Holanda terá primeiras casas habitáveis com impressão 3D
Um ambicioso projeto holandês quer tornar realidade o que parece apenas uma ideia para o futuro. O Project Milestones construirá casas por meio de impressão 3D que serão, posteriormente, usadas como moradia por famílias. Essa técnica promete revolucionar a indústria da construção civil nas próximas décadas.
As casas serão levantadas na cidade de Eindhoven. Isso será feito graças a uma parceria entre a Universidade de Tecnologia de Eindhoven, a autoridade municipal e outras companhias. Ao todo, são seis parceiros trabalhando nesse projeto, envolvendo empresas de materiais e outras do mercado imobiliário.
As imagens conceito exibidas pelo projeto mostram construções com formatos pouco usuais, cheias de curvas e formas exóticas. “O formato irregular das construções pode ser realizado graças a uma característica da técnica de impressão 3D: a habilidade de construir quase qualquer forma”, diz o site do projeto.
A ideia é que o aprendizado com cada construção sirva para a realização da próxima casa. Por conta disso, será feita uma construção por vez. A primeira, aliás, terá diversos elementos impressos no campus da universidade. A última das casa, segundo o projeto, será feita totalmente no local definitivo. O material usado nas casas será o concreto.
A tecnologia, que promete se popularizar nos próximos anos, deve cortar custos e diminuir o tempo necessário para a “construção” de uma casa.
Devem ser construídas cinco casas em um novo bairro residencial da cidade. Isso deve acontecer ao longo dos próximos cinco anos. De acordo com os planos, o primeiro prédio deve ficar pronto já em 2019 e será uma casa térrea. As construções seguintes, por outro lado, terão diversos andares e devem ser mais complexas.
Qual o nível de desenvolvimento do modelo BIM no Brasil?
A metodologia BIM (Building Information Modeling) está na pauta de profissionais responsáveis pelo desenvolvimento de empreendimentos de arquitetura e de engenharia há anos, mas alguns fatores políticos e econômicos fizeram esse termo se popularizar e se transformar em um dos grandes desafios do país em 2018.
O BIM vem se desenvolvendo e se popularizando no mundo, com alguns destaques para a Costa Rica, que é referência no uso da tecnologia e o Chile, que foi pioneiro na adoção do modelo na América do Sul. Esse movimento global impulsionou diversos países a se moverem para atender esse crescimento, colocando o Brasil na rota de desenvolvimento e adoção da metodologia informacional.
O que é BIM?
Revolucionando todo o processo construtivo, desde o projeto até o pós-obra e avaliação, o Building Information Modeling (BIM) possibilita melhoria da qualidade técnica e da gestão de empreendimentos e obras, elevando a produtividade na construção e garantindo a maior eficiência e transparência tanto para o mercado privado quanto para obras públicas.
É importante ressaltar que BIM não é um software. É uma tecnologia implementada em um software e o conceito de modelagem de informações da construção gera um controle sobre todas as etapas da construção e vida útil da obra.
O BIM provou ao longo dos anos os benefícios para a gestão dos projetos, organizando todos os times e o processo de construção como um todo, reduzindo boa parte dos erros informacionais e o desperdício, além de melhorar o fluxo completo da obra, seguindo o conceito de construção de forma estruturada.
BIM no Brasil
No Brasil, o conceito vem se desenvolvendo ao longo dos anos, considerando uma curva de desenvolvimento econômico do país. Algumas entidades como BNDES e o Exército Brasileiro já trabalham com os projetos BIM de forma regular, reforçando o conceito do modelo e transformando o ecossistema de fornecedores e parceiros ao seu redor.
O Governo Federal vai exigir uso do BIM a partir de 2021. A medida faz parte da Estratégia Nacional de Disseminação do BIM no Brasil e deve ser publicada até Julho desse ano. No dia 17 de Maio de 2018, o Presidente da República, Michel Temer, assinou um decreto que tem a finalidade de promover um ambiente adequado ao investimento da tecnologia, além de incentivar seu uso em âmbito nacional.
De acordo com estudos contratados pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), a expectativa é de que haja um aumento de 10% na produtividade do setor e uma redução de custo que pode chegar a 20% com a utilização da metodologia BIM.
