o coordenador. Secretária municipal de Educação, Isabel Miziara disse à reportagem que iria entrar em contato com os engenheiros do órgão para discutir o que deve ser feito no local. Ela reforça que a interdição não comprometeu as aulas.
MAIS IMÓVEIS
As outras quatro unidades escolares serão vistoriadas nos próximos dias, bem como alguns imóveis que representam riscos de acidentes. Entre eles, o prédio que pertence ao INSS, localizado na primeira quadra da rua Presidente Kennedy. Conforme o JC noticiou, está sendo elaborado estudo técnico sobre a viabilidade de demolição do imóvel, que, após desocupação em 2009, passou a servir como abrigo e local de uso de drogas, além de atos de depredações.
Outro alvo de nova inspeção será o prédio abandonado na quadra 15 da rua Vivaldo Guimarães, Jardim Nasralla, próximo ao Bosque da Comunidade, fato também noticiado pelo Jornal da Cidade. Deteriorada após as obras serem paralisadas há mais de 20 anos, a construção de sete andares foi responsável por um acidente durante a forte chuva de 24 de janeiro deste ano.
OFÍCIO
Procurada pela reportagem, a Secretaria Municipal de Planejamento (Seplan) informou que não houve registro de demandas referentes a inspeções de imóveis. Já o Corpo de Bombeiros deve enviar, a partir desta semana, ofício em caráter de alerta para a prefeitura local e de cidades da região, solicitando a verificação dos prédios municipais.
Samantha Ciuffa
Tenente Eduardo de Souza Costa diz que bombeiros solicitarão que as prefeituras verifiquem os prédios municipais
“Trata-se de uma ação periódica, realizada ao menos duas vezes por ano. É um reforço do que já enviamos às prefeituras no começo deste ano e que iremos encaminhar novamente até dezembro”, destaca o tenente dos bombeiros Eduardo de Souza Costa.
‘Pente-fino’ em prédios tombados
A Polícia Civil está apertando o cerco a imóveis tombados na cidade. “Estou agendado com a minha equipe uma data para fazermos um ‘pente-fino’ nos prédios tombados de Bauru ainda neste mês. Inclusive, o caso de São Paulo reforçou o que eu venho falando: é necessário fazer essas vistorias para evitar tragédias”, informa o titular da Delegacia do Meio Ambiente e do 3.º Distrito Policial, Dinair José da Silva.
Inclusive, em novembro passado, um inquérito foi instaurado para apurar as responsabilidades sobre o suposto abandono do Hotel Milanez, um dos mais famosos pontos históricos do município, em plena região central de Bauru.
Sobre este caso, o delegado informa que o inquérito está para ser concluído e relatado ao Judiciário.
Indústrias e usinas fiscalizadas
Gerente do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Estado de São Paulo (Crea), região de Bauru, Paulo Eduardo de Grava disse que a entidade realizou uma blitz nas regiões de Bauru, Marília e Ourinhos, de 26 a 30 de abril, com foco em área ambiental. Ao todo, 166 estabelecimentos, sendo 48 somente na região de Bauru, foram fiscalizados.
As principais irregularidades encontradas são a falta de registro de profissionais junto ao Crea-SP (50 pessoas) e falta de registro da empresa junto ao Conselho (108). “Os estabelecimentos fiscalizados foram principalmente usinas de açúcar e álcool, hidroelétricas, mineradoras, grandes produtores agrícolas, indústrias, produtores, entre outros. As fiscalizações seguem cronograma periódico”, explica Grava.
Nacho Doce/Reuters
Na madrugada da última terça-feira (1), após incêndio, um edifício de 24 andares desabou no Largo do Paissandu, no Centro de SP; bombeiros seguem até o momento trabalhando no local
A atividade na construção civil reduziu o ritmo de queda em março, conforme a Sondagem da Indústria da Construção Civil divulgada nesta quinta-feira pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O indicador relativo à atividade no setor foi de 47,1 pontos no terceiro mês de 2018, depois de ficar em 46,2 pontos em fevereiro. Em março de 2017, se situou em 44,5 pontos. Os resultados variam de zero a 100 pontos, sendo que leituras abaixo de 50 pontos indicam retração da atividade em relação ao mês anterior.
O indicador de número de empregados teve um movimento semelhante, passando de 44,1 pontos em fevereiro para 45,4 pontos um mês depois. No terceiro mês de 2017, o indicador estava em 41,7 pontos. Já a Utilização da Capacidade Operacional (UCO) permaneceu em 57% em março, mesmo patamar observado em fevereiro. No terceiro mês do ano passado, correspondeu a 56%.
O índice de atividade em relação ao usual para o mês foi de 35,7 pontos em março deste ano, ante 36,1 pontos em fevereiro. Já em março de 2017, esse indicador foi de 29,1 pontos.