Outro fator que impulsiona a metodologia é o caso de normativas como a ABNT, que já publicou as primeiras normas de BIM no Brasil e tem exigido a utilização do modelo em diversas aspectos.
Douglas Carnicelli, diretor de operações Autodesk na AX4B, consultoria especializada em soluções Autodesk e projetos de BIM, ressalta que a adoção do modelo é de alto impacto para o futuro das obras de engenharia, arquitetura e infraestrutura.
“O mercado vem evoluindo no que diz respeito ao modelo BIM. Com a experiência que tenho no mercado com as soluções Autodesk, pude notar que os projetos com a aplicação do conceito e o apoio de tecnologias como o Revit, AutoCAD e Infraworks tem gerado ganhos de produtividade e grande redução de desperdícios nas obras. Tenho casos onde foi possível reduzir até 22% no custo de construção e eliminação de até 44% em retrabalhos”, afirma o executivo.
O modelo BIM está em um cenário propício para o crescimento acelerado no Brasil. Levando em consideração a necessidade de diversas obras de infraestrutura e construção, onde é preciso melhorar a produtividade de entrega e reduzir custos, tornar o BIM um aliado com tecnologias que suportam o modelo é essencial para atender essas demandas e transformar o conceito de construção de forma estratégica. O decreto assinado pelo presidente e a obrigação de utilização do modelo até 2021 reforça que as empresas não podem mais ignorar esse modelo e precisam iniciar o quanto antes uma revisão de tecnologia, processos e projetos de construção.
“Acredito que esse caminho é algo sem retorno e todas as empresas, sejam elas Projetistas, EPCistas, Engenharia, Arquitetura, entre outras, que são e/ou pretendem ser prestadoras de serviços para governo federal, a partir de agora deverão ter em mente que os projetos passarão a ser mandatórios em BIM. Isso abre um espaço enorme para que possamos desenvolver o mercado de empresas privadas e continuar apoiando o governo com soluções tecnológicas a favor do desenvolvimento”, finaliza Douglas Carnicelli.
Prédio high-tech inspirado no iPad está perto de ser concluído em Dubai
Depois de doze anos de obras, de uma série de atrasos e contratempos, está finalmente chegando ao fim a construção do prédio com cara de iPad desenhado pelo arquiteto James Law, de Hong Kong, para a Omniyat, de Dubai. De acordo com reportagem publicada pela Business Insider, a previsão é de que o projeto seja entregue até o final deste ano.
Conhecido como The Pad, o edifício tem 24 andares, 253 apartamentos e a forma de um iPad preso a uma estação de recarga. Foi construído com uma inclinação de 6,5° e envelopado em mais de 2 mil painéis de led, que podem ser programados das mais variadas formas e com diferentes cores.
Com vista para o Burj Khalifa – edifício mais alto do mundo –, o prédio ganhou fama não só pelo design, mas também pela promessa de incorporar em sua estrutura tecnologias digitais de ponta. Entre elas, estão paredes próprias para projeções de realidade virtual, banheiros com sensores para medir indicadores de saúde – temperatura, peso e pressão – e sistemas que adaptam automaticamente o som e a luz ao humor dos moradores.
Law, o arquiteto que o desenhou, é um entusiasta da mistura de aço, concreto e vidro a novos materiais e tecnologias digitais que permitam oferecer aos moradores uma experiência mais interativa com os imóveis. O estilo de arquitetura que pratica é definido por ele como cybertecture.
Agora vai?
Esta é pelo menos a terceira vez que uma data para entrega do The Pad é anunciada à imprensa. O edifício foi lançado inicialmente em 2006. Com a crise financeira mundial de 2008, e o desaquecimento do mercado imobiliário de Dubai, o projeto foi interrompido. Só seria relançado cinco anos mais tarde, em 2013. Desde então, já foram divulgadas expectativas de conclusão para o início de 2017 e para fim de 2018. Em tempo: a julgar pelas fotos disponíveis, o prazo de entrega parece agora mais realista.
Conhecido como The Pad, o edifício tem 24 andares, 253 apartamentos e a forma de um iPad preso a uma estação de recarga. Foi construído com uma inclinação de 6,5° e envelopado em mais de 2 mil painéis de led, que podem ser programados das mais variadas formas e com diferentes cores.
Com vista para o Burj Khalifa – edifício mais alto do mundo –, o prédio ganhou fama não só pelo design, mas também pela promessa de incorporar em sua estrutura tecnologias digitais de ponta. Entre elas, estão paredes próprias para projeções de realidade virtual, banheiros com sensores para medir indicadores de saúde – temperatura, peso e pressão – e sistemas que adaptam automaticamente o som e a luz ao humor dos moradores.
Law, o arquiteto que o desenhou, é um entusiasta da mistura de aço, concreto e vidro a novos materiais e tecnologias digitais que permitam oferecer aos moradores uma experiência mais interativa com os imóveis. O estilo de arquitetura que pratica é definido por ele como cybertecture.
Agora vai?
Esta é pelo menos a terceira vez que uma data para entrega do The Pad é anunciada à imprensa. O edifício foi lançado inicialmente em 2006. Com a crise financeira mundial de 2008, e o desaquecimento do mercado imobiliário de Dubai, o projeto foi interrompido. Só seria relançado cinco anos mais tarde, em 2013. Desde então, já foram divulgadas expectativas de conclusão para o início de 2017 e para fim de 2018. Em tempo: a julgar pelas fotos disponíveis, o prazo de entrega parece agora mais realista. Video: Escola brasileira está na lista dos 20 melhores projetos de arquitetura do mundo
O Royal Institute of British Architects (RIBA), instituição que concede um dos maiores prêmios de arquitetura do mundo, divulgou no último dia 9 de maio, os vencedores de suas duas categorias. Na primeira, o RIBA International Emerging Architect, o prêmio foi concedido ao escritório Aleph Zero, dos curitibanos Gustavo Utrabo e Pedro Duschenes, com projeto para escola da Fundação Bradesco em Formoso do Araguaia (TO). Na segunda, o RIBA Awards for International Excellence, 20 projetos internacionais são escolhidos como melhores novos prédios do mundo — e destacou novamente os brasileiros de Curitiba.
Segundo a instituição, os critérios para escolha dos laureados são rigorosos e incluem visitas dos membros do júri do RIBA e de arquitetos locais a todos os candidatos.
Em nota oficial, o Presidente do RIBA, Ben Derbyshire, explicou que os vencedores foram selecionados segundo sua ambição na arquitetura, simplicidade no design e excelência na execução. “[A categoria] é um testamento da amplitude e da qualidade da arquitetura sendo criada no mundo. Os 20 prédios vencedores demonstram a importância e o longo alcance da contribuição que a arquitetura tem em nossas vidas diárias”, explica o presidente.
Confira os 20 vencedores:
Audain Art Museum, Patkau Architects, Canadá
Onde: Whistler, Canadá Uma galeria de arte concebida em uma série de blocos que formam uma ponte. Usando o clima e a região para construir o design, o Museu de Arte Audain explora a configuração da floresta local para integrar o projeto.BBVA Bancomer Tower, LegoRogers, México
Onde: Cidade do México, México Uma sede sob medida para um banco internacional. O projeto do BBVA Bancomer Tower traz uma resposta elegante a um local complicado tanto em termos de urbanismo como no que se refere às complexidades que envolvem edifícios altos.Buendner Kunstmuseum Chur, Barozzi Veiga, Suíça
Onde: Chur, Switzerland O prédio de uso cultural foi vencedor, em 2011, de uma competição para eleger o melhor projeto que ampliasse uma galeria de arte localizada em uma casa do sérculo 18, a “Villa Planta”. O Buendner Kunstmuseum Chur, com sua elegância e minimalismo, chama atenção no centro da pequena cidade.Captain Kelly’s Cottage, John Wardle Architects, Austrália