Uma das coisas que os Estados Unidos e o Brasil têm em comum é a mentalidade de que somente frequentando uma faculdade cara é possível melhorar a situação financeira da família e ter um futuro melhor. No entanto, nos Estados Unidos a área de construção civil paga bem, se você comparar dólar com real. E a melhor parte é que você não precisa gastar horrores com uma faculdade ou um curso profissionalizante.
Recentemente, a National Public Radio (NPR) publicou uma reportagem sobre o assunto. Na cidade de Seattle, na costa oeste dos Estados Unidos por exemplo, há uma grande demanda de profissionais na área de edificação metálica – um técnico responsável pelas estruturas metálicas em um edifício -. A reportagem conta a história de Morgan, um rapaz de 20 anos, que desistiu de frequentar a faculdade para fazer um curso técnico na área de construção civil.
Morgan confirmou que ganha $28.36 dólares por hora (R$96,4 reais), o que chegaria a pouco mais de $50 mil dólares por ano (ou seja R$170 mil reais por ano).
Os bons salários nesta área em algumas regiões dos Estados Unidos são reflexos da falta de mão de obra no ‘’serviço pesado’’. Um contraste com o que ocorre nas vagas que exigem curso superior. O número de estudantes a procura por cursos de graduação aumenta todo ano, enquanto o preço da hora trabalhada diminui. O efeito reverso do investimento – excesso de mão de obra qualificada.
Uma pesquisa da Associação de Mestres de Obras mostrou que 70% das companhias na área de construção civil nos Estados Unidos têm problemas para preencher as vagas. No estado de Washington, por exemplo, o problema é grave, cerca de 80% das empresas estão em apuros. Algumas chegam a contatar as escolas técnicas a procura de alunos que queiram trabalhar.
Em Washington há uma grande demanda para profissionais nas áreas de carpintaria, eletricista, encanador, torneiro mecânico entre outras. O salário médio anual chega a $54 mil dólares (cerca de R$180 mil).
Cenário na Flórida
Na Flórida, os números não são diferentes. A área de construção civil no Sunshine State representa 49.1% dos empregos disponíveis.
A área de construção civil, saúde pública e saúde pessoal são as áreas que mais precisam de trabalhadores nos EUA. A expectativa é que a demanda aumente ainda mais até 2022, desde que a economia continue crescendo no mesmo ritmo. De acordo com o Departamento de Educação dos Estados Unidos a expectativa vai ter 68% mais vagas em cinco anos do que o número de pessoas treinadas para trabalhar.
Vale lembrar que a maioria dos condados americanos possui pelo menos um centro de cursos técnicos. Por ser uma instituição pública, essas escolas técnicas cobram valores menores para quem é morador no condado. Aqueles alunos internacionais pagam mais. Entretanto, um curso técnico custa menos da metade de um curso de quatro anos em uma instituição também pública. Portanto, não perca tempo e coloque a mão na massa. Este site oferece algumas opções de cursos online em Broward, clique aqui.
Uma equipe de alunos de engenharia da Universidade de Brasília (UnB) desbancou os donos da casa e garantiu o primeiro lugar em um torneio de robótica nos Estados Unidos, na categoria Balancer Race Robogames. Como o nome em inglês sugere, o desafio era fazer com que um robô, equilibrado apenas sobre duas rodas ou uma esfera, percorresse uma distância de 6 metros e terminasse o trajeto parado e de pé.
Maior competição de robótica do mundo, a 14ª edição da Robogames aconteceu entre os dias 27 e 29 de abril na cidade de Pleaseton, cidade na Califórnia próxima a São Francisco. De acordo com o regulamento, os competidores podiam selecionar desafios adicionais, como passar por rampas e desviar de cones para melhorar a pontuação final.
1/4Projeto vencedor utilizou microchips programáveis para controlar movimento dos motoresArquivo Pessoal/Divulgação
2/4Robô vencedor do Balancer Race da Robogames 2018Arquivo Pessoal/Divulgação
3/4Cenário da competiçãoArquivo Pessoal/Divulgação
4/4Equipe Droid é formada por alunos de vários ramos da engenhariaArquivo Pessoal/Divulgação
Luan Araújo, capitão da categoria de robôs de equilíbrio da Divisão de Robótica Inteligente (Droid), como se chama a equipe dos alunos da UnB, diz que já está com o planejamento de torneios traçado até 2019.
“Vamos participar da Competição Latino Americana de Robótica (Larc) no Brasil, a RoboCup Open German na Alemanha e a RoboGames novamente, em 2019. Dessa vez, em mais categorias. Temos interesse em participar da Campus Party também, mas para expor, não para competir. Já estamos em contato com a organização”, diz Luan.