Onde: Tasmânia, Austrália Uma nova inserção em uma residência do século 19 localizada na ilha de Bruny. Finalizada, a obra oferece uma leitura contemporânea da arquitetura vernacular.Central European University – Fase 1, O’Donnell + Tuomey, Hungria
Onde: Budapeste, Hungria Parte novo e parte retrofit, o centro educacional abriga dois dos quatro prédios do campus da universidade. O desenho do projeto é inspirado pelo contexto histórico da cidade e apresenta soluções com sensibilidade, usando características da arquitetura local.Children Village, Rosenbaum + Aleph Zero, Brasil
Onde: Formoso do Araguaia (TO), Brasil A escola que abriga 540 crianças na fazenda Canuanã, no Tocantins, foi projetada para que os alunos se sentissem acolhidos pelo ambiente em que moram, uma vez que ela funciona em regime de internato. Os arquitetos fizeram uma imersão na vida local, entrevistando as crianças e famílias da região, para então realizar o projeto. A escola utiliza técnicas e materiais que valorizam o local.Lanka Learning Center, feat.collective, Sri Lanka
Onde: Província Oriental, Sri Lanka O pentágono que abriga um centro educacional é o primeiro edifício construído em um contexto pós-tsunami e decorrentes iniciativas de baixo custo para reconstruir a região. Os recursos do prédio foram arrecadados por meio de doações. O projeto previa promover oportunidades, educação e segurança para seus estudantes.M4 Metro Line Budapest, FŐMTERV-PALATIUMUVATERV Consortium with Budapesti Építőművészet Műhely, Gelesz és Lenzsér, Puhl és Dajka, sporaarchitects, VPI Studio, Hungria
Onde: Budapeste, Hungria A nova estação dez do metrô é notável por suas realizações técnicas e por oferecer uma estrutura completa e eficiente em igual medida.Mount Herzl Memorial Hall, Kimmel Eshkolot Architects in collaboration with Kalush Chechick architects, Israel
Onde: Israel O memorial Monte Herzl Hall foi construído na entrada para o Cemitério Nacional de Israel. Como uma grande caverna, ele tem na abertura central, que inunda de luz o espaço, criando uma atmosfera calma e pacífica, um de seus destaques.Musée d’arts de Nantes, Stanton Williams, França
Onde: Nantes, França A elegante alteração proporcionada pelo edifício do Museu de Artes de Nantes é destacada pelo prêmio, assim como a mescla do velho e do novo que ele proporciona.Museum Voorlinden, Kraaijvanger Architects, Holanda
Onde: Wassenaar, Holanda O novo museu de arte contemporânea tem no telhado seu principal destaque. Formado por 115 mil tubos de alumínio inclinados, ele permite que uma “cascata” de luz invada os espaços da galeria.Sancaklar Mosque, EAA-Emre Arolat Architecture, Turquia
Onde: Istambul, Turquia A Mesquita Sancaklar foi construída por meio de um financiamento privado nos arredores de Istambul. Apresenta design contemporâneo e interior que faz referência às convenções litúrgicas.Stavros Niarchos Foundation Cultural Center, Renzo Piano Building Workshop & Betaplan, Grécia
Onde: Atenas, Grécia O projeto reúne a Casa de Ópera, Livraria Nacional e parque em um projeto formal e dramático. Outro destaque é o “telhado flutuante”, que deve se tornar um novo marco na paisagem de Atenas.Studio Dwelling at Rajagiriya Palinda Kannangara Architects, Sri Lanka
Onde: Colombo, Sri Lanka Construído em quatro pavimentos, o Studio Dwelling at Rajagiriya abriga um estúdio de arquitetura e residência em uma engenhosa “caixa trabalhada”, como detalha o RIBA.Tatsumi Apartment House, Hiroyuki Ito Architects, Japão
Onde: Tóquio, Japão O Tatsumi Apartment House traz uma resposta direta às necessidades de uma população rápida e dinâmica por meio de uma lógica convincente para o uso de um espaço limitado que promove conforto e calma.The Ancient Church of Vilanova de la Barca, AleaOlea architecture & landscape, Espanha
Onde: Vilanova de la Barca e Lleida, Espanha A paróquia datada do século 13, que foi parcialmente danificada durante a Guerra Civil Espanhola, foi reconstruída e ganhou vida nova como uma instalação comunitária para fins sociais e culturais.Toho Gakuen School of Music, NIKKEN SEKKEI, Japão
Onde: Tóquio, Japão Com espaços de ensino independentes, inteligentes e com tratamento acústico, o edifício mantém a ordem e a formalidade ao mesmo tempo em que permite a improvisação e sua adaptação por parte dos alunos.University of Amsterdam Allford Hall Monaghan Morris, Reino Unido
Onde: Amsterdã, Holanda Dois edifícios do centro de Amsterdã foram reformados para seu novo uso para a universidade. Próximo ao canal, o projeto é ousado às vezes reservado, criando novas vistas e caminhos dentro do edifício e ao redor do espaço.Floresta vertical, Boeri Studio, Itália
Onde: Milão, Itália Combinando a biodiversidade com a agitada vida urbana, o Bosco Verticale cria seu próprio microclima e contribui com a qualidade do ar por meio de um paisagismo atraente e marcante.Xiao Jing Wan University Foster + Partners, China
Onde: Shenzhen, China Com 55 mil m², o projeto do campus baseia-se fortemente no tijolo, material local, e faz dele sua estrela. De acordo com o júri do prêmio, o material foi utilizado de forma engenhosa não apenas no que se refere à forma, mas também ao efeito visual que gera.Empresários da construção avaliam efeitos da greve de caminhoneiros
A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) estima que o setor da construção tenha perdido mais de R$ 5 bilhões durante os dias de paralisação dos caminhoneiros nas estradas brasileiras. Segundo a entidade, a expectativa é de que o setor ainda leve de duas a três semanas para retomar suas atividades normais.
Em Santa Catarina, o Observatório da Indústria Catarinense afirma que 56% das empresas da indústria e construção foram afetadas diretamente com o movimento. Desse número, cerca de 41% estimam que terão até 10% do faturamento mensal afetado e outras 22% estimam que o prejuízo será superior a 30%. A pesquisa também mostra paralisação de 52% das obras do setor da construção e idem no número de empresas que se queixam de falta de cimento, concreto ou argamassa.
Na Região Norte, o Pará também sofre com o abastecimento nas obras. O estado não possui um polo industrial capaz de produzir internamente os insumos, e, portanto, depende da entrega de materiais pela via rodoviária. Com isso, “o desabastecimento é generalizado”, comenta Alex Dias Carvalho, presidente do Sindicato da Indústria da Construção do Estado do Pará (Sinduscon-PA). Alex Carvalho defende a normalidade para o setor que já vem de uma sequência de dificuldades: “nós não temos força suficiente para aguentar mais solavancos”.
Assim como os caminhoneiros, as empresas da construção civil – sobretudo do setor de infraestrutura –também estão sofrendo os impactos da política de preços da Petrobras. Na última semana, a CBIC e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) se reuniram para discutir soluções para as consecutivas altas de preços nos materiais asfálticos, cuja produção no País é um monopólio da estatal.
Conheça as 5 maiores pontes do mundo
Dentro da engenharia, pontes são conhecidas como obras de arte por suas dimensões e importância para a sociedade. Mesmo sem sabermos muito sobre como elas são construídas, a grandiosidade dessas estruturas chama a atenção; além de muitas vezes elas se tornarem um ponto turístico da cidade, também demonstram o desenvolvimento da economia local.
Veja abaixo as 5 pontes mais longas do mundo, que foram construídas para facilitar o deslocamento entre regiões mas também proporcionam ótimas fotos.
5. Ponte Hong Kong–Zhuhai–Macau

4. Via Expressa Bang Na

Essa via expressa, localizada na Tailândia, é um viaduto; seus 54 quilômetros de extensão fazem com que ela não possa ficar fora desta lista.
3. Ponte de Tianjin

2. Viaduto Changhua–Kaohsiung

1. Ponte Danyang–Kunshan

3 países que estão buscando engenheiros brasileiros
Se alguma vez em sua vida você ao menos cogitou a possibilidade de trabalhar fora do Brasil, então esse post foi escrito especialmente para você!