A máquina vencedora do desafio “balancer” lembra uma mesa de canto futurista. O coração do sistema mora no topo do robô, onde foram colocadas as placas de circuito, processadores e baterias. Toda a estrutura está interligada por uma haste metálica ao eixo das rodas. A tecnologia usada é semelhante à que movimenta o mecanismo das impressoras 3D.
O processamento é feito por um microcomputador de baixo custo, de tamanho menor do que um cartão de crédito, responsável pelo controle de velocidade dos motores.
Durante o processo de confecção do projeto, cada componente foi testado em separado. “Quando já sabíamos as ligações que teríamos que fazer, projetamos e fabricamos as nossas placas, assim pudemos ter uma idéia do tamanho necessário para abrigar estas placas e construir a parte mecânica”, conta o capitão da Droid.
O projeto inicial precisou sofrer algumas alterações em relação ao que foi apresentado na Califórnia. Diante da dificuldade da alterar a parte mecânica do robô, a equipe precisou alterar componentes eletrônicos e incluir um microchip programável na estrutura.
Numa conversa há alguns anos com um doutorando alemão, neto de brasileiro, o assunto era educação. Comentei que o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), órgão ligado ao MEC, havia acabado de divulgar o Censo da Educação Superior de 2013 e apontava que, pela primeira vez, havia mais alunos matriculados em cursos de Engenharia no Brasil do que em Direito. Surpreso, ele perguntou:
O que vocês fazem com tantos advogados?
Nada contra a carreira do Direito, mas o espanto faz todo o sentido aos olhos de quem nasceu e cresceu num país reconhecido pela sua indústria e que foi reconstruído a partir dos escombros da Segunda Guerra Mundial.
A Engenharia é uma carreira fundamental para qualquer país fortalecer sua economia. Mas por aqui ela sofre com a má formação em Matemática dos alunos nos Ensinos Fundamental e Médio, que evitam os cursos de Ciências Exatas por esse motivo. Além disso, em vez de impulsionar o crescimento do País, é a carreira que acaba sendo impulsionada ou não pelos momentos em que a economia vai bem ou mal. Veja só, foi o crescimento econômico da última década que aqueceu a contratação de engenheiros, principalmente, com formação em Engenharia Civil para suprir a expansão da construção civil. Foi graças a esse boom de empregos que houve a virada.
Ao avaliar dados do Censo da Educação Superior, do Inep, os analistas do Quero Bolsaconstataram que os cursos de Engenharia deixaram a terceira posição no ranking de matrículas no Ensino Superior, em 2010, para assumir o primeiro lugar em 2013. O pico de alunos matriculados foi atingido em 2015, quando, pela primeira vez, mais de 1 milhão de alunos cursaram Engenharia no Brasil.Fonte: Quero Bolsa, com dados do InepMatriculados nas engenharias superaram os cursos de Administração e Direito, em 2012 e 2013, respectivamente
“A quantidade de engenheiros em formação dobrou em cinco anos. Não chegava a meio milhão em 2010. O crescimento econômico atraiu muita gente para a carreira. Agora, aguardamos os próximos dados do Censo para confirmar o quanto a crise, de fato, irá afetar a trajetória da oferta de vagas e das matrículas, uma vez que houve uma leve queda em 2016”, avalia Pedro Balerine, diretor de Inteligência do Quero Bolsa.
Os números levantados pelo Inep e analisados pela equipe do Quero Bolsa mostram que há no Brasil 4.193 cursos de Engenharia e 1,004 milhão de alunos matriculados (Censo 2016). No ano anterior havia menos cursos (3.848), mas o total de estudantes era maior (1,010 milhão).
Tendência
É fato que o mercado de trabalho absorve em diferentes funções quem tem formação em Engenharia. Além da indústria e da construção, o setor de serviços, em especial os bancos, é também um grande empregador daqueles que carregam nas mãos um diploma de engenharia. No time do Quero Bolsa há dezenas de engenheiros, muitos deles trabalhando em área que, inicialmente, ninguém diria que é lugar para eles, como no Desenvolvimento de Produto e Marketing.
Apesar da alta empregabilidade, o próprio Quero Bolsa notou que vem diminuindo a procura por cursos de Engenharia. No site, Engenharia Civil, por exemplo, deixou de ser o terceiro curso mais buscado para ocupar agora a 12ª posição. A queda também foi sentida no curso de Arquitetura e Urbanismo, ambos ligados à construção.
Fonte: Panorama do Ensino Superior Privado do Brasil 2017 – Quero BolsaCai a procura por cursos da ligados à construção civil
Concentração versus fragmentação
A Engenharia tem uma característica única. É a carreira com maior quantidade de habilitações possíveis, segundo o Censo da Educação Superior. São 141 opções, que vão do espaço (Engenharia Aeroespacial) às profundezas da terra (Engenharia Geológica).Nas faculdades brasileiras há, por exemplo, oito habilitações diferentes para quem escolhe fazer Engenharia Ambiental. Apesar da grande fragmentação, cinco carreiras da Engenharia concentram 75,7% dos alunos matriculados. Os 24,3% restantes se dividem nas demais 136 habilitações.