Engenharia civil e engenharia da computação são as áreas com maiores perspectivas no Québec, a província Canadense que fala francês. Para saber mais informações, acesse o site oficial da província.
Neste pequeno país, os profissionais das mais diversas áreas da engenharia e TI são muito bem vindos, e você pode conferir mais informações no site oficial do governo neozelandês.
Apesar de ser o país com o maior IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), a Noruega teve um déficit de aproximadamente 14 mil engenheiros no primeiro semestre de 2014. Devido ao pré-sal, diversas empresas norueguesas estão buscando proximidade com os profissionais brasileiros, e se você não tem muitos problemas em passar frio, essa pode ser uma boa oportunidade! As áreas da engenharia mais buscadas são: perfuração, automação, mecânica, mecatrônica e hidráulica. Saiba maisclicando aqui.
América do Norte, América do Sul, Europa, Ásia, Oceania, África? Com qual continente você mais se identifica?Eu, particularmente me identifico com todos os continentes, sabe por que? Porque eu sei que em cada um desses continentes a experiência de vida é totalmente diferente, e como eu sou um cara um tanto curioso, gostaria de, se possível, morar 1 ano em cada continente. Mas enfim, ao ler este artigo, descobri que existem 3 países que estão abertos à entrada de mão de obra estrangeira/qualificada e tem um interesse em especial nos profissionais brasileiros.
Canadá (América)
Engenharia civil e engenharia da computação são as áreas com maiores perspectivas no Québec, a província Canadense que fala francês. Para saber mais informações, acesse o site oficial da província.
Nova Zelândia (Oceania)
Neste pequeno país, os profissionais das mais diversas áreas da engenharia e TI são muito bem vindos, e você pode conferir mais informações no site oficial do governo neozelandês.
Noruega (Europa)
Apesar de ser o país com o maior IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), a Noruega teve um déficit de aproximadamente 14 mil engenheiros no primeiro semestre de 2014. Devido ao pré-sal, diversas empresas norueguesas estão buscando proximidade com os profissionais brasileiros, e se você não tem muitos problemas em passar frio, essa pode ser uma boa oportunidade! As áreas da engenharia mais buscadas são: perfuração, automação, mecânica, mecatrônica e hidráulica. Saiba maisclicando aqui. Desabamentos alertam para estrutura de imóveis e prefeitura promove blitz
Os recentes casos de desabamentos – queda do telhado de uma escola infantil de Agudos e o incêndio e desmoronamento de edifício em São Paulo – acenderam alerta para as condições estruturais de imóveis instalados em Bauru. Tanto que a Defesa Civil da cidade iniciou uma blitz para inspecionar, inicialmente, cinco escolas: quatro municipais e uma estadual.
O pedido de inspeção partiu das próprias instituições, uma vez que existe a preocupação em tomar medidas preventivas com objetivo de evitar acidentes. Além das unidades escolares, contudo, a prefeitura deve estender a operação a outros imóveis alvos de interdições já feitas anteriormente e que, portanto, ainda inspiram cautela.
Coordenador da Defesa Civil local, Sidnei Rodrigues destaca que o número de pedidos de vistorias aumentou depois dos desabamentos. Ele revela que, em menos de duas semanas, o órgão recebeu cinco demandas, todas de escolas de Bauru, sendo que o comum para este período de tempo é de, em média, duas solicitações.
“Sempre quando tem alguma tragédia ou acidente igual o que ocorreu em Agudos e em São Paulo, com grande destaque na mídia, aumenta a quantidade de requerimentos de inspeções em imóveis, pois os casos acabam gerando um alerta. Não é comum receber pedido de cinco instituições em menos de 15 dias, como aconteceu”, frisa.
A Escola Municipal de Educação Infantil Integrada (Emeii) Wilson Monteiro Bonato, localizada no Jardim Europa, é uma das unidades que solicitaram vistoria da Defesa Civil, cuja avaliação se deu na última quarta-feira (2). Segundo Rodrigues, foi preciso interditar trecho onde houve infiltração em duas lajes que compõem um dos corredores do prédio.
“Houve uma corrosão da armadura dessas estruturas e, portanto, não está tendo impermeabilização”, explica o coordenador. Secretária municipal de Educação, Isabel Miziara disse à reportagem que iria entrar em contato com os engenheiros do órgão para discutir o que deve ser feito no local. Ela reforça que a interdição não comprometeu as aulas.
MAIS IMÓVEIS
As outras quatro unidades escolares serão vistoriadas nos próximos dias, bem como alguns imóveis que representam riscos de acidentes. Entre eles, o prédio que pertence ao INSS, localizado na primeira quadra da rua Presidente Kennedy. Conforme o JC noticiou, está sendo elaborado estudo técnico sobre a viabilidade de demolição do imóvel, que, após desocupação em 2009, passou a servir como abrigo e local de uso de drogas, além de atos de depredações.
Outro alvo de nova inspeção será o prédio abandonado na quadra 15 da rua Vivaldo Guimarães, Jardim Nasralla, próximo ao Bosque da Comunidade, fato também noticiado pelo Jornal da Cidade. Deteriorada após as obras serem paralisadas há mais de 20 anos, a construção de sete andares foi responsável por um acidente durante a forte chuva de 24 de janeiro deste ano.
OFÍCIO
Procurada pela reportagem, a Secretaria Municipal de Planejamento (Seplan) informou que não houve registro de demandas referentes a inspeções de imóveis. Já o Corpo de Bombeiros deve enviar, a partir desta semana, ofício em caráter de alerta para a prefeitura local e de cidades da região, solicitando a verificação dos prédios municipais.
“Trata-se de uma ação periódica, realizada ao menos duas vezes por ano. É um reforço do que já enviamos às prefeituras no começo deste ano e que iremos encaminhar novamente até dezembro”, destaca o tenente dos bombeiros Eduardo de Souza Costa.
‘Pente-fino’ em prédios tombados
A Polícia Civil está apertando o cerco a imóveis tombados na cidade. “Estou agendado com a minha equipe uma data para fazermos um ‘pente-fino’ nos prédios tombados de Bauru ainda neste mês. Inclusive, o caso de São Paulo reforçou o que eu venho falando: é necessário fazer essas vistorias para evitar tragédias”, informa o titular da Delegacia do Meio Ambiente e do 3.º Distrito Policial, Dinair José da Silva.
Inclusive, em novembro passado, um inquérito foi instaurado para apurar as responsabilidades sobre o suposto abandono do Hotel Milanez, um dos mais famosos pontos históricos do município, em plena região central de Bauru.
Sobre este caso, o delegado informa que o inquérito está para ser concluído e relatado ao Judiciário.
Indústrias e usinas fiscalizadas
Gerente do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Estado de São Paulo (Crea), região de Bauru, Paulo Eduardo de Grava disse que a entidade realizou uma blitz nas regiões de Bauru, Marília e Ourinhos, de 26 a 30 de abril, com foco em área ambiental. Ao todo, 166 estabelecimentos, sendo 48 somente na região de Bauru, foram fiscalizados.
As principais irregularidades encontradas são a falta de registro de profissionais junto ao Crea-SP (50 pessoas) e falta de registro da empresa junto ao Conselho (108). “Os estabelecimentos fiscalizados foram principalmente usinas de açúcar e álcool, hidroelétricas, mineradoras, grandes produtores agrícolas, indústrias, produtores, entre outros. As fiscalizações seguem cronograma periódico”, explica Grava.
| Malavolta Jr. |
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| Sidnei Rodrigues: “Sempre quando tem alguma tragédia ou acidente igual o que ocorreu em Agudos e em São Paulo, com grande destaque na mídia, aumenta a quantidade de solicitações” |
| Samantha Ciuffa |
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| Tenente Eduardo de Souza Costa diz que bombeiros solicitarão que as prefeituras verifiquem os prédios municipais |
| Nacho Doce/Reuters |
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| Na madrugada da última terça-feira (1), após incêndio, um edifício de 24 andares desabou no Largo do Paissandu, no Centro de SP; bombeiros seguem até o momento trabalhando no local |
Atividade na construção civil reduz queda em março, diz CNI
A atividade na construção civil reduziu o ritmo de queda em março, conforme a Sondagem da Indústria da Construção Civil divulgada nesta quinta-feira pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O indicador relativo à atividade no setor foi de 47,1 pontos no terceiro mês de 2018, depois de ficar em 46,2 pontos em fevereiro. Em março de 2017, se situou em 44,5 pontos. Os resultados variam de zero a 100 pontos, sendo que leituras abaixo de 50 pontos indicam retração da atividade em relação ao mês anterior.