Fonte: Quero Bolsa com dados do InepCinco carreiras concentram 75,7% dos alunos matriculados em Engenharia
Quando avaliados separadamente, os cursos de Engenharia Civil, Engenharia de Produção e Engenharia Mecânica são os três com mais estudantes matriculados, mas só a Civil aparece entre os 10 cursos com mais alunos. Nesse caso, a lista passa a ser encabeçada por Direito, com 860 mil alunos.
Fonte: Quero Bolsa, com dados do InepApenas a Engenharia Civil aparece entre os 10 cursos com mais alunos matriculados no Brasil
Mensalidades
Para quem quer cursar Engenharia, o Quero Bolsa apurou os preços médios dos cinco cursos de Engenharia com mais alunos em 10 capitais brasileiras. Rio de Janeiro, Porto Alegre* e Curitiba são as localidades com as mensalidades mais altas. Já Recife apresentou os menores valores médios. Por sua vez, a capital paulista figura entre as cidades mais baratas para realizar a graduação, devido à grande oferta de cursos. A análise foi feita com base nas mensalidades integrais (sem desconto) praticadas em 87 instituições que oferecem os cursos avaliados na cidades onde ocorreu o levantamento.
Fonte: Quero BolsaEntre as 10 capitais analisadas, Recife apresentou os menores preços médios de mensalidades em cursos de Engenharia
Após passar por momentos difíceis por conta da crise econômica que assolou o país, o mercado imobiliário entra no ano de 2018 com fortes expectativas. O setor vem se recuperando com a pretensão de tornar mais sólida a tendência da alta apresentada nos últimos meses de 2017.
Os dados foram divulgados pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), os quais foram calculados pela Fipe, da Universidade de São Paulo, que apontam que o número de residências vendidas entre janeiro de 2017 e janeiro de 2018 teve alta de 22,2% e 12%, respectivamente.
De acordo com as pesquisas, 82.902 residências foram lançadas ao mercado brasileiro no mesmo período. Na comparação, as vendas totalizaram 105.297 novos imóveis. O presidente da Abrainc afirma ser positiva a expectativa para a recuperação das vendas neste ano de 2018.
A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic) mostra dados em relatório do ano de 2017, em que 23 regiões brasileiras encerraram o ano em plena recuperação, se comparado a 2016. O lançamento de novas moradias obteve um aumento de 5,2%, enquanto as vendas tiveram um crescimento de 9,4% relativo ao ano anterior.
Indicadores imobiliários mostram o crescimento no mercado de vendas de imóveis residenciais
Segundo a Cbic, o aumento das vendas no mercado imobiliário no primeiro trimestre desse ano se deu por conta da melhora da economia no país, taxas de juros mais baixas, inflação e uma leve recuperação do PIB (Produto Interno Bruto).
O presidente da Abrainc disse que, no mês de janeiro, foram lançadas 3.414 residências, onde 22,1% delas são de alto e médio padrão e 76,8%, do programa Minha Casa, Minha Vida. O mês teve 8.412 imóveis vendidos, número acima da média mensal do primeiro trimestre de 2017, com 7.616 imóveis.
Ele confirma que o índice de vendas poderia ser melhor, se não fossem as devoluções dos imóveis. Dessa forma, muitas dessas empresas fecharam as portas devido aos desacordos. Nos últimos 12 meses, foram contabilizados 34,1 mil distratos, o equivalente a 30,7% das vendas de novos lançamentos no mesmo período.
Outro dado significativo para o mercado foi o aumento do financiamento imobiliário dos recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), com R$ 3,84 bilhões em janeiro. Relacionando com o mês anterior, o aumento foi de 4,4%. Comparados a janeiro de 2017, o aumento foi de 23,7%.
Caixa pretende investir em novos financiamentos habitacionais
Para 2018, a Caixa possui um orçamento de R$ 82,1 bilhões para investimentos habitacionais no país. Ela pretende fazer o financiamento de 650 mil moradias para os próximos anos, tendo como meta principal o projeto Minha Casa, Minha Vida, quando R$ 58,8 bilhões sairão do Fundo de garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e R$ 12,7 bilhões do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE).
A Construtora Planeta é uma empresa que está no mercado há 20 anos, e sua solidificação e estabelecimento se justifica pelo fato de sempre cumprir com tudo o que promete aos seus clientes, sendo especializada em empreendimentos imobiliários. Clientes que precisam contar com uma construtora em Sorocaba e, também com um condomínio horizontal, encontram tudo o que precisam na Construtora Planeta, sempre com alta qualidade e total transparência.