O indicador de número de empregados teve um movimento semelhante, passando de 44,1 pontos em fevereiro para 45,4 pontos um mês depois. No terceiro mês de 2017, o indicador estava em 41,7 pontos. Já a Utilização da Capacidade Operacional (UCO) permaneceu em 57% em março, mesmo patamar observado em fevereiro. No terceiro mês do ano passado, correspondeu a 56%.
O índice de atividade em relação ao usual para o mês foi de 35,7 pontos em março deste ano, ante 36,1 pontos em fevereiro. Já em março de 2017, esse indicador foi de 29,1 pontos.
Trabalho na construção civil é um dos mais rentáveis nos EUA
Uma das coisas que os Estados Unidos e o Brasil têm em comum é a mentalidade de que somente frequentando uma faculdade cara é possível melhorar a situação financeira da família e ter um futuro melhor. No entanto, nos Estados Unidos a área de construção civil paga bem, se você comparar dólar com real. E a melhor parte é que você não precisa gastar horrores com uma faculdade ou um curso profissionalizante.
Recentemente, a National Public Radio (NPR) publicou uma reportagem sobre o assunto. Na cidade de Seattle, na costa oeste dos Estados Unidos por exemplo, há uma grande demanda de profissionais na área de edificação metálica – um técnico responsável pelas estruturas metálicas em um edifício -. A reportagem conta a história de Morgan, um rapaz de 20 anos, que desistiu de frequentar a faculdade para fazer um curso técnico na área de construção civil.
Morgan confirmou que ganha $28.36 dólares por hora (R$96,4 reais), o que chegaria a pouco mais de $50 mil dólares por ano (ou seja R$170 mil reais por ano).
Os bons salários nesta área em algumas regiões dos Estados Unidos são reflexos da falta de mão de obra no ‘’serviço pesado’’. Um contraste com o que ocorre nas vagas que exigem curso superior. O número de estudantes a procura por cursos de graduação aumenta todo ano, enquanto o preço da hora trabalhada diminui. O efeito reverso do investimento – excesso de mão de obra qualificada.
Uma pesquisa da Associação de Mestres de Obras mostrou que 70% das companhias na área de construção civil nos Estados Unidos têm problemas para preencher as vagas. No estado de Washington, por exemplo, o problema é grave, cerca de 80% das empresas estão em apuros. Algumas chegam a contatar as escolas técnicas a procura de alunos que queiram trabalhar.
Em Washington há uma grande demanda para profissionais nas áreas de carpintaria, eletricista, encanador, torneiro mecânico entre outras. O salário médio anual chega a $54 mil dólares (cerca de R$180 mil).
Cenário na Flórida
Na Flórida, os números não são diferentes. A área de construção civil no Sunshine State representa 49.1% dos empregos disponíveis.
A área de construção civil, saúde pública e saúde pessoal são as áreas que mais precisam de trabalhadores nos EUA. A expectativa é que a demanda aumente ainda mais até 2022, desde que a economia continue crescendo no mesmo ritmo. De acordo com o Departamento de Educação dos Estados Unidos a expectativa vai ter 68% mais vagas em cinco anos do que o número de pessoas treinadas para trabalhar.
Vale lembrar que a maioria dos condados americanos possui pelo menos um centro de cursos técnicos. Por ser uma instituição pública, essas escolas técnicas cobram valores menores para quem é morador no condado. Aqueles alunos internacionais pagam mais. Entretanto, um curso técnico custa menos da metade de um curso de quatro anos em uma instituição também pública. Portanto, não perca tempo e coloque a mão na massa. Este site oferece algumas opções de cursos online em Broward, clique aqui.



